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quarta-feira, 16 de março de 2011

JAPÃO: SITUAÇÃO PRESENTE

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Helicópteros militares empreendem nova tentativa para evitar o colapso na centrai nuclear de Fukushima Daiichi atingida pelo tsunami

Última modificação: 17 de marco de 2011 05:35

Helicópteros militares no Japão têm despejado água em reatores na central Fukushima Daiichi atingida pelo terremoto em um esforço para esfriar um dos reatores e armazenamento de combustível, segundo a mídia local.

A operadora da usina, no nordeste do Japão, nesta quinta-feira informa que a pressão estava subindo novamente no reator número 3, que inclui plutónio e urânio em sua mistura de combustível.

Dois helicópteros CH-47 carregaram água do mar e lançada sobre os reatores enquanto outro helicóptero verificados os níveis de radiação no ar.

Andrew Thomas, Al Jazeera, informa de Osaka, que "quatro vôos foram feitos e apenas um helicópteros atingiu o seu alvo.

A NOSSA MISSÃO É INFORMAR... O BOM E O MAU.

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Se você estiver por lá ainda são as pessoas "que são cegos ou surdos", diga a eles para ouvir cinco minutos este vídeo profundamente edificante do que nos espera em nosso país.

Você vai ver este comercial que promove "com unhas e dentes"um pedaço "pouco da França e na Inglaterra em uma área invadida por muçulmanos.
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Outro vídeo que vem do exterior, e que a mídia francesa, que você "nunca mais assistir."

Por favor, circular esta mensagem e o link sem restrição, temos que encarar os fatos, rejeitar o "politicamente correto " que destruíram o nosso país.

http://www.youtube.com/embed/A3YQANdvvbY

TAILÂNDIA: CARRO ELÉCTRICO NISSAN"

Nissan procura na Tailândia, tónico, para divulgar o carro eléctrico Folha.

Os incentivos necessários para o seu carro 100% elétrico

Nissan Motor Tailândia (NMT) está empenhada em oferecer o seu veículo eléctrico (EV) no mercado de massa na Tailândia, se o governo lhe conceder alguns incentivos fiscais.
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Sr. Hasegawa apresenta o Folha (Leaf) Nissan junto ao vice-presidente sênior Praphat Choeychom . Alimentado com uma bateria de lítio, o Folha pode rodar 200 quilômetros para cada carga completa de oito horas e 160 com carga rápida de 30 minutos.

Segue a Nissan a Mitsubishi Motors Corporation, que introduziu o seu i-MiEV veículo elétrico depois de concluir os testes na Tailândia no âmbito de um acordo que fez com o governo no ano passado.

A Nissan não especificou quais os incentivos fiscais necessários para que as importações do Folha Nissan, mas citou exemplos de alguns países vizinhos da Tailândia.

Malásia renunciou ao direito de taxas de importação e imposto de consumo para facilitar as importações EV. Indonésia isentou o direito de importação , mas um imposto especial de consumo de 40% permanece local.

"Pedimos ao Ministério da Indústria e do Conselho de Investimento para fazer os incentivos para veículos eléctricos ou, pelo menos, os mesmos que os de outros países para tornar o centro da Tailândia para a inovação automotiva", disse o presidente da NMT Toru Hasegawa.

Atualmente, os veículos importados da Tailândia estão sujeitos a direitos de importação de 80%, bem como impostos especiais de consumo, que varia com base na cilindrada e tipos de combustível. O EV está sujeito ao imposto especial de consumo de 10%, o mesmo que os carros híbridos.

Incentivos para EVs no Japão, os EUA e alguns países da Europa variam, principalmente na forma de créditos fiscais e reduções das taxas de registo de veículos.

Preços para o Folha, após incentivos do governo são ¥ 2.980.000 (1,12 milhões de baht) no Japão, 25,280 dólares (770 mil baht), em os EUA e 25.990 (1,27 milhões de baht) na Inglaterra.

O Folha de escape livre, possui zero emissões, incluindo dióxido de carbono. Foi lançado em Dezembro passado no Japão, os EUA e em alguns países europeus.

