Portuguesas são as mais sexualmente satisfeitas
As mulheres portuguesas são, entre as europeias, as mais satisfeitas em relação à vida sexual, no que à frequência e à qualidade diz respeito.
| foto Leonel de castro/jn |
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No total, 88% das portuguesas confessam-se realizadas sexualmente, no que são seguidas por 75% das espanholas e 74% das austríacas.
O estudo "Que querem as mulheres?", conduzido pela consultora internacional Stategy One e apoiado pela Pfizer, foi feito junto a 2500 mulheres da Alemanha, Áustria, Espanha, Portugal e Suécia, todas elas com parceiro e numa relação estável.
Entre as entrevistas, a portuguesas destacaram-se, já que, qualitativamente, 440 das 500 entrevistadas portuguesas disseram-se satisfeitas.
Quanto à frequência sexual, foram também as portuguesas que se destacam: 81% tem relações pelo menos uma vez por semana, seguidas pelas espanholas (68%). Na fim da lista surgem as suecas: 45% tem relações de sete em sete dias.
À MARGEM: As nossas mulheres e, nos devemos orgulhar são, na Europa, as mais satisfeitas com o amor de alcova. Bem é sempre aviar e, claríssimo que as camas, bem oleadas, para não disturbar, com o ranger das articulações, do leito os vizinhos do primeiro, segundo andares e do rés-do-chão.
Porém parece-me que apesar das fêmeas "tugas" excelentemente aviadas, a "fornicação" não produz frutos ou seja o aumento demográfico do país. O meio rural de Portugal está cheio de velhos e quando estes for desta para melhor, as aldeias vão desaparecer.
No antigamente (não havia comprimidos para as mulheres não embarrigar) a fornicação era à vontadinha do corpo e, o que vier que venha em bem...
Tudo se criava e havia casais com mais de seis filhos e todos eram alimentados, mesmo que fosse, com um caldinho de couves da horta e adubado com um pedaço de banha de porco.
A canalha começava a esgaravatar, a terra, desde que deixassem o peito das mamas da mãe e a ter o sentido quem não "trabuca não manduca". Havia um trabalhador, à jorna, na minha aldeia que um dia o patrão da terra onde, a cavar, ganhava o pão, o vinho, os feijões e as batatas lhe perguntou: "então David como segues com a tua mulher no colchão de palha de centeio? O David respondeu-lhe: "Oh senhor João aquilo é sempre aviar...´Oh senhor João é o condutinho dos pobres!´.
A minha aldeia, na altura, tinha mais de duas mil almas... Hoje uns poucos de velhos à espera que Deus Nosso Senhor, lhe faça uma esmolinha e os leve para o céu.
Mas hoje a satisfação das mulheres portuguesas na alcova, não passa de um desporto, onde são fornicadas e não produzem filhos. Sabemos que a altura não é mesmo para fazer filhos por razões económicas...
Mas a desertificação demográfica será o futuro de Portugal onde haverá nas cidades mulheres, desportivamente, sexualmente satisfeitas e o interior de Portugal abandonado, por que os velhos e as velhas já não fornicam e não fazem filhos.
José Martins











































