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domingo, 9 de janeiro de 2011

O DESAPARECIMENTO DE ARMAS NO EXÉRCITO


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7/1/2011

O recente e aparente roubo de armas no Centro de Instrução de Comandos é, sem dúvida, um acontecimento muito grave.
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É grave porque configura uma falha de segurança que não pode ser admissível em caso algum; porque pode ser indício de uma tipologia de crimes ainda inéditos ou a “subida de patamar” de outros já existentes e porque representa uma mancha séria na imagem e credibilidade do Exército e, por arrastamento, nas Forças Armadas.
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Vamos tentar fugir a duas coisas, uma comum e outra menos: a primeira tem a ver com fazer aproveitamentos demagógicos de questões sérias e de atacar efeitos em vez de causas; a outra em falar de coisas que devem ter um carácter de confidencialidade (discorrer sobre procedimentos de segurança, por exemplo) ou substituir-me a quem, por dever de hierarquia ou de função, deve assumir posições oficiais – e por isso definitivas – sobre o assunto.
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Vamos antes tentar discernir, sucintamente, as razões profundas (que davam uma tese!), que nos trouxeram a este ponto.
As consequências para as FAs, do 25 de Abril, do PREC, do 25 de Novembro de 75 e da “Descolonização”, foram muito traumáticas e gravosas.
Tendo-se descido muito baixo (no PREC) houve ainda energia para fazer uma recuperação rápida - efeito do princípio da física, da acção e reacção - mais rápida do que o resto do país (em razão das especificidades próprias da Instituição Militar (IM). Mas esta recuperação apenas se verificou, quase na sua plenitude, no âmbito digamos “material” da Instituição.
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Isto é, no restabelecimento da hierarquia e da disciplina, na organização, na melhoria das instalações, na doutrina e no treino. A “coisa” entrou nos carris. Mas aquilo onde ficou longe de recuperar foi no seu âmbito digamos “espiritual” (a mais importante de todos), dado que os aspectos da ética, deontologia, confiança, lealdade, espírito de corpo e restantes virtudes militares, ficou muito por fazer.
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O golpes foram profundos e deixaram sequelas, que só o tempo e uma boa prática sanarão. As relações e a imagem entre as FAs e a Nação também sofreu e, por uma razão ou outra, acabou por deixar mágoas em todos os sectores da sociedade. O mesmo aconteceu com as relações político-militares: o conflito, o desajuste, o passo trocado e a desconfiança mútua, são uma constante dos últimos 30 anos.
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As águas mornas e as declarações institucionais em que tudo se tem passado e tentado iludir os problemas, não resistem à análise mais sumária. A piorar as coisas em vez de se sanear as fileiras de quem se tinha portado mal durante o período revolucionário – e portado mal não tem a ver com ideologia política, mas sim com os preceitos da virtude e da honra – resolveu-se passar um pano por cima de tudo e meter tudo no mesmo saco, promovendo-se todo o mau comportamento a coronel ou sargento chefe/mor, e distribuindo-se subsídios a esmo.
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De facto as pessoas calaram-se, na sua grande maioria, as tensões aparentemente atenuaram-se, mas a injustiça, essa, permaneceu.
A injustiça revolta e desmoraliza. A IM, no seu conjunto, ficou gravemente ferida. Perdeu a capacidade de se dar ao respeito e quem não se dá ao respeito não será respeitado.
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Passando-se as coisas assim, foi-se assistindo a uma guerra surda e de sombras, em que os políticos na sua avaliação (errada), acharam a IM dispensável em termos geopolíticos e geoestratégicos, uma maçada político/social e uma despesa que eles gostariam de poder passar a usar no seu circo político/demagógico para manter/alcançar o Poder. Numa palavra, os militares estavam a mais. A prudência, porém, não aconselhava, acções precipitadas, de grande visibilidade, ou radicais. O desaparecimento da IM teria que ser indolor e gradual para não provocar reacções menos controláveis.
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O ataque a sério começou no primeiro governo do Prof. Cavaco Silva, com constrangimentos financeiros, em pessoal e administrativos. Nunca mais parou.
Por seu lado, a mais alta hierarquia militar, sempre a tentar recuperar do quadro atrás apontado e com uma cromossomática incapacidade em se entender e, por isso, em andar à frente dos acontecimentos (e alguma falta de coragem à mistura), passou a encaixar danos, a fazer “acções de retardamento”, a explorar falhas alheias e a esperar melhores dias.
Não tem sido suficiente, nem bonito de se ver.
