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segunda-feira, 9 de maio de 2011

OS MATRAQUEADOS DE LÍNGUA

Andam por aí a voar como insectos a zuir e a espetar o ferrão em procura de sugar algo.
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São patriotas de ocasião e a matraca deles é a língua que lhes vai servindo como instrumento, de propaganda e levar a vida sem vergar a mola.
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São oportunistas de qualquer estação e não têm pressa nenhuma de atingir os alvos em mente. Começam a cavar o terreno bem distante do centro onde pretende abrir o poço que lhes vai servir de alguma glória e mais tarde o túmulo das suas ambições de vigaristas natos.
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São capazes de lamber o canal que todos os humanos têm na base da espinha dorsal para que os seus vigarismos chegue a lugar almejado.
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São tudo na vida desde a investigadores, académicos, empresários e sei lá que mais serão capazes de ser os matraqueados de língua.
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Não têm partido político nenhum e o deles é aquele de onde podem colher dividendos para viverem de espinha levantada.
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São os matraqueados de língua perigosos e capazes de vestirem a túnica do Judas e trair aqueles que lhe deram a mão.
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Não conhecem os apóstulos Pedro e Paulo e serão capazes de os chantagearem na altura que vêm precisa para actuar.
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Os matrequeados de língua não são gente mas abortos que a natureza, equivocada, colocou no mundo.
José Martins

PEIXEIRADA (2)

por Pedro Correia 09.05.11 6 denúncia(s

DEBATE JOSÉ SÓCRATES-PAULO PORTAS

Pela primeira vez, que eu me lembre, José Sócrates perdeu um debate eleitoral. Foi esta noite, nos estúdios da TVI, perante um Paulo Portas em boa forma que lhe disse o essencial, olhos nos olhos: este primeiro-ministro "vive na estratosfera". Vive num país só dele, que nega a realidade quotidiana dos portugueses: a dívida pública duplicou em seis anos, há hoje quase 700 mil pessoas sem emprego, o "estado social" tornou-se uma figura de retórica, Portugal viu-se forçado a estender a mão à caridade internacional.

Incapaz de reconhecer um erro, dando continuamente o dito por não dito, sublinhando mais de uma vez que o Governo"deu o seu melhor", Sócrates começou o debate com o ar mais cordato deste mundo: "abertura" e"diálogo" foram as primeiras palavras-chaves do seu discurso. "Portugal precisa de um governo forte", declarou o líder socialista. Nem parecia o mesmo que foi incapaz de esboçar uma coligação pós-eleitoral quando venceu as legislativas de 2009 muito longe da confortável maioria absoluta de que dispôs nos quatro anos anteriores.

Sócrates nunca tinha ouvido em directo, na televisão, algumas das frases com que Portas o brindou neste frente-a-frente bem moderado por Judite Sousa. Frases que revelam uma realidade elementar: o líder socialista, chefe do Governo desde Março de 2005, "é o político responsável pelo estado a que chegámos". Mais: "Este primeiro-ministro vai perder as eleições porque as pessoas vão votar com os bolsos quase vazios."

Sócrates não tardou a perder o ar de bonomia: a natureza de "animal feroz" acaba sempre por vir à superfície neste homem incapaz de estabelecer pontes com adversários. E com isto estragou irremediavelmente a imagem de indivíduo dialogante que levara para este debate. Apertado por Portas, não resistiu a um número de fácil demagogia televisiva: exibiu uma pasta vazia dizendo que aquele era o programa eleitoral do CDS, que"ainda não existe". Com isto irritou o líder democrata-cristão e marcou certamente alguns pontos junto dos telespectadores. Mas também confirmou que não está minimamente vocacionado para o diálogo político. Sendo aliás ele o campeão dos programas eleitorais por cumprir, esta deveria ser a última das suas opções argumentativas. Lembram-se ainda daquele socialista que prometia criar 150 mil empregos, inaugurar as linhas ferroviárias de alta velocidade e pôr Portugal a crescer 3% ao ano?

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FRASES

Sócrates - «Da parte do PS, os portugueses não esperarão nenhuma atitude de radicalismo e sectarismo. Não deixaremos de colaborar, de definir espaços de diálogo e de compromissos com os dois partidos que subscreveram o programa da troika, com o qual o País está comprometido.»

Portas - «Portugal encontra-se numa situação de protectorado.»

Sócrates - «O Governo não pode ser acusado de não ter feito o seu melhor.»

Portas - «Eu nunca disse que não seria primeiro-ministro sem o FMI.»

Sócrates - «O senhor deputado e o seu partido contribuíram para uma crise política ao chumbarem o PEC IV.»

Portas - «A história não começou há seis semanas: começou há seis anos, com José Sócrates. E começou porque houve uma política irresponsável.»

Sócrates - «Eu invisto no TGV, não invisto nos submarinos.»

Portas - Para duas pessoas terem uma discussão útil é preciso que habitem a mesma realidade. O candidato José Sócrates não habita a realidade há muito tempo.»

Sócrates - «O acordo [com o triunvirato, vocábulo que Portas prefere a troika, e muito bem] preserva o modelo social em que queremos viver.»

Portas - «O candidato José Sócrates é muito competente a manipular mas não é muito competente a governar.»

Sócrates - «Paulo Portas nunca deu um contributo para que possamos reduzir a dívida, para que possamos reduzir o défice.»

Portas - «Enquanto o senhor dizia que a economia ia crescer, nós víamos a recessão a chegar.»

Sócrates - «O programa eleitoral do CDS não existe.»

Portas -«O senhor, como candidato, mente mal.»

Sócrates - «Não lhe admito isso.»

