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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

CAVACO INSCREVEU-SE NA PIDE? VOLUNTARIAMENTE?

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Seja Cavaco outro ambicioso, político, com apetecência por dinheiro, inscreve-se numa organização, igual â PIDE ou partido político com quaisquer ideologia. O que será necessário é colher "cacau" cujo este não tem morada certa, bandeira e sem ele não se compram os melões!
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POR ESTA É QUE NÃO SE ESPERAVA
Mas como perguntar não ofende a que título um cidadão se inscrevia na PIDE. Sim, que isto é uma ficha de inscrição
Como é possível alguém que se candidatou à PIDE ter sido primeiro-ministro, Presidente da República e candidato aceite pelo tribunal constitucional???
Porque é que os jornalistas apenas falaram no declarado na 2.ª página, "que estava integrado no regime", e esconderam em que documento se encontrava essa declaração???


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NOTAS VERBAIS: "SE OS DIPLOMATAS QUE SÃO O OURO DA CASA....."

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Pois são os diplomatas o ouro da casa e de lei... Se são! Alguns que eu conheci nem uma folha de papel A4 sabiam dobrar...Preocupavam-se muito em procurar namoradas, curtirem as noites e ao trabalho, que lhes competia na chancelaria, apareciam junto às 1o:30 da manhã... Funções técnicas? Isso é que era bom...Um diplomata é o que é e um "tipo" de estatuto e isso lhe chega para o manter tal qual como lhe caiu do céu aos trambolhões. Muito cuidado lidar-se com esta "rapaziada" e perguntar-se-lhe algo, pela manhã, porque nunca se sabia se insónias lhe tinham disturbado o sono. José Martins

Ouvir

Sim, mau, é muito mau que, a propósito da legislação sobre o pessoal especializado do MNE, a própria direção da Associação de Diplomatas tenha sido forçada a dizer não foi ouvida. E que "independentemente da exigência legal de o ser ou não (e, neste particular, a lei manda que a ASDP o fosse), tanto o facto de serem diplomatas a chefiar os postos em que estes conselheiros irão exercer a sua actividade; como o facto de os funcionários diplomáticos poderem, nos termos da Lei, desempenhar estas funções de carácter técnico, aconselhariam a que o fosse".

Se os diplomatas, que são o ouro da Casa, não são ouvidos nem achados para matérias em que a sua atividade de alto interesse público porque são de Estado se cruza, como é que o bronze e a prata da Casa pode ser considerada, para não falar da lata da Casa?

Pelo menos, ouvir. Ouvir.

Obviamente que se pode concordar com qualquer defesa exacerbada de interesses corporativos proveniente dos egoismos organizados, mas não é o caso. E o caso é o de se acabar de vez com as suspeitas de mordomias no estrangeiro porque quando elas são demais não prestam e geram sidónios na cave.

NOTAS VERBAIS: CAIU EM CESTO ROTO

Continuo a ser um fiel leitor das Notas Verbais. Tenho, em arquivo, as primeiras Notas que surgiram na net. Eu também fui um especializado de quando servi Portugal na Embaixada de Portugal em Banguecoque.
Fiz tudo!
Representei, embaixadores, fiz de motorista, pintei paredes, de mecânico, ensinei os cantos da casa de quando chegaram novos diplomatas e mesmos chefes de missão.
Depois fui o representante do ICEP por 5 anos e três meses.
Não fui nada considerado um conselheiro técnico porque só obti a licenciatura do 4ª classe do ensino primário.
Os meus salários: "o primeiro igual ao da mulher de limpeza 2.500 bates (moeda tailandesa e uns 15 contos portugueses). Depois aumentado para 8.000 bates (48 contos) e em 1991 para 500 dólares até 1995."
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Não rapei fome porque, antes de entrar nos meandros da diplomacia, já tinha algo para dar ao dente.
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Enquanto eu ganhava um ordenado de "merda" os conselheiros técnicos auferiam, num mês, o que eu levava para casa num ano.
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Mas os que chegavam das Necessidades não lhes ficavam atrás.
Esta coisa de conselheiros e mesmo diplomatas funciona na forma simpática e nos claustros das Necessidades cabe sempre mais um, nem que seja um "nabo" de Santa Luzia e depende do círculo de influências a que está inserido.
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Agora e como a economia se queda nas "lonas" vai haver o cuidado de não enfiar mais conselheiros técnicos e outra "rapaziada" diplomata de carreira, nas embaixadas e à vista: encerramentos de missões e consulados. José Martins

