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domingo, 27 de março de 2011

AJUDEM O MEU AMIGO PARA CONSEGUIR TRABALHO

URGENTE - Este meu amigo vai ficar desempregado em breve, alguém pode arranjar um novo tacho para ele? O seu Curriculum Vitae é exemplar. Obrigado a todos.

Clique na imagem a ver em tamanho maior



O SENHOR DOUTOR ADVOGADO ANGOLANO

Um jovem Angolano, advogado recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Avenida 4 de Fevereiro em Luanda, e colocou na porta uma placa dourada: Dr. António Soares - Especialista em Direito Tributário.

No 1º dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor fato, sentou-se atrás de sua escrivaninha, e ficou aguardando o primeiro cliente. Meia hora depois batem à porta.
Ele pede para a pessoa entrar e sentar-se, rapidamente apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa: - Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar essa causa!
O juiz já deu parecer favorável!... - Sei, sei... Como?
Ah, os meus honorários? Não se preocupe!

O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!... - É claro!... O que é isso, sem problemas!...
O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando...
Obrigado...
Um abraço! Bate o fone no gancho com força e diz: - Bom dia, o que o senhor deseja? - Eu vim instalar o telefone... >

OS "CHULOS" DA UNIÃO EUROPEIA.

Não resisto de parar de divulgar os dois videos acima... Estes dois que nunca na vida fizeram a "ponta de um corno", chegaram a gente "grandorra" para caraças no asilo que dá pelo nome: União Europeia"

Escândalo na UE - ATENÇÃO LER E DIVULGAR - URGENTE Noruegueses, Finlandeses, Suecos, Franceses,....Portugueses!,

Todos a denunciar! e a exigir HONESTIDADE Já reparou? Os políticos europeus estão a lutar como loucos para entrar na administração da UE! E por quê? Leia o que segue, pense bem e converse com os amigos. Envie isto para os europeus que conheça! Simplesmente, escandaloso. Foi aprovada a aposentadoria aos 50 anos com 9.000 euros por mês para os funcionários da EU!!!.

Este ano, 340 agentes partem para a reforma antecipada aos 50 anos com uma pensão de 9.000 euros por mês. Sim, leu correctamente! Para facilitar a integração de novos funcionários dos novos Estados-Membros da UE (Polónia, Malta, países da Europa Oriental ...), os funcionários dos países membros antigos (Bélgica, França, Alemanha..) receberão da Europa uma prenda de ouro para se aposentar. Porquê e quem paga isto?
Você e eu estamos a trabalhar ou trabalhámos para uma pensão de miséria, enquanto que aqueles que votam as leis se atribuem presentes de ouro. A diferença tornou-se muito grande entre o povo e os "Deuses do Olimpo!" Devemos reagir por todos os meios começando por divulgar esta mensagem para todos os europeus. É uma verdadeira Mafia a destes Altos Funcionários da União Europeia .... Os tecnocratas europeus usufruem de verdadeiras reformas de nababos ...

Mesmo os deputados nacionais que, no entanto, beneficiam do "Rolls" dos regimes especiais, não recebem um terço daquilo que eles embolsam. Vejamos! Giovanni Buttarelli, que ocupa o cargo de Supervisor Adjunto da Protecção de Dados, adquire depois de apenas 1 ano e 11 meses de serviço (em Novembro 2010), uma reforma de 1 515 ? / mês.
O equivalente daquilo que recebe em média, um assalariado francês do sector privado após uma carreira completa (40 anos).. O seu colega, Peter Hustinx acaba de ver o seu contrato de cinco anos renovado. Após 10 anos, ele terá direito a cerca de ? 9 000 de pensão por mês. É simples, ninguém lhes pede contas e eles decidiram aproveitar ao máximo. É como se para a sua reforma, lhes fosse passado um cheque em branco. Além disso, muitos outros tecnocratas gozam desse privilégio: 1. Roger Grass, Secretário do Tribunal Europeu de Justiça, receberá ? 12 500 por mês de pensão. 2. Pernilla Lindh, o juiz do Tribunal de Primeira Instância, ? 12 900 por mês. 3. Damaso Ruiz-Jarabo Colomer, advogado-geral, 14 000 ? / mês. Para eles, é o jackpot. No cargo desde meados dos anos 1990, têm a certeza de validar uma carreira completa e, portanto, de obter o máximo: 70% do último salário. É difícil de acreditar ...

Não só as suas pensões atingem os limites, mas basta-lhes apenas 15 anos e meio para validar uma carreira completa, enquanto para você, como para mim, é preciso matar-se com trabalho durante 40 anos, e em breve 41 anos. Confrontados com o colapso dos nossos sistemas de pensões, os tecnocratas de Bruxelas recomendam o alongamento das carreiras: 37,5 anos, 40 anos, 41 anos (em 2012), 42 anos (em 2020), etc. Mas para eles, não há problema, a taxa plena é 15,5 anos...

