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quinta-feira, 14 de abril de 2011

DE VOLTA AO RIO KWAI E AO BAN PORTUGUET

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Antes de ontem (13-04.2011) era já dia mau para se circular nas estradas da Tailândia dado o início do Ano Novo Budista. Confesso que durante os cinco dias reservados aos tailandeses para gozar a sua festa não me agrada, mesmo nada, de conduzir fora de Banguecoque. Prefiro ficar em casa.
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Há uns tempos a Alexandrina (entre os amigos a Alex) enviou-me um e-mail a informar-me que viria à Tailândia mais o Jorge, seu marido, passar uns dias. O casal mostrou o desejo de vistar a ponte do Rio Kwai, isto porque eu tenho escrito sobre ela e igualmente o Ban Portuguet (aldeia antiga aldeia dos portugueses em Ayuthaya). Acontece que a Alex, viveu vários anos na Tailândia e nunca visitou os dois lugares.
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Claro que a uma amiga e outros de longa data não posso recusar-lhe a oferta de me colocar à disposição de os levar aos dois lados. Já são uns 4 que por vezes os levei à ponte e ao Ban Portuguet e mais amigos que venham assim o farei.
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Mas não julguem, por aí os que me têm “ódiozinhos de estimação” que cobro um “pingo” de combustível (não o faço a amigos e inimigos que sejam, mesmo, encobertos) para o depósito do meu Honda Cívico de 14 anos nas minhas mãos.
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Dá-me gosto levar os meus amigos, conversar animadamente, pelo caminho e recordar os tempos felizes e de quando a gente a cada passo se reunia nas festas no Jardim da Residência da Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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Alex era uma presença, constante, entre outros nos eventos da embaixada e nos tempos felizes que por ali haja havido de quando o embaixador Mello Gouveia geriu a missão. O velho diplomata que hoje é (81 anos), era exigente na presença dos portugueses na embaixada. Queria-os lá todos!
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Bem não havia aquelas “merdas” de hoje ocuparem os eventos da embaixada os salões de hotéis de cinco estrelas e comerem uns “bocaditos” de qualquer comida sem paladar, que seja, à gastronomia portuguesa. Além do mais custam uma nota!
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Era no jardim colocadas as mesas, com comida e vinho à farfalhuda (cada um que se servisse) de Grão Vasco tinto ou branco e Mateus Rosé colocado em cima de mesas cujo o tampo era composto de azulejos.
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Os ingredientes para adubar os estômago: sardinhas de latas em cima de fatias de pão meio torrado; rodelas de chouriço cru; queijo da serra, anchovas e outras delícias lusas.
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Mas quando havia jantar, para os cardeais (era assim que eram denominados entre nós os embaixadores e outras pessoas gradas de Banguecoque), então servido o jantar em cima de uma plataforma de cimento (mandada construir por Mello Gouveia), junto à margem do rio e apanhar o fresco vindo de lá.
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Depois da festa acabar e os convidados, locais, partirem , embaixador Mello Gouveia, quedava-se com os portugueses, junto à base do pau de bandeira e que depois o houviamos contar as suas histórias saborosas que tantas possuía em sua memória para nos fazer rir e irmos bebendo uns copos.
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O vinho português é um excelente repelente e os mosquitos não tinha alguma chance sequer de nos ferroar a carne pois o álcool os afastava de nos encomodar.
Alex e Jorge em frente ao "Felix Resort, em Kanchanaburi, onde se hospedaram. Lado direito à entrada da Ponte sobre o Rio Kwai.
No Campo de São Domingos, como em Abrantes tudo como dantes...Nada ali foi feito a não ser o cortar a relva no espaço em frente ao museu. O embarcadouro na mesma e onde deveria estar designado o nome do espaço "Portuguese Settlement", está como está há vários anos.
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Alex e o marido Jorge juntos À entrada do embarcadouro no Campo de São Domingos, "Ban Portuguet"
Panorâmica das ruínas colocadas a descoberto há 27 anos e o edifício novo inaugurado em dois de Abril de 1995 por Sua Alteza a Princesa Galyani (falecida).
O casal junto à capelinha à entrada do museu. Um mapa exposto à entrada do museu, obra de Franciscus Jollain no ano de 1686 onde os números, apostos, dão conta como era nessa altura o Ban Portuguet, onde três igrejas e que falsamente já foi publicado que só existiam duas... A informação, deturpada, foi para afastar uma jovem portuguesa arqueolõgica, Rita de Carvalho, que a expensas da Fundação Gulbenkian viria supervisionar as escavaçãos que para elas estaria já uma verba destinada. A jovem chegou a viajar à Tailândia com uma representante da Gulbenkian e juntamente com o embaixador Faria e Maya (eu também) visitar o local.
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À MARGEM: Já por várias vezes me referi ao estado degradado qm que se encontra o Campo de São Domingos e parte do ancoradouro, que seguiu na cheia do rio Chao Prya.
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Evidentente que todo este desleixo pertence a dois embaixadores Lima Pimentel e Faria e Maya, por que não se interessaram em conservar o nome de Portugal na Tailândia.
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Dinheiro tiveram eles à "farfalhuda" recebido da renda de um terreno, a paredes meias da Missão de Portugal em Banguecoque e alugado a um hotel de 5 estrelas.
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Lima Pimentel e Faria e Maya receberam (não devo ter muita margem de erro) cerca de um milhão de euros em 8 anos e não posso saber aonde foram parar esses dinheiros públicos que em nada foram utilizados para promover Portugal na Tailândia às grandes massas de público.
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Porém, inclino-me, que nesse largo montante de dinheiro que houveram "maroscas" de desvios para lugares onde não deveria...
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Pois são dinheiros públicos onde deveriam nessas "maroscas" estar incluída a roubalheira infame de contratos e obras fictícias, bilhetes de avião, férias em paradisíacas estância balneárias, roupas e outras aquisições que o dinheiro fácil produz.
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Eu não queria, como cidadão português, que visse, a Missão Diplomática de Portugal na Tailândia, um espelho daquilo que está acontecer em Portugal.
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É preciso saberem as autoridades portugueses, de direito, que caminho levaram centenas de milhares de euros que foram estafados em Banguecoque e provenientes da renda de um quinhão de terra que também é Portugal.
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Um representante de Portugal no estrangeiro não pode à "balda" utilizar fundos públicos conforme a real gana que lhe der
José Martins

