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sábado, 1 de janeiro de 2011

PAULA EDUARDA UMA MIÚDA, BRASILEIRA, AOS PÉS DA FAMA


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Não deixe de ver o vídeo. Vozes assim não aparecem todos os dias..
Paula Eduarda, 11 Anos - Uma Vencedora ! ~
Sempre p'ra frente!!!
A menina é fantástica.
"Il mio bambbino caro", uma das mais belas árias, da ópera Gianni Schicchi,
de Puccini
Cliquem no site abaixo

UMA AUTÊNTICA DESGRAÇA PARA O SENHOR SILVA...!!!

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Vamos lá explicar a coisa por miúdos... Por aqui o gato não vai às filhós! O que lá vai, lá vai sem se sacrificar o senhor Silva por esta acção. Houve outros que andam por aí caladinhos que nem "ratos"...
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Não pense por aí as más línguas que foi só o senhor Silva que estava inscrito na Polícia Internacional de Defesa do Estado (PIDE), devem haver outras fichas de bons rapazes que devem por lá figurar, em arquivos, se não foram destruídas.
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Bons rapazes, quando miúdos, principiaram a sua vida escolar com o estatuto de Lusito e apertaram o calção com um cinto de fivela com a letra S.
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Depois e de quando o 25 de Abril de 1974, os que se albergavam sob o símbolo da letra S, viraram a casaca e principiaram a usar o distintivo da letra D.
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Eu já era um homem na casa dos 40 e sei muito bem como a coisa corria sobre o regime da letra S. Alguns dos albergados na letra S estavam uns velhotes e outros, os ainda mais novos, cavaram para a estranja a bater com os calcanhares no rabo.
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Sugiram depois os filhos, criados e amamentados a leite a expensa do lado da letra S e integrados, garbosamente, na Mocidade Portuguesa, voltaram revolucionários e amantes da democracia e da liberdade.
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Pela sobrevivência vale tudo (menos arrancar olhos) e esta não tem bandeira ou ideologia política. Existe apenas o dar ao dente, encher a barriguinha, ser um "gajo" importante e destacar-se entre os parceiros que o rodeiam. MAI NADA! - José Martins
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O texto em baixo não é deste blogue, mas sim de quem o enviou por e-mail.

A ficha (de inscrição...)do Cavaco, no arquivo da PIDE.
Lá esta com a letra dele, Cavaco, "integrado no actual regime politico"...
*POR ESTA É QUE TU NÃO ESPERAVAS.*
*Mas como perguntar não ofende a que título é que um cidadão se inscrevia na pide?*
***Sim, que aquilo é que era uma ficha de *
*in(di)scrição...*
Clique em cima dos documentos para os ler

OS NOSSOS TERRORISTAS CASEIROS QUE SE TRATEM... POIS OS AMERICANOS TOMARÃO CONTA DELES!

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Segurança
Governo cede dados dos BI portugueses aos Estados Unidos
Por LUÍS FONTES Hoje - Diário de Notícias

Em nome da luta contra o terrorismo, os EUA querem aceder aos elementos do Arquivo de Identificação

Os Estados Unidos (EUA) querem ter acesso a bases de dados biométricas e biográficas dos portugueses que constam no Arquivo de Identificação Civil e Criminal. O FBI, com a justificação da luta contra o terrorismo, quer também aceder à ainda limitada base de dados de ADN de Portugal. O acordo com o Governo português está feito e só falta ser ratificado na Assembleia da República. No entanto, este mês vai sair um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) que alerta para os problemas que constam no texto do acordo bilateral.

Em Junho de 2009, Janet Napolitano, secretária do Departamento de Segurança Interna norte-americano esteve em Portugal e firmou o acordo com os ministérios da Administração Interna e da Justiça. Em Novembro deste ano, foi pedido à CNPD um parecer. Este, segundo o DN apurou, embora não seja vinculativo, vai alertar a Assembleia da República e a Comissão dos Negócios Estrangeiros para os perigos de violação da privacidade dos portugueses que decorre deste acordo bilateral.

