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sexta-feira, 18 de março de 2011

LÍBIA: INTERVENÇÃO MILITAR,ESTRANGEIRA, PODERÁ ESTAR PARA DENTRO DE POUCAS HORAS

França vê na Líbia ação armada dentro de horas

Informações de Paris, uma acção militar, rápida, com tropas enviado dos EUA, depois das Nações Unidas acusar Kadhafi desafiar as exigências internacionais para o cessar-fogo.
Última modificação: 19 de março de 2011 02:33

Os Estados Unidos acusou Muammar Gaddafi de desafiar as exigências internacionais para um cessar-fogo imediato, e o embaixador da França na ONU prevê ação militar em poucas horas depois de uma reunião internacional sobre a Líbia, no sábado.

O governo da Líbia anunciou na sexta-feira um cessar-fogo imediato contra os manifestantes pró-democracia, horas depois de o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizou uma zona de exclusão aérea sobre o país.

A declaração de cessar-fogo unilateral, no entanto, parece ter pouco feito para convencer as potências de fora para adiar os planos para ataques aéreos para forçar um fim a uma guerra civil cada vez mais sangrenta.

Residentes na cidade pelos rebeldes de Misurata afirmaram que enfrentam o bombardeio, pesado, durante a noite de sexta-feira - uma acusação que o governo negou - enquanto uma autoridade dos EUA disse que as forças de Khadafi ainda estavam avançando para leste dos rebeldes reduto Benghazi.
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Poucas horas depois de Barack Obama, o presidente dos EUA, dizer que os termos de uma resolução das Nações Unidas deveria terminar com os combates na Líbia e que não eram negociáveis, seu enviado especial da ONU, Susan Rice, informou pela CNN que Gaddafi estava a proceder a uma violação dentro dos termos internacionais: "Sim , ele está ".

''A intervenção militar dentro das horas''

A França, que se juntu ao Reino Unido tem sido líder de unidade de intervenção militar, será o anfitrião de uma reunião no sábado, sobre a Líbia, que terá a participação de EUA secretária de Estado Hillary Clinton e os líderes árabes.

"Amanhã teremos uma reunião de cúpula em Paris, com todos os principais participantes nas operações e no esforço diplomático. Então, eu acho que seria um bom momento para enviar o sinal do passado", disse o embaixador francês nas Nações Unidas disse Newsnight da BBC.

"Então eu acho que após esta reunião, eu acho que nas próximas horas, eu acho que nós vamos lançar a intervenção militar", disse o Embaixador Gerard Araud.

Obama deixou claro que qualquer ação militar teria como objetivo mudar as condições na Líbia - e não apenas nas zonas controladas pelos rebeldes do leste - ligando as forças Gaddafi' para retirar das cidades ocidentais de Az Zawiyah e Misurata, bem como de a leste.

"Todos os ataques contra civis deve parar", disse Obama no sábado, um dia depois de o Conselho de Segurança aprovar uma resolução autorizando a intervenção militar internacional.

"Gaddafi deve parar de avançar suas tropas em Benghazi, trazê-los de volta Ajdabiya, Misurata e Zawiyah Az, e estabelecer água, electricidade e gás para todas as áreas. Assistência humanitária deve ser permitido chegar até as pessoas da Líbia ...

"Deixe-me ser claro, esses termos não são negociáveis ​​... Se Gaddafi não cumprir ... a resolução será aplicada através de uma ação militar."

Relatos de confrontos

Líbia reduto rebelde do leste de Benghazi foi preparando para o pior, na noite de sexta-feira após rumores de que tropas de Khadafi chegaram a pouca distância da cidade do Mediterrâneo.

Centenas de homens, alguns a cavalo, em carrinhas equipadas com metralhadoras, saíram da cidade, em resposta a uma chamada de rádio rebelde prazo Benghazi para os homens se colocarem rapidamente nos seus postos.

Várias explosões, algumas delas acompanhadas de fogo antiaéreo, foram ouvidos dentro e postos de Benghazi surgiu o rumor de que as forças do líder líbio Kadafi poderia esta no caminho.

Não houve confirmação imediata de que as forças governamentais se aproximaram da cidade e seu vice-chanceler, em coletiva de imprensa em Tripoli, negou que houvesse algum plano para atacar o bastião dos rebeldes.