DE PRONTO QUE VOLTE A DIGNIDADE AOS HOMENS DE BEM

O que de momento está acontecer em Portugal é deveras humilhante para o cidadão comun. As finanças, do erário público, sob total descontrolo desde há muitos anos e os portugueses a viverem debaixo da mentira do poder que muitos deles não tiveram conhecimento daquilo que se estava passando que os levou, de momento, a um estado de miséria.
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Os vicios do Poder, de cima, são contagiantes e alargam-se a outras chefias de departamentos do Estado Português.
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Todo o funcionário da mó debaixo que interferir em actos menos digno e meter o “bedelhos” em irregularidades notadas certamente que o poder a que está submisso o vai perseguir que tanto pode ser silenciosamente como compulsivamente.
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Entre outros vários casos que devem ter acontecido de que funcionários se intrometeram, um deles fui eu e embora não tivesse sido perseguido compulsivamente fui, silenciosamente, por durante 14 anos. Mais ou menos igual à esposa que segue infiel ao marido e este o último a saber que a esposa lhe ornamenta a cabeça.
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Em meados do ano de 1995 e como funcionário da missão diplomática de Portugal em Banguecoque, um trabalhador, tailandês, de manutenção e conservação dos bens do Estado, informou-me que umas peças de porcelana, expostas na arcada da residência, tinham sido enfiadas no contentor e juntos a outros bens do chefe de missão que seguiriam para Portugal, depois de terminar a sua comissão de 7 anos.