P.S. - Eu já fiz o que tinha a fazer e um rapaz de 76 anos, começa achar graça pelas desgraças da nossa, mui vaidosa, diplomacia,

21 Janeiro 2011

NOTAS VERBAIS

Caíu em cesto roto

Acerca dos conselheiros técnicos no estrangeiro e ofícios correlativos...
Não foram os diplomatas a alertar que, no estrangeiro, temos (salvo seja) 264 funcionários diplomáticos e 103 nomeados nesse regime de pessoal especializado, e que não foi feito qualquer esforço de redução, ou pelo menos de contenção, destes lugares que traduzem um verdadeiro serviço diplomático alternativo?
Foram.
Não foram os diplomatas a alertar que as condições para nomeação para tais lugares se tornaram menos exigentes, bastado apenas 6 anos de experiência profissional para ocupar um lugar de conselheiro especializado contra os 11 exigidos a um funcionário diplomático?
Foram.
Não foram os diplomatas a alertar que se teima em manter a possibilidade de preenchimento de alguns desses especizados sem licenciatura ou até sem o ensino secundário completo?
Foram.
Não foram os diplomatas a alertar que as nomeações para esses lugares de especializados continuam sem qualquer tipo de concurso, e sem um reconhecimento mínimo, ainda que formal, do papel do embaixador ou cônsul que chefia o posto no qual este pessoal especializado se irá integrar e desempenhar funções sob a sua dependência hierárquica?
Foram.

Não foram os diplomatas a alertar que tais especialistas especializados, na prática, são nomeados com menor rigor e com menos exigência, que 80 dos 103 são equiparados a conselheiros técnicos e que assim custam mais que os 87 funcionários diplomáticos em posto que são secretários de embaixada e que, na ausência dos chefes de missão, ficam à frente das embaixadas como encarregados de negócios?
Foram.
Não foram os diplomatas a alertar que, salvo exceções pontuais, numa parte significativa não seria necessário recorrer a técnicos fora do MNE e que a regra para preencher funções técnicas no estrangeiro deveria ser o recurso às carreiras técnicas do MNE, e a excepção o recrutamento exterior?
Foram.
Não foram os diplomatas a alertar que, contornando a reclamada moralização das comissões, tais especialistas beneficiam de transferências de posto para posto, por vezes entre missões na mesma cidade, para rodear os limites às bem pagas ditas comissões de serviço, e que em alguns casos, existem elementos do pessoal especializado exercendo funções no estrangeiro há 10, 15, 20 anos? E para não se falar dos especialistas que transitam de uma especialidade para outra oriundos de uma especialização que em nada tem a ver com qualquer uma delas.
Foram.
Não foram os diplomatas a alertar que na maior parte dos chamados "postos difíceis" existe uma muito limitada presença de pessoal especializado, que tende a concentrar-se nos postos europeus e na América do Norte?
Foram.
E como foram, vale a pena repescar a tomada de posição dos diplomatas sobre a matéria. Está na página de NV que tem precisamente esse nome - Tomada de Posição (link na coluna da esquerda). Como aí se diz, o documento tem barbas, mas é atual e oportuno.

PROCESSO DE MANUEL ALEGRE

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João José Brandão Ferreira
Ten. Cor. Piloto Aviador (ref.) - Cmd. Linha Aérea


Processo M. Alegre
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Exºs Camaradas, Amigos e conhecidos
No dia 18 do corrente fui ao DIAP responder a uma queixa do cidadão M.Alegre, em que me acusa de difamação, por causa do artigo que escrevi, intitulado "Manuel Alegre Combatente por Quem?".(que tb junto).
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Porque o processo não está em segredo de Justiça (artº 86 do Código do Processo Penal), e por entender ser dever de cidadania, junto as conclusões relativas a uma peça de defesa afim de que possam ajuizar.
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Quem quiser ler todo o documento fará o favor de consultar o meu blog http://www.novoadamastor.blogspot.com/
Cumpts
Brandão F.