"As Forças Armadas estão agora localizados fora da cidade de Benghazi, e não temos intenção de entrar em Benghazi", disse Khaled Kaim, a repórteres.

Kaim reconheceu que pontos de controle foram criados fora das cidades controladas pelos rebeldes, mas ressaltou que "nenhum país soberano é livre para tomar [segurança] medidas".

Em Misurata, que como Az Zawiyah encalhada no oeste, enquanto os rebeldes que haviam avançado em direção a eles a partir do leste foram derrotados por uma contra-ofensiva das forças Gaddafi, os moradores disseram que havia enfrentado bombardeio pesado na sexta-feira.

Um médico disse que pelo menos 38 pessoas foram mortas na ofensiva lançada na manhã de sexta-feira.

Outro médico, que não quis dar seu nome, disse por telefone na noite de sexta-feira, "agora eles estão na periferia da cidade. Eu ainda posso ouvir bombardeio de vez em quando".

Em Trípoli, o governo disse que não tinha havido nenhum atentado desde que anunciou o cessar-fogo.

"Não tivemos nenhum bombardeio de qualquer tipo desde o cessar-fogo foi declarado", disse Khaled Kaim, o vice-ministro da Líbia estrangeiros, disse quando questionado sobre os relatórios das operações do governo continuou em Misurata e outras partes do país.

PORTUGAL ARRUINADO: "SEIS MENTIRAS"

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É preciso abrir as janelas para deixar sair o ar contaminado*
Ao fim de seis anos o país não está só economicamente arruinado, começa também a estar moralmente corrompido