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Em lugar das peças que foram enfiadas no contentor ficaram umas cópias que foram adquiridas num fábrica de porcelanas em Ratchaburi (a cerca de 100 quilómetros da capital tailandesa).
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Os plintos de origem chinesa, uma dúzia, foram enviados de Macau em fnais do século XIX, com o objectivo de decorar a arcada da residência dos embaixadores e uma peça única, em todo território nacional, da arquitectura e conhecida como Sino-Portuguesa.
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Bem quando o chefe de missão, já reformado, chegou a Lisboa, uma carta minha esperava por ele a dar-lhe conta da falcatrua que tinha levado a cabo em Banguecoque e que deveria enviar à procedência os plintos. O plintos retornaram e as falsas cópias enviadas para Lisboa. Sua desculpa, para o seu sucessor (aliás como sempre) foi que as peças foram enfiadas por engano no contentor.
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Começou então o meu calvário, silencioso e prolonga-se por durante 13 anos e até ao princípio da noite de 16 de Janeiro do ano 2008. Uma carta foi escrita pelo chefe de missão ao seu sucessor a dar-lhe conta daquilo (claro para ele) que eu tinha sido de quando o servi, por 7 anos, com salários da “pêra dos porcos” na Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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Foi essa a sua vingança e a de outros 4 embaixadores (incluindo diplomatas números dois da missão) que o viriam, depois de partir, a substituir.
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Por acidente a carta da “maldade” veio parar às minhas mãos e foi então que cheguei à conclusão que aquele funcionário, público, que meter o nariz onde não é chamado sofrerá as consequências e eu gramei-as silenciosamente na forma como era tratado, na missão diplomática, que não chegava a compreender qual seria a razão.
José Martins

PORTUGAL: "ESTE PAÍS NÃO É PARA CORRUPTOS"

Em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer
... Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa.
O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido.
Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto - é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.
O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper.
Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. "Tenha paciência", dizem os juízes. "Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente."
Ricardo Araújo Pereira

FERREIRA FERNANDES: "PRIMEIRO CONTACTO TÉCNICO DO FMI"

Hotel Tivoli?

Daqui, do aeroporto, é um tiro... Então o amigo é o camone que vem mandar nisto?

A gente bem precisa. Uma cambada de gatunos, sabe? E não é só estes que caíram agora. É tudo igual, querem é tacho. Tá a ver o que é

Tacho, pilim, dólares. Ainda bem que vossemecê vem cá dizer alto e pára o baile...

O nome da ponte? Vasco da Gama. A gente chega ao outro lado, vira à direita, outra ponte, e estamos no hotel. Mas, como eu tava a dizer, isto precisa é de um gajo com pulso. Já tivemos um FMI, sabe?

Chamava-se Salazar. Nessa altura não era esta pouca-vergonha, todos a mamar. E havia respeito... Ouvi na rádio que amanhã o amigo já está no Ministério a bombar.

Se chega cedo, arrisca-se a não encontrar ninguém. É uma corja que não quer fazer nenhum. Se fosse comigo era tudo prà rua. Gente nova é qu'a gente precisa. O meu filho, por exemplo, não é por ser meu filho, mas ele andou em Relações Internacionais e eu gostava de o encaixar.

A si dava-lhe um jeitaço, ele sabe inglês e tudo, passa os dias a ver filmes. A minha mais velha também precisa de emprego, tirou Psicologia, mas vou ser sincero consigo: em Junho ela tem as férias marcadas em Punta Cana, com o namorado.

Se me deixar o contacto depois ela fala consigo, ai fala, fala, que sou eu que lhe pago as prestações do carro... Bom, cá estamos. Um tirinho, como lhe disse. O quê, factura? Oh diabo, esgotaram-se-me há bocadinho.