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MANUEL ALEGRE “COMBATENTE”, POR QUEM?
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03MAI2010
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Decorreu nos pretéritos dias 3 e 4 de Maio, na Gulbenkian, um colóquio sobre a envolvente externa que condicionou o eclodir das operações de guerrilha no Ultramar português e o ataque a Goa, Damão e Diu e que acompanhou o desenrolar do conflito nos anos 50, 60 e 70 do século XX.
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No primeiro dia constava na lista de oradores o cidadão Manuel Alegre (MA), a que o panfleto que enunciava o programa tinha filantropicamente antecedido de um “Dr”, título a que, em abono da verdade, o nosso poeta nunca reivindicou. A sua “oração” não tinha título, era anunciada apenas como “um depoimento”. Achei curioso e fui assistir.
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O orador que acompanhava MA na erudição da sessão, era o embaixador Nunes Barata que me merece um comentário. O Sr. embaixador juntou um conjunto de factos irrefutáveis, fez uma análise bem estruturada mas tirou, creio, um conjunto de ilações erradas.
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É humano olhar para factos e intenções, cruzá-los e chegar-se a conclusões diferentes. Por isso o contraditório e o estudo imparcial das questões é tão importante. Quando a premência das decisões e a incerteza do amanhã, se abatem sobre as personalidades com as responsabilidades do momento, a análise é uma; quanto esta análise pode ser feita décadas depois, com tudo serenado e os arquivos disponíveis, a tarefa torna-se mais fácil.
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Ora o que o sr. embaixador defendeu, parece-me, foi que a conjuntura internacional era de tal modo adversa a Portugal e os “ventos da História” tão irreversíveis que só restava ao governo português ceder, adaptar-se e ir na onda. Isto é, fazer uma política que fosse ao encontro dos interesses alheios e não dos nossos. É natural que se este sentimento prevalecer, a maioria dos diplomatas vai para o desemprego...
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Mas o mais perturbador é que todo o discurso do sr. embaixador apontava, algo descaradamente, para a “compreensão” da acção dos nossos inimigos e “amigos”/aliados, como se eles dispusessem do monopólio da verdade e do acerto e ao governo português de então – que se limitou a defender a sua terra e as suas gentes - tenha destinado o amplexo do erro!
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E gostaria que o sr. embaixador explicasse qual foi a época da nossa História em que tivemos uma conjuntura internacional favorável e que não nos custasse um extenso lençol de trabalhos, crises e perdas. E porque apelidou a posição dos governos portugueses de então, de irrealismo e de meter o país num beco sem saída.

Creio que não será difícil ao sr. embaixador perceber que se nos quiséssemos sentar à mesa com Nerhu ou com os dirigentes dos movimentos que nos atacavam, tendo as grandes potências por detrás, e transferíssemos calmamente a soberania para eles, isso nos evitaria, a nós, um ror de chatices e a eles o incómodo de montar operações políticas, diplomáticas e militares, sempre desagradáveis. Mas a que título e à pala de que princípios é que o faríamos? Se os seus “colegas” que actuaram no tempo da Restauração, pensassem assim talvez não estivéssemos na Fundação do Arménio que gostou da nossa hospitalidade, mas sim no Parque do Retiro, em Madrid, a beber umas “cañas”. E fico por aqui.


Agora vamos ao grande defensor da “Ética Republicana”.
MA aproveitou a ocasião para fazer uma breve explicação/branqueamento do seu percurso como militar e defensor dos movimentos nacionalistas (ao serviço da Guerra Fria). E não se coibiu, no fim, de elogiar o comportamento das FAs portuguesas durante o conflito e afirmar que não foram batidas no terreno. Mais, que os territórios se desenvolveram apesar da guerra. Registamos a evolução, que é de monta!


Explicou que não desertou, pois foi preso pela Polícia Militar (por actividades subversivas e de conluio com o inimigo) e passado à disponibilidade, altura em que lhe foi instaurado um processo pela PIDE, ainda em Luanda. Teve oportunidade de fugir e chegar a Argel. Daí para a frente o seu percurso é conhecido.


No período de debate coloquei-lhe a seguinte questão: “como sabe as FAs têm várias forças suas a actuar em diferentes teatros de operações no estrangeiro. A última unidade a partir, foi uma companhia de comandos, para Cabul . Vamos supor que eu, cidadão português, me metia num avião e ia para o Cairo, para Tripoli, ou Casablanca que é aqui mais perto, ou talvez Argel.

