Sauditas desempregados protestam
Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
Neste blogue não se é muito dado a efemérides, mas excepcionalmente assinala-se que a 18 de Janeiro de 1871 foi proclamada a reunificação alemã na Sala dos Espelhos do Palácio de Versalhes, cerimónia que foi (posteriormente) perpetuada através do quadro abaixo. Se ainda há três meses festejámos o centenário da República em Portugal, vale a pena fazer contas e perceber que a unidade alemã através da constituição do Segundo Reich não é substancialmente muito mais antiga: precisamente 140 anos.
E não foi por acaso que o autor do quadro (Anton von Werner) preferiu que Otto von Bismarck (o senhor de branco no centro do quadro) se destacasse mais do que o próprio monarca que está ali a ser proclamado como Kaiser da Alemanha – Guilherme I. Afinal fora ele que politicamente arriscara para que se chegasse àquele desfecho. Com a actual crise e com a descendente de Otto, Angela (abaixo), é que, percebendo-se a sua aversão pelo risco, não se consegue perceber a que desfecho actualmente ela pretende chegar…
Porque, depois de anos a fio a desconfiarmos de uma estratégia alemã para se tornar no poder hegemónico europeu, é altura de nos perguntarmos se existe coragem de a implementar…
gita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!Não me venham cá dizer que os ciganos são "porreirinhos" quando tudo que podem chouriçar vai à vida! A mulher no video têm arte e lugar, entre a pernas, para armazenar o que pode roubar.
«Já é uma decisão tomada, no próximo sábado e domingo, não vamos estar nas mesas (de voto)» para as eleições presidenciais, disse Marco Martins, trabalhador na embaixada de Berna.
Os funcionários consulares portugueses são chamados a trabalhar regularmente na preparação e nas eleições portuguesas (presidenciais, legislativas e europeias) no exterior.
Um abaixo-assinado foi enviado a vários órgãos governamentais para comunicar que estavam a ponderar não trabalhar nas eleições presidenciais.
Segundo Marco Martins, «os funcionários só estavam à espera de uma luz verde do departamento jurídico do sindicato» (Sindicato dos Trabalhadores Consulares e Missões Diplomáticas ¿ STCDE) para saber as possíveis sanções.
«De há um tempo para cá, temos feito vários abaixo-assinados, alertas, temos enviado para os mesmo órgãos que enviamos este último abaixo-assinado, temos dado conta do que se está a passar, da desvalorização cambial, de que não podemos ser alvo de sucessivos cortes nos nossos vencimentos, pois chegamos ao fim do mês e não sabemos exactamente qual será o nosso salário», acrescentou o funcionário.
Marco Martins sublinhou: «até hoje, não foi encontrada qualquer solução para o nosso problema».
O abaixo-assinado enviado às autoridades portuguesas referia que «o Governo, sem o mínimo bom senso, cria um Orçamento de Estado que prevê cegamente que se retire mais 10 por cento a salários completamente delapidados por uma desvalorização do euro face ao franco suíço na ordem dos 15 por cento (...)».
O documento sublinha também que não há equidade na medida, pois 1500 euros em Portugal são três vezes o salário mínimo, mas o valor na Suíça é metade de um salário mínimo.
O abaixo-assinado foi concebido por funcionários da embaixada de Berna, consulados de Genebra e Zurique, escritórios consulares em Sion e Lugano e da missão permanente junto das Nações Unidos em Genebra.
A Lusa tentou entrar em contacto com o gabinete do secretário de Estado das Comunidades, mas até agora não foi possível.
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