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Cumulativamente e aproveitando o resvalar da sociedade (comum ao chamado Ocidente), para veredas menos próprias em termos de valores dominantes e a falta deles, os políticos passaram ao exercício de desconstruir e sabotar a IM nos seus fundamentos. Acabaram com o serviço militar obrigatório, um erro trágico em termos nacionais; quase acabaram com a Justiça Militar e fecharam os seus tribunais; tentam “civilizar” constantemente o ensino militar; deram uma machada terrível na disciplina, com a reforma do RDM; obrigaram ao fim de praxes e tradições; retiraram sistematicamente a possibilidade a militares do quadro permanente em ocuparem outras funções fora das FAs; restringiram, enormemente, a expressão pública por parte dos militares; durante décadas impediram que as FAs participassem nas festividades do Dia de Portugal; a escolha dos chefes militares passou a ser exclusivamente por critério político e retiraram-nos da escala indiciária dos vencimentos – ou seja, tentaram separar a cabeça do resto do corpo; retiraram, constantemente, competências à cadeia hierárquica e coarctaram a capacidade dos chefes defenderem os seus homens o que levou ao aparecimento de “Associações” que podem evoluir para sindicatos o que transformaria a tropa num bando armado sem qualquer valor militar; abriram-se as fileiras ao ingresso de mulheres, decisão perfeitamente demagógica e escusada cuja única consequência foi aumentar os problemas sem qualquer contrapartida em mais valias e, agora, pretendem acabar com o Sistema de Saúde Militar e com o Fundo de Pensões.
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Enfim o rol de asneiras e malfeitorias é extenso e quase ininterrupto.
Pelo meio os órgãos do Estado descredibilizam-se pois não cumprem leis que aprovam (contam-se cerca de 40), fazem letra morta da Lei de Programação Militar, impedindo a modernização e o reequipamento; mudam de critérios a meio do jogo (por exemplo as condições relativas a contratados), inventam engenharias financeiras que resultaram no “case study” dos submarinos e passaram a obrigar os militares, que faziam gala em ter as suas contas sempre certas e a honrar compromissos, a entrar na bandalheira do Estado que não paga a horas e faz dilações nos compromissos.
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Resultou de tudo isto para as FAs uma impossibilidade de gerir o seu pessoal, dar carreira condigna seja a quem for, incapacidade para reter especialistas em várias áreas; mal-estar; desmoralização; obter adequados níveis de instrução e treino; exiguidade de equipamentos modernos e impossibilidade da sua manutenção adequada; inexistência de um mínimo de factores estáveis de planeamento; falta crítica de munições; esgotamento de stocks e inexistência de reservas de guerra.
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O dia a dia das unidades degradou-se. Os laços de disciplina estão relaxados, fecha-se os olhos a uma quantidade de coisas e deixou-se de cumprir uma elevada soma de procedimentos que são o ABC de qualquer IM que se preze e estão inventados desde o tempo dos Romanos.
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Enfim, havendo dificuldade de recrutamento, especialmente para praças no Exército – apesar dos quantitativos diminutos necessários! – existe uma falta de informação terrível sobre quem se recruta. Nem um registo criminal se consegue e durante a instrução um instrutor que se distraia e “grite” algo mais alto a um instruendo, arrisca-se a que o mesmo se queixe dele e chame um advogado. Parece que é tudo contra os direitos humanos!...
A situação é insustentável e ninguém está para aturar isto.
Falta um pouco de tudo e está tudo preso por fios.
Querem que diga mais?
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Pois vou dizer. Numa local do Correio da Manhã que deu a notícia, lia-se: “muitos dos militares retidos no quartel têm outros empregos, estão no Exército em regime de contrato. E ontem estavam revoltados porque não podem ir trabalhar nem estar com a família”.
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Tirando a demagogia da notícia, e a ser verdade o relatado, é gritante a falta de preparação dos militares e a sua interiorização da condição e do dever militar. Ter outro “trabalho” carece de autorização e nunca pode ser invocado face ao serviço e que este também prefere à família. Ou seja estaríamos perante uma situação de autêntica “peluda”!
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Perante todo este cenário que descrevi e que é real, perguntar-se-á porque é que a cadeia hierárquica não actua. Bom, há de tudo um pouco a saber: por receio de verem as suas carreiras prejudicadas; por cansaço de verem as suas informações ignoradas; por não haver informação/feedback; por não se querer encarar a realidade; por sentimento de impotência; não quererem ser portadores de más notícias, por...
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Procure-se na natureza humana e descobre-se. A nível superior, ainda, porque as chefias políticas têm a autoridade de despedir um chefe militar e mandá-lo para casa com uma mão à frente e outra atrás, o que não tem paralelo em mais nenhuma profissão e porque, não querem tomar algumas decisões (desejadas pelos políticos mas não assumidas) de fechar unidades ou diminuir capacidades, que sabem não irem recuperar jamais.
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Por tudo isto, caros leitores, nós não temos de nos admirar do que aconteceu nos Comandos. Face às barbaridades cometidas nós só temos de dar graças, por as coisas, apesar de tudo, terem corrido tão bem!
Mas podem deixar de correr.
João José Brandão Ferreira
TCor/Pilav (Ref.)