De quem estamos falando? Originalmente, estas reformas de nababos eram reservadas para os membros da Comissão Europeia e, ao longo dos anos, têm também sido concedida a outros funcionários. Agora eles já são um exército inteiro a beneficiar delas:: juízes, magistrados, secretários, supervisores, mediadores, etc. Mas o pior ainda, neste caso, é que eles nem sequer descontam para a sua grande reforma. Nem um cêntimo de euro, tudo é à custa do contribuinte ...

Nós, contribuímos toda a nossa vida e, ao menor atraso no pagamento, é a sanção: avisos, multas, etc. Sem a mínima piedade. Eles, isentaram-se totalmente disso. Parece que se está a delirar! Esteja ciente, que até mesmo os juízes do Tribunal de Contas Europeu que, portanto, é suposto « verificarem se as despesas da UE são legais, feitas pelo menor custo e para o fim a que são destinadas », beneficiam do sistema e não pagam as quotas. E que dizer de todos os tecnocratas que não perdem nenhuma oportunidade de armarem em «gendarmes de Bruxelas» e continuam a dar lições de ortodoxia fiscal, quando têm ambas as mãos, até os cotovelos, no pote da compota?
Numa altura em que o futuro das nossas pensões está seriamente comprometido pela violência da crise económica e da brutalidade do choque demográfico, os funcionários europeus beneficiam, à nossa custa, da pensão de 12 500 a 14 000 ? / mês após somente 15 anos de carreira, mesmo sem pagarem quotizações...
É uma pura provocação! O objectivo é alertar todos os cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia. Juntos, podemos criar uma verdadeira onda de pressão. Não há dúvida de que os tecnocratas europeus continuam a gozar à nossa custa e com total impunidade, essas pensões. Nós temos que levá-los a colocar os pés na terra. «Sauvegarde Retraites» realizou um estudo rigoroso e muito documentado que prova por "A + B" a dimensão do escândalo.

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Divulgue! DIVULGUE! DIVULGUE! Quantos mais souberem deste descaramento de r..... melhor!!!...

VISITA OFICIAL A PORTUGAL DO CARLOS (ORELHAS) E CAMILA (CAMAFEU)


Príncipe Carlos de Inglaterra realiza visita oficial a Portugal entre 28 a 30 de março.O príncipe Carlos de Inglaterra e a duquesa da Cornualha realizam uma visita oficial a Portugal entre 28 e 30 de março, com passagem por Lisboa, Évora, Odemira e Sintra. Príncipe Carlos de Inglaterra realiza visita oficial a Portugal entre 28 a 30 de março 0 twitter De acordo com uma nota da Presidência da República, logo no primeiro dia da visita oficial, o príncipe de Gales será recebido no Palácio de Belém pelo chefe de Estado português, Aníbal Cavaco Silva. Ainda no dia 28, o príncipe de Gales irá efetuar uma visita à Escola Naval e ao Navio-Escola Sagres.

PORTUGAL: A "BOLA DE MERDA E O ORÇAMENTO, FALSO PROBLEMA, DO ESTADO"


Um viajante chega a uma cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção, entrega duas notas de 100,00 euros e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante inspecciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de 100,00 euros e vai à mercearia ao lado pagar uma dívida antiga, exactamente de 200 euros.
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Surpreendido pelo pagamento inesperado da dívida, o merceeiro aproveita para pagar a um fornecedor uma dívida também de 200 euros que tinha há muito.

O fornecedor, por sua vez, pega também nas duas notas e corre à farmácia para liquidar uma dívida que aí tinha de... 200,00 euros. .
O farmacêutico, com as duas notas na mão, corre disparado e vai a uma casa de alterne ali ao lado liquidar uma dívida com uma prostituta. Coincidente mente, a dívida era de 200 euros.
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A prostituta agradecida, sai com o dinheiro em direcção ao hotel, lugar onde habitualmente levava os seus clientes e que ultimamente não havia pago pelas acomodações.
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Valor total da dívida: 200 euros. Ela avisa o gerente que está a pagar a conta e coloca as notas em cima do balcão.
Nesse preciso momento, o viajante retorna do quarto, diz não ser o que esperava, pega nas duas notas de volta, agradece e sai do hotel.

Ninguém ganhou ou gastou um cêntimo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado, e começa a ver o futuro com confiança! MORAL ~
DA HISTÓRIA: O ORÇAMENTO DO ESTADO É UM FALSO PROBLEMA

CÃO QUE COMEU A CARNE DEVE ROER OS OSSOS




SÓCRATES SUCEDE A SÓCRATES


José Sócrates foi o vencedor das eleições directas para o cargo de secretário-geral do PS, com 26.713 votos (93,3%), seguido por Jacinto Serrão, com 954 votos (3,33%), Fonseca Ferreira, com 728 (2,54%), e António Brotas, que reuniu 257 votos (0,9%).


