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quarta-feira, 27 de abril de 2011

HENRIQUE CALISTO – UM TREINADOR DE FUTEBOL,PORTUGUÊS NA TAILÂNDIA, ALCANÇOU MAIS UM TRIUNFO, INTERNACIONAL, NAS MALDIVAS CONTRA O VITÓRIA

.Muang Thong 4-0 Vitória - 27 de abril de 2011
Jogadores Muang Thong comemorando um gol contra o Vitória
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Male, Maldivas - Muang Thong United derrotou o Vitória, de Maldivas por 4.0 para a Taça da AFC no encontro disputado, ontem, (27.04.11. Muang Thong marcou um golo no início da partida e senhor do jogo, tendo sob pressão seu adversário, para o controlar durante os noventa minutos.
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Muangthong em boa forma marcou três golos no primeiro tempo e uma segunda parte mais fácil para os visitantes,
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Na segunda parte os jogadores de Calisto controlaram o ritmo do jogo e continuaram no contra-ataque.
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O primeiro golo veio no sétimo minuto do início da partida e Siaka sem marcação, dentro da grande área, dirigiu, livremente, o tiro à rede a partir de um passe de cruzamento de Saensook.
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Logo no minuto 21, Arromasawa duplicou a pontuação de Muang Thong Unidos, desmarcando-se dentro da grande área.
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Christian marcou o terceiro golo da partida para Muang Thong quando recebeu a bola dentro da grande área e disparou para o golo após bater Sobah.
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Muang Thong marcou o seu quarto golo no minuto 67. Depois de bater o defensor na demarcação da área de grande penalidade, Christian cruzou a bola para Boonmatoon que pontapeou, fortemente, fora da grande área e acabou num canto da baliza.
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Após a partida Muang Thong o treinador, português, Henrique Calisto Unidos disse que ficou um pouco surpreso com a linha de pontuação do jogo de hoje entre o Vitória na Copa AFC grupo G.
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"Sim, fiquei surpreso com a pontuação. O Vitória jogou muito bem em sua primeira partida contra nós, em Banguecoque, mas hoje eles não jogar assim. "
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Henrique Calisto disse que foi muito fácil para o seu clube marcar um golo no início da partida contra o Vitória e depois todo o sistema foi alterado.
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"Marcámos um golo cedo e isso nos fez abrir o jogo. E quando aconteceu o segundo golo foi mais fácil para nós. Nós dominamos o jogo e marcámos mais dois golos. "Acrescentou
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Ele também disse que alguns de seus jogadores ficaram lesionados , mas naquele momento não me poderia estar a preocupar muito com isso.
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"Nosso guarda-redes foi lesionado no jogo, mas de momento não posso informaar nada sobre as consequências . Temos que esperar por amanhã para verificar o seu estado. "
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Por outro lado, o treinador do Vitória Ali Suzain disse que perdeu o jogo por causa dos erros defensivos.
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"Perdemos esta partida devido a erros simples e descuidos defensivos. Nossa defesa estava desorganizado e até que eu tive que fazer uma mudança também. "
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Ele também disse que a única diferença foi a excelente qualidade dos jogadores estrangeiros.
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"A única diferença foi a qualidade dos jogadores do Muangthong. Quando falamos sobre o sucesso nestas competições é preciso ter estrangeiros como os que jogaram contra nós hoje. "
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"Muang Thong Unidos gasta milhões de dólares para a compra de jogadores e para a construção de suas infra-estruturas. Mas o que podemos fazer se ainda estamos na construção de metade de um campo para os últimos dois anos. Se nos quisermos classificar para a segunda ronda deste torneio ou ir mais longe, precisamos ter bons jogadores com talento estrangeiro. "
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"Se nós precisamos de participar neste torneio nos próximos anos, nós temos que decidir se vamos participar ou não. E também quais são as coisas que precisamos fazer. Caso contrário, não há forma de participar neste torneio apenas para um nome. "
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Quando perguntado sobre o status da FAM jogador do vencedor do prêmio do ano, Ibrahim Fazeel, Suzain disse que nada fez durante os últimos três dias.
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"Fazeel não participou no evento da cerimônia de entrega do prémio dado que voltou a noite passada 'após um checkup médico em Colombo. Ele estava cansado e tem algumas pequenas lesões de que eu não quero correr o risco dele. É por isso que eu vou colocá-lo no banco. "
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A redacção,traduzida, foi recolhida de várias fontes de informação.

