Instituto Cultural de Macau; Conselheiro Cultural das Embaixadas de Portugal em Pequim e em Banguecoque. Actualmente professor universitário da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau. Lidamos de perto com o Dr. Jorge Morbey e com ele aprendemos muito de quando Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal em Banguecoque nos finais do século passado. Um apaixonado pela história e investigou aquilo que eu não tive a oportunidade de chegar. Graças ao Dr. Jorge Morbey vim a saber que o António, o maior fotógrafo que apareceu, em Banguecoque, em finais do século XIX e príncípio de XX, era português, tal facto se encontrava um mistério pelos historiadores que se aprofundaran na arte e na sensibilidade de obter imagens de António e sempre hajam tido dúvidas em descrever a nacionalidade do grande fotógrafo luso. Mas uma obras de investigação de grande destaque foi como investigou a construção da Residência do Embaixador de Portugal, acreditado no Reino da Tailândia, que antes outros historiadores descreveram esta peça, única, da arquitectura colonial portuguesa, mas não com tanta veracidade. E porque tinhamos arquivada a Obra achamos por bem e útil inserirmos na totalidade as páginas a seguir- José MartinsSomos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
quarta-feira, 9 de março de 2011
PORTUGAL NA TAILÂNDIA - JORGE MORBEY: "UMA CASA HISTÓRICA EM BANGKOK - A RESIDÊNCIA DO EMBAIXADOR DE PORTUGAL"
Instituto Cultural de Macau; Conselheiro Cultural das Embaixadas de Portugal em Pequim e em Banguecoque. Actualmente professor universitário da Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau. Lidamos de perto com o Dr. Jorge Morbey e com ele aprendemos muito de quando Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal em Banguecoque nos finais do século passado. Um apaixonado pela história e investigou aquilo que eu não tive a oportunidade de chegar. Graças ao Dr. Jorge Morbey vim a saber que o António, o maior fotógrafo que apareceu, em Banguecoque, em finais do século XIX e príncípio de XX, era português, tal facto se encontrava um mistério pelos historiadores que se aprofundaran na arte e na sensibilidade de obter imagens de António e sempre hajam tido dúvidas em descrever a nacionalidade do grande fotógrafo luso. Mas uma obras de investigação de grande destaque foi como investigou a construção da Residência do Embaixador de Portugal, acreditado no Reino da Tailândia, que antes outros historiadores descreveram esta peça, única, da arquitectura colonial portuguesa, mas não com tanta veracidade. E porque tinhamos arquivada a Obra achamos por bem e útil inserirmos na totalidade as páginas a seguir- José MartinsREINO DO SIÃO: OS PORTUGUESES EM AYUTHYA
E O NOSSO "ZÉZITO" SOB O OLHO DO SR.SILVA + "GERAÇÃO À RASCA"
Diz que não
.Em reacção, o Ministério da Educação justifica-se com a quebra do «dever de lealdade».
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Dever de Lealdade ou prepotência? Será que um funcionário do Estado tem de estar de acordo com todas as decisões do governo não podendo manifestar a sua discordância? Onde está a liberdade de expressão e de opinião consagradas na Constituição? A cada voz que calam, a cada voz que, por medo, se cala, é mais um pouco de liberdade que se perde. Já nos tiraram direitos, já nos agravaram as condições de vida e ainda vamos consentir que nos restrinjam a liberdade de nos expressarmos livremente?
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NOTAS VERBAIS: "AINDA HÁ OVOS DE SALAZAR?"
Acreditam-se por aí um director sabotar um diálogo no MNE.... Essa gente é daquela "porreirinha" que não tratam os funcionários dos consulados e embaixadas um pouco acima de cão. Esses porreirinhos e gente de bem... Mas para ficarem melhores seria uma varredura dos claustros das Necessidades e parte deles mandá-los cavar e tratar da quinta anexa que dizem estar muito malzinha. Os diplomatas portugueses (parte deles) são louça e cristal fino.... Se a vaidade fosse "musiquinha" tinham os utentes dos consulados e das embaixadas, constantemente, música sinfónica.
Sindicato diz claramente que...
...um diretor de departamento
sabotou o diálogo do MNE
Assembleia geral dá carta branca à comissão executiva sindical
para decidir formas de luta contra situaçõesque os trabalhadores consideram incomportáveis
O STCDE, sindicato que representa o maior grupo de pessoal ao serviço do Ministério dos Negócios estrangeiros, os trabalhadores que asseguram o funcionamento da rede diplomática e consular de Portugal no estrangeiro, reuniu a sua Assembleia-geral anual no passado sábado (26 fev) em Paris.
Segundo comunicado distribuído aos sócios, este encontro decorreu num contexto de crescentes descontentamentos a que o MNE “respondeu com o silêncio” ao longo dos últimos dois anos. Só agora o diálogo está a ser lentamente retomado, após mudança de Director do Departamento Geral de Administração do ministério.
Os associados reunidos na assembleia aprovaram uma Moção que confere mandato à Comissão Executiva para promover e apoiar as lutas que venham a ser necessárias, de âmbito geral ou localizadas, onde os trabalhadores entendam recorrer a formas de luta, como já ocorreu antes em Nova Deli, em Toronto, e em.Bruxelas, onde ainda decorre na secção consular da embaixada uma greve ao trabalho depois das 16:30, contra a imposição de horários à revelia das disposições legais.
Informa o comunicado, que está prevista para o mês corrente uma acção de protesto dos trabalhadores na Suíça que, diz o comunicado, “foram colocados com salários menores que os dos emigrantes portugueses que vão para esse país trabalhar na agricultura”. O elevado custo de vida na Suíça, já justificava há muito uma revisão dos salários que vêm perdendo valor a cada dia que passa, com a desvalorização da moeda (euro) o que coloca os funcionários da embaixada de Portugal e dos postos consulares naquele país em crescentes dificuldades para fazer face às suas despesas familiares a que têm que acorrer todos os meses em francos suíços.
Assim, os funcionários portugueses já decidiram que vão avançar com acções de luta e irão levar este assunto ao conhecimento do MNE suíço, para que se conheça a nível internacional a forma como o nosso Governo (mal)trata os seus próprios funcionários no estrangeiro.
PRONTO O SR.SILVA VAI NO 2º MANDATO DAR UM JEITINHO À ECONOMIA...
Um "gumby" na presidência
Cavaco Silva prometeu no seu primeiro mandato como Presidente da Republica que iria utilizar os seus conhecimentos de economia para ajudar o país e começa o segundo com o país praticamente falido. Nunca fui um adepto do Sr. Silva, antes pelo contrário sempre lhe apontei o dedo como o principal responsável pela criação da podridão que se instalou na classe politica, na destruição do poder judicial e na promiscuidade entre o estado e o grande poder económico que sugou o futuro do país, pelo que não lhe concedo sequer o beneficio da duvida para o que vai fazer no futuro. Triste país este que tem um Presidente como este.NOTAS VERBAIS: RELEVO DE QUARTA-FEIRA
435 euros
A coisa é simples, lá: a Lei de Controlo de Fundos Políticos do Japão considera ilegal donativos de pessoas ou empresas estrangeiras a políticos japoneses para evitar favorecimentos. Seja por 435 euros ou 435 milhões.
BAHRAIN, A REVOLUÇÃO DOS POBRES: MANIFESTANTES CONTINUAM NO CENTRO FINANCEIRO
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Anteriormente, alguns dos manifestantes foram acenando notas de um dinar - uma referência a uma história [não confirmada] que o primeiro-ministro do Bahrein comprou um terreno em que agora vive por apenas um dinar de Bahrein (2,65 dólares).
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LÍBIA: "COMBATES SE ASSEMELHAM A GUERRA CIVIL"
Última modificação: 07 de março de 2011 17:51 GMT
Imagens deste video podem sensibilizar e impressionar
Na cidade de Misurata, os rebeldes foram filmados celebrando sua vitória sobre as forças de Khadafi. Houveram, depois, mais combates e os rebeldes dizem temer que as forças do governo se estar a reagrupar.
Passada a cidade de Sirte Khadafi está Ras Lanuf onde as forças pró-Kadhafi estão bombardeando a cidade rica em petróleo, supostamente matando, pelo menos, três pessoas na segunda-feira.
O 12 DE MARÇO POR TODA A EUROPA...RESULTADOS? INCÓGNITOS!
"Geração à Rasca" está a ser convocado também para cidades europeias
08 03 2011 21.55H
O protesto "Geração à Rasca" convocado para sábado em Lisboa poderá estender-se aos emigrantes portugueses, que estão a ser desafiados através das redes sociais a manifestarem-se junto das embaixadas de Portugal no estrangeiro.
Destak/Lusa destak@destak.pt
Até ao momento as cidades para onde estão a ser convocados os protestos são Londres, Berlim, Barcelona (Espanha), Estugarda (Alemanha) e Copenhaga, de acordo com dados disponíveis no Facebook até ao final da tarde de hoje.
Na convocatória, o mentor Vasco Diogo desafia: “Não fiquem à espera que vos digam se vai haver manif ou não no país onde residem. Iniciem o vosso próprio evento e convidem o maior número de pessoas possível!”.
O protesto "Geração à Rasca" nasceu na rede social facebook e gerou iniciativas populares previstas para dez cidades, no sábado, estando o movimento a proceder legalmente à formalização das concentrações junto dos governos civis.
No estrangeiro, a convocatória está a ser feita para as 15:00 locais de cada país.
“Nem que sejamos só meia-dúzia de gatos pingados em cada país, é importante cada um marcar a sua presença onde quer que esteja”, acrescenta.
O evento foi criado segunda-feira no Facebook com o nome “protesto da Geração à Rasca no estrangeiro”, já tem confirmados até ao momento 66 participantes, com mais de 700 convidados, segundo os números disponíveis ao princípio da noite.
A cidade com mais participantes é Barcelona, com 69 participantes com mais de 130 convidados, que às 15:00 locais de sábado deverão concentrar-se em frente ao Consulado Geral de Portugal.
Maria João Flôxo, uma das administradoras do evento em Barcelona acredita, segundo disse à Lusa, que o protesto na capital catalã “terá êxito”.
“Nós não estamos surdos, nem cegos em relação ao que se está a passar em Portugal e é algo que nos toca, porque é o nosso país, e a maior parte dos jovens da nossa idade tem sempre a sua parte de ativista e estamos com vontade de agir e marcar a diferença”, afirmou.
Este protesto no estrangeiro, segundo Maria João Flôxo, pretende “mostrar aos políticos e a toda a gente em Portugal que estamos fora por algum motivo e será provavelmente o motivo por que estamos a lutar”.
“Estamos interessados no nosso país e, provavelmente, queremos voltar. Assim que nos derem condições, muitos de nós voltarão com certeza”, concluiu.
AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 9.3.11
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