Alimentado por uma bateria de iões de lítio e um motor elétrico, uma combinação que proporciona um desempenho semelhante aos carros de luxo em todos os níveis de velocidade, de acordo com NMT.

Para o veículo para decolar, infra-estruturas, incluindo estações de carregamento também é necessária e apoio do governo nessa área é essencial, diz a empresa.

NMT vai expor o Folha e sua tecnologia avançada para a mobilidade sustentável na indústria automotiva na próxima Bangkok International Motor Show.

"A exposição do Folha não é um veículo de elites , mas um carro-conceito usual, porque o Folha é um verdadeiro EV fabricados e vendidos no mercado de massa", disse Hasegawa.

A Nissan foi a primeira montadora na Tailândia para a fabricação de uma eco-carro, aproveitando os incentivos do governo para apoiar a produção de veículos ecológicos.

Bangkok Posto

"OS RATOS ABANDONAM O PORÃO...QUANDO A NAU SE AFUNDA...!!!"



Governo tenta evitar saída do presidente das Estradas de PortugalInserido em 17-03-2011 00:11

Ministério das Obras Públicas descreve Almerindo Marques como um excelente servidor da causa pública.

O Ministério das Obras Públicas pede a Almerindo Marques para reconsiderar o pedido de demissão da presidência da Empresa Estradas de Portugal.

Em comunicado, o gabinete do ministro António Mendonça confirma o pedido de demissão, mas solicita que a decisão não seja efectiva.

A nota descreve ainda Almerindo Marques como um excelente servidor da causa pública.

O gestor justifica o pedido de demissão com razões do foro pessoal e, em declarações à Renascença, dá como concluído o seu trabalho na Empresa Estradas de Portugal.

Nestas declarações à Renascença, Almerindo Marques garante que na base da demissão não estão problemas de gestão.

Almerindo Marques pede a demissão da presidência da Empresa Estradas de Portugal. Não está ainda decidido o momento em que irá abandonar o cargo definitivamente.

ANGOLA É DELE..."SUIÇA AMEAÇA CLEPTOCRACIA MUNDIAL"



"Suíça ameaça cleptocracia mundial"

Bloqueados 100 milhões de dólares do Presidente Angolano

"Há dez anos que os tribunais suíços iniciaram um longo processo para bloquear os fundos depositados nos seus bancos por ditadores e políticos corruptos de todo o mundo, cujas fortunas, por vezes colossais, foram obtidas através da espoliação de bens públicos pertencentes aos povos que go
vernam, usando para tal os mais diversos expedientes de branqueamento de capitais.

O processo começou em 1986 com a devolução às Filipinas de 683 milhões de dólares roubados por Ferdinando Marcos, bem como a retenção dos restantes 356 milhões que constavam das suas contas bancárias naquele país. Prosseguiu depois com o bloqueamento das contas de Mobutu e Benazir Bhutto. Mais tarde, em 1995, viria a devolução de 1236 milhões de euros aos herdeiros das vítimas judias do nazismo.

Com a melhoria dos instrumentos legais de luta contra o branqueamento de capitais, conseguida em 2003 (também em nome da luta contra o terrorismo), os processos têm vindo a acelerar-se, com resultados evidentes: 700 milhões de dólares roubados pelo ex-ditador Sani Abacha são entregues à Nigéria em 2005; dos 107 milhões de dólares depositados em contas suíças pelo chefe da polícia secreta de Fujimori, Vladimiro Montesinos, 77 milhões já regressaram ao Peru e 30 milhões estão bloqueados; os 7,7 milhões de dólares que Mobutu depositara em bancos suíços estão a caminho do Zaire; mais recentemente, foram bloqueadas as contas do presidente angolano José Eduardo dos Santos, no montante de 100 milhões de dólares.

É caso para dizer que os cleptocratas deste mundo vão começar a ter que pensar duas vezes antes de espoliarem os respectivos povos. É certo que há mais paraísos fiscais no planeta, mas também é provável que o exemplo
suíço contagie pelo menos a totalidade dos off-shores sediados em território da União Europeia, diminuindo assim drasticamente o espaço de manobra destas pandilhas de malfeitores governamentais.