O NOSSO ZÉ E SEU TERRORISMO ELEITORAL

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ELEIÇÕES: O NOSSO COMPADRE ZÉ ACONSELHA

NÃO DEIXEM DE VOTAR !!!
NÃO RISQUEM OS CARTÕES DE VOTO!!
DEIXEM EM BRANCO !!!
ISTO É VERDADE !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! É de Lei!
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Sabiam que o voto em BRANCO é o mais eficiente?
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SE VOTAREM EM BRANCO, ou seja, se não escreverem absolutamente nada no boletim de voto, é muito mais eficiente do que riscá-lo.
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Nenhum politico fala nisto... porquê?
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Porque se a maioria da votação for de votos em branco eles são obrigados a anular as eleições e fazer novas, mas com outras pessoas diferentes nas listas.
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Imaginem só a bronca!
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A legislação eleitoral tem esta opção para correr com quem não nos agrada, mas ninguém fala disso.
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Não risquem os votos, porque serão anulados e não contam para nada.
VOTEM EM BRANCO.
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A maioria de votos em BRANCO anula as eleições... e demonstra que não queremos ESTES políticos!
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Espalhem para se obter a maioria.

ECONOMISTAS VÊEM OS ESTADOS UNIDOS EM QUEDA E ASCENÇÃO DA CHINA

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DENVER - Depois de ouvidos um número de proeminentes economistas dizem não parecer óptimo o futuro da economia dos EUA não, este ano, e mesmo nos próximos 10 anos.
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Principais pensadores da ciência falando em uma convenção anual apresentaram, lúgrubes e diferentes visões de declínio económico dos EUA, a curto,a médio e longo prazo. Este ano, a recuperação pode encher-se de medidas de estímulo pela parte do governo.
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A longo prazo, os Estados Unidos devem enfrentar, inevitavelmente, o declínio económico e ultrapassado pela China como a maior economia do mundo. Pode vir a perder a chance de controlar as suas maiores instituições financeiras, muitas das quais, continuam a ser demasiado grandes para falir e cada vez mais em crescimento.
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Por um lado, Martin Feldstein, de Harvard disse que acredita que as perspectivas de crescimento económico dos EUA em 2011 é menos optimista do que muitos acreditam.
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Primeiro, o impulso para o crescimento de gastos do governo será de os suspender este ano, disse ele. Renovação de cortes de impostos não é mais que uma decisão de não aumentar os impostos, e o impacto da redução de um ano da folha de pagamento de impostos é provável que modesto, disse ele.
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"Há realmente a não ajuda da política fiscal no ano seguinte", disse ele. Woes de situações terríveis de governos estadais e municipais pode realmente ser um entrave ao crescimento, disse ele.
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Crescimento tem um elevador de uma menor taxa de poupança em 2010, mas que provavelmente não vai durar este ano, com as famílias preocupadas de um futuro incerto para voltar a emparelhar a dívida e indo mais longe, Feldstein acrescentou. Diminuindo o declínio nos valores, de reserva, significa que há menos para salvar que a partir, ele disse.

