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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

NA PEUGADA DO MEU BONÉ – JOLLY FROG, EU, JOANA E RITA

O patriótico  meu boné e a real identificação de um "tuga" no estrangeiro. "Diz-me que boné usas que eu te direi que nacionalidade tens!!!

Hoje ao meio da manhã e de quando do meu poiso da má língua e de irreverência e caminhava junto à sala de fumo, ao ar livre, adjascente ao restaurante ao ar livre em direção ao bengalô que ocupo no Jolly Frog, não dei conta de duas jovens raparigas sentadas a fumar (o meu boné tinha-me identificado), mas ouvi depois a palavra Portugal. Num repente, respondi em inglês: “one moment please!”.
O meu poiso diário atrás do computador no restaurante, ao ar livre e coberto de capim do Jolly Frog

Passado um minuto voltei e perguntei, às duas jovens em simultâneo:”where´s are you from?”  Portugal responderam-me, as duas, ao mesmo tempo. Sentei-me junto no banco de madeira corrido e fálamos na língua de Camões por uns escassos minutos. Não houve tempo para mais, elas a Joana e Rita, duas jovens arquitectas do Porto estavam de mochila aviada para partirem para Chiang Mai, norte da Tailândia e umas boas 9 horas de autocarro. A Joana e a Rita, já ontem e quando se hospedaram no Jolly Frog deram por mim, horas e horas sentado a uma mesa no computar e longe estariam, as duas de saber que os três éramos da mesma nacionalidade. 
 Eu entre dois amores "tugas" Com a Joana ao meu lado esquerdo e a Rita à direita.
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A Joana saiu-se: “vimo-lo ontem e achamos graça de junto ao seu computador, as teclas fossem alumiadas pela luz de um candeeiro e adiantou: “é escritor?” Gaita que nunca tinha ouvido de alguém a julgar-me um Eça de Queirós, Miguel Torga ou o meu comprovinciando Vergílio Ferreira.
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Ah, ah não sou nada disso, nem coisa que o valha menina, mas um irreverente e pregador do deserto que ninguém me ouve e até nem é preciso porque me estou nas tintas e o escrever ajuda-me a levar melhor as minhas amarguras e irreverências que vão dentro de mim da “merda” dos políticos que governam o nosso país. Estavam de partida, pouco tempo houve para desenferrujar a língua e levei, as duas simpáticas e bonitas “tugas”, em terras de Kanchanaburi, à estação dos autocarros.

 As duas jovens, "tugas". A Joana do lado esquerdo e a Rita à sua direita. Como pano de fundo a entrada para o Jolly Frog.
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Deixei-lhes a recomendação que desde que regressem a Banguecoque me telefonem, para lhes oferecer um almoço ou jantar de bacalhau e caldo verde em minha casa. 
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Responderam-me: “bacalhau.... ai que bom!”. 
José Martins

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