O acordo prevê que o FBI tenha acesso às informações constantes no bilhete de identidade de todos os portugueses. Além disso, quando se tratar de cidadãos condenados, poderão também receber o seu registo criminal e informações do seu ADN caso exista alguma amostra na base de dados que está sediada em Coimbra e que é da responsabilidade do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML).

Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades explicou que o processo está a ser conduzido pela direcção do Serviço de Vistos, e o texto do documento ainda não está disponível porque aguarda parecer da CNPD - "Trata-se de um processo que visa a luta contra o terrorismo e já foram feitos vários acordos entre os EUA e vários países europeus. Alguns através da Comissão Europeia".

Na página do Department of Homeland Security (DHS), a secretária Janet Napolitano levanta um pouco mais o véu sobre o acordo bilateral contra a luta antiterrorista que assinou em Portugal em 2009. "Vamos partilhar impressões digitais e outra informação biométrica para melhor identificar terroristas e criminosos." É ainda referido que já foram assinados acordos semelhantes com Espanha, Alemanha, Itália, Grécia.

Na Comissão Europeia, o processo de acesso dos EUA a dados dos cidadãos europeus arrasta-se. Segundo eurodeputado Carlos Coelho, do PSD, "há um problema ao nível da protecção de dados. Os EUA têm de respeitar as nossas normas. Não há ainda nenhum calendário para a resolução do problema".

"Quando os norte-americanos reparam que há entraves com a negociação na União Europeia contornam o problema fazendo acordos bilaterais com os próprios países. Em troca do acordo, chegam a prometer a agilização na entrada dos naturais desses países através do programa Visa Waiver. Isto já aconteceu no passado não é novo", explica o eurodeputado.

O FBI quer também ter acesso à Base de Dados de Perfis de ADN sediada em Coimbra. Problemas de comunicação não deverão existir, já que, segundo confirmou ao DN Duarte Nuno Vieira, presidente do INML, "o sistema informático CODIS foi oferecido e montado em Portugal em 2009 pelo Federal Bureau of Investigation (FBI)". Por enquanto, o sistema está numa fase inicial e alberga menos de 100 registos de ADN, que podem ser consultados pela Polícia Judiciária.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o acordo bilateral "encontra-se em processo de ratificação na Assembleia da República". O Parlamento deverá aprová-lo - ou chumbá-lo - este ano, mas a oposição, já no ano passado, pediu explicações. "Fizemos perguntas sobre o protocolo, mas a resposta foi vaga. Não tivemos mais nenhuma informação acerca desse tema", explicou ao DN o deputado Fernando Negrão, do PSD.

Em Novembro, durante a Cimeira da NATO em Lisboa, o acordo voltou a ser abordado numa reunião entre Janet Napolitano e Rui Pereira. O ministro da Administração Interna manifestou a "vontade firme de tornar a cooperação entre os dois países mais firme e profícua no futuro".

EURO NA ESTÓNIA: "PIOR A EMENDA DO QUE O SONETO"

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Estónia comércios sua coroa contra o euro enfraqueceu
video
A Estónia tornou-se a 01 de janeiro, o primeiro país do Báltico para converter para a moeda única. Uma decisão necessária por um longo tempo por políticos, mas que irrita as pessoas no momento em que o euro está a atravessar uma crise sem precedentes.
Por France 2 (vídeo)
PEREGRINO Sophie (texto)

A coroa está morta, viva o euro! A Estónia tornou-se a 01 de janeiro de 2011 o 17 º país da União Europeia a adoptar a moeda única. O país está se preparando para essa mudança em cinco anos. Ele vem como a zona do euro está enfrentando sua pior crise.

A Estónia aderiu à UE em 2004. Diferentemente de seus vizinhos, Letónia e Lituânia, o país báltico, a menor da União Europeia, através da crise financeira mundial com o mínimo de confusão. A dívida pública, estimada em 8% do PIB é o mais baixo da União Europeia.

Desde que a Estónia teve a ideia de adoptar o euro, o governo submeteu o país a uma severa austeridade.