"As pessoas estão preocupadas, então há uma forte razão para a poupança de precaução", disse ele.
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Por outro lado, há a tomar em atenção as economias dinâmicas da China, Ásia, incluindo Índia. A maioria das estimativas apontam o tamanho da economia chinesa em paridade com a dos Estados Unidos na década de 2020, disse Dale Jorgenson, também de Harvard.
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Jorgenson vê os mercados, emergentes, da Ásia como os mais dinâmicos do mundo, superando outros, emergentes, como Brasil e Rússia, com crescimento constante ao longo da próxima década.
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"A ascensão da Ásia, em desenvolvimento, vai acompanhar mais lento o crescimento econômico mundial", disse ele.

Os Estados Unidos terão de chegar a termos com o facto de que a sua prevalência no mundo está fadado a terminar, disse Jorgensen. Isso será difícil para muitos americanos engolir que os Estados Unidos se devem preparar para a agitação social e atirarem culpas sobre quem foi o responsável por desperdiçar a primazia global, disse ele.

Simon Johnson MIT colocá-lo mais claro, dizendo que os danos da crise financeira e suas conseqüências tratadas em destaque nos EUA tem sido um golpe permanente.

"A era do predomínio americano não será mais", disse a um painel. "O Yuan (China) serão a moeda de reserva mundial nas próximas duas décadas."

Johnson disse que acredita que os Estados Unidos não vão conseguir aprender a lição com a crise financeira e continua implicitamente a confiar nas suas instituições financeiras.

"Estou preocupado com o excessivo poder dos maiores bancos globais", disse ele. "Quem são as empresas patrocinadas pelo governo agora? Serão suas maiores companhias de holding bancária."

Para ter certeza, Raghuram Rajan, economista e ex-chefe do FMI agora com a Universidade de Chicago Booth School of Business, ainda podia vislumbrar um papel de liderança permanente dos EUA.

Nada prossegue em linha recta, ele disse, e há muitas armadilhas pelo caminho e mesmo para economias asiáticas dinâmicas.

"Eu diria que a idade do domínio americano pode ter chegado ao fim. Mas os Estados Unidos como o maior movimento estarão em vigor por um longo tempo", disse ele.

HENRIQUE NETO: "COBRAS,LAGARGOS E SAPOS"

Entrevista

Henrique Neto: "Partidos são um polvo
Henrique Neto é um histórico do PS. Foi dirigente e deputado, mas, nos últimos anos, afastou-se desses cargos. Natural da Marinha Grande, onde foi empresário, tem sido muito crítico do Governo de José Sócrates.

08 Janeiro 2011
Por:António Sérgio Azenha
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Correio Manhã – Nos últimos anos, tem sido um grande crítico da corrupção em Portugal. Concorda com a petição lançada pelo ‘CM’ sobre a criminalização do enriquecimento ilícito?
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Henrique Neto – Estou de acordo. Vou assiná-la no dia em que começarem as assinaturas e já comecei a chamar a atenção de amigos para a petição. Por exemplo, discutir o caso BPN sem a lei do enriquecimento ilícito é como estar a chover no molhado: as pessoas enriqueceram, levaram o dinheiro para onde quiseram e, agora, os portugueses vão pagar a factura dos prejuízos do banco. Com o nosso sistema jurídico, é quase impossível haver consequências [desses actos].

– A criminalização do enriquecimento ilícito é necessária para moralizar a vida política?

– Claro que sim. É a única via para que as pessoas tenham algum receio: há dinheiro a rodos em Portugal, algum ganho legitimamente, outro ganho na economia paralela. Por isso, a criminalização do enriquecimento ilícito é um forte dissuasivo da corrupção.

– Como avalia o problema da corrupção em Portugal?

– A corrupção cada vez mais está a levar mais recursos do País. E esse problema, mais tarde ou mais cedo, vai ter de ser encarado com um Governo mais sério do que este.

– O Governo e o PS não têm querido combater a corrupção?

– O PS tem ignorado e facilitado a corrupção em Portugal. As Parcerias Público-Privadas (PPP) são um veículo da corrupção. O Tribunal de Contas todas as semanas manda cá para fora exemplos de dinheiro mal gasto. E o Governo não diz nada. Por exemplo, o primeiro--ministro é das pessoas que têm, neste momento, mais processos em tribunal, e não estou a dizer que ele é culpado. Mas só o facto de ele ter casos em tribunal e a justiça levar tanto tempo para julgar isso é uma preocupação para o cidadão.

