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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

OS PARASITAS NO REINO ANIMAL E VEGETAL

O universo foi fundado com o bom, o mau e  ao péssimo juntaram-se-lhe os parasitas que em termo mais apropriados vive esta casta, de muitas espécies, encostados a outras que podem ser de origem vegetal ou animal. 

Hoje a frondosa árvore já alimenta a trepadeira, parasita, que se lhe enrolou à base do toro a roubar-lhe a seiva que lhe alimenta os ramos e as folhas.

Sem querer armar-me em filósofo. aprofundar-me em demasia no tema "parasitário", fiquei a saber um pouco sobre  o tópico dos parasitas, há uns dois anos e de quando visitei uma floresta, virgem, nascida no declive da montanha até à profundesa, enquilhada, a 450 metros.
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Na descida, por escadas, rudimentares, fui dando, no meu caminho, com muitas plantas mortas e os toros enrolados de serpentinas de raizes secas Ora poderia lá ser as plantas secarem num local de humidade constante e plantadas num solo que nunca foi desbravado pela mão do homem?
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Mas no fim da subida e no topo da montanha dei com uma placa que me dava conta da praga das plantas/raizes parasitas que não era mais ou tão pouco menos umas raizes que nascidas junto ao tronco dessas árvores, que encontrei mortas e lhes sugaram, do tronco e subiram por ele acima, a seiva que as fizeram definhar e consequentemente â parasita lhe terminava, também, o seu ciclo de vida. 
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As raíses da orquídia, bela e parasita, estende as suas raíses pelo tronco de uma mangueira. Mas a bela, sem senão, não destroi mas decora a árvore que lhe alimenta e dá longa vida às flotes.
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Porém nem toda a parasitária, vegetal, é daninha e raízes que delas crescem flores bonitas por exemplo as orquídias que um pequeno talo é plantado numa casca de coco seco e amarrado a um tronco de uma árvore que não a irá destruir.
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Hoje de manhã e de tantas vezes junto, à entrada do Jolly Frog, a uma árvore me quedei, era semelhante aquelas mortas na floresta húmida.
Aí está, imagem,  bem visível a raíz parasita abraçando o tronco da árvore que por anos a vai degastando roubando-lhe o alimento até que um dia tudo vai terminar com a morte da parasita e da que se abraçou. 
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O tema vem a propósito de que Portugal está cheio de parasitária humana que vive à conta dos outros e vão tentando, com o tempo, destruir o próximo.
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Os parasitas não produzem e só destroem e espalhados por onde podem penetrar suas raízes. O lugar do parasita português é a sugação, destruidora, nas esferas do Poder e aí se sente acomodado enquanto não o matare.
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O parasita não pensam  quando penetra num espaço que julga dele, mas com a morte da árvore a que  enrolaram suas raíses segue-se-lhe a dele porque já não há mais poder e seiva para chupar.
José Martins 

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