Segundo a Comissão Organizadora do XVII Congresso Nacional do partido, as eleições registaram uma participação de 89,95%, depois do apuramento de 717 das 721 secções de voto, contando-se, ainda, 390 votos brancos (1,34%) e 99 nulos (0,34%).

A BOMBA DO PRESIDENTE OBAMA... QUE SE CUIDEM OS POBRES...!!!



EXPLICAÇÃO do presidente Obama sobre o despejamento de bombas na LÍBIA após afirmar que a intervenção, além de salvar muitas vidas líbias, também passou a ser do nosso interesse nacional: O progresso que fizemos nos últimos sete dias demonstra como a comunidade internacional deve trabalhar, com muitas nações, não apenas os Estados Unidos, ter a responsabilidade e os custos de defesa do direito internacional

O VILÃO,O MAU,O BOM E O ÓPTIMO

dias contados O vilão, o mau, o bom e o óptimo por ALBERTO GONÇALVESH O vilão - O dia em que o Governo cessou funções "normais" serviu para os socialistas culparem o PSD pela crise financeira, pela crise económica, pela crise política, pela destruição do Estado "social", pela entrada do FMI e pela perda da soberania pátria.

Não os ouvi culparem o PSD pela tuberculose infantil e pelos terramotos no Japão, mas é possível que o tenham feito. Sempre é uma variação da época em que a culpa ia direitinha para a Grécia, para as agências de rating ou para a Alemanha, consoante as enrascadas e a manha. O estilo, porém, é o mesmo. E o estilo da tropa que hoje manda no PS consiste em elevar a mentira a um ponto que lhe retira qualquer ligação à realidade.

O eng. Sócrates e seus discípulos acham-se impunes para dizer o que calha, incluindo acusar o adversário do desastre que eles próprios fabricaram. No fundo, é isto: a penúria que nos espera não se deve a quem a criou ao longo de seis anos, mas a quem impediu os respectivos criadores de prosseguirem o trabalho. Os pirómanos acham-se com a capacidade - e com o direito - de apagar o incêndio. Num país normal, tamanhos delírios mereceriam a chacota popular e, nos casos rigorosos, a camisa-de-forças.

Em Portugal, onde a toleima socialista dispõe sempre de novas oportunidades, merecem receio. As sondagens mostram que os delírios ainda encontram um público empenhado em engoli-los. E se a quantidade de crentes decresceu nos últimos tempos, convém não lançar foguetes: a campanha eleitoral, aliás iniciada antes da demissão do eng. Sócrates, está em curso, e promete uma sordidez inédita. O eng. Sócrates já mostrou ser capaz de tudo para alimentar a "sofreguidão pelo poder" que imputa a outros.

Nas circunstâncias vigentes, será capaz de tudo e de mais alguma coisa. A confirmarem-se as eleições, os próximos meses assistirão ao aumento exponencial das mentiras e das ameaças, além da encenação da conhecida rábula "O eng. Sócrates contra o Mundo". Numa terra com tradição avessa à liberdade, muitos tomam a prepotência por virtude. É por isso que o modo como o primeiro-ministro e o ministro das Finanças abandonaram a meio o debate parlamentar que ditaria a própria queda não assegura que a queda seja definitiva: infelizmente, o desrespeito dessa gente pela democracia não implica o desrespeito da democracia por essa gente.

O mau - Aos eufóricos que comparam o derrube do eng. Sócrates com o de Mubarak, a realidade egípcia já provou que a alternativa a um péssimo governo pode ser um governo ainda pior. O PSD parece decidido a provar que a alternativa pode ser apenas um bocadinho menos má. Ou que nem há alternativa de todo. Só isso explica que a primeira medida de um PSD sem medidas de Governo seja a sugestão de aumento do IVA, o IVA a que o dr. Passos Coelho recentemente chamava indirecto, imoral, indiscriminado e injusto.

O carácter inevitável da austeridade, evidentemente devido ao PS, não justifica a aplicação do tipo de austeridade defendido pelo PS. Mas talvez nem isso explique que o dr. Passos Coelho chegasse à liderança do seu partido contra o "derrotismo" (leia-se o mero inventário dos factos) de Manuela Ferreira Leite. Ou que se deixasse seduzir pelos elogios do dr. Soares e demais vultos socialistas. Ou que se encolha aterrado sempre que os adversários o acusam de um "liberalismo" que ninguém de bom senso lhe detecta.