– Como explica que os políticos não tenham vontade de criminalizar o enriquecimento ilícito?

– A única explicação é que os políticos têm interesse nisso. Os interessados não são só os deputados, são também os governantes, os autarcas. A máquina partidária é um polvo gigante.

– Os interesse partidários e os interesses pessoais dos políticos sobrepõem-se aos interesses do País?

– Há uma solidariedade com a corrupção e com os corruptos que está a destruir a democracia portuguesa.

– A eventual inversão do ónus da prova tem sido muito criticada. Como encara esta discussão?

– Ninguém pode invocar o ónus da prova para não dizer onde arranjou o dinheiro. Por isso, sou favorável à inversão do ónus da prova.

CADA VEZ MAIS PAÍSES A INCRIMINAR

A criminalização do enriquecimento ilícito está a crescer em todo o Mundo. Os países subscritores da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, assinada em 2003, estão a acelerar a entrada deste tipo de crime nos regimes legais de cada um. Os mais rápidos têm sido os países sul-americanos e asiáticos. Brasil, Colômbia, Argentina e México têm leis fortemente penalizadoras deste tipo de crime. Tal como Hong Kong, que tem tido bons resultados. Na Europa, o crime existe em França desde 2003 e está na forja na Alemanha e na Irlanda. Estes países controlam o património dos políticos e funcionários em sede do processo civil e com um severo regime de confisco de bens, mas têm projectos para criar o tipo de crime.
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CAMPANHA DE RECOLHA DE ASSINATURAS ARRANCA NO DIA 12

Para que o Parlamento discuta em plenário a Petição do ‘CM’, são necessárias quatro mil assinaturas. É um direito que pode ser exercido por qualquer pessoa já a partir do próximo dia 12, quarta-feira. Há duas formas de o fazer: ou através do site do ‘CM’ ou presencialmente, em qualquer delegação ou na sede do jornal, em Lisboa. Para tal, basta fazer-se acompanhar de um documento de identificação.

LULA DA SILVA... GRANDE VALENTE!

Pode não gostar do Lula da Silva, mas ao fim de ver o video em baixo vai mudar de opinião!

Clique em baixo

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=or-LDiB5Ww4

CARLOS CASTRO: MORREU TRAGICAMENTE UM “POBRE DIABO”

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Por: José Martins
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O Carlos Castro, mesmo depois ter falecido tem sido manchete na comunicação social internacional e local. Pessoalmentem conheci em Banguecoque, por umas escassas horas, o cronista da moda, do coração e da má língua.
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Movimentava-se numa sociedade estranha. Aqui há uns anos ouvi-o a fazer declarações num canal de televisão cujo suas críticas era fortes em relação ao caso da Casa Pia e aos envolvidos nele.
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Quem o ouvisse e não lhe conhecesse os tiques, embora se lhe notasse gestos afeminados, pensaria estar perante um moralista e distante de que era uma criatura que mantinha hábitos homossexuais, cujos estes agora se provam, com jovens na idade dos 20 anos e uma diferença de 45 anos.
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Não vou aqui afirmar que o Carlos Castro era um pedófilo, mas apreciava lidar e fazer-se acompanhar com jovens na flor idade. Jovens que sonham num futuro fácil, ser famosos e salientarem-se perante a juventude de sua idade. O Renato Seabra possui, no Facebook, um clube com mais de dois milhares de fãs.
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Um Renato Seabra e não sei quantos outros milhares de rapazes e raparigas, de sua e menos idade ambicionam o lugar que teve de que mais tarde ou menos cedo acabam em sucata humana,
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Ora o Carlos Castro, sem saber (tão-pouco me interessa), como seguiam as suas finança, mas hospedando-se em hotéis de 5 estrelas no “Times Square”, na zona mais fina de Nova Iorque, deveria estar, excelentemente bem provido, financialmente e a crise, ao Castro, passava ao lado.
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Um jovem, sonhador, com a idade de 20 anos é fácil de aliciar com viagens de avião a Nova Iorque, assistir ao mundo de espectáculos, comer em restaurantes de alto luxo, com despesas pagas. O jovem evidentemente que terá algo a oferecer ao amigo que despendeu largo montante e certamente deitar-se na mesma cama e cobrir-se com o mesmo cobertor.
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Poderá o jovem, ter nascido perfeito e sem tendências homossexuais, mas, sem contar, caiu numa monteira de estrume e dela nunca mais se limpará pela vida fora.
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Duas vidas terminaram, há dois dias, o Castro a sua vida terrena e o Renato Seabra, igualmente, porque terá uma pena para pagar, a sociedade, o seu crime que bem poderá, até terminar os seus dias detrás das grades de um rigoroso cárcer dos Estados Unidos da América.
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Para trás fica a dor de seus pais e dos verdadeiros amigos Ao dois mil fãs do Facebook ficará esquecido, brevemente e outro clube vai ser fundado com um outro, Renato Seabra, que não vai demorar.
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No Portugal, actual, onde parte da juventude, não sabe escrever correctamente e conhece as raízes da história de seu país, mas vive dentro de sonhos, ilusórios, que até não são eles os culpados de lhos incutirem,
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São a ganância e os lucros da publicidade dos canais televisivos e outros espectáculos, a granel que no dia-a-dia surgem, em Portugal e autênticos, antros, alianatórios, que faz da nossa juventude “roscófe”.
José Martins