No caso que suscitou este texto, o bloqueamento de 100 milhões de dólares depositados em contas de José Eduardo dos Santos, presidente de Angola há 27 anos, pergunta-se: que fez ele para se tornar o 10º homem mais rico do planeta (segundo a revista Forbes)? Trabalhou em quê para reunir uma fortuna calculada em 19,6 mil milhões de dólares?

Usou-se o poder para espoliar as riquezas do povo que governa, deixando-o a viver com menos de dois dólares diários, que devem fazer os países democráticos perante tamanho crime de lesa humanidade?

Olhar para o outro lado, em nome do apetite energético?
Que autoridade terá, se o fizerem, para condenar as demais ditaduras e estados falhados?
Olhar para o outro lado, neste caso, não significa colaborar objectivamente com a sobre-exploração indigna do povo angolano e a manutenção de um status quo anti-democrático e corrupto que apenas serve para submeter a esmagadora maioria dos angolanos a uma espécie de domínio tribal não declarado?

Na Wikipedia lê-se:
"Os habitantes de Angola são, em sua maioria, negros (90%), que vivem ao lado de 10% de brancos e mestiços. A maior parte da população negra é de origem banta, destacando-se os quimbundos, os bakongos e os chokwe-lundas, porém o grupo mais importante é o dos ovimbundos. No Sudoeste existem diversas tribos de box imanes e hotentotes. A densidade demográfica é baixa (8 habitantes por Km quadrado) e o índice de urbanização não vai além de 12%.

Os principais centros urbanos, além da capital, são Huambo (antiga Nova Lisboa), Lobito, Benguela, e Lubango (antiga Sá da Bandeira). Angola possui a maior taxa de fecundidade (número de filhos por mulher) e de mortalidade infantil do mundo.

Apesar da riqueza do país, a sua população vive em condições de extrema pobreza, com
menos de 2 dólares americanos por dia." O recente entusiasmo que acometeu as autoridades governamentais e os poderes fácticos portugueses relativamente ao "milagre angolano" (crescimento na ordem dos 21% ao ano) merece assim maior reflexão e, sobretudo, alguma ética de pensamento.

Os fundos comunitários europeus aproximam-se do fim.
Os portugueses, entretanto, não foram capazes de preparar o país para o futuro difícil que se aproxima. São muito pouco competitivos no contexto europeu. As suas elites políticas, empresariais e científicas são demasiadamente fracas e dependentes do estado clientelar que as alimenta e cuja irracionalidade por sua vez perpetuam irresponsavelmente, para delas se poder esperar qualquer reviravolta estratégica.
Quem sabe fazer alguma coisa e não pertence ao bloco endogâmico do poder vai saindo do país para o resto de uma Europa que se alarga, suprindo necessidades crescentes de profissionais nos países mais desenvolvidos (que por sua vez começam a limitar drasticamente as imigrações ideologicamente problemáticas): Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Noruega...

No país chamado Portugal vão assim ficando os velhos, os incompetentes e preguiçosos, os indecisos, os mais fracos, os ricos, os funcionários e uma massa amorfa de infelizes agarrados ao futebol e às telenovelas, que mal imaginam a má sorte que os espera à medida que o petróleo for subindo dos 60 para 100 dólares por barril, e destes para
os 150, 200 e por aí a fora...

A recente subida em flecha do petróleo e do gás natural (mas também do ouro, dos diamantes e do ferro) trouxe muitíssimo dinheiro à antiga colónia portuguesa.

Seria interessante saber que efeitos esta subida teve na conta bancária do Sr. José Eduardo dos Santos.
E que efeitos teve, por outro lado, nas estratégias de desenvolvimento do país. O aumento da actividade de construção já se sente no deprimido sector de obras e engenharia português. As empresas, os engenheiros e os arquitectos voam como aves sedentas de Lisboa para Luanda. É natural que o Governo português, desesperado com a dívida... e com a sombra cada vez mais pesada dos espanhóis pairando sobre os seus sectores económicos estratégicos, se agarre a qualquer aparente tábua de salvação.