Ou que decidisse interromper a sucessão de PEC um ou dois Planos depois do recomendável. Ou que oscile diariamente entre o sonho de uma vasta e nebulosa coligação, a tentação da maioria absoluta e, com superior aptidão, o desnorte. As culpas deste PSD não são aquelas de que o eng. Sócrates hipócrita e pateticamente se queixa: são aquelas que, durante demasiado tempo, o eng. Sócrates agradeceu. E que, descontados os resmungos de fachada, continua a agradecer. O bom - Deve-se evitar o louvor de políticos profissionais, de resto uma profissão de honorabilidade duvidosa.

Mas Paulo Portas reagiu à demissão do eng. Sócrates com concisão e clareza. Eis um resumo do que ele disse, que é um resumo do que de facto ocorreu: "Pediu hoje a demissão um primeiro-ministro que estava em funções há seis anos e que não estava a prestar um bom serviço ao País. (...) Só se fala em ajuda externa a Portugal porque a dívida pública nos últimos cinco anos duplicou, os juros são proibitivos e isso causou uma nova recessão e um aumento exponencial da injustiça social. (...)


Sobre o primeiro-ministro que se demitiu, a democracia existe precisamente para resolver problemas como este. Em toda a Europa, há governos que saem e há governos que entram." É difícil ser-se mais exacto. E embora o dr. Portas tenha, logo em seguida, caído na demagogia própria da classe e prometido uma campanha eleitoral baratinha, o deslize tolera-se: se um político lúcido é raro, um político perfeito é mito. O óptimo - Não costumo citar participantes anónimos dos fóruns radiofónicos, mas situações desesperadas pedem remédios desesperados. Uma destas manhãs, ouvi na TSF alguém propor um futuro para Portugal: o FMI ou qualquer entidade estrangeira sem ligações aos nossos partidos entra cá dentro e toma conta disto; impõe a austeridade necessária e, por uma vez, consequente; abole os compadrios; saneia as contas públicas; devolve-nos o país após uns anos para retomarmos o regabofe desde o princípio.

Fosse quem fosse a criatura, tratava-se naturalmente de um optimista, embora não do tipo de optimismo que nos tem desgovernado. Terça-feira, 22 de Março Os amigos e as ocasiões Dados os esforços do Governo, não admira que o défice ande pelas alturas que o Governo anuncia ou, se formos picuinhas, pelas alturas que o Governo, com modéstia, evita anunciar. Mesmo no estertor do seu prodigioso reinado, as sumidades que nos tutelam continuaram a arranjar maneira de empurrar o País rumo ao progresso que tanto jeito nos dá. Veja--se um exemplo. Digamos que, dois dias antes de cair, o Ministério da Economia possui uma verba disponível, digamos uns 10,9 milhões de euros.

Digamos que decide aplicá-la a bem da nação numa actividade moderna, digamos as tecnologias informáticas. Digamos que celebra um "contrato de investimento" com uma empresa do ramo, digamos a J. P. Sá Couto do Magalhães e do nosso orgulho. Digamos que o contrato visa instituir a primeira unidade europeia de produção de motherboards, geringonças que os computadores e a Europa não dispensam. Digamos que, segundo despacho publicado no Diário da República, a unidade em causa deverá conseguir, em 2016, um "valor de vendas de cerca de 3281,5 milhões" (note-se a precisão das previsões), um "valor acrescentado de 248,3 milhões" e a criação de 200 postos de trabalho.

Alguns argumentarão ser absurdo o Estado apoiar financeiramente uma empresa que, através de uma só "unidade", obterá em poucos anos um lucro espantoso. Não sabem o que dizem. Apesar da exactidão das previsões, tal lucro é evidentemente imaginário. Os 248,3 milhões podiam trocar-se jovialmente por 2 mil milhões ou 200 mil milhões: as motherboards de todo o mundo são feitas na China e arredores, pelo que a inexistência de concorrência europeia não resulta apenas de distracção. Contas feitas, não sobrará nada. Incluindo, ou sobretudo, os 10,9 milhões que sobravam no início deste episódio, ainda assim uma migalha se comparados com os 700 milhões "investidos" na saudosa Qimonda, apostada em espantar a Terra com memórias RAM ou lá o que era.

A bancarrota tem a vantagem de moderar a dimensão das loucuras cometidas. Mas, com este Governo, a essência das loucuras que conduziram à bancarrota permanece até ao fim. Literalmente. Artur Agostinho (1920-2011) Há semanas, durante uma entrevista em que o idiota do entrevistador tratava por "tu" uma pessoa com o dobro da sua idade, dei por mim fascinado pelo entrevistado, obviamente Artur Agostinho.

Não ligo ao futebol que ele comentou na rádio ou aos concursos que apresentou na televisão. Embora simpático, "O Leão da Estrela", em que Artur Agostinho participou, não é das minhas referências cinematográficas. Embora pertinentes, as memórias que Artur Agostinho escreveu sobre a sua prisão no PREC, não são um monumento literário.