Reunia-me lá com mais uns amigos que não concordassem com esta política, fundava uma rádio e passava a emitir textos de apoio aos talibãs, incitando os militares portugueses à deserção, passando informações ao IN, etc. A pergunta é esta: como é que o senhor reagiria a isto, o que é que me chamaria?

E acrescentei (pois já adivinhava a resposta): “ e não me venha dizer que antigamente era uma ditadura e agora estamos em democracia; porque, mesmo que fosse assim, tal facto é marginal à questão”.
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Calejado por uma tarimba dialéctica de muitas décadas, o vate não se perturbou e respondeu, incidindo a justificação justamente na dualidade ditadura vs democracia; liberdade vs censura. Acrescentou que defendia a ida das tropas portuguesas para o Afeganistão, pois tudo fora discutido democraticamente e a pedido da NATO, de que fazíamos parte e que se teria invocado o artigo 5º (o ataque a um é um ataque a todos).
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E, ufano, declarou algures que se fosse hoje faria tudo na mesma. Deixando a questão da NATO e a razão do envolvimento português que está longe de ser pelas razões que invocou, e registando a coerência no erro, vamos concentrar-nos na inacreditável argumentação que só pode ter origem numa grande confusão de conceitos, e má consciência. Ou ausência dela.
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Devemos ver,em primeiro lugar,que o crime de traição é considerado em relação à Pátria, não em relação a governos ou regimes. Não há traidores “democráticos” ou traidores a ditaduras, ou outra coisa qualquer. A traição é sempre relativa a uma causa, um juramento, uma crença.
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O cidadão MA quando foi para Argel não se limitou a combater o regime, consubstanciado nos órgãos do Estado, mas a ajudar objectivamente as forças políticas que nos emboscavam as tropas. A não ser que considerassem essas tropas como fiéis apaniguados do regime, coisa que até hoje sempre desmentiu.
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Quando a Legião Portuguesa comandada pelo Marquês de Alorna (um maçónico afrancesado) foi enviada para França combater no Exército de Napoleão, nunca veio incorporada nas invasões francesas justamente para não ter de atacar o seu próprio país. Até os imperialistas napoleónicos perceberam isto!
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E conhecerá MA algum governo de um país em guerra,que permita ou não se oponha a quem queira contestar a legitimidade do conflito em que estejam envolvidos –ou apoie o lado contrário?(lembra-se que na IIGM,os americanos até construiram campos de internamento para os suspeitos?).
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Para encurtar razões, que legitimidade tem o senhor para invocar a democracia e a liberdade, para justificar a sua acção em Argel, quando na altura era membro do PCP – uma das mais fiéis correias de transmissão do Kremlin – e que, como se sabe, foi sempre um modelo de transparência, liberdade e democracia?.
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Traição não tem, assim, que ver com ataques a pessoas, instituições ou sistemas políticos, a não ser que os fins justifiquem os meios. Traição tem mais a ver com carácter, ombridade e ser-se inteiro.
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O “citoyen”MA continua a querer justificar os maus conceitos que lhe povoam a cabeça, deve ser por isso que adjectiva constantemente a ética de “republicana”. A ética é a ciência do Bem, vale por si só, não precisa de adjectivos. Muito menos de adjectivos políticos…
Por isso, poupe-nos e não fale mais em Pátria. A palavra soa mal na sua boca.

João José Brandão Ferreira
TCor/Pilav (Ref)

AS SUAS NOTÍCIAS NO DIA 21.01.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

‘Os 39 Degraus’ estreia em Coimbra
Tiros na rua por vingança
Lisboa: Carros poluentes barrados
George Clooney: Actor tem malária
Marionetas animam as Caldas da Rainha

Capa do Público Público

Ginásios com quebras de 15 a 30% nas receitas por causa da crise
Fernando Nobre admite que 10 por cento seria já "enorme vitória"
George Clooney contraiu malária durante visita ao Sudão
Eric Schmidt deixa de ser CEO do Google
Ensino Particular: Pais decidem encerrar colégios de Fátima dias 27 e 28

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Compromissos dos candidatos para hoje
"Precipitou a Guerra Colonial"
Liderança ibérica desmontada na actuação
Os 'piratas' que ameaçaram Salazar
Razia salarial já chegou ao sector privado via 'acordos'