Primeiro que tudo é bom sabermos onde estamos. E onde estamos é simples de definir: não há memória de um governo ter conduzido o país a uma situação tão desesperada. Nunca, nos últimos 160 anos, a dívida pública, em percentagem do PIB, foi tão elevada. E a dívida externa é a maior dos últimos 120 anos, isto é, a maior desde que o país declarou bancarrota em 1892.
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Nunca, nos últimos 80 anos, o crescimento potencial da economia foi tão baixo (temos de regressar aos anos da I Guerra para vermos números tão maus). Nunca o desemprego foi tão elevado, nunca houve tantos desempregados de longa duração, nem tantos desempregados qualificados. E desde o início da década de 1970 que não se emigrava tanto, e só o rápido aumento do número dos que abandonam Portugal tem evitado uma taxa de desemprego ainda mais estrastrosférica. Tudo isto sucede depois de vários anos a divergir, de novo, da Europa e de, na “década perdida” de 2000-2010, Portugal ter sido o terceiro país do mundo crescer menos.
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Convém ter estes dados bem presentes sempre que nos vêm com a ladainha da “crise internacional”: esta só agravou o que já estava muito mal, esta só permitiu a acumulação de novos erros (como os dos orçamentos eleitoralistas de 2008 e 2009). É por isso que, ao contrário do que sugere José Sócrates (repetiu-o na entrevista à SIC), não é verdade que “o que se passa no nosso país passa-se nos outros países europeus”, pois não há dificuldades semelhantes na Alemanha, na Holanda, na Áustria, na Dinamarca, na Suécia.
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A situação de Portugal só tem comparação com a da Grécia, em parte com a da Irlanda, e lá, como cá, tem a mesma justificação: governos irresponsáveis que fragilizaram os respectivos países ao ponto de estes ficarem à beira da bancarrota, quando estalou a crise internacional. Mas se esta não tivesse chegado, as crises grega, irlandesa e portuguesa não deixariam de ocorrer: estavam escritas nas estrelas da desgovernação.
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O facto de existirem governos maus ou muito maus não é, em democracia, razão suficiente para se interromperem ciclos políticos. Mas já é se esses governos colocarem em causa aquilo que a nossa Constituição define como “regular funcionamento das instituições”. Ora Portugal foi conduzido a um desses impasses por obra e graça da actual maioria e do seu chefe, um José Sócrates que tem da democracia uma visão instrumental em tudo semelhante à dos líderes autoritários. Isso voltou a ficar patente nos últimos dias, em que construiu mais uma teia de mentiras e de logros que um PS amestrado se tem apressado a repetir.
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A primeira mentira é que Portugal não precisa de ajuda externa. Não só precisa, como já está a recebê-la. Se não fosse o Banco Central Europeu a emprestar aos bancos portugueses, estes já teriam secado. Se o mesmo BCE não tivesse andado a comprar títulos da dívida portuguesa no mercado secundário, esta não estaria entre os sete e os oito por cento, mas muito acima, talvez acima da Irlanda.
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A segunda mentira é que Portugal não negociou o apoio externo, porque não o pediu. Na verdade, foi exactamente isso que o Governo português esteve a fazer nas últimas semanas, e, se não chegaram a Lisboa os senhores do FMI, estiveram por aí técnicos da Comissão Europeia e do BCE. Foram-se esses técnicos que se foram embora poucas horas antes de Teixeira dos Santos anunciar o PEC IV.
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A terceira mentira é que Portugal decidiu “antecipar-se” e apresentar o PEC IV na cimeira de sexta-feira. Não foi isso que aconteceu. O que aconteceu foi que a missão da Comissão e do BCE detectaram um buraco nas contas de 2011 e preparavam-se para o reportar ao Eurogrupo. Foi para evitar que isso sucedesse que Sócrates se precipitou. Tudo porque, como reconheceu na SIC, os cenários macroeconómicos do Banco de Portugal, do BCE e da Comissão “não eram tão bons” como os do Governo. Pois não: eram apenas realistas.
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A quarta mentira é que o Governo está disposto a negociar as medidas, tal como esteve disposto a negociar uma coligação em 2009. Só que o que então foi uma farsa encenada é agora uma tragédia pontuada por proclamações grandiloquentes. Sócrates não quis negociar nessa altura, como tentou sabotar a negociação do Orçamento do Estado, como não quer negociar agora.
Primeiro porque, como se assinala nos telegramas do WikiLeaks, não sabe partilhar o poder, nem sabe negociar. Depois, porque não suportaria ter de voltar a ceder ao PSD e ver este partido reivindicar pequenas vitórias. Finalmente, porque teme que por cada semana que passe seja maior a irritação do eleitorado e maior o futuro desastre eleitoral. Como sempre, é calculista.
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A quinta mentira é que Portugal ficaria pior, se recorresse formalmente à ajuda externa. Porém, não ficaria pior nos juros que é obrigado a pagar, pois tanto a Grécia como a Irlanda já estão a pagar juros mais baixos. Também não é certo que ficasse pior nas medidas a tomar, pois Portugal já adoptou um ritmo de consolidação orçamental mais rápido do que o exigido a esses países. Por fim é até provável que ficasse melhor, pois não andaria de PEC em PEC e teria uma política mais coerente e não feita de ilusões entremeadas com sobressaltos.
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A sexta e maior mentira de todas é a de que o nosso problema é a confiança dos mercados. Não é: o nosso maior problema é a incapacidade da nossa economia de crescer. Os mercados pedem juros mais elevados porque sabem que, continuando a crescer ao ritmo anémico da última década, Portugal não terá qualquer hipótese de pagar os juros da dívida, quanto mais de começar a amortizá-la. Os mercados sabem que emprestar a Portugal é muito mais arriscado do que emprestar à Alemanha, ou à Holanda, ou à República Checa, e não custa perceber porquê.
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Pode-se viver muito tempo com mentiras destas, se elas não significarem o sistemático torpedear do funcionamento da democracia. Ora sucede que, para José Sócrates, a democracia não é o que devia ser – “regras que estabelecem como chegar à decisão política e não o que decidir”, como escreveu Norberto Bobbio -, antes uma formalidade com que o seu formidável ego tem de transigir.
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As manobras dos últimos dias são apenas os mais recentes atropelos ao normal convívio institucional e tão-somente mais uma demonstração de que, nele, nunca é possível confiar. Não é possível selar um acordo com um aperto de mão, porque no minuto seguinte já o está a trair. Não é possível estabelecer princípios comuns, porque não tem princípios. Não é possível conversar porque só sabe gritar, uma sua especialidade parlamentar.
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Nas últimas semanas têm-se sucedido situações que, só por si, teriam feito cair ministros, desde o episódio dos cartões únicos no dia das eleições até às condições em que a mulher do ministro da Justiça viu serem-lhe pagos, pelo ministério, 72 mil euros, passando por uma demissão por razões de perseguição política numa direcção regional do Ministério da Educação. Mas com Sócrates nada se passa. Há muito que, fiéis seguidores do “chefe”, os seus ajudantes perderam qualquer noção de ética. E o pior é que esta degradação dos costumes políticos parece contaminar o país, onde já ninguém se indigna ou sobressalta.
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Ao fim de seis anos o país não está só economicamente de pantanas – começa a estar moralmente corroído, começa a achar normal o que é anormal, começa a tolerar, ou mesmo a compreender e a justificar, comportamentos que qualquer democracia adulta rejeitaria com indignação. O estilo de Sócrates, a sua “combatividade” sem regras nem princípios, é a projecção no terreno da política dos métodos do projectista da Guarda, do licenciado da Independente e do ministro do Freeport. É um estilo que contamina tudo em redor e reduz a discussão pública às dicotomias tipicamente caudilhistas do “ou eu ou o caos”.
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É também por isso que, esgotada qualquer legitimidade, cortadas por vontade própria todas as pontes, a política portuguesa necessita de abrir as janelas e permitir a renovação do ar contaminado. Ao contrário do que parece conveniente dizer, nem todos são iguais e nem Sócrates é apenas mais um “entre eles”. Tem de se regressar a uma política mais respirável, a um espaço público menos condicionado por jogadas baixas e jogos de spin, mas os tempos de crispação que vivemos só se ultrapassam removendo a infecção. Como no PS só Mário Soares parece ainda vivo, o acto higiénico passa por dar a voz aos eleitores. Todo o tempo que passar até lá é tempo perdido.
*Público - José Manuel Fernandes