Os aumentos de preços, cortes grandes nos gastos do Estado eo desemprego é de cerca de 16% não fizeram a proposta de adopção da moeda única, muito popular.

Um estudo independente, de aproximadamente 43% dos estonianos são contra o euro.

"Os preços estão subindo, mas os nossos salários estão estagnados", diz Julia Zalutskaja, que vive em Tallinn, capital do país. "É como se voltarmos no início de 1990, quando eramos pobres", acrescenta ela.

A "pyschodrame" de passageiros para os estónios

Outros são menos pessimistas. "O comércio com a Alemanha ea França deverão, em especial, a experiência um" boom "de verdade", disse Frederick Bonnevay, um economista do Instituto Montaigne, think tank "franceses. Os temores da população que, segundo ele, um "psicodrama" passageiro.

A passagem para o euro poderia encorajar outros países a seguirem o exemplo do Báltico para a Estónia. "Não há nenhuma lógica real para permanecer fora da zona euro, desde o momento em que sofrem todas as limitações dos Estados-membros sem ter suas vantagens", reconheceu à AFP Ingrida Šimonytė, lituano Ministro das Finanças . A moeda lituana, como a Letónia, já depende muito do euro.

Na Estónia, apesar das críticas, a população está resignada. "Eu gosto do meu dinheiro assim como o inglês, gosta da libra britânica, mas nós escolhemos o caminho europeu, e como os meus conterrâneos, vou ser fiel a essa decisão", diz Julia Zalutskaja.

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TIMOR-LESTE: A ILHA INSUSTENTÁVEL E À DERIVA.