MADEIRA E O LIVRO "JARDIM - A GRANDE FRAUDE

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"Jardim - a grande fraude" é lançado esta quarta-feiraInserido em 13-04-2011 11:52 A apresentação é às 18h30, na Casa da Imprensa, em Lisboa.
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Ainda sem data para ser apresentado na Madeira, o livro do jornalista Ribeiro Cardoso "Jardim - a grande fraude" é esta tarde lançado em Lisboa.
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O lançamento vai decorrer na Casa da Imprensa, onde serão abertas as páginas do livro que promete por a nu o regime de Alberto João Jardim. Jardim, o mais resistente depois de Salazar Trata-se de uma investigação de dois anos diz o autor Ribeiro Cardoso, jornalista que privou com Alberto João Jardim em Coimbra, nos anos 60, quando eram estudantes.
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Nunca pensou que Jardim chegasse onde chegou e onde está há 32 anos. A Madeira tornou-se ao olhar do jornalista um caso de estudo.
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“Achava aquilo uma nódoa negra num regime democrático”, explica. “Achei que era uma obrigação que eu tinha de falar de uma realidade, de uma parcela de Portugal, onde as regras são diferentes e acho que a culpa é muito de Lisboa”, porque “já deu a Madeira como caso perdido”, frisa.
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No livro, Ribeiro Cardoso revela testemunhos, mas, sublinha, “todas as pessoas na Madeira querem falar mas com uma condição: não dizer o nome”.
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"Jardim - a grande fraude" não foi ainda apresentado na Madeira, depois de vários hotéis recusarem ceder um espaço. Perante o facto, Ribeiro Cardoso deixa a pergunta. “Peço às pessoas que reflictam se é possível acontecer isso em Lisboa, no Porto, em Freixo de Espada à Cinta, em Coimbra. Onde queiram?”
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A apresentação é às 18h30, na Casa da Imprensa, em Lisboa.
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Maria João Costa
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Apresentação do livro "Jardim, A Grande Fraude" suspensa na Madeira
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Editora não consegue arranjar um espaço para lançar a obra do jornalista Ribeiro Cardoso. A apresentação no Funchal do livro “Jardim, A Grande Fraude – Uma Radiografia da Madeira Nova”, prevista para a próxima terça-feira, está suspensa porque a editora ainda não conseguiu encontrar um local disponível para a apresentação da obra.
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Os convites foram enviados. A sala reservada, mas esta manhã chegou a notícia. O lançamento do livro jornalista Ribeiro Cardoso foi suspenso porque o hotel CS Madeira Atlantic contactou a editora Caminho a dizer que afinal não teria disponibilidade de espaço.
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Perante a recusa da cedência de uma sala para a apresentação do livro do jornalista Ribeiro Cardoso, a editora Caminho tentou outros locais, todos deram a mesma resposta negativa.
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O editor Zeferino Coelho acha estranho o facto de não conseguir encontrar na Madeira um espaço para o lançamento do livro crítico do presidente do Governo Regional. Sem espaço, a Caminho suspendeu o lançamento de terça-feira, mas não desistiu da ideia.
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Zeferino Coelho, puxa pela memória e diz que tal só lhe aconteceu em outras épocas, antes do 25 de Abril. O livro promete falar do mar de dividas em que vive afogada a ilha liderada por Jardim e revelar os meandros do seu regime.
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Convidados para fazer a apresentação estavam o presidente do Sindicato dos Jornalistas, o padre José Luís Rodrigues e os ex-deputados regionais Cabral Fernandes e Violante Saramago.
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Em Lisboa, o livro será apresentado na próxima quarta-feira, na Casa da Imprensa, pelo director do Jornal de Letras, José Carlos Vasconcelos.