LIBIA: "TIROTEIO E BOMBARDEAMENTO HOJE,.

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Kadafi declara um "cessar-fogo imediato" para a comunidade internacional observa com cautelaA Líbia declarou um "cessar-fogo" após o voto do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que autoriza o uso da força e estabelecer uma zona de exclusão aérea sobre seu território.

vendredi 18 mars 2011 16h40

16h28 - France24

IEMENE: "A LEI DA BALA IMPOSTA PELO GOVERNO PARA A REPRESSÃO

Dezenas de mortos em confrontos entre a polícia e manifestantes
Des dizaines de morts lors de heurts entre forces de l'ordre et manifestants
Dezenas de pessoas foram mortas em confrontos entre policiais e manifestantes se reuniram em Sanaa, capital iemenita, para exigir a demissão do presidente Ali Abdallah Saleh.
A oposição denunciou um "massacre".
Por Despacho (texto)

AFP - Mais de 30 pessoas foram mortas e mais de cem feridos por arma de fogo contra uma manifestação exigindo a saída do presidente iemenita Ali Abdullah Saleh em Sanaa sexta-feira, disseram fontes médicas à AFP.

A oposição acusa o regime de cometer "um massacre". "Esta morte não vai ajudar a manter Ali Abdullah Saleh no poder", disse ele em um comunicado ao canal Al-Arabiya, o porta-voz da oposição parlamentar, Mohammed al-Sabri.

Testemunhas disseram que os partidários do regime abriram fogo contra milhares de manifestantes a partir dos telhados de casas perto da Praça da Universidade, que tem sido realizada desde 21 de fevereiro de protesto exigindo a saída de Saleh .

"A maioria dos feridos foram atingidos por balas na cabeça, pescoço e tórax", disse um médico à AFP.

Os manifestantes gritavam "o povo quer a queda do regime" e muitos deles empunhando cartões amarelos por iniciativa de um grupo de jovens que tinha chamado o dia "aviso de sexta-feira" com o presidente lançou Saleh, no poder há 32 anos.

O tiroteio começou quando os manifestantes queriam desmontar uma barricada erguida pelos partidários do regime de bloquear uma rua que leva à Praça da Universidade, de acordo com um jornalista da AFP.

A polícia disparou gás lacrimogêneo contra os manifestantes e também disparou balas reais, de acordo com um jornalista da AFP.