Mas Artur Agostinho parecia ser, e quem o conhecia garantia-me que era, um homem decente, no fundo o que importa. Viveu o suficiente para ver a virtude confirmada por uns e, como no episódio revolucionário, punida por outros. Sobretudo viveu muito, e ainda bem.

LADRÕES À SOLTA EM PORTUGAL



OPINIÃO - DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Quando o Estado dá péssimos exemplos

Lê-se e fica-se incrédulo. Na véspera do chumbo do PEC IV no Parlamento, e já com a crise política provocada pela demissão do primeiro-ministro a adivinhar-se, foi publicado em Diário da República o decreto-lei que autoriza várias entidades públicas a aumentarem exponencialmente os valores dos contratos que podem fazer por ajuste directo, sem concurso público.

As novas regras, promulgadas pelo Presidente a 1 de Março e que entram em vigor já a 1 de Abril, permitem que o primeiro-ministro possa entregar directamente contratos públicos de 11,2 milhões de euros, quando antes só podia autorizar 7,5 milhões. Os valores autorizados aos ministros passam de 3,75 para 5,6 milhões, os dos autarcas de 150 para até 900 mil e os dos directores--gerais de 100 para 750 mil.

Numa época de crise absoluta, em contenção orçamental, quando se conhecem medidas cada vez mais draconianas para controlar as despesas do Estado, a justificação do Ministério das Finanças não pode ser aceitável: uma "actualização dos montantes dos limites da autorização da despesas" que se mantinham desde 99.

O que está aqui em causa, muito mais que existir ou não razoabilidade para a medida - e, no caso concreto, nem sequer se percebe que a haja -, são as suas consequências e a imagem que ela dá. Autorizar despesas deste género e deste valor sem qualquer escrutínio ou controlo (sendo que é possível fraccionar obras e quintuplicar montantes) é, dada a condição humana, um estímulo, no mínimo, ao despesismo.

Mas é, também, um convite à desconfiança dos cidadãos. Quando o que se pede é que o Estado dê o exemplo, surgem actos completamente inversos. Um péssimo sinal. Crise do teatro, teatro da crise Há duas formas de encarar a situação do teatro em Portugal e a sua eterna crise, neste dia mundial que hoje se celebra: ou sublinhar, como Joaquim Benite em recente intervenção, que, "desde 2000, essa crise resulta do carácter errático, improvisado, caprichoso e casuístico de políticas constantemente alteradas por ministérios incompetentes e incapazes de definir um quadro global de funcionamento do tecido teatral português"; ou optar pelo optimismo, como Maria João Luís hoje ao DN: "O teatro está de óptima saúde.

Estão a acontecer muitas coisas, podem não ser coisas muito inovadoras e extraordinárias, mas nota-se que há uma grande vontade de criar, de trabalhar e de fazer." O que pode parecer mais espantoso é que ambos têm razão. Manuel Maria Carrilho foi o último ministro da Cultura que decidiu, com coerência, um plano global para o teatro (e para outras políticas sectoriais no âmbito da cultura). Desde então, os profissionais do teatro foram substituídos pelos burocratas na definição e gestão de um serviço público raramente entendido como tal. Mas também temos assistido a formas originais de organização e resistência, como tentativas de resposta a uma crise mais geral que não podia deixar de achegar aos palcos.

Por isso, à crise do teatro (e do resto) responderam muitos actores com o combate, a iniciativa e a originalidade de um teatro da crise que, em muitos casos, os fez sair dos grandes centros e procurar novos públicos. E só assim, com política definida ou errática, muitos ou poucos subsídios, o teatro é, e sempre será (para usar as palavras da dramaturga Margarida Fonseca Santos, autora da Mensagem da SPA para este dia mundial), "o palco onde a vida se pode mostrar e onde se constrói vida para além da que vivemos

PORTUGAL: "O QUE PENSM E ESCREVEM SOBRE A NOSSA NAÇÃO"

UMA CARTA DE LISBOA


Foto: EPA

Por Barnaby Phillips em Europa em 24 de março de 2011.

Tomei um táxi do aeroporto ao meu hotel no centro de Lisboa e pediu ao motorista um recibo. Ele era um homem simpático, e nós tínhamos tido uma conversa interessante. . "Quanto você gostaria que eu escrevesse sobre a recepção?" , ele perguntou, com um sorriso e uma piscadela. Depois de Londres fria e bom, era um lembrete de que eu estava de volta em algum lugar ... Como posso colocá-lo? ... um pouco mais talvez do Mediterrâneo (e desculpas se causei ofensa).


Na verdade, Lisboa é uma das minhas cidades favoritas. Eu amo os bairros antigos apego aos montes íngremes, a arquitetura, e os carrinhos pequenos que sobem e descem as ruas de paralelepípedos. . Eu sou fascinado pela história e os laços coloniais com Angola e Moçambique. As pessoas são gentis e generosas, a comida é ótima. Mas não há dúvidas sobre o estado de espírito neste momento, uma mistura de ressentimento fervendo sobre a direção de políticos de Portugal, e resignação sombria de que tempos difíceis estão por vir.