DOIS "MELROS" DE BICO AMARELO

. Para ler em francês clique a seguir: .
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Armando Vara atingiu em 2010 mais de 820.000 € do banco Millennium BCP Português. A notícia veio sexta-feira em meio a crise política de um país à beira da bancarrota e onde sucessivos planos de austeridade..
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Nesta soma arrumada (o salário Português mínimo é inferior a 500 euros) 562,192.38 euros representam honorários pagos a Vara, porque ele não podia estar presente como vice-presidente do PCO.
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Pequeno problema: a causa deste incidente, em uma brilhante carreira é o indiciamento de Vara em escândalo de corrupção no "Face Oculta" (mascarado), um grande caso de tráfico de influência no sector público e pró-estatais orquestrada por uma tratamento de resíduos industriais.
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Modesto funcionário de grande instituição financeira pública Caixa Geral de Depósitos (banco estatal de poupança) em sua região no extremo norte, Armando Vara ganhou altas finanças e fortuna, pela política.
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Curso bastante comum no Portugal contemporâneo, onde a endogamia entre política e negócios é uma caricatura. Tal como Sócrates, Vara é um dos jovens lobos socialista ingressar no Parlamento em 1980, após uma breve carreira como um “parolo” provincial.
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A dupla vai se tornar inseparáveis, feliz mistura de interesses carreirismo político e privado. Em 1995, os dois amigos quedam-se figuras de primeiro lugar no governo de António Guterres.
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Se Sócrates é já objecto de comentários não faz jus sobre suas actividades como engenheiro no serviço de municípios da Guarda s Covilhã. Vara é acusado de usar os serviços do Estado para o projecto de sua segunda casa Montemor-o-Novo, a sul de Lisboa.
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Devem entretanto saber-se da posse de uma fazenda, no Alentejo anteriormente, ocupada pelos comunistas e dentro do programa de reforma agrária que viria a falhar durante o período revolucionário de 1974-75). Um carro topo de gama alemão de cor preto, um elemento-chave do estatuto social do português super star.
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Em 2000, um novo escândalo terminou a carreira de Vara como ministro da Juventude e Desportos. Mas não houve nenhuma acção judicial. Em 2005, José Sócrates e no tempo decorrido como secretário-geral do Partido Socialista e o primeiro-ministro do governo que por acidente nomeia ministro das Finanças Fernando Teixeira dos Santos.
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Fernando Teixeira dos Santos, agora mandatário das finanças de Portugal, Armando Vara impulsiona os círculos de liderança da DMC. Houve no entanto um pequeno problema: para acessar esta função de financiamento, o ex-estudante, que nunca terminou os estudos filosóficos, precisava ter pelo menos uma licenciatura.
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Não se preocupou, três dias antes da sua nomeação, ele recebeu o precioso licenciamento (em "relações internacionais") da falecida e pouco conhecida Universidade Independente de Lisboa (fechada em 2007, por decisão ministerial).
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A propósito, da mesma universidade, cujo reitor premiou por fax e domingo (em 1996!) José Sócrates com a licenciatrura "engenheiro".
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Mas o sorte grande real de Vara saiu-lhe em 2008, quando se move de uma instituição financeira pública no banco "privado" BCP, dobrando a parte de seus vencimentos já confortáveis.
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Qualificação para o trabalho: sempre o mesmo, ser o amigo de Sócrates, enquanto que o BCP, além de os efeitos da crise financeira mundial, enfrenta um período de agitação interna violenta que levará à demissão de seu fundador, Jorge Manuel Jardim Gonçalves, uma das figuras do Opus Dei em Portugal.
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CGD não é vingativo: pouco depois de sua partida, Vara será aumentado para o maior índice hierárquico, com um impacto benéfico sobre a sua pensão futura!
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Mas em novembro de 2009, Armando Vara é forçado a resignar de seu mandato como Vice-Presidente, o escândalo dos resíduos da inicial. Medida em que o Conselho de Supervisão do BCP, liderada por Luís de Melo Champalimaud (herdeiro da dinastia industrial e financeira de Salazar), vai resolver a morte na alma.
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A instrução sobre a rede de corrupção criada pelo industrial Aveiro (região central de Portugal), Manuel Godinho, irá resultar em um duelo incrível entre os magistrados, apoiados pela imprensa independente, e altos hierarquia judiciária, que ordenou a destruição de todas as escutas em causa (Polícia Judiciária) Intercâmbio de conversas entre Sócrates e Vara.
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Mas, como já vimos, Armando Vara, um pouco como Silvio Berlusconi, é um sobrevivente de reveses legais. À luz de alguns dos anteriores, não espere muito do próprio julgamento.
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Os amigos de Sócrates também se recuperaram rapidamente no mundo dos negócios. Desde setembro de 2010 ele é presidente do conselho de administração da Camargo Correia África, uma subsidiária do conglomerado brasileiro activo nas ex-colónias Português de Angola e Moçambique.
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Como tal e claro, ele viaja bastante. . É por isso que este personagem, que seria de esperar uma margem de apreciação, dado o número de vasos pendurados em seus calcanhares, ele tomou sobre si mesmo, um mês atrás, de passar muitos pacientes esperando sua vez no centro da atenção "Alvalade (Lisboa), entrando sem bater em um consultório médico para exigir um atestado médico porque isso iria" tomar um avião. "
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Comportamento, então, qualificado de "abuso absolutamente inconcebível" pelo director do centro.
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Vara é errado interferir. BCP que já lhe concedeu mais de 820.000 € para o ano de 2010, onde ele não pôs os pés no banco é mantido em suporte de vida pelo Banco Central Europeu.
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Como outros assentamentos Português, ele não tem mais acesso ao mercado interbancário internacional desde setembro de 2008. E a situação não vai chegar a termos com a crise política que viu as taxas de juro da dívida soberana em Português sobem mais de 8% (para quase todos os vencimentos).
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Além de aprovar um pacote global de € 4.100.000 para os gestores (incluindo 260 mil para a Vara, com exclusão de "compensação"), os directores decidiram na sexta-feira para remover o valor nominal de um euro, o preço atual de 0,61 € será menor, que proibiria novas questões.
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No entanto, soube-se ao mesmo tempo em que a Sonangol, empresa petrolífera de Angola nacional, tinha aumentado a sua participação no BCP de 9,9-14,9%. E tem uma autorização do Banco de Portugal até 20%.
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Vara foi um dos pivôs dos acordos de "estratégica" entre o BCP e de Angola, onde as receitas do petróleo é em grande parte capturados pelo clã do presidente (de vida), José Eduardo dos Santos.
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Valia a pena um dom pequena lembrança. . Não há. Diga-me quem são seus amigos, eu lhe direi quem você é. As últimas notícias, José Sócrates é sempre um amigo íntimo de Armando Vara.
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PS: Tradução Livre

AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 14.4.11

Capa do Correio da Manhã Correio da ManhãEN125: Um ferido em despiste
Albufeira: Lidera procura on-lineQuarteira: Fogo em loja de roupaMaia: Jovem morre em colisão
Aveiro: Mestres vão ser julgados
Capa do Público PúblicoTitularização das receitas fiscais em 2003 custou 300 milhões de euros até Fevereiro de 2010Portugal assume hoje comando da missão militar naval contra pirataria na SomáliaRefer vai despedir 500 trabalhadores em dois anosCarlos César diz que o único vencedor das legislativas é o FMICDU avança com novos candidatos na Madeira, Castelo Branco e Portalegre
Capa do Diário de Notícias Diário de NotíciasAlucinaçãoMarinha com défice de quase 16 milhões de eurosFuncionários das Finanças acusados de corrupçãoMarinho Pinto quer fim da fase de instrução nos processos
Há 2 mil postos de trabalho disponíveis no sector de pescas
Capa do Jornal de Notícias Jornal de NotíciasVoo da TAP Caracas-Porto adiado para esta quinta-feira devido a mau tempo
Todos os dias registam-se 7.200 nados-mortos em todo o mundo, afirma relatórioMais de um milhão de nados-mortos podiam ser salvos todos os anos
Mulher quer atravessar três oceanos a remoSete escritores portugueses concorrem ao prémio PT
Capa do i iBPN. Oliveira Costa perdeu 275 mil euros em negócio com CavacoDe Beja, com amor. Vinte anos e 34 milhões depois, o Alentejo já tem aeroporto internacionalBelém em silêncio. Cavaquistas pedem acção do PresidenteQueixa contra agências de rating pode ditar investigação judicialGaliza. Portagens nas Scut são vistas como "limites" ao turismo
Capa do Diário EconómicoDiário EconómicoSCUT do Norte já renderam 32 milhões de euros desde OutubroQuase 17 mil funcionários públicos saíram do Estado em 15 mesesPassos negoceia resgate após retrato das contas públicasRevisão do défice de 2010 obriga a passar contas à lupaÉtica
Capa do Jornal Negócios Jornal NegóciosResgate a Portugal poderá ser "poço sem fundo" e pode contagiar Espanha
Zapatero: Sistema financeiro espanhol é "forte, solvente e resistente"Resultados da Toshiba animam bolsas asiáticasAs notícias em foco na edição de hoje, dia 14 de Abril, no NegóciosPreços do petróleo sobem pela segunda sessão consecutiva em Nova Iorque
Capa do Oje OjeBancos estão vulneráveis, diz FMIMonteAdriano ganha em Cabo VerdePortugal já está em recessão e continuará até 2012Gestores recorrem mais às insolvênciasLucro do JPMorgan dispara
Capa do DestakDestakSoulbizness no Glória Live MusicGolo de Ronaldo confirma final antecipada entre Real Madrid e BarçaMinistro: "País não pode parar" e precisa deste tipo de projectosArtistas solidários com o JapãoAdministração Central do Estado reduziu perto de 17 mil funcionários nos últimos 15 meses
Capa do A BolaA BolaFernando Alexandre a central
Nuno Gomes apagou o PhilipsNova rábula dos bilhetes deixa dragões incomodados
Zahavi quer jogar pelos leõesProntos para a história
Capa do RecordRecordNolito está garantido e já a ser acompanhadoBobô espera definição
Jogo para honrar a históriaSeguir a luz do MaestroIncrível até na Rússia
Capa do O JogoO JogoITF de Osprey: Michelle de Brito assegurou passagem à segunda ronda do torneioCristiano Ronaldo: “Espero que passe o melhor e que o melhor seja o Real Madrid”
Benfica goleia Oliveirense por 11-1 e é líder à condição
José Mourinho: “Ficou claro que não podíamos ter brincado com esta equipa”Rangers vencem Aberdeen por 1-0 e mantêm pressão sobre o Celtic