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Não merecia um meu embaixador que servi em Banguecoque e agora na "retrete" com 3 meses de atraso o pagamento da reforma...
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Onde irá o velho diplomata, reformado que aturei por 7 anos conseguir o "cacau" para comprar os dois litros de vinho que diariamente bebe... Este velho é como os músicos toca a todo copo... A diferença é onde vai cravar o "pilim"....
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Mas agora, tenho outra pena, daquele habituado (quase a entrar na retrete) a beber uma garrafa de Vodka por dia e curar a "borracheira" até às 4 da tarde, onde irá ele conseguir o dinheirito para a vodka e cruel, para ele, mudar para o carrascão.
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Outros, que servi, menos um alcunhado pelo "saltão" a água da companhia lhes chega ou mesmo um cházinho de cidreira se arrumam.
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A tudo se chega se a vida dura meus velhos, de finura, patrões.... Mas enquanto houver uma cadeira, lá em casa, para queimar e vos aquecer nas noite gélidas de inverno a vida continua até partam para a companhia dos pés juntos.
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A "porra" desta vida é assim... Toda a vaidade acaba quando o nobre e o valente "caga".
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Vos meus velhos (como eu) deveriam ter lido os calhamaços que descrevem a vaidade cujo esta com o tempo cai como as pétalas das camélias do jardim onde, ilusóriamente, viveram ao do cima da terra.
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Diplomatas aposentados estão com pensões em atraso há três meses
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por Adriana Vale, Publicado em 28 de Abril de 2011
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MNE suspendeu os pagamentos durante auditoria aos procedimentos administrativos
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O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) suspendeu, há três meses, o pagamento dos complementos de reforma aos diplomatas aposentados e ainda não se sabe quando o voltará a pagar.
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Segundo fonte do MNE, o não pagamento não ficou a dever- -se à falta de dinheiro. O ministério detectou "irregularidades administrativas" e instaurou uma auditoria interna aos serviços. Enquanto a auditoria não acabar, não procederá aos pagamentos.
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A carreira dos diplomatas prevê duas categorias para as reformas. Alguns funcionários diplomáticos são aposentados outros jubilados, o que, de acordo com a mesma fonte, está relacionado com a idade.
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A pensão de reforma dos aposentados é inferior à dos jubilados, dentro da mesma categoria. Para resolver esta diferença, os ministros dos Negócios Estrangeiros têm atribuído aos funcionários aposentados um complemento mensal de aposentação, que aproxima o valor das duas modalidades de pensões de reforma, sanando assim as injustiças dos pagamentos de montantes diferentes.
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Este complemento de reforma era processado através da Associação Mutualista dos Diplomatas (MUDIP) e pago pelo Fundo para as Relações Internacionais (FRI). A mutualista recebe as contribuições mensais dos associados, mesmo antes de estes terem passado à reforma. No entanto, a partir de Janeiro, os pagamentos cessaram.
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Em Abril, os beneficiários receberam a notícia de que em finais de 2010 o Tribunal de Contas fez uma inspecção ao Fundo para as Relações Internacionais, de que resultaram algumas perguntas sobre o regime dos complementos de reforma, às quais tanto o FRI como a MUDIP responderam.
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Contudo, apesar de ainda não se conhecer a decisão final do tribunal, a legalidade destes pagamentos foi questionada e Luís Amado suspendeu o pagamento destes complementos de reforma.
Adriana Vale
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MNE suspendeu os pagamentos durante auditoria aos procedimentos administrativos
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O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) suspendeu, há três meses, o pagamento dos complementos de reforma aos diplomatas aposentados e ainda não se sabe quando o voltará a pagar.
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Segundo fonte do MNE, o não pagamento não ficou a dever- -se à falta de dinheiro. O ministério detectou "irregularidades administrativas" e instaurou uma auditoria interna aos serviços. Enquanto a auditoria não acabar, não procederá aos pagamentos.
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A carreira dos diplomatas prevê duas categorias para as reformas. Alguns funcionários diplomáticos são aposentados outros jubilados, o que, de acordo com a mesma fonte, está relacionado com a idade.
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A pensão de reforma dos aposentados é inferior à dos jubilados, dentro da mesma categoria. Para resolver esta diferença, os ministros dos Negócios Estrangeiros têm atribuído aos funcionários aposentados um complemento mensal de aposentação, que aproxima o valor das duas modalidades de pensões de reforma, sanando assim as injustiças dos pagamentos de montantes diferentes.
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Este complemento de reforma era processado através da Associação Mutualista dos Diplomatas (MUDIP) e pago pelo Fundo para as Relações Internacionais (FRI). A mutualista recebe as contribuições mensais dos associados, mesmo antes de estes terem passado à reforma. No entanto, a partir de Janeiro, os pagamentos cessaram.
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Em Abril, os beneficiários receberam a notícia de que em finais de 2010 o Tribunal de Contas fez uma inspecção ao Fundo para as Relações Internacionais, de que resultaram algumas perguntas sobre o regime dos complementos de reforma, às quais tanto o FRI como a MUDIP responderam.
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Contudo, apesar de ainda não se conhecer a decisão final do tribunal, a legalidade destes pagamentos foi questionada e Luís Amado suspendeu o pagamento destes complementos de reforma.
Adriana Vale