LÍBIA: OPERADOR DE CÂMARA DA AL JAZEERA ASSASSINADO


Operado de câmara da Al Jazeera morto a tiro na Líbia

Operador de câmara Ali Hassan Al Jaber estava de regresso à cidade de Benghazi, leste para processamento de imagens, quando foi baleado e morto.
Última modificação: 12 de março de 2011 21:03 GMT
"Aqui e agora, o sangue da Líbia e Catar está caldeado em prol da liberdade. Nossas condolências ao povo do Qatar e do canal Al Jazeera ", dizia um cartaz, realizada em Benghazi

Um cinegrafista da Al Jazeera foi morto no que parece sido uma emboscada perto da cidade pelos rebeldes de Benghazi, no leste da Líbia.

Ali Hassan Al Jaber estava voltando para Benghazi a partir de uma cidade vizinha, após de ter efectuado um trabalho num protesto da oposição quando atiradores desconhecidos abriram fogo contra um carro que o transportava juntamente com outros seus colegas.

Duas pessoas, incluindo Al Jaber foram baleados. Al Jaber foi levado à pressa para hospital, mas não sobreviveu.

Tony Al Jazeera Birtley, relatórios de Benghazi, disse Al Jaber foi atingido por três tiros e ferido no coração.

"Esta é uma extensão da campanha contra a Al Jazeera e Al Jazeera em árabe particular. - Porque todo mundo aqui assiste à Al Jazeera em árabe e o seu trabalho tem sido heróico e causou um grande choque de perder um colega."

"Crime cobarde"

Wadah Khanfar, o diretor-geral da Al Jazeera, disse que a Al Jazeera "não vai permanecer em silêncio" e prosseguirá contra os responsáveis ​​da emboscada através dos canais legais.

Ele disse que a morte ocorreu "após uma campanha sem precedentes" contra a Al Jazeera pelo líder líbio Muammar Gaddafi.

Wadah Khanfar disse Al Jazeera não vai permanecer em silêncio na esteira da Al Jaber está matando

"Al Jazeera condena o crime covarde, que vem como parte de uma campanha maliciosa do regime líbio à Al-Jazeera e seu pessoal", disse a emissora em um comunicado.

"A Al Jazeera reitera a agressão e a determinação em continuar a sua missão, profissionalmente e esclarecedor o público dos eventos em curso na Líbia e em outros lugares.

"Al Jazeera insiste que vai processar incansavelmente e levar à justiça todos os autores e os seus cúmplices."

Al Jaber, um nacional Catari, nasceu em 1955 e recebeu seu bacharel e mestrado em cinema na Academia de Artes, no Cairo. Ele era o diretor do departamento de televisão CNBC Arabiya, no Qatar.

Ele também atuou como supervisor no Comitê Olímpico Nacional, entre 2002 e 2005 e ocupou o cargo de Chefe da Seção de Filmagem no Qatar televisão por mais de 20 anos.

Durante seu mandato, ele produziu uma série de documentários, incluindo um no Qatar e outro no Kuwait, intitulado "sofrimento e tribulação".

Sua morte marca o primeiro relato de um jornalista morto no conflito em curso na Líbia.

ASSIM VAI A NOSSA DIPLOMACIA (BOROLENTA) NO ESTRANGEIRO

NOTA INFORMATIVA.

Deputado Carlos Gonçalves questiona novamente Governo sobre instalações do Consulado de Portugal em Londres. Carlos Gonçalves voltou, hoje, a questionar o Governo sobre as instalações e o funcionamento do Consulado de Portugal em Londres alertando para a falta de informações sobre esta questão mesmo depois do Sr. Secretário de Estado ter afirmado recentemente em Sede de Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas que já tinha sido encontrado um novo espaço e que o Consulado ia mudar para as novas instalações.

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Carlos Gonçalves realça a situação difícil do Consulado em termos de atendimento aos utentes e apela ainda para a rápida resolução deste problema apresentando a seguinte questão ao Governo:

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Nos passados dias 8 de Julho e 15 de Setembro, através do Sr. Presidente da Assembleia da República e seguindo os procedimentos regimentais adequados, o Grupo Parlamentar do PSD, através dos seus Deputados eleitos pelos círculos da emigração, questionou o Ministro dos Negócios Estrangeiros sobre o funcionamento do Consulado Geral de Portugal em Londres, não tendo até ao momento obtido qualquer resposta às suas perguntas.

