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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

LÍBIA: " JUIZO FINAL DO DESPOTA À CABEÇA"

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Gaddafi perde mais cidades líbias
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Manifestantes tomar o controle de mais cidades da nação Africano apesar da amea
ça Muammar Gaddafi de repressão.
Última modificação: 23 de fevereiro de 2011 17:36 GMT

AYUTHAYA DOS PORTUGUESES - ALDRABAR A HISTÓRIA É MUITO FEIO...!!!

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AMIZADE LUSA-TAILANDESA 500 ANOS DE EXISTÊNCIA - Por António Cambeta

Clique: http://cambetabangkokmacau.blogspot.com/2011/02/amizade-lusa-tailandesa-500-anos-de.html

"O director do museu explicou que é seu o desejo de poder construir um novo edifício para este museu, "talvez no próximo ano", estando neste momento "à procura de um financiamento junto do Governo tailandês". E falou de contactos com a Fundação Gulbenkian com vista a "uma possível ajuda neste orçamento". A construção em vista custaria perto de 160 mil euros (edifício), mas o director reconhece que precisa de juntar a essa soma mais 100 a 120 mil euros para cobrir todos os custos em vista.
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O novo museu ficaria situado entre o actual e o rio, e passaria a expor artefactos ali encontrados que estão guardados na reserva do museu da cidade, a não muitos quilómetros de distância, e que, por enquanto, não estão em exposição.
Não muito longe do local, uma recente campanha arqueológica revelou as fundações do que se pensava ser a igreja jesuíta. O director do museu atribui contudo as estruturas agora descobertas a um antigo templo budista (segunda imagem).
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A terceira igreja, franciscana, continua ainda por localizar. Recentemente, agricultores acharam ossadas na zona que se pensa corresponder ao local onde terá existido em tempos. O terreno é hoje, contudo, uma propriedade privada. Pelo que a possibilidade de eventuais escavações existe, mas exigirá esforços oficiais para as viabilizar.
Publicada por Nuno Galopim em Domingo, Julho 19, 2009"
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Clique em cima das imagens para as aumentar

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Em verdade não conhecia a peça, transcrita, acima pelo meu amigo, de longa data, António Cambeta. No texto há erros e deturpação da história e, esta má informação, escrita por Nuno Galopim, em 19 de Julho de 2009, não pode ficar em vão a verdade. Mentir ou informar mal, a história, é muito feio.
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Não me vou aprofundar, demasiadamente, em cima da história do "Ban Portuguet" (Aldeia dos Portugueses), dado que já escrevi tudo que tinha a escrever e informar.
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Conheço a parcela de terreno há 30 anos, acompanhei as escavações que foram obra do Embaixador Mello Gouveia e financiadas, em parte, pela Fundação Caloust Gulbenkiam e "Fine Arts Department" da Tailândia.
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Anexo um mapa do Ban Portuguet, elaborado ou mandado elaborar, pelo Cônsul Dr. Joaquim Campos no ano de 1939, onde estão assinaladas as igrejas de S.Paulo dos Jesuitas, São Domingos e a de São Francisco. Mas anexo outro mapa elaborado por um desenhador francês depois de meados do século XVII onde estão, como no mapa do Dr. Joaquim Campos as três igrejas Portuguesas.
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Por fim a história de um país não é feita ou escrita em cima do joelho ou ao sabor de oportunidades e esquemas. A história é coisa muito séria e esta terá que ser feita por amor e não em procura de ocupar hoteis de boa cama, melhor mesa e passeios turísticos.
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Poderia adiantar-me mais e "pano para mangas" teria para mais me alongar e colocar a legalidade dos factos no sitio certo. Fico por aqui, por enquanto, mais tarde lá vou.
José Martins

A PEIDARIA DO CARLOS BONACHEIRÃO

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ATENÇÃO!!!!!!
QUALQUER SEMELHANÇA ENTRE A REALIDADE E ESTA FICÇÃO É PURA COIN-CIDÊNCIA...


O Carlos, advogado, 45 anos, bonacheirão, adorava feijoada.

Porém, sempre que a comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa.

A sua saliente barriga inflava ainda mais, e os gases...

Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a mulher em casamento, pensou:

«Ela é de boa família, cheia de etiqueta, uma verdadeira dama, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar assim...»

Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou de comer feijoadas.

Pouco depois, estavam casados.

Passados alguns meses, ao voltar do trabalho, o carro avariou.

Como estava longe, ligou à mulher e avisou-a que ia chegar tarde, pois tinha de regressar a pé.

No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabada de fazer.

Como faltava muito para chegar, achou que a caminhada iria livrá-lo dos efeitos nefastos do feijão.

Entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato. Ao sair, tinha 3 doses de feijoada no estômago.

O feijão fez efeito e, durante todo o caminho, foi a peidar-se sem parar.

Foi para casa literalmente a jacto.

Peidava tanto que tinha de travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço a andar.

Quando se cruzava com pessoas continha-se, e aproveitava a oportuna passagem de um ruidoso camião para soltar os gases.

Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.

A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:

- «Querido, tenho uma surpresa para o jantar!»

Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse.

Já sentia mais uma ventosidade anal à porta, mas controlou-se .

No momento em que a mulher ia retirar a venda, o telefone tocou.

Ela obrigou-o a prometer que não espreitaria e foi atender o telefone. Era uma amiga...

Enquanto ela estava longe, o Carlos aproveitou, levantou uma perna e «ppuueett», soltou um.

Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu a ovo podre.

A plenos pulmões, soprou várias vezes, a toda a volta, para dispersar o cheiro.

Quando começou a sentir-se melhor, surgiu outro. Este parecia potente.

Levantou a perna, tentou sincronizar uma sonora tosse para encobrir e «pprrraaaaaaaa».

Saiu um rasgador tossido.

Parecia a ignição de um motor de camião, e com um cheiro mil vezes pior que o anterior.

Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar com as mãos e soprou em volta, à espera que o cheiro dissipasse.

Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro.

Levantou as pernas e deixou sair o torpedo.

Este foi o campeão, as janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e, num minuto, as flores da sala murcharam.

Enquanto ouvia a conversa da mulher ao telefone, permanecia fiel à sua promessa de não espreitar e continuou assim por mais um tanto, a peidar-se e a tossir, a levantar ora uma perna ora a outra, a soprar em volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo.

Acendeu o isqueiro e desenhou com a chama círculos no ar, a tentar queimar o nefasto metano, que teimava em acumular-se na atmosfera.

Ouviu a mulher despedir-se da amiga.

Sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente e, com uma mão, deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto a outra mão abanava para dispersar o cheiro.

Sacudiu e deu palmadas nas calças para libertar-se dos últimos resíduos.

Ouviu o «plim» do telefone a desligar.

Alarmado, sentou-se rapidamente, compôs-se, ajeitou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente.

Era a imagem da inocência quando a mulher entrou na sala.

Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se havia espreitado à mesa.

Depois de ele jurar que não, ela retirou-lhe a venda, e... SURPRESAAAAAA!!!

Estavam 12 pessoas, perplexas, pálidas e constrangidas, sentadas à mesa: os pais, os sogros, os irmãos e os colegas de tantos anos de trabalho.

Era a festa surpresa do seu aniversário...

AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 23.02.11

Capa do Público Público

Secreta recebeu reforço financeiro após saída de director
Retoma alemã e crise árabe podem ajudar o sector turístico
Portugal mais perto da ajuda externa com resistência alemã à reforma do fundo do euro
Júlio Magalhães deixa a direcção da TVI
Forte contigente policial dispersa grupo de jovens na Boa-Hora e leva um deles para identificação

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Professores e médicos contestam cortes em tribunal
Deco exige o barramento de serviços de valor acrescentado
Guardas castigam recluso com arma eléctrica
Novo projecto laboral do PSD morre à nascença
Tribunal Constitucional 'recupera' 60 mil votantes

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Júlio Magalhães sai da Direcção de Informação da TVI
Conselho de Segurança da ONU condena ataques contra civis na Líbia
Fisco à caça de salários acumulados na Função Pública
Travesti arranca coração e olhos ao companheiro
Filha da revolução egípcia chama-se Facebook

Capa do i i

Uma dá o óvulo, a outra a barriga. Um bebé já pode ter duas mães
Luís Filipe Menezes. Portugal "precisa de refrescar a democracia"
Agente da PSP justifica morte de rapper com perigo público
"Tenho uma paciência evangélica para Sócrates"
Francisco Louçã: "Se o FMI entrar deve haver eleições"

Capa do Diário Económico Diário Económico

Sindicatos de terra mantêm dúvidas sobre cortes na TAP
Ligações políticas de Oliveira Costa suportavam a sua credibilidade
PT apresenta amanhã lucro recorde
Luís Amado nega ter apoiado regime de Kadhafi
Petróleo e inflação são mais problemas para Portugal

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Júlio Magalhães sai do cargo de director de Informação da TVI
Lucros anuais do Commerzbank batem estimativas
Líbia continua a manter bolsas asiáticas no vermelho
Nasdaq quer intrometer-se no negócio entre NYSE Euronext e Deutsche Boerse
As notícias em foco na edição de hoje, dia 23 de Fevereiro, no Negócios

Capa do Oje Oje

Brent abre a subir nos 106,80 dólares
Situação na Líbia prejudica Wall Street
CaetanoBus quer crescer 30% em 2011
Petróleo pressiona economia mundial
Concessionárias portuguesas facturaram 1,4 mil milhões em 2010

Capa do Destak Destak

Real Madrid deixa fugir vitória em Lyon (1-1)
"Água aos Elefantes" estreia em Portugal a 5 de Maio
"Não se resolvem questões políticas com matanças"
Escola acusa Ministério Público de indiferença à denúncia de alegados abusos sexuais a aluna
UNITA homenageia fundador Jonas Savimbi, morto há nove anos

Capa do A Bola A Bola

Tulipa chega para afastar os fantasmas da descida
Sem margem de erro
Glasgow Rangers decide futuro de Paulo Sérgio
James e Varela concorrem ao lugar na linha da frente
«Só eu ganhei títulos em três países no estrangeiro» - Nelo Vingada

Capa do Record Record

Grupo revoltado com críticas ao líder
Paulo Sérgio treme mas não cai
Um filme com final feliz
Abre prenda no dérbi e quer outra na Europa
Parceria com o Coritiba

Capa do O Jogo O Jogo

Ricardo Carvalho: "Eu vi a mão de Gourcuff"
Tulipa estreia-se no comando técnico do Sp. Covilhã
"Leões" criticam "dualidade de critérios" da PSP
Valdano: "O Real respira confiança"
Benzema satisfeito com exibição em Lyon

A HISTÓRIA DE UM CRIME DE 20 TRILIÕES DE DÓLARES

http://www.sonyclassics.com/insidejob/
A história de um crime de 20 trilhões de dólares

Documentário que será lançado em fevereiro no Brasil mostra o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise mundial de 2008.

Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas. "Inside Job" (que ganhou o título de "Trabalho interno" em português) conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível.

Documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Marco Aurélio Weissheimer

Como causar uma quebradeira de 20 trilhões de dólares, por meio de uma farra de negócios especulativos, e cobrar a conta de milhões de pobres mortais que não participaram da festa?

O documentário Inside Job (“Trabalho interno”, em português) responde essa pergunta mostrando o comportamento criminoso de agentes políticos e econômicos que conduziu à crise econômica mundial de 2008. Essa conduta criminosa provocou a perda do emprego e da moradia para milhões de pessoas.

Dirigido por Charles Ferguson (mesmo diretor de No End in Sight) e narrado por Matt Damon, o documentário conta um pouco da história que Wall Street e seus agentes pelo mundo querem que seja esquecida o mais rápido possível. Para repeti-la, provavelmente.

O documentário resultou de uma extensa pesquisa e de uma série de entrevistas com políticos e jornalistas, revelando relações corrosivas e promíscuas entre autoridades, agentes reguladores e a Academia.

Em No End in Sight, Ferguson faz uma análise sobre o governo de George W, Bush e sua conduta em relação à Guerra do Iraque e a ocupação do país, questionando as mentiras utilizadas pelas autoridades norte-americanas para sustentar a ocupação.

Agora, em Inside Job, mais uma vez o diretor expõe uma teia de mentiras e condutas criminosas que prejudicaram seriamente (e seguem prejudicando) a vida de milhões de pessoas. Agende-se: a estreia do documentário no Brasil está prevista para o dia 18 de fevereiro.

“Se você não ficar revoltado ao final do filme, você não estava prestando atenção” – diz uma das frases promocionais do documentário. Uma revolta necessária, pois, neste exato momento, muitos dos agentes causadores da crise (do roubo, seria melhor dizer) voltaram a dar “conselhos” para governos e sociedades. Algumas das mais novas vítimas são gregos, irlandeses, espanhóis, portugueses e outros povos europeus que estão sendo “convidados” a “aceitar a ajuda do FMI”.

Os arautos das privatizações e da desregulamentação seguem soltos como se nada tivesse ocorrido. Inside Job mostra as entranhas deste mundo de cobiça, cinismo e mentira. São estes criminosos, no frigir dos ovos, que seguem dando as cartas no planeta. Preparem o estômago, abram os olhos e ouvidos e não deixem de ver esse filme.


A guerra que não vemos