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À MARGEM: Há pouco mais de um mês e em Macau, o "crack", Ramos Horta, mandou umas "bocas" ao jornalistas que o Governo de Timor-Leste estava a jeito de ajudar Portugal e com isto resolver-lhe parte da crise económica com a compra de títulos. Foi mais um, dos tantos, "show-off" do homem espectáculo. A peça abaixo transcrita do jornalista Pedro Rosa Mendes do jornal "Público" (Novembro de 2008), bem nos dá conta da panorâmica do estado em que se encontra a ilha. Não sabemos se o Governo de Timor-Leste, cuja o presidente é Ramos Horta, já arrumou a casa, em dois anos e se possui reservas, disponíveis, para emprestar a Portugal. Este Ramos Horta (com a costela judaica) quem o conhecer que o compre... Não eu e outros que o conhecem de ginjeira...!!! - José Martins
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Timor-Leste: A ilha insustentável (transcrição total da notícia do jornal Público)
Por Pedro Rosa Mendes Este é o retrato implacável de uma realidade que não podemos continuar a fingir que não existe. Estas são algumas das verdades, duras como punhos, sobre um país que sonhou ser diferente - e nos fez também sonhar.
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1. Timor não é um Estado falhado. É pior. Falhou o projecto nacional idealizado há uma década. Em nove anos de liberdade, Timor-Leste não conseguiu assegurar água, luz e esgotos para a sua pequena capital. Baucau, a segunda "cidade", é uma versão apenas ajardinada da favela que é Díli, graças à gestão autárquica(oficiosa) do bispado. O resto, nos "distritos", é um país de cordilheiras que vive o neolítico como quotidiano, longe do mínimo humano aceitável. Chega-se lá pelas estradas e picadas deixadas pelos "indonésios". Há estradas principais onde não entrou uma picareta desde 1999. O bem público e as necessidades do povo são ignorados há nove anos com um desprezo obsceno. O melhor exemplo é a companhia de electricidade: durante cinco anos, a central de Díli não teve manutenção de nenhum dos 14 geradores - todos oferecidos -, até que a última máquina de grande potência resfolegou. O Hospital Nacional Guido Valadares, onde se inaugura esta semana instalações rutilantes, não teve até hoje um ecógrafo decente nem ventiladores nos Cuidados Intensivos. Não há um TAC no país (embora custe o mesmo que dois dos novos carros dos deputados); a menina timorense com que Portugal se comove teve o tumor diagnosticado pelo acaso de um navio-hospital americano que lançou âncora em Díli. A taxa de mortalidade infantil é apenas superada a nível mundial pelo Afeganistão. A mortalidade pós-parto é assustadora. Entretanto, cada mulher timorense em idade fértil tem em média 7,6 filhos. Circulam entre diplomatas e humanitários os "transparentes" de um relatório do Banco Mundial que conclui que "a pobreza aumentou significativamente" entre 2001 e 2007 (um balanço arrasador do consulado Fretilin, porque o estudo usa indicadores até 2006). Cerca de metade dos timorenses vive com menos de 60 cêntimos de euro por dia e, desses, metade são crianças. Timor é um país rico atolado na indigência, onde os líderes se insultam por causa de orçamentos que ninguém tem sequer unhas para gastar.
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2. A "identidade maubere"é uma ficção dispendiosa. A identidade "nacional" do espaço político timorense não existe, como explicam os bons historiadores, que sempre referem no plural os "povos" de Timor. Sob o mito do "povo maubere" existe um mosaico de dezena e meia de entidades etnolinguísticas que se definem por oposição (em conflito, separação,descon-fiança, distância) ao "outro", mesmo em aliança. O "outro" de fora, ou o "outro" de dentro. É um tipo de coesão circunstancial e oportunista que morre com o conflito, engendrando a prazo outros conflitos, em ciclos de calma e crise numa ilha com paradigmas medievais. A gesta "maubere" produziu, finalmente,uma inversão cronológica. A RDTL é uma cristalização política de uma sociedade que teve alforria de Estado antes de construir uma identidade que o sustentasse. A filiação de cada timorense continua a ser à respectiva "uma lulik" (casa sagrada) e às linhagens que definem outros territórios e outras leis que não passam por ministros, juízes nem polícias, mas por monarcas, oligarcas e chefes de guerra. É isto que os líderes tentam ser - ou, de contrário, não são.
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3. O Estado independente é sabotado pelas estruturas da resistência. O Estado timorense funciona. Não significa, porém, que produza algum resultado, exceptuando a Autoridade Bancária de Pagamentos, única instituição onde a aposta na localização de quadros e a recompensa do mérito fizeram do futuro banco central um oásis de probidade nórdica. As estruturas operativas do país são paralelas, oficiosas e opacas. Vêm do tempo da resistência e não houve coragem ou inteligência para as formalizar no jovem Estado. Um caso óbvio é o dos veteranos das Falintil que não integraram as novas Forças de Defesa (FDTL). Em 2006, foi a 200 desses "civis" que o brigadeiro-general Taur Matan Ruak recorreu num momento crítico de sobrevivência do