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ADENDA

Por curiosidade, recordo o que escrevi sobre o debate Sócrates-Portas da campanha legislativa de 2009.



A PRIMEIRA SESSÃO DE "PEIXEIRADA" - OUTRAS (TRANQUILOS) SE SEGUEM DENTRO DE CURTO PRAZO

Frente a Frente José Sócrates e Paulo Portas

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Paulo Portas sente-se um pequeno reizinho e deve sorrir quando, ao espelho, acerta o risco do penteado. Ainda que o detestem, Passos e Sócrates, andam com ele ao colo.

Portas cresceu como político e sabe bem que, no quadro actual de futuro governo de maioria, o CDS vale mais do que a percentagem que virá a obter nas eleições vindouras. Por isso mesmo, Paulo Portas debateu com (como fez questão de vincar) o candidato José Sócrates. Este dirigiu-se ao sr. deputado.

Paulo Portas, com voz colocada e mantendo o registo, rebateu a cassete PS com imagens elucidativas sobre, por exemplo, a dívida externa portuguesa.

Sócrates, com aquela vozinha de menino de coro que se lhe conhece, já se dirigia ao dr. Paulo Portas entremeando com sr. deputado. Este respondeu-lhe com voz de futuro ministro: – Candidato José Sócrates, o problema não começou há seis semanas, mas sim há seis anos. O candidato José Sócrates vive na estratosfera.

- O sr. regressou agora à realidade, disse Sócrates, e sempre ignorou as necessidades orçamentais, preocupou-se apenas com a sua imagem eleitoralista. Rejeitou sempre as nossas políticas realistas.

- Sr. candidato, respondeu Portas, para dois candidatos debaterem têm que viver na mesma realidade e o sr. não vive na mesma realidade que a maioria dos portugueses. O sr. fez o PEC IV e faria o V, o VI, etc. porque se esqueceu do BPN, esqueceu-se do BPI…

- O Sr. também se esqueceu dos submarinos, dr. Paulo Portas, atalhou Judite de Sousa.

De cada vez que falava sobre o PEC IV, a voz de Sócrates embargava-se e falava aos portugueses como um pai que conta uma história aos filhos antes de dormir. Passou uns papelinhos a Portas como quem diz: – junta lá as letras e lê tu a história, que já não és pequenino.

Portas responde: – eu não preciso de olhar para os papéis para me lembrar das datas. A seguir professorou e devolveu os papéis a Sócrates, tipo. – Lê tu que eu conheço a história de cor.

E, de facto, conhecia, tal como eu. Sócrates enfiou o CD na faixa 1 e quis tocá-lo todo: ele era continuar no caminho das exportações, ele era continuar nas renováveis, ele era prosseguir as reformas do ensino, blá, blá, blá, pardais ao ninho…

Pelo meio chamaram-se mentirosos um ao outro, sendo que Portas disse que Sócrates mente mal. Errado, está claro.

Depois de tanto patati-patatá, rebéu-béu e fon-fon-fon, nos últimos cinco minutos falou-se um pouco de política, especialmente o líder do CDS. No finalzinho a surpresa da noite:Portas afirma que não governa com este primeiro-ministro. A seguir Sócrates diz esta frase espantosa: o sr. (que queria cinco linhas e agora se opõe a uma) comprou o TGV mas FUI EU QUE O PAGUEI.

Como? Importa-se de repetir? Depois disto, não ouvi o resto. Não voto em nenhum deles.

A GRANDE PENICADA DE MERDA!

As causas políticas de uma reunião não-tão-secreta
Por Wolfgang Münchau
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Publicado em: 08 de maio de 2011 13:32
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Eles não conseguem nem organizar uma reunião privada. Como, então, eles podem resolver uma crise da dívida? O estragando de uma reunião não-tão-secreta de ministros das Finanças no Luxemburgo, na noite de sexta-feira oferece uma lição exemplar de como a política de resolução de crises da zona do euro está errado.
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Nós aprendemos isso a partir de um vazamento Spiegel Online. A história do site de notícias alemão disse que a Grécia estava pensando em sair da zona do euro, e que os ministros das finanças estavam realizando uma reunião secreta para discutir o assunto. A história também ofereceu o detalhe intrigante que Wolfgang Schäuble, ministro alemão das Finanças, tinha um relatório em sua pasta advertindo-o dos custos proibitivos de uma saída grego.
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No início da noite que sexta-feira, o porta-voz, Jean-Claude Juncker, primeiro-ministro do Luxemburgo, que também tem a responsabilidade de financiar, negou que a reunião estava acontecendo em tudo. Esta afirmação era obviamente falso. O encontro terminou na noite de sexta-feira com o anúncio de que não houve discussão sobre uma saída da grécia ou de uma reestruturação grega. Duvido muito que esta afirmação - ou mesmo nenhuma declaração oficial sobre a crise da zona do euro falava verdade.
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É de meu entendimento que esta reunião, e muitas outras que as precederam, discutiu-se toda a gama de opções, incluindo, naturalmente, uma reestruturação da dívida grega. Mas o fato de que as opções estão sendo discutidas não significa que eles estão sendo perseguidos. Tenho quase a certeza que a Grécia não está se preparando para deixar a zona do euro, e que a União Europeia rejeita uma reestruturação da dívida involuntária - por enquanto é o que é.
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A razão para a frenética atividade diplomática é que a zona euro está a ficar sem opções fáceis de lidar com a dívida grega. Existem objeções válidas para cada proposta. Uma saída é muito arriscado. Um corte de cabelo - uma perda para os credores sobre o capital em dívida - mataria sistema bancário do país e o solo, o Banco Central Europeu, com perdas aproximando € 100 bilhões. Uma reestruturação voluