TÓQUIO(Reuters) - Um terremoto de magnitude 7,9 atingiu a costa nordeste do Japão nesta sexta-feira, sacudindo prédios na capital Tóquio, e provocando um alerta de tsunami metro-6, informou a NHK.
Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
TÓQUIO Mar Fri 11, 2011 1:03 am EST
TÓQUIO(Reuters) - Um terremoto de magnitude 7,9 atingiu a costa nordeste do Japão nesta sexta-feira, sacudindo prédios na capital Tóquio, e provocando um alerta de tsunami metro-6, informou a NHK.

Correia de Campos já foi, como se sabe, ministro das Parcerias Público-Privadas da área da Saúde (a bem dizer, da falta dela). Agora, entre outros múltiplos afazeres, exerce também como colunista.
Tal actividade pressupõe que tenha uma coluna. E isso é coisa que Correia de Campos, pelos vistos, tem. No caso, aquela que o Económico, com aparente irregularidade, lhe disponibiliza para actuar como trompeteiro das gestas de José Sócrates.
Trata-se, por isso, de uma coluna torneada e retorcida. Trabalhada em baixo relevo. É certo que lhe falta a imersão na realidade, ela própria já submersa. Mas, sobra-lhe a alucinação de um país que não conhecemos, situado algures na Socratosfera.
No último artigo, para além de celebrar mais uma homilia pela ressurreição semanal do menino, o escriba insurge-se contra objectos devoradores não identificados que diz estarem "desejosos de aceder ao banquete do poder, atiçados pela fome prolongada de cargos e prebendas". Isto é, a crítica não se dirige ao banquete do poder, nem aos cargos e às prebendas propriamente ditos.
O que parece incomodar Correia de Campos é que outros, que não os actuais convivas, queiram servir-se. Ora, sendo este tipo de fome sempre criticável, independentemente das bocas e dos estômagos que a experimentam, a análise séria implicaria que Correia de Campos escrevesse alguma coisa sobre o grau de saciedade dos que estão, neste momento, sentados à mesa.
Não o tendo feito, teremos de concluir que a crítica da fome é feita em representação de todos aqueles que têm ainda muita vontade de comer.

No entanto, Henrique Calisto, que liderou o Vietname para triunfar no Campeonato da Asean, há três anos, sublinhou que o dinheiro não tinha desempenhado qualquer papel na sua decisão de assumir um trabalho, ele disse que em sua mente havia, apenas, um "grande projecto".
"Muang Thong é uma grande equipa. Eles ganharam títulos e então, é um grande projecto para mim. Compartilhamos as mesmas ambições de melhorar o jogo da equipa. Não se trata de dinheiro", disse Calisto.
O Português explicou que ele deixou o Vietname devido à falta de apoio da Federação de Futebol do Vietname, depois de acusações, de ter falhado na conquista do título da Asean, com uma perda na semi-final para o eventual campeão da Malásia, em Dezembro.
"Perdemos com a Malásia sem seis atletas todos eles foram protagonistas da minha equipa.
"Eu dei conta que não tive o apoio total da Federação de Futebol do Vietname. Esta é a verdadeira razão de minha demissão. Não foi por outro motivo como algumas pessoas aventaram.
"Após 31 anos como treinador de futebol, não há nenhum motivo para que podesse estar ou sentir alguma pressão."
Apesar de ter testemunhado descontentamentos, no passado fim de semana pelos adeptos do Muang Thong, que escapou por pouco a baixar de classificação, Henrique Calisto está convencido de que Muang Thong, apesar de ter apenas um único ponto em duas partidas, têm a qualidade de possuir atletas para conquistar o tri-campeonato da liga.
"Qualquer equipa pode perder. É uma coisa normal no futebol. Acredito na qua- lidade de treinador. Nós só teremos de melhorar a qualidade do jogo. Tenho certeza que podemos chegar através desta e ganhar o título."
No entanto, vencer a qualquer custo não é o estilo de Henrique Calisto: ele gosta de suas equipas jogarem um futebol bonito no que ele chama um estilo latino.
"Eu venho da escola portuguesa de treinadores de futebol. Gosto de passes curto e não de bolas longas. Gosto de criatividade, como também, que a minha equipa tenha perfil de ganhadora"
"Eu não quero a minha equipa passiva, esperando, apenas, por chances. Devemos controlar o jogo, com a bola. Nós precisamos dar um bom espectáculo ao público.
"O futebol mudou muito desde que comecei como treinador há 30 anos. Tornou-se mais como um negócio, por isso o nosso jogo deve ser bom entretenimento para o público", disse Henrique Calisto.
Depois de vencer o Muang Thong dois campeonatos consecutivos com dois treinadores diferentes nos dois últimos anos, o Presidente do Muang Thong Ronnarit Suewaja disse que o clube optou por Henrique Calisto dado que foi visto como parte de sua estratégia de longo prazo e viu como o homem certo para o trabalho.

Atenção pensávamos que era inofensivo
mas afinal é fod...
Estudos europeus revelaram os seus
efeitos na bebida:
Vodka + Gelo = fod... os rins!
Rum + Gelo = fod... o fígado!
Whisky + Gelo = fod... o coração!
Gin + Gelo = fod... o cérebro!
O filho da put... do gelo. fod... tudo!
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