Estado. O Estado-Maior timorense está, porém, a contas com a justiça. Se passar da fase de inquérito, talvez o processo das armas e da milícia "20-20" abra um debate que devia ter acontecido antes. O lugar das "reservas morais" tem de ser formalizado, sob pena de não haver linha de separação entre patriotismo e delinquência. O major Alfredo Reinado ilustrou, de forma trágica, a facilidade deste salto. As estruturas paralelas, porém, não são exclusivo do sector de segurança. O ex-comandante Xanana Gusmão não esconde que a Caixa, a rede clandestina de "inteligência", continua activa. As fidelidades, mas também os reflexos e atavismos da resistência, continuam em vigor. A "velha" voz de comando é, por vezes, a última instância e, mesmo em Conselho de Ministros, o último argumento é por vezes o voto de qualidade por murro na mesa. José Ramos-Horta, diasporizado das Falintil e do mato até 1999, não tem cão mas caça com gato. O chefe de Estado, em linha com os símbolos maçónicos debruados nas suas camisas, é desde há dois anos o segundo "pai" da Sagrada Família. É uma sociedade fundada em 1989 pelo comandante Cornélio Gama "L7", que evoluiu para uma combinação algo mística de grupo religioso, partido político e milícia justiceira. Foi "L7", com a bênção de Xanana Gusmão, que apresentou a candidatura de Ramos-Horta à Presidência em Fevereiro de 2007, em Laga. Vários elementos da Sagrada Família integram a guarda do chefe de Estado. A República timorense é limitada e sabotada pela recorrência do ocultismo, apadrinhamento, vassalagem e mentalidade de célula. No entanto, se não fossem as redes informais de confiança e de comando, por onde passam também os códigos de fidelidade e os valores de grupo, a RDTL já teria implodido. Versão moderna dos Estados dentro do Estado: a última contagem, confidencial, dá conta de 350 assessores internacionais junto do IV Governo Constitucional.
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4. A estratégia dominante na sociedade está tipificada no Código Penal. Chama-se extorsão. A simpatia pela "causa" timorense estagnou num ideal de sociedade e de pessoa que é desmentido pela frustrante experiência quotidiana. Ignorância, trauma, miséria e negligência, polvilhados com os venenos da complacência, paternalismo e piedade, banalizaram comportamentos de rapina, desonestidade, egoísmo e má-fé. A solidariedade, a generosidade e a gratidão estão em minoria. O que é marginal ou criminal noutros sítios faz, no Timor de hoje, catecismo nas repartições, nos negócios, no mercado, no trânsito, no lar. A "liderança histórica" reina sobre um país intratável, em passiva desobediência civil, que pensa e age como se todo o mundo lhe devesse tudo e como se tudo estivesse disponível para ser colhido, do petróleo ao investimento e à atenção internacional. A cobiça e a inveja social infectam a esfera política, social, laboral e até familiar. "Aqui todos
mandam e ninguém obedece", para citar um velho timorense educado em princípios que deixaram de ter valor corrente no seu país. A "estabilidade" actual é comprada com um Natal todos os dias. Tudo é subsidiado, desde o arroz ao combustível, com uma chuva de benesses e compensações a um leque impensável de clientelas e capelas. A sociedade civil, digamos, é uma soma de grupos de
pressão que recebem na mesma moeda em que ameaçam com incêndios e pedradas, desde os deslocados aos peticionários ou aos estudantes. Todo esse dinheiro nada produz. Algum sai para a Indonésia, que os novos-ricos timorenses consideram um sítio mais seguro para investir. O que fica compra motorizadas e telemóveis. A Timor Telecom vai fechar o ano com 120 mil clientes na rede móvel, 12 por cento da população, uma taxa ao nível de países com o triplo de rendimento per capita do timorense. A maioria dos timorenses não paga o que consome: água, electricidade (por isso o consumo aumenta 25 por cento ao ano,um ritmo impossível de acompanhar por qualquer investimento nas infra-estruturas), casa, terra, crédito, arroz. Este modelo de pilhagem e esbanjamento é
insustentável na economia, na banca, na ecologia, na demografia e, a prazo, até na política.
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5. A ocupação indonésia foi implacável e a líderança timorense desmantela com zelo o que restava: a dignidade. O gangster mais conhecido do submundo de Jacarta nos anos 1990 - o timorense Hércules - é, hoje, o dono de obra no melhor jardim da capital. Os condenados por crimes contra a humanidade, como Joni Marques, da "Tim Alfa" (pôs Portugal de lenço branco em Setembro de 1999 com um massacre de freiras e padres), voltam às suas aldeias com indemnizações por casas que foram queimadas, enquanto eles estavam na prisão. Na Comissão mista de Verdade e Amizade (CVA), foi a parte timorense, perante a surpresa indonésia, que tentou conseguir uma amnistia geral para os crimes de 1999, com uma persistência de virar o estômago. O relatório da Comissão de Acolhimento, Verdade e Reconciliação (CAVR), uma monumental e historica de 24 anos de dor em sete volumes, espera há três anos a honra de um debate no Parlamento. Duas datas estiveram marcadas em Novembro, mas, nos bastidores, os titulares políticos tentam obter uma prévia sanitização das recomendações da CAVR. Mari Alkatiri, Xanana Gusmão e José Ramos-Horta, ao sectarizar a memória da violência, desbarataram o capital obtido à custa de duzentos mil mortos (incluindo os seus entes queridos). A herança do genocídio é aviltada na praça como capital de risco e como cartão de visita. O resultado é uma distopia moral, um abismo de proporções tremendas em que se afunda um país cuja soberania teve, afinal, uma legitimidade essencialmente moral no seu contexto geográfico e
histórico. Os mortos são a parte nobre de Timor, merecedores de tributos em rituais, lutos e deslutos. Mas nesta terra de cruzes, valas comuns e desaparecidos, não houve ainda a caridade de 200 mil euros para instalar um laboratório de ADN que permitisse, enfim, devolver os ossos ao apaziguamento dos vivos. A injustiça e a impunidade são valores seguros em Timor-Leste.
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6. Timor fala todas as línguas e nenhuma. Timor é uma ficção lusófona onde a língua portuguesa navega contra uma geração culturalmente integrada na Indonésia, contra a geografia, contra manipulações políticas internas e contra a sabotagem de várias agências internacionais. A reintrodução do português só poderá ter êxito com a cumulação de duas coisas: firmeza política, em Díli, sobre as suas línguas oficiais; massificação de meios ao serviço de ambas. O Instituto Nacional de Linguística tem 500 dólares de orçamento mensal (exacto, seis mil USD por ano). Na "Babel lorosa'e", como lhe chamou Luiz Filipe Thomaz, não se fala bem nenhuma das línguas da praça (tétum, português, inglês, indonésio). Uma língua é a articulação de um mundo e do nosso lugar nele. Perdidos da gramática e do vocabulário, uma geração de timorenses chegou à idade adulta e ao mercado de trabalho sem muitas vezes conhecer conceitos como a lei da gravidade, o fuso horário ou as formas geométricas, apenas para dar exemplos fáceis. Aos poucos bancos com balcão em Díli (três) chegam projectos de investimento estrangeiro cujos planos de amortização não prevêem mão de- obra timorense ou que contam os timorenses como peso-morto na massa salarial, ao lado de operários ou técnicos importados que responderão pela produção.
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7. "Entrar nas Nações Unidas é ficar politicamente inimputável". Diz um diplomata que gosta do teatro de sombras javanês: "A ONU em Díli está em sintonia com os dirigentes timorenses. Todos fabricam fantasmas: o grande estratego, o grande diplomata, o grande guerrilheiro. Se não fosse assim, as máscaras cairiam e seria um grande embaraço...". A UNMIT, uma das missões mais caras da ONU, afunda-se penosamente no mesmo vazio moral da liderança timorense. Três mil funcionários, polícias e militares, uma massa crítica formidável que poderia ser um contrapeso à incompetência e à insensatez, são esmagados pelo cabotinismo carreirista do chefe de missão, Atul Khare, e de acólitos que acham bem em Timor aquilo que jamais admitiriam nos seus países desenvolvidos. "Entrar nas Nações Unidas é ficar politicamente inimputável", explicou um alto-funcionário da UNMIT.
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8. Não há nenhuma bandeira de Portugal no mar de Timor Não há interesses portugueses em Timor-Leste, porque não há condições objectivas mínimas para fazer vingar qualquer interesse mensurável. Não, decerto, pelos critérios que vigoram em qualquer outro lado. Seria bom que isto fosse entendido pelos nossos responsáveis políticos. Portugal concedeu mais de 440 milhões de euros de 1999 a 2007 em ajuda ao desenvolvimento a Timor-Leste, que consome quase metade do bolo total da nossa cooperação. Continuando uma tradição portuguesa, as projecções pós-imperiais e os fascínios com sucessivos aprendizes de Mandela ganham precedência sobre as informações que chegam dos operadores económicos no terreno. "Mas você nunca ouvirá um governante português dizer nada contra Timor", dizia, este ano, à mesa do café, um governante português de visita.
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9. "Tudo ainda não aconteceu". A ferida feia no corpo de Ramos-Horta, quando o Presidente jazia numa poça de sangue depois de levar dois tiros de cano-longo, é um buraco tão fundo como a vergonha da nação. A ressurreição do profeta-Nobel criou um cristo gnóstico mas as chagas, nesta terra dilacerada, já não fundam religiões com a facilidade com que há dez anos fundavam Estados. Díli, como um circo máximo de gladiadores, fervilha de jovens empurrados para a luta. Não têm emprego, educação ou perspectiva. Alguém lhes diz: "Não sois bandidos. Sois guerreiros." Mas dos aswain, os heróis das montanhas timorenses, resta-lhes a coragem física, um retalho de rituais dispersos por grupos rivais e a intransigente sacralização do seu território. Uma mistura inflamável para toda a nação. "A resistência continua mas agora sem rumo. E, sem rumo, só faz merda", diz o ex-assessor de Ramos-Horta para a Juventude José Sousa-Santos. "Tudo ainda não aconteceu", avisava um "espírito" antepassado, pela voz de uma menina de Ermera, no Natal ainda inocente de 2005.
Díli, Novembro de 2008