Eu senti este sentimento antes, ele me lembra da Grécia, nos primeiros meses de 2010, o país caiu para a falência. . Não há o cinismo mesmo sobre quem está no poder, o mesmo sentimento de impotência e frustração ... (E, ouso dizer, a mesma tendência criativa em relação a alguns aspectos da contabilidade). Em alguns sentidos, Portugal está numa situação ainda pior. Pelo menos na Grécia, sob o primeiro-ministro George Papandreou, teve um governo recém-eleito com um mandato forte para tomar medidas enérgicas para resgatar a economia.

Portugal está à deriva na sequência da demissão do primeiro-ministro José Sócrates. Eleições podem ser semanas afastado, e pode ser inconclusivo. É verdade que a dívida global de Portugal e do défice orçamental são menores do que da Grécia. Também é verdade que os bancos estão em melhor forma do que a Irlanda, ou a Espanha. Mas os problemas econômicos aqui são muito fortes, o mercado de trabalho é inflexível, e há pouca inovação. Hoje visitei uma empresa de TI executado por um grupo de jovens empresários Portugueses. .

Eles eram todos muito brilhantes, de pessoas capazes, e sua companhia está indo bem. Mas eles me disseram de sua raiva e sentimento de alienação em relação políticos do país, e seu senso de desespero, como se vê mais e mais dos seus homólogos que procuram emigrar para o norte da Europa ou dos Estados Unidos. Hoje o metro de Lisboa estava em greve. Ontem foi o ferries. Amanhã será a comboios. A crescente onda de greves, como medidas de austeridade cada vez mais difícil? Talvez, embora Lisboa não têm a tradição de protestos nas ruas dramáticos de Atenas. Então, onde vamos daqui? .

Os mercados financeiros claramente não acredita que Portugal vai ser capaz de gerar o crescimento que lhe permita pagar as suas dívidas, e agora há muita especulação de que o país vai precisar de um resgate na região de 70 mil milhões de euros. Isso vai levantar mais questões sobre o futuro dos fracos, economias periféricas na zona do euro, e revive os medos de "contágio" que afecta as economias maiores, como a da Espanha.

Infelizmente, a lição para Portugal, da Grécia e da Irlanda, é que tendo a opção de resgate não sinaliza o fim das desgraças do país. Pelo contrário, é apenas o começo de um novo capítulo, em um longo e doloroso processo de reforma.

A LÍBIA E A HIPOCRISIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS


23/3/11



O que se passa na Líbia e a reacção da “comunidade internacional” (alguém sabe o que isso é?), é a prova acabada da refinada hipocrisia que preside às relações entre as entidades políticas sejam elas quais forem.


E, outrossim, da desorientação que grassa no chamado mundo ocidental, nomeadamente entre os países que fazem parte da NATO e da UE.


Os cerca de milhão e setecentos mil Km2, de pedra e areia, com uma orla marítima mediterrânica de 1770 km, onde se amontoam 90% dos seus 6 milhões de habitantes (cerca de 25% de emigrantes), não apresenta qualquer estrutura que possa permitir constituir um país. A Nação é inexistente e o Estado uma espécie de estado-maior de poder unipessoal, espraiado por uma rede tentacular de nepotismo familiar e étnica. O país é tribal, isto é, constituído por descendentes de 140 tribos árabes e outras berberes, hoje os Tuaregues[1]. Aquilo que os une são as fronteiras coloniais da antiga Tripolitanea e Cirenaica, que a Itália pré fascista conquistou, em 1911, e continuou a administrar a custo, até à independência da Líbia decretada, em 1952, no seio das Nações Unidas. O único cimento comum é a religião muçulmana que, no espaço em questão, não apresenta cisões de vulto.


Kadhafi está no poder há 40 anos, data assinalada com pompa e circunstância em tendas luxuosas visitadas pelos grandes do mundo.


Quando jovem oficial, Kadafi liderou um golpe de estado, em 1969, que se impôs a uma anquilosada monarquia liderada pelo Rei Idris I, antigo líder religioso dos Sanusis, povo que mais se opôs ao domínio italiano. No poder, substituiu os sucessores de Beis e Califas por uma ditadura pessoal de contornos difusos que procurou sustentar com uma doutrina excêntrica saída de uma noite de insónia e colorida a verde.


Os países do mundo e a solidariedade árabe/muçulmana, acomodaram-se à coisa como, de resto, se acomodam a tudo.


O novo grande líder, fogoso como era, de matriz marxista e fundamentalista muçulmano, decidiu apoiar as causas dos “oprimidos” e passou a destilar ódio aos povos do Ocidente cujos governos culpava dos males do mundo.