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 09.01.11

Correio da Manhã

Três casas devolutas caem na mesma noite
Adepto de equipa que eliminou Newcastle agride jogador (COM VÍDEO)
Mário Mendes: Abandona segurança
Francisco Lopes: Acusações a Cavaco
Adolf Eichmann: Alemanha protegeu

Capa do Público Público

Paulo Sérgio: “Jogámos bem, defensiva e ofensivamente”
Barcelona é o visitante perfeito
Dois minutos frenéticos renderam a vitória
“Jogadores merecem uma palavra de apreço”, diz Villas-Boas
Cavaco dramatiza discurso contra Alegre e os “radicais e extremistas”

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Três mortos na estrada este sábado
Cavaco preocupado com cortes
Agenda dos candidatos para hoje
Jerónimo de Sousa acusa Cavaco de hipocrisia
"Cavaco Silva é uma pessoa séria"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Investigadores encontraram frango com dioxinas
Falcao garante desconhecer interesse de outros clubes
Infografia: Carlos Castro morto e castrado num hotel em Nova Iorque
Chave do Totoloto
Uma história de amor com final trágico aos pés da Broadway

Capa do i i

Cavaco pede pela primeira vez uma vitória à primeira volta
Farmacêuticos recusam multar doentes com patologias crónicas
Exames ilegais. Marinho e Pinto perde braço-de-ferro com estagiários
Fornecedor de blindados pede indemnização de mais de um milhão
Armas desaparecidas. Militares já podem sair do quartel da Carregueira

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Alberto João Jardim hospitalizado por problemas cardíacos
Sócrates desvaloriza notícias sobre ajuda externa e garante que Portugal vai cumprir objectivo
Alemanha e França querem que Portugal aceite ajuda financeira
Reformaram-se 22 mil funcionários públicos em 2010
BPN perdeu 3.000 milhões em depósitos desde a nacionalização

Capa do A Bola A Bola

Dakar: Rúben Faria despenalizado
Wass tem acordo até 2016
Acasalamento definido nas meias do râguebi
«Não gosto de gente estúpida» - Pinto da Costa
«Cometemos dois erros» - Paulo César

Capa do Record Record

Vieira quer reduzir massa salarial
Wass está seguro
Zapater: «Aqui tudo muda de um dia para o outro»
Couceiro foi ao balneário
Pinto da Costa: «Homem inteligente por isso é meu amigo»

Capa do O Jogo O Jogo

Panathinaikos venceu Aris por 1-0 e está a dois pontos da liderança
Diogo Salomão: "Este golo ajuda para cimentar a posição e justificar a renovação"
Domingos Paciência: "Em três minutos deitámos tudo a perder"
Madeira SAD e Gil Eanes defrontam-se este domingo na final da Supertaça
Paulo Sérgio: “As dificuldades servem para valorizar ainda mais a nossa vitória"