ESTÓNIA: "BEM-VINDO O TITANIC" (MOEDA EURO)



Cartazes foram visíveis em relação ao euro na sexta-feira no centro de Tallinn.

"Estónia" Welcome to the Titanic ", proclamou o cartaz, colado sobre o lixo da capital, para comparar a área do euro, alguns membros como a Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha, estão com problemas, o navio naufragado. Mas para ver mais clique em baixo:

COM FOGO DE ARTÍFICIO E MUITA ALEGRIA A ESTÓNIA ENTROU NA MOEDA EURO! VIVA O EURO, VIVA!!!

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Estónia fez sua entrada na zona do euro
L'Estonie fait son entrée dans la zone euro
A Estónia tornou-se o país 17 à meia-noite para adoptar o euro. Mais de 330 milhões de europeus estão usando agora as notas e moedas de euro da moeda única.
Por Despacho (texto)

AFP - Estónia, um dos três países bálticos deixou a União Soviética vezes em 1991, passou oficialmente no sábado, a moeda europeia, o símbolo maior da sua ancoragem para a UE, tornando-se a 17 membros da zona euro quando uma crise sem precedentes.

1,3 milhões estonianos dizer adeus à sua moeda nacional, a coroa, que tinha substituído o rublo soviético em 1992, após seu divórcio do país do Báltico com a URSS.

A Estónia é o terceiro país, ex-comunista, adoptar o euro, depois da Eslovénia em 2007 ea Eslováquia em 2009.

"A Estónia é o país mais pobre da zona euro. Temos muito que fazer agora que o objectivo da adesão foi alcançado", disse o primeiro-ministro estónio Andrus Ansip reconhecer o momento histórico marcado Tallinn por um impressionante show de fogos de artifício.

O chefe de governo publicamente retirada das notas de euro primeira de um caixa eletrônico, instalado especialmente para a ocasião na Ópera Nacional em Tallinn.

"Com a entrada da Estónia na área do euro, mais de 330 milhões de europeus estão usando agora as notas e moedas de euro. Isso reflete a atractividade e estabilidade do euro nos Estados-Membros da União Europeia ", disse o presidente da Comissão José Manuel Durão Barroso num comunicado divulgado sexta-feira em Bruxelas.

"Ao entrar na área do euro, a Estónia aderiu mais uma vez na Europa", disse à AFP o presidente estoniano Toomas Hendrik Ilves.

A maioria das pesquisas mostraram que 50% dos estonianos estão a favor desta mudança, contra 40% que seriam contrários.

Cartazes foram visíveis em relação ao euro sexta-feira no centro de Tallinn.

"Estónia" Welcome to the Titanic ", proclamou o cartaz, colado sobre o lixo da capital, para comparar a área do euro, alguns membros como a Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha, estão com problemas, o navio naufragado.

Estonianos Muitos temem aumento dos preços, preocupado com as dificuldades enfrentadas pelo euro, outros lamentam o seu dinheiro, nascido um ano após o divórcio com a URSS.

"Como muitos estonianos, eu chorei o dia, fomos para a copa do rublo. Há muito mais emocional do momento", disse à AFP no entanto Sirje Kaart, 46, que teve de retirar o seu euros primeira logo após a meia-noite.

O governo estoniano de centro-direita enfatiza que a transição para o euro é um importante sinal para os investidores.