Não lhe chegando o palco mediático e a acção político – diplomática, o que estaria no seu direito, decidiu apoiar, de motu próprio, a acção de outras organizações empenhadas em acções de terrorismo internacional.


O evento mais espectacular ocorreu com o atentado bombista ao voo 103 da PANAM, que se despenhou na Escócia, em Dezembro de 1988. Morreram 270 pessoas que, porventura, nem sabiam apontar no mapa onde ficava a Líbia.


Fartos de aturar as diatribes de tão original personagem, dois estadistas de rara coragem política – Reagan e Tatcher, decidiram bombardear pelo ar, vários alvos na Líbia, a começar no alvo número um que era o próprio Kadhafi. Corria o ano de 1986.


Morreram umas quantas pessoas, mas não o dito cujo. Nessa altura não pediram autorização a ninguém a não ser para sobrevoo. A Força Aérea Portuguesa mandou descolar aparelhos de alerta, a fim de escoltarem alguns destes voos, quando passavam ao largo da nossa costa. Convém que esta gente saiba que isto aqui não é terra de ninguém…


Votaram-se, então, sanções económicas contra a Líbia que foram em geral cumpridas, sobretudo pelo mundo ocidental (Resolução nº 748 de 31/3/92).


O povo líbio manteve-se pobre e calado e toda esta situação veio reforçar o controle interno do regime, incluindo o reforço em meios militares.


Acontece que a Líbia é o 4º produtor africano de hidrocarbonetos dispondo, porém, das maiores reservas de todo o continente. O desenvolvimento lento da indústria extractiva (iniciada em 1961) e o cada vez maior apetite que os mercados internacionais têm por petróleo e gás natural, não eram compatíveis com a quarentena líbia. Quando Saddam caiu no Iraque, em 2003, Kadhafi desistiu do seu programa de armas de destruição maciça e pagou três biliões de dólares às famílias dos que morreram no voo da Pan Am e de um outro (UTA Flight). O namoro começou, então, de todos os lados. O embargo foi levantado, Kadhafi admitiu a responsabilidade nalgumas vilanias que cometeu e os negócios floresceram. Portugal foi na onda.


As visitas sucediam-se e eram só sorrisos e abraços. O grande líder (e seus rebentos) continuavam a fazer tropelias e a dizer enormidades, mas tudo se lhes passou a admitir.


Na véspera da actual “revolta”, as exportações de petróleo e gás já representavam 10% das necessidades europeias, além de que a UE lhe passou a pagar uma soma considerável para ele não deixar os emigrantes clandestinos passarem do seu território para a margem norte do mare nostrum. Na Líbia desabaram milhares de técnicos, empresas, toda a casta de produtos e … muito armamento. Armamento que agora aqueles que o venderam, querem destruir! Um “filme” continuadamente em reposição, agora em tecnicolor e quase por antecipação desde que criaram a CNN!


Na sequência da revolta popular na Tunísia e Egipto (partindo do principio que não há mais nada por detrás…), elementos de uma das “tribos” estranhas ao clã Kadhafi, revoltaram-se em Bengasi (bem longe de Tripoli!) e revelaram o seu desejo de afastar o concorrente discursivo de Fidel de Castro, para longe dos bunkers onde se refugia.


A partir daqui os eventos precipitaram-se.


Esquecendo-se que a realidade social na Líbia não era idêntica ao Egipto e Tunísia e que ao contrário daqueles países não existia um exército nacional (que por enquanto têm conseguido controlar os acontecimentos), mas sim um corpo mercenário de segurança pessoal, os principais lideres dos países ocidentais puseram-se logo ao lado dos revoltosos excomungando liminarmente o “louco” Kadhafi com quem aliás, almoçavam na véspera. Nisto foram coadjuvados pela esmagadora maioria dos jornalistas que cobriam os eventos.


Alguns lideres que nos habituámos a ver tão moderados, até perante situações mais graves, decretaram urbi et urbi, o fim de Kadhfi e do seu regime, de novo transformado em eixo do mal. A França, à revelia da UE (aliás de tudo e todos), reconheceu diplomaticamente um poder desconhecido, em Bengasi…


O governo de Lisboa foi na onda guardando distâncias.


A Liga Árabe baralhada com tudo o que vai acontecendo de Marrocos ao Iémen, nem sabe o que há-de fazer.


Parecia que as coisas estavam a correr bem para os revoltosos e que aquela espécie de milícias circenses ululantes e de pé descalço, que rumavam a Oeste, rapidamente tomariam Tripoli.


No Conselho de Segurança (CS) pensava-se em sanções e congelamento de contas e bens.