ESTA MERDA DAS AMBIÇÕES....- O SÓSIA DO DR. NOBRE

Penso logo insisto
José Niza
O SÓSIA DO DR. NOBRE
Ninguém está livre de ter um sósia.
A mim já me aconteceu com o actor Jacinto Ramos. E até tinha muita graça. Eu entrava numa loja de Lisboa para comprar uma camisa e lá vinha: “Como vai o senhor Jacinto Ramos?...gostei muito de o ver naquela peça do Nacional”.
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E ele, em contrapartida, também me contava as confusões em que às vezes se via metido. Do género: “Ó senhor deputado, lá na Assembleia, não poupe os gajos”. Ou, então: “Gostei muito daquela música que fez para o Carlos do Carmo”.
É assim. Acontece aos melhores. E aconteceu agora ao dr. Fernando Nobre, ilustre médico das sete partidas do Mundo.
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Aproveitando a ausência do cirurgião numa missão no Sri Lanka apareceu subitamente na praça pública um cromo que é uma cópia perfeita do dito cujo: a mesma cara, os mesmos óculos, o mesmo sorriso vaidoso, a mesma estatura, cabelo igual. E, até, a mesma voz. Não se sabe de onde surgiu este sósia do nobre cirurgião. Mas a verdade é que ele anda por aí, como o Santana, com falinhas mansas de encantador de serpentes.
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Que o tipo é espertalhaço, ninguém duvida. E, como o dr. Nobre continuava naquele país onde os putos correm atrás das galinhas para lhes tirarem os pedacitos de pão que levam no bico, o farsante aproveitou-se da ausência do modelo original e lançou-se na política, pensando assim com os seus botões: “Já que falhou a Presidência, ao menos que venha a Assembleia.
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Não é tão bom, pagam pior, não tem vista para o Tejo e, ainda por cima, em vez de comandar só meia dúzia de assessores dóceis e engravatados, tenho de aturar 230 deputados, incluindo a Heloísa Apolónia, o Pacheco Pereira e aquele do PS que roubou um gravador aos jornalistas”.
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E, se bem o pensou, melhor o fez. Mandou um mail ao Passos Coelho: “Tenho aqui seiscentos mil votos, seiscentos mil votinhos, quanto é que isto vale, ó Pedro?”
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E o Passos – que andava ocupadíssimo a fazer desmentidos – passou a bola ao Relvas: Ó Miguel, arranja lá um lugar ao gajo”. E o dito Relvas – que em vinte anos de Assembleia nunca lá falou - foi então falar com o pseudo-Nobre julgando que eram favas contadas e ofereceu-lhe um lugar de deputado pela emigração.
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“És parvo, ou quê? Tu sabes o que são seiscentos mil votos? Sabes? Pois o que eu quero é o lugar do Gama, o gabinete do Gama, o motorista do Gama, o Mercedes do Gama, as secretárias do Gama. Só não quero é as camisas às riscas e as gravatas do Gama”. E o Relvas: “Negócio feito, pá! Porreiro, pá! Assina aí, pá!”
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Foi então que, inesperadamente, o doutor Nobre, o autêntico, o verdadeiro, regressou do Sri Lanka. E ao chegar a Lisboa, o que é que viu? A sua fotografia nos jornais e a dizerem que era candidato do PSD, e que ia para Presidente da Assembleia, e coisas assim. Ficou fulo, possesso, mais furioso ainda que aquela galinha da Etiópia quando os putos lhe tiraram o pedacito de pão que levava no bico.
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Como era possível? Como é que era possível que o f. da p. do sósia andasse por aí a fazer negociatas com o PSD, ele que até odiava os partidos, e o poder, e a sacanagem da classe política?
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Como é que era possível que o troca-tintas do rasca do sósia quisesse ser deputado, se nem sequer conhecia o programa do PSD?
Como era possível que o alarve do sósia quisesse passar por cima de gente decente como Manuela Ferreira Leite ou Mota Amaral?
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Como era possível que um aldrabão, um vira-casacas, um troca-tintas, um safardana sem princípios, um burlão político, lhe quisesse roubar seiscentos mil votos para os ir vender ao Passos e ao Relvas? Era demais! E então – como nos filmes – sabendo que o falso Nobre ia dar uma entrevista à televisão, fez-lhe uma espera.
E, à saída. com um bisturi, limpou o sebo ao sacana.
Que é para isso que servem os bisturis. E os sacanas.
E assim, a calma voltou a Portugal.