Apelidado de "Tigre do Báltico", pela sua rápida transição de uma economia centralizada para o mercado na década de 1990 e para o seu rápido crescimento, a Estónia aderiu à UE e à OTAN em 2004 já tentou, em 2007, sem sucesso, para adoptar o euro.

O país foi atingido pela crise global.

Para atender aos critérios de Maastricht, o governo lançou medidas de austeridade dolorosa.

"L" da Estónia acontece com o euro através da sua política fiscal apertada ", disse à AFP em estónio Andrus Ansip primeiro-ministro sublinhou a sua disponibilidade para prosseguir as reformas.

A coroa circular em paralelo com o euro até meados de janeiro. Pode ser trocados em alguns bancos até o final de 2011, e indefinidamente no Banco Central da Estónia.

Criado em 1992 para substituir o rublo soviético, a coroa estoniana foi atrelado ao marco alemão eo euro imediatamente após o nascimento, em 2002, a moeda única a uma taxa de 15,6466 coroas por euro, mantidos durante a transição para o euro.


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AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 01.01.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Euromilhões: Chave vencedora
Mulher atropelada em passadeira de Reguengos de Monsaraz
Ensitel retira processo contra blogger
PSI20 caiu 10,34% em 2010
Portagens aumentam 2,2%

Capa do Público Público

Toda a informação do Público na palma da sua mão.
Sorteio do Euromilhões (1º/2011)
Stéphane Peterhansel: “Há 20 anos era possível perder quatro horas no deserto”
Hélder Rodrigues: “Quem faz um Dakar de moto, está preparado para tudo”
Empresa que intimou ex-cliente a apagar texto no blogue pede desculpa

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Ensitel deixa cair acção judicial contra cliente
Capoulas Santos: Cavaco "não olha a meios para atingir fins"
Capoulas Santos acusa Cavaco de "maquiavelismo político"
Transportes de Lisboa reforçados esta noite
Sugestões para receber 2011 em grande

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Acidentes em Leiria fazem dois mortos e três feridos em hora e meia
Benefício a empreiteiro em Lisboa não é crime
Morreu ao atravessar a pé a via rápida
Namorados pensaram em roubar um Porsche
Funcionários dos bingos não arredam pé

Capa do i i

Guardas-nocturnos. Uma profissão roubada à Cidade Invicta
Ano Novo: "Muitas resoluções falham porque são totalmente irrealistas"
DIAP investiga 50 mil milhões de euros em fundos comunitários
SEF detém dois estrangeiros procurados em Espanha
Portugal. Que país será este em 2020?

Capa do Diário Económico Diário Económico

Caixa aumenta capital em 550 milhões de euros
BCP vende 2,7% da Eureko ao fundo de pensões
Oliveira Martins e Pinto Barbosa escolhidos para analisar as contas públicas
Wall Street a caminho de fechar o ano com ganhos acima de 10%
Portagens aumentam 2,2% em 2011

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Juros da dívida de Portugal fecham ano abaixo dos 6,6%
S&P 500 sobe em sete dos últimos oito anos
Matérias-primas foram a melhor aposta em 2010
Em 2011, só não será mais caro andar a pé
Vamos ter eleições antecipadas?

Capa do A Bola A Bola

FC Porto de Mourinho melhor que o de Villas Boas, diz Machado
«Benfica, FC Porto e Sporting são aliciantes» - Manuel Machado
Mensagem de ano novo
Butt ameaça retirar-se se Bayern contratar Neuer
Maicon (Inter) eleito melhor brasileiro a actuar na Europa

Capa do Record Record

Africa Race: Elisabete Jacinto mantém liderança
Os craques também falham...
Victor Zvunka a caminho da Argélia
Morgenstern com fome de triunfos...
Taiwan dá boas-vindas ao novo ano

Capa do O Jogo O Jogo

Leonardo Jardim: “A forma de distribuição das equipas beneficia os grandes"
Mourinho admite que Del Bosque pode vencer prémio de ‘Melhor Treinador do Ano’
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Valeri regressa ao Lanús