Mas a Kadhafi não faltavam fiéis (a sua tribo à cabeça), armas e dinheiro. E o que lhe faltava em soldados passou a sobrar-lhe em mercenários. Quando conseguiu pôr alguma ordem nas hostes (ou o filho mais mediático, por ele), desatou a malhar nos que se lhes opunham, fechou a fronteira com a Tunísia e começou a empurrar perigosamente a tribo de Bengasi para o deserto egípcio.


Aqui soaram as campainhas de alarme em Washington e nalgumas capitais europeias. Desenhou-se uma zona de interdição aérea, mas russos e chineses opunham-se. Até que, In extremis, na sexta-feira, dia 18/3, com as forças de Kadhafi às portas de Bengasi, o CS aprovou a Resolução nº 1973, que permitia “todas as acções necessárias à protecção de civis”.


De imediato navios e aviões americanos, ingleses e franceses, previamente posicionados, começaram a pulverizar alvos das forças do ditador líbio, com bombas e mísseis.


Mais uma vez os franceses se adiantaram para serem os primeiros e existem fortes dúvidas se efectuaram o primeiro ataque ainda antes da resolução do CS ter entrado em vigor.


Não se percebe o que terá levado russos e chineses a absterem-se na votação, permitindo os ataques e agora, depois destes terem ocorrido, virem pedir que parem…


Aliás a resolução, que contém 95% de palha e 5% de substância, é vaga quanto a esta última. De facto é imprecisa quanto ao âmbito e objectivo; quem pode intervir, durante quanto tempo, etc. Ou seja, permite que qualquer país no mundo vá lá molhar a sopa e se queira posicionar para reclamar eventuais dividendos quando o fumo dissipar.


E, pelos vistos, estabelecer uma zona de exclusão aérea e proteger civis (o que será um civil naquelas circunstâncias?) tem tido um entendimento bastante alargado…


Ao fim de três dias os únicos países que se decidiram a largar armamento sobre as forças de Kadhafi, os EUA, a GB e a França, aparentemente desentenderam-se, não se sabe bem porquê. Como a NATO e a UE não se entendem como intervir e a Liga Árabe começou a virar o bico ao prego, o comando conjunto tem que ser estabelecido com as três potências belicosas para não começarem a disparar cada um para seu lado.


A Alemanha pôs-se de fora, sem explicar muito bem porquê. Mais uma vez a França faz o que costuma, que é baralhar tudo e ter espirros de personalidade relativamente a ingleses e americanos. Não se entende muito bem os objectivos da operação: eliminar Kadhafi? Levar os rebeldes ao poder? Parar o fluxo migratório para a Europa? Ganhar contratos após a “crise” ter passado? E o que fará correr Sarkozy? Não deixar que se conheça a extensão do eventual financiamento da sua última campanha eleitoral, por parte do líder líbio? Obter proeminência na UE? Afastar os EUA de África (quintal das traseiras europeu) como os EUA afastam os europeus do continente americano?


Muitas perguntas se levantam, porém: como reagirão os russos e chineses, se o assunto voltar ao CS? Como irá reagir a rua Árabe? E a Liga Árabe? Como reagirão os núcleos de emigrantes muçulmanos na Europa? Porque é que se ataca o governo líbio e não se atacam os governos do Bahrein e do Iémen, por exemplo? Há dois pesos e duas medidas? Porque é que os governos do Irão e de Israel, até agora não emitiram um som?


O que se passa na Líbia é um prenúncio de guerra civil, a mais cruel de todas as guerras. À partida ninguém se deve imiscuir numa guerra civil (a não ser que um interesse vital de uma potência, normalmente um vizinho esteja em perigo). Havendo envolvimento internacionaliza-se o conflito e ninguém sabe onde vai parar!...


Tudo isto parece profundamente errado e aleatório.


Por uma vez, parece que o governo português se resguardou – embora não fique bem votar a resolução do CS e depois pôr-se de fora da sua aplicação. Aliás o governo português não tem dinheiro para mandar cantar um cego e um dia destes terá apenas uma existência virtual. Mas o povo português, além de ter de aprender rapidamente a escolher o sistema político e os políticos para se bem governar, deve relembrar uma máxima que aprenderam ao longo dos séculos e que é esta: nós não podemos confiar verdadeiramente em ninguém, na cena internacional. E devemos contar, sobretudo, com nós próprios. Imaginem, por um momento, que uma qualquer coligação intentava uma acção semelhante contra Portugal…


João José Brandão Ferreira


TCor/Pilav (Ref.)


[1] Os principais grupos tribais, hoje em dia, são os Werfalla (o maior com i milhão de almas); Margaha, Barasa, Zwwaya, Misrata, Taruna, Zentan e os Tuaregues, descendentes dos Berberes originais, que habitam sobretudo o Fezzan. A tribo a que pertence Khadafi é a Gaddafi, donde saíram a maior parte da sua guarda pessoal e dos pilotos da FA.