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Parece-me de todo inadmissível e lamentável esta situação, pois para além de estarem ultrapassados todos os prazos regimentais para que o Governo responda, a situação no Consulado Geral de Portugal em Londres não teve qualquer melhoria, antes pelo contrário, apesar de todas as declarações públicas que responsáveis pela área das Comunidades portuguesas têm feito sobre esta matéria.

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De facto, o Governo tem vindo a afirmar, em diversos momentos e locais, nos últimos anos e especialmente próximo de actos eleitorais, que está prestes a encontrar uma solução para as deficiências no atendimento à Comunidade Portuguesa residente no Reino Unido, nomeadamente através da mudança de instalações do Consulado Geral em Londres.

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Recentemente, em sede da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, o Sr. Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, afirmou mesmo que já tinha sido encontrado um novo espaço e que finalmente o Consulado de Londres iria mudar brevemente para essas novas instalações.

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Ora, passado mais de um mês dessa afirmação continuamos sem qualquer informação a esse respeito e tendo em conta a importância desta decisão vimos, nos termos regimentais, através do Sr. Presidente da Assembleia da República, solicitar que nos sejam dadas as seguintes informações:

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1. Quando está o Governo a pensar dar resposta às Perguntas anteriormente formuladas por este Grupo Parlamentar relembrando que segundo o n.º 3 do artigo 229.º do Regimento da Assembleia da República, elas devem ser dadas num prazo que não ultrapasse os 30 dias?

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2. Para onde e quando está prevista a mudança de instalações do Consulado Geral de Portugal em Londres tal como foi afirmado pelo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas?

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3. Está o Governo a acautelar, no caso de as instalações virem a ser mudadas, a facilidade de acesso às mesmas dos utentes dessa área consular, a qualidade de funcionamento e atendimento e ainda a salvaguarda da imagem do Estado português num país estrangeiro?

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4. Que implicações terá esta eventual mudança para o Estado português nomeadamente no que diz respeito à cessação do contrato referente às actuais instalações do Consulado Geral de Portugal em Londres?

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5. Quais os custos que o Governo prevê vir a ter com esta hipotética mudança para novas instalações?


Palácio de São Bento, 18 de Março de 2011

TAILÂNDIA: EXPORTAÇÕES SUBIRAM 31% EM FEVEREIRO

As exportações em fevereiro subiram 31 por cento em relação ao ano passado para EUA cifrando-se em 18.860 milhões dólares enquanto as importações também, aumentaram, em 22,5 por cento, cujo o montante foi US $ 17,1 milhões de dólarer, informor o porta-voz do ministro do Comércio Porntiva Nakasai nesta sexta-feira.

Vice-ministras Porntiva disse isso resultou em um superávit comercial de 1,768 bilhões dólares americanos.

As exportações de produtos agrícolas no mês passado cresceram 32,8 por cento, enquanto as exportações industriais aumentaram 29,9 por cento.

"As exportações cresceram num mês de alta e último registro na mesma direção que a expansão econômica global", disse o ministro.

Ela disse que as catástrofes naturais no Japão iria perturbar o setor de exportação no curto prazo.

"Quando a situação no Japão não é restaurado, o Japão irá importar mais produtos tailandeses para compensar as perdas.

Exportações tailandesas para o Japão deverá crescer cerca de 10 a 20 por cento, ou cerca de $ 24 biliões de dólares, desde o ano passado que se sitiaram em 20,41 biliõesões de dólares, disse ela.

O Ministério do Comércio espera exportações para este ano a crescer 10 por cento.

Diretor-geral das taxas fiscais, Naris Chaiyasoot, disse que recolha de receitas do governo nos primeiros cinco meses do ano fiscal de 2011 (outubro 2010 a fevereiro de 2011) foram mais de 644 biliões de baht (cerca de 22 biliões de dólares) graças à contínua expansão econômica e forte condições financeiras.

Sr. Naris disse a arrecadação total da receita, dos departamentos de Impostos e Alfândegas e empresas estatais eram acima de 4.4 por cento em termos homólogos, ou cerca de 81 biliões de baht.