E os princípios?
E a legalidade?
Se a saída do ditador angolano estiver para breve, ainda se poderá dizer que a estratégia portuguesa é, no fundo, uma estratégia para além de José Eduardo dos Santos. Mas se não for assim, e pelo contrário viermos a descobrir uma teia de relações perigosas ligando a fortuna ilegítima de José Eduardo dos Santos a interesses e instituições sediados em Lisboa (1), onde fica a coerência de Portugal?

Micheline Calmy-Rey, Ministra suíça dos Negócios Estrangeiros, veio lembrar a todos os europeus que tanto é ladrão o que rouba como o que fica à espreita ou cobra comissões das operações criminosas."

AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 16.3.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Javier Saviola apanhado a conduzir com álcool
Bebeu tanto que deixou a filha no bar
Faro: Duas habitações arderam
Lagos: Homem desaparecido
Algarve: Acidentes de viação

Capa do Público Público

Novo incêndio no reactor 4 da central nuclear de Fukushima
CDS afirma que foi o primeiro-ministro quem provocou a crise política
BE diz que Sócrates coloca portugueses "entre o pântano e o dilúvio"
PCP critica "vitimização"
PSD acusa Sócrates de lançar confusão

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Camionistas nas Guardeiras não concordam com termos do acordo e podem manter-se em paralisação
Hospitais privados cobravam a dobrar
Associações e Governo chegam a acordo
Ministério não pagou a procurador que pediu acumulação
Mudar o nome custa 200 euros

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Governo considera "precipitada" redução da notação
Novo incêndio num reactor em Fukushima
Ministério Público não acredita em burla contra o Boavista
Camionistas desmobilizam do Carregado após acordo
Governo recua e já não baixa preço dos medicamentos

Capa do i i

Eleições. Estabilidade ou o caos?
Sócrates está disponível para pôr PEC na AR ainda em Março
Face Oculta. Juiz conclui que alguns arguidos estão bem relacionados
Mulher do ministro. Ex-secretário de Estado avança com processo
Rede escolar. Novos agrupamentos ficam decididos até Maio

Capa do Diário Económico Diário Económico

Economia brasileira deverá crescer a uma taxa anual de 6% até 2014
Standard and Poor's ameaça cortar ‘ratings’ das empresas japonesas
“É cada vez mais irreversível a necessidade de ouvir o povo”
Galp vai investir 1.300 milhões no petróleo brasileiro até 2015
Leilão de dívida de hoje deverá ficar imune à crise política

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Descontos nas SCUT entre as medidas do acordo do Governo com camionistas
Sócrates diz que se recandidatará a primeiro-ministro caso haja eleições antecipadas
Governo considera "precipitada" decisão da Moody?s cortar o "rating" de Portugal
PSD acusa Sócrates de lançar confusão sobre apresentação do PEC no Parlamento
PSD: Sócrates revela-se "muito preocupado em manter-se como primeiro-ministro"

Capa do Oje Oje

Banif vai reduzir crédito
Emprego recua 0,6% no quarto trimestre de 2010
Nestlé Portugal vende mais 3% em 2010
Endesa investe 10.300 milhões
BG investe 21 mil milhões no Brasil

Capa do Destak Destak

"O PSD está na situação de aproveitamento político total"
Manchester United e Inter apurados
Residentes e jornalistas começam a deixar província de Miyagi
Instabilidade política
Godinho Lopes afasta-se da banca e recusa comentar fundo de Bruno de Carvalho

Capa do A Bola A Bola

Acordo televisivo do FCP com ligação ao do Benfica
Jesus dá asas a Gaitán para ser o número dez no futuro
Continuará Varela a ter vantagem sobre James?
«Gaffe» olímpica com relógio... na terra da pontualidade!
Luís Duque em entrevista: «Temos de voltar rapidamente às vitórias»

Capa do Record Record

Martins ou Aimar é a única dúvida para Paris
Mark Gonzalez: «Motivados para reverter»
Jejum de golos de bola corrida
Carlão: «Nem ligo o ar quente de casa»
Europa desfalcada no Mundial de crosse

Capa do O Jogo O Jogo

Figo faz “All Stars 2011” na Áustria
Federer e Djokovic nos Oitavos de Indian Wells
Pedro Baltazar promete Academia do Atletismo
Ferguson diz que perda de jogadores afectou rendimento do United
Van Gaal diz que faltou matar o jogo