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Hollywood leva vida de Assange para o cinema
GNR investiga abate ilegal de árvores na Mata do Buçaco
Gaia na "primeira linha" da segunda fase do metro
Iturbe é a nova pérola do Dragão
Testemunha denuncia atiradores e carros na morte de Aurélio

Capa do i i

"Vil baixeza foi o que fez a quadrilha do BPN", resposta de Louçã a Cavaco
Alegre apresentado como o candidato da extrema-esquerda
Socialistas apelam à esquerda e acenam com "instabilidade" de Cavaco
Nova sondagem dá vitória a Cavaco à primeira volta
Marcelo Rebelo de Sousa: Portugueses "fartos" de campanha com "pouco conteúdo e má forma"

Capa do Diário Económico Diário Económico

Bolsa sobe 0,17% no quarto dia de ganhos
Crise levou à falência de 1.500 empresas de transporte de mercadorias em 2010
Orçamento irlandês publicado hoje terá de ser aprovado até eleições de Março
Ginásios com quebras de 15 a 30% nas receitas
Saiba como calcular os cortes salariais no Estado

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Banca e energia impulsionam abertura do PSI-20
Petróleo sobe a recuperar das perdas recentes
Acções asiáticas voltam a cair com receios de regulação na China
As notícias em foco na edição de hoje, dia 21 de Janeiro, no Negócios
Portugal Telecom fica com mais capital do grupo Oi

Capa do Oje Oje

Wall Street encerra em queda, penalizada por notícias da China
BES compra 25,1% do Moza Banco
Crédito às empresas subiu em Novembro
Défice do Estado sobe 1,4% em 2010
Iberdrola adquire brasileira Elektro por 1,77 mil milhões

Capa do Destak Destak

Mulher distraída com telemóvel cai em lago num centro comercial
Palavras e moedas
Marcelo Rebelo de Sousa: portugueses "fartos" da campanha que teve "pouco conteúdo e má forma"
Ricky Gervais: "Se não me queriam, não me contratassem"
“Esta campanha revelou um Cavaco Silva factor de instabilidade”

Capa do A Bola A Bola

Fabián Castillo avança
Contratação de Iturbe feita ao cronómetro...
Rodriguez vai terminar ciclo em Braga
João Alves a caminho dos 150 jogos
«Não temos conseguido dar um mandato feliz aos dirigentes» - Paulo Sérgio

Capa do Record Record

Jaime Magalhães rendido aos matraquilhos Record
Arrepiante queda de Hans Grugger
CR7 descobre Di María... de calcanhar sem olhar
Iturbe já é dragão
Godinho Lopes reúne consensos

Capa do O Jogo O Jogo

José Mourinho: “Vencemos esta eliminatória sem ser preciso correr muito”
Torneio de Lutz: Michelle Brito afastada dos “quartos”
Taça do Rei: Golo de Ronaldo sela apuramento “merengue” para as meias-finais
Penafiel: Michel acredita que “nada está perdido”
João Pereira: “Esta vitória dá-nos mais tranquilidade”

Edição 20-01-2011 (1ª parte): cortes na Função Pública; injecção de capital nas empresas públicas








SÓCRATES: O "LAURENCE DA ARÁBIA"

Dos camelos da margem sul aos sheik's da Arábia


Há já algum tempo que me descuidei com o registo das viagens dos nossos lideres, mas não podia deixar a primeira visita de um primeiro-ministro a terras de Abu-Dhabi sem lhe fazer um boneco. Uma vez mais o Engenheiro mostrou estar mais talhado para vendedor ambulante que para governar um país. Vender o que ainda resta dele parece bem mais fácil.
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P.S. - Este lindo menino vão ganhando tempo.... Empaturra os portugueses com as arábias. Os Emiratos Árabe Unidos estão sob uma grande crise económica, desde há dois anos. Principalmente o emirato de Dubai que galopou imenso, no desenvolveimento, que quando deu conta estava à beira da banca-rota. Quem lhes acudiu foi o emirato de Abu Dhabi e evitou ir à falência. Os países árabes,mesmo com tanta riqueza,estão nas lonas economicamente com desemprego e motins como os da Tunisia e que não tardam estenderem-se a outros países. - José Martins


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