Os gastos do governo para o período totalizaram cerca de 988.000 milhões de baht, superior ao mesmo período do ano passado por 204 bilhões de bahts, ou 26,1 por cento, resultando em um déficit de 343.000 milhões de baht despesas sobre as receitas.

O Ministério das Finanças acredita arrecadação para este ano fiscal que exceder a meta de 1,2 biliões de baht, acrescentou.

ARÁBIA SAUDITA: REI ANUNCIA REFORMAS


O rei Abdullah deve anunciar remodelação governamental e as medidas anti-corrupção em discurso à nação.
Última modificação: 18 de março de 2011 07:39


Monarquia da Arábia Saudita está preocupado que os protestos que poderiam transformar-se em pequenas e maiores manifestações [AFP]

Monarca da Arábia Saudita, vai anunciar remodelação governamental, uma unidade anti-corrupção e a promessa de aumentar os subsídios de alimentos para combater a subida dos preços em um discurso à nação, disseram diplomatas.

Discurso do rei Abdullah - seu primeiro desde que começou a agitação que varre o mundo árabe - é esperado depois das orações muçulmanas de sexta-feira ao meio-dia, a agência de notícias estatal.

O discurso do monarca doente de 86 anos de idade vem após várias pequenas manifestações no reino rico em petróleo. A monarquia pode estar preocupado com a escalada de protestos e encontros mais intensos.

Diplomacia saudita, falando à agência de notícias Associated Press sob condição de anonimato, disse que o rei tem planos para substituir os ministros da defesa, ensino superior e assuntos religiosos.

O ministro da Defesa está doente, enquanto intelectuais criticaram o ministro da educação para despendendo biliões em projetos, caros, que disse ter produzido poucos resultados.

Os diplomatas disseram que o rei não poderia substituir o chefe do ministério do petróleo mais importante.

Muitos sauditas têm visto poucos benefícios da riqueza de petróleo do país.

Atenuar as pressões

Com mais de US $ 400 biliões em reservas cambiais, a Arábia Saudita está em uma posição mais confortável do que outro árabe países para aliviar as pressões sociais, como desemprego juvenil.

Os diplomatas disseram que o rei vai prometer tentar resolver a corrupção do país e o elevado desemprego persistente.

Ele vai aumentar os subsídios para o aumento dos alimentos básicos e disse, também, ajudar os cidadãos da Arábia Saudita que perderam suas economias em um "crash" de mercado de 2.006 acções, mas não ficou imediatamente claro que tipo de ação que ele tomaria.

O rei vai cancelar algumas taxas de serviços de governo e anunciar projetos de desenvolvimento em saúde e educação, disseram os diplomatas.

Embora as novas alterações não vão segurar, firme, a monarquia no poder, o rei promete movimentos que irão fortalecer o diálogo, disseram diplomatas.

O rei Abdullah é muito popular na Arábia Saudita, embora os críticos protestam contra a sistema fechado, autocrático que ele dirige. Há focos de discórdia na monarquia absoluta, que não tem parlamento eleito.

Arábia Saudita, um aliado chave dos EUA, tem evitado a agitação de larga escala, que derrubou os governantes no Egito e na Tunísia e se espalhou para outros países do Golfo.

Na segunda-feira, as forças armadas do país vizinho rolou para Bahrein para ajudar o governo em Manama lidar com manifestantes pró-democracia.

AÍ VOS VAI O QUE VOS ESPERA! E PREPARAIVOS PARA A ROUPA DE FOLHA DE BANANEIRA...!!!

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Ri-te ri-te

PEC XXII - JAN 2012


AÍ VAI (PARA VÓS) VELHOS DE PORTUGAL



Este "cabrão" está sujeito a levar um arraial de porrada, em praça pública, por um pai que tenha filhos a rapar fome, em casa.
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Este "cabrão" (não tenho outro nome para ele) durante o seu mandato seguiu a enganar os portugueses.
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Este "cabrão" (um piolhoso antes e sem ter onde cair morto), vestiu-se dos melhores alfaiates dos Estados Unidos; viajou por onde lhe apeteceu à minha conta e à vossa; este "cabrão" teve um primo fugido na China e com suspeitas de envolvido no caso de corrupção do Freeport; este "cabrão" com suspeitas de licenciatura de engenheiro que nunca provou sua veracidade;este "cabrão" juntou a si uma cambada de gente reles que constantemente está a bacorar, para o público, de "pinha" assanhada.
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Este "cabrão" precisa de pagar com a cadeia o mal que fez aos portugueses.
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Este cabrão que vá gozar a p*******a que o p........iu e não milhões de portugueses.
José Martins
(Seu medo deste cabrão)

AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 18.3.11

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Jovem esfaqueado até à morte
PSP continua sem pagar as fardas
Alenquer: Mais um lar fechado
Albufeira: Detidos em flagrante
Gavião: Furtam sinos de igrejas

Capa do Público Público

Assis renova apelo ao diálogo com PSD e reconhece que resolução podia ser interpretada como moção de confiança
Messenger prepara-se para chegar a Mercúrio esta madrugada
Khadafi ainda vê Portugal como um país amigo que se deixou levar pela propaganda
Domingos: “Uma vitória eterna para este clube”
ONU aprova uso da força contra Khadafi

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Socialistas pressionam Sócrates a não congelar pensões
GNR leva bebé quando já se realizava funeral
Mulher do ministro da Justiça exige mais acumulações
Proprietária de lar ilegal tinha mais oito idosos noutra casa
Sócrates: "O Presidente não ajudou à festa"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Ataque na Costa do Marfim causa dezenas de mortos e feridos
Kadafi desiste de atacar Benghazi
MP interrompe e impede funeral de menino
Jovem assassinado com facada no pescoço em ajuste de contas
Noite épica do futebol português

Capa do i i

Tribunal de Gaia devolve notas que condutor usou para tentar subornar polícias
Acusação de Óbidos reúne processos que envolvem a ETA
Tsunami. Setúbal vai testar sistema inédito de alerta à população
Cavaco Silva não pressiona Passos Coelho para que aprove austeridade
Sócrates não põe austeridade a votos

Capa do Diário Económico Diário Económico

“Se não há mexidas nas rendas antigas, ficará tudo na mesma”
“O conceito de despejo passou a ser um conceito de expulsão”
Proprietários podem ficar isentos de impostos sobre o património
Despejos mais rápidos entram em vigor até Junho
As novas regras para inquilinos e proprietários

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Estado garante dez meses de renda aos mais desfavorecidos
Espanha cada vez mais distante do aperto português
Concessão em análise pela comissão das PPP terá troço pronto em Junho
EDP Renováveis compra empresa em Itália com negócios fora das eólicas
Bancos que pesam 80% no mercado só pagam metade do novo imposto

Capa do Oje Oje

Mota prevê crescer 10% em 2011
Défice do Estado baixa para 374 milhões
REN investe na electricidade e recua no gás
Reforma aos 65 insuficiente para cobrir custos
Lufthansa regressa aos lucros em 2010

Capa do Destak Destak

FC Porto vence CSKA de Moscovo e passa aos quartos de final
Braga garante inéditos quartos de final
Jorge Jesus: "Tínhamos que sofrer"
Sócrates: Crise política é evitável e que aceita negociar pensões e deduções fiscais
Pedro Baltazar quer converter fosso do estádio na bancada Vítor Damas

Capa do A Bola A Bola

«Golo mais importante dos que fiz pelo Benfica» - Gaitán
Guarín rima com Dublin
Uma noite assim não se esquece
Godinho Lopes quer Sá Pinto
«Apuramento importante para todos» - Mossoró

Capa do Record Record

A chave que abre a porta das finais
Roberto: «Queremos ir o mais longe possível»
Godinho Lopes: «Convidei Sá Pinto para voltar ao clube»
Craque Madjer falha pontapé de saída
Sonho da seleção passa por Cardozo

Capa do O Jogo O Jogo

Gilberto Madaíl “muito orgulhoso” com o apuramento do SC Braga, Benfica e FC Porto
PSG: Treinador sente-se “frustrado” mas “orgulhoso”
Hugo Viana: “Passar a eliminatória sem sofrer golos é histórico.”
Pedro Silva regressa aos convocados para a recepção ao Vitória Guimarães
Benfica elimina Belenenses e defronta Fundação nas meias-finais