CASAMENTO REAL . O JORGE ENVIADO RESPECIAL EM LONDRES

O Jorge, enviado especial deste blogue, tem se esfarrapado para encontrar e entrevistar as grandes personalidades inglesas durante o seu trabalho de reportagem. Do Porto o Jorge, ja com ele para Londres, levou na agenda uma visita/entrevista com o Elton John. O Elton foi mãe há uns meses e assim ter a oportunidade de conhecer o pequenino Zachary (nascido no esquema,presente, dos famosos de barriga de aluguer). Para o Jorge não ir de mãos abanar presenteou ao grande artista, maricas, um objecto de boa qualidade e tamanho produzido nas Caldas. Daqui: "continuação de bom trabaho ó Jorge!"
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O Jorge no "bom trabalho" em Londres
O casal que irradia felicidade o Elton John e o David Furnish. Na foto da direita o Elton uma mãe babada/galinha e o seu pequenino Zachary
O presente que o Jorge carregou para Londres e ofertar ao Elton John

CASAMENTO REAL . O JORGE O NOSSO ENVIADO A LONDRES

Não poderia deixar o nosso blogue de estar presente no casamento real de Kate e o William em Londres. O Jorge em Londres e a Soninha como o "pivete" na redacção.

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PRONTO NÓS OS PORTUGAS SOMOS MESMO ISTO...!!!

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Não há mesmo nada a fazer... Somos uns porreirais! O tango de Letria dedicado a nós os "tangas"
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PREVISÕES EM CIMA DO NASCIMENTO DO REBENTO REAL INGLÊS

Casamento real no Reino Unido
Royal baby ... our graphics wizards have shown how the youngster might look
Bebé Real ... assistentes gráficos da redacção apresentam como a criança pode parecer

Apostas em cima do nascimento, em 2012, do bebé de William e Kate

Apostadores informam que primeiro filho de William e Kate vai nascer no próximo ano.

Bookies William Hill ter tido uma onda de apostas em apenas 5-4.

Eles oferecem previsões em 1.000-1 será um menino e passará a jogar futebol na Primeira Liga em 2033 e se for menina crescerá para ser um modelo de capa de revista da Vogue antes de ela atingir 18 anos

E....NA CASA ONDE NÃO HÁ (JÁ) PÃO RALHAM OS DOIS SEM RAZÃO...!!!

De costas voltadas

EMBAIXADOR DE PORTUGAL JORGE TORRES PEREIRA APRESENTA CARTAS

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Hoje 27 de Abril de 2011, o Embaixador de Portugal no Reino da Tailândia. Jorge Torres Pereira apresentou as Cartas Credenciais a Sua Alteza o Príncipe Herdeiro Maha Vajiralongkorn, que o acredita como representante de Portugal.
O Embaixador Jorge Torres Pereira (à esquerda em grande uniforme) na altura que se apresentou a Sua Alteza o Príncipe Herdeiro Maha Varijalongkorn, no Palácio
Este blogue deseja ao novo Embaixador de Portugal na Tailândia os maiores êxitos no cumprimento de sua missão. Os primeiros portugueses chegaram à Tailândia em 1511 e este ano atinge 5 séculos de bom relacionamento sem a história ter registado conflitos diplomáticos entre as duas nações amigas.
José MartinsFotos: Com a devida vénia do canal 3 de televisão de Banguecoque

CIDADE PUTA QUE PARIU (NO BRASIL)

Para quando a fundação em Portugal de uma cidade com este nome para se agazalharem uns "gajos" que seguiram e seguem a lixar a vida aos portugueses...

Puta que pariu fica na cidade de Bela Vista de Minas, perto de Joao Monlevade, Minas Gerais. Bela Vista é uma cidadezinha cercada de mato no interior de Minas Gerais. Um dos bairros tem esse nome. Acredite se quiser! O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei nº 2764, de 30 de dezembro de 1962, desmembrando do município de Nova Era (New Era City), declarando naquele momento, às margens do Corrego do Onça a Independência de Bela Vista de Minas. A cidade é dividida em 7 bairros: Bela Vista de Cima, Lages, Serrinha, Córrego Fundo, Favela, Puta que pariu, e Boca das Cobras (mais conhecida como a Europa de Bela Vista).

Agora você pode mandar quem você quiser para puta que pariu!

LEIAM O CONTEÚDO ABAIXO E FIQUEM A SABER QUEM EM PORTUGAL VOS QUERIA COLOCAR A PÃO E ÁGUA...!!!

Porque silenciam a ISLÂNDIA?

(Portugal está neste estado lamentável por causa da corrupção interna – pública e privada com incidência no sector bancário – e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.Sócrates foi dizer à Sra. Merkle – a chanceler do Euro – que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha (entenda-se portugueses) a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este país deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente que se fale dele

Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.

Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.

Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas “macaquices” bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).

País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no poder até levar o país à miséria.

Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal “ajuda” ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para “tapar” o buraco do principal Banco islandês.

Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.

O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.

Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições. Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria.

Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.

Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.

Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não “estragar” os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.

As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.

Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.

O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas.

Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.

Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.

Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.

O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.

Por Francisco Gouveia, Eng.º

AS SUAS NOTÍCIAS DE 27.04.11


Capa do Correio da Manhã Correio da ManhãComendador atacado em casa por gangAlmancil: Popular apanha ladrãoJosé Sócrates: Chamado a tribunalRui Pedro Soares: Julgado em 2Aleksandr Lukashenko: Insulta BarrosoLisboa: Preventiva por burlasPortimão: Traficantes detidos
Capa do Público PúblicoNovo portal vai revelar informação sobre empresasPortugal é o país da UE onde o défice e a dívida mais deslizaramNovas regras do Eurostat baralham contas do PS e PSD para a introdução de portagens em mais vias ScutTrês professores universitários discursam antes de Sócrates na apresentação do programa do PSHackers roubaram dados de jogadores da PlayStationPCP não reconhece “legitimidade” ao FMICarrilho classifica entrevista de Sócrates como “pura propaganda”, mas gostou do "pupilar dos pavões"
Capa do Diário de NotíciasDiário de NotíciasConselho das escolas quer separar férias de datas religiosasTrês vinhos portugueses premiados em concurso no Brasil
Perdeu rosto há oito anos mas justiça tardaCasais "de ouro" apadrinham noivos de Santo AntónioDoentes e ministra temem "desigualdades"Cigarros electrónicos à venda sem regulamentação"O segredo de justiça estimula a especulação"

Capa do Jornal de NotíciasJornal de NotíciasONU quer mais informação sobre situação na Síria
Sismo de magnitude 5,6 em Timor-LesteOs mais bem pagos dos quatro grandes clubes portuguesesAlerta para aumento de violadoras no ZimbabuéCinco mil fiéis a caminho de Roma para ver beatificação de João Paulo IIDados pessoais roubados da PlayStationSociólogo defende que portugueses deviam recusar-se a pagar dívida do Estado
Capa do i iMC Snake. Colectivo de juízes prepara-se para agradar a gregos e a troianosÚltimo inquérito do processo Noite Branca arquivadoJuízes têm mais 22 processos disciplinares que no ano passado
Sócrates disponível para negociar com PassosDeputado independente. Só para ingénuosPS prevê gastar cerca de dois milhões na campanha eleitoralSócrates garante que tem boas relações com o ministro das Finanças
Capa do Diário Económico Diário EconómicoLucro do BCP na Polónia sobe 49% mas falha estimativasO que defenderá o programa eleitoral do PS
Venezuela agrava taxas sobre lucros das petrolíferasChávez quer aliança com portugueses de rede de supermercadosSony alerta clientes Playstation para roubo de informação pessoalS&P ameaça cortar 'rating' do JapãoPortugueses deviam recusar-se a pagar dívida do Estado
Capa do Jornal Negócios Jornal NegóciosConfiança dos consumidores norte-americanos leva bolsas asiáticas ao verdeLucros do Bank Millennium crescem 49% no primeiro trimestreAs notícias em foco na edição de hoje, dia 27 de Abril, no NegóciosCompra da Rádio Europa Lisboa por Rangel fica na gavetaParticipações ajudam contas do trimestre, mas poucoImposto em falta nas grandes empresas aumentou 47% em 2010Portugueses vão de férias ainda sem medo do FMI
Capa do OjeOjeDéfice revisto vai agravar austeridade
Estudo: a influência das agências de ratingTuristas lusos no Brasil subiram 3%Volume de negócios da Renault cresce 15% com vendas recorde no trimestreLucro da Ford aumenta 22%
UBS ganha menos 18% no trimestreAjuda a Portugal só é possível com apoio da Finlândia, diz Olli Rehn
Capa do Destak DestakSócrates diz que tentou tudo para que pedido fosse feito já por um Governo saído das eleiçõesManchester vence Schalke 04 em três minutosCoordenadora de sindicatos elogia "compromisso de diálogo" de Passos CoelhoOlli Rehn: Pacote de ajuda a Portugal só é possível com apoio da FinlândiaGuardiola: "Fora de campo [Mourinho] ganha sempre"
PCP questiona Governo sobre alimentação artificial das praias da Costa de CaparicaNATO terá um representante em Benghazi
Capa do A BolaA BolaAndré Micael apontado ao BenficaMourinho e Guardiola aqueceram ambiente do clássicoPedro Martins faz alterações
Cristiano Ronaldo é o jogador mais bem pago do mundoAlarme soa nas balizas lusas
Olímpio defronta futura equipaNuno Marçal dá nega à Selecção
Capa do RecordRecordAimar: «É difícil voltar pois aqui tratam-me bem»Um mês a colar cacos para reunir a famíliaGodinho Lopes: «Mensagem está a passar para o grupo»Juve a caminho do Porto por Villas-Boas
À prova de espanhóisPolítica de continuidade favorece Hélder BarbosaBruno Amaro: «Objetivo europeu já não nos foge»

Capa do O JogoO JogoRangnick diz ter o "melhor guarda-redes do mundo"
Santos confirma interesse dos encarnados em DaniloTrês equipas nas meias-finais é "corolário natural" do trabalho em Portugal, defende Fernando Santos"Um dos mais belos êxitos do Manchester United na Europa" diz Alex FergusonCastroviejo surpeende no prólogo, Cardoso o melhor português na Volta à Romandia
Benfica e Sporting já estão no Cazaquistão para disputar a UEFA Futsal CupJorge Gonçalves quer "aproveitar equipa menos rodada" do Benfica

VOTAI NO MARÇANO OUTRA VEZ... "A MAÇONARIA JÁ VOS SUGOU O SANGUE,VOS COMEU A CARNE E DEPOIS ROER OS OSSOS!

Previsões go Governo ficam muito afastadas
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Portugal é o país da UE onde o défice e a dívida mais deslizaram
27.04.2011 - 07:16 Por Ana Rita Faria
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De acordo com os dados ontem divulgados pelo Eurostat, Portugal chegou ao final de 2010 com o quinto pior défice e dívida entre os 27 países da União Europeia (UE). E foi também o país que registou o maior deslize nas contas públicas.
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Dívida pública é agora de 93 por cento do PIB
(PÚBLICO)
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O défice orçamental foi 1,8 por cento acima do que o Governo previa e a dívida pública disparou 9,7 por cento, devido a alterações metodológicas, que levaram à inclusão de algumas empresas públicas de transporte e parcerias público-privadas (PPP) no perímetro das contas públicas.
Comparando os números ontem apresentados pelo Eurostat com as previsões apresentadas a Bruxelas em Outubro do ano passado pelos vários governos europeus, Portugal foi o país que apresentou o maior deslize da dívida e do défice em 2010, uma tendência que recua até 2007.
A dívida pública, que se previa que fosse de 83,3 por cento do PIB, foi, afinal, de 93 por cento, mais 9,7 pontos percentuais. O mesmo aconteceu com o défice, que, em vez dos 7,3 por cento inicialmente estimados pelo Governo (entretanto, este reviu as suas projecções, apontando para um défice abaixo de sete por cento), fixou-se nos 9,1por cento em 2010. O valor já tinha sido apresentado pelo INE no sábado e foi agora confirmado pelo Eurostat.
Mudanças sucessivas
A diferença entre as previsões feitas em Outubro pelo Governo e os números agora apresentados decorrem de alterações metodológicas às contas públicas. No passado dia 31 de Março, o INE anunciou a revisão em alta do défice de 2010 para 8,6 por cento do PIB, devido ao registo nas contas dos prejuízos dos Metros de Lisboa e do Porto e da Refer e das perdas associadas ao BPN e ao BPP.
Mas as negociações com a troika para a ajuda externa forçaram o instituto a rever o défice novamente, no sábado, para 9,1 por cento, uma vez contabilizado o impacto de três PPP: as concessões Scut do Norte Litoral, Costa de Prata e Túnel do Marão. Sem estas alterações, garantem o INE e o Governo, o défice nacional teria ficado nos 6,8 por cento.
Os dados ontem divulgados pelo Eurostat mostram, contudo, que não foi só Portugal que sofreu com as mudanças de metodologia. O gabinete de estatísticas europeu reviu também o défice e dívida austríacos, na sequência da incorporação da dívida de uma empresa ferroviária e dos hospitais públicos. Noutros casos, como o da Grécia, os números foram também revistos, mas apenas devido à actualização de informação.
Olhando para o contexto europeu, Portugal fechou o último ano com o quarto pior défice da zona euro, só superado pela Irlanda, Grécia e Espanha (a nível da UE, só o Reino Unido teve um défice superior ao português). Quanto à dívida pública, é também a quinta pior da zona euro e da UE, apenas ultrapassada pela da Grécia, Itália, Irlanda e Bélgica. Dos 27 Estados-membros da UE, 20 apresentam um défice superior a três por cento, o limiar máximo fixado pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento. Ao nível da dívida pública, 13 países superam também a meta de 60 por cento fixada por Bruxelas.
Troika toma nota
Neste momento, o mais difícil de determinar é o impacto que a revisão das contas de 2010 vai ter sobre as metas orçamentais deste ano. O Governo tem mantido o objectivo de consolidação com que se comprometeu com Bruxelas - um défice de 4,6 por cento -, mas a possibilidade de as alterações metodológicas se manterem este ano podem pôr em causa esta meta, ou, então, exigir medidas tão duras para a atingir que vão afundar a economia na recessão.
Ontem, o porta-voz da Comissão Europeia, Amadeu Altafaj, afirmou que a meta orçamental para 2011 que será proposta pela troika "terá em conta" os novos dados do défice e da dívida. "Todos estes elementos serão tidos em conta" pelas equipas da Comissão, do BCE e do FMI, afirmou, salientando que a revisão em alta do défice português não significa que "as autoridades tenham fracassado nos seus esforços". Tal como o INE explicou no sábado, a análise de eventuais alterações às contas foi antecipada por "ordem" da troika, que queria partir de "dados estáveis" nas negociações actualmente em curso.
Os encontros entre o Governo e as equipas da CE, FMI e BCE continuam a decorrer, com a participação de actores externos (ver caixa). Mas, ainda assim, não têm sido suficientes para acalmar os mercados. Ontem, as taxas de juro dos títulos portugueses a dois, três e cinco anos, passaram a barreira dos 12 por cento e os de dez anos bateram novo recorde, devido ao
crescente receio de que a Grécia tenha de reestruturar a dívida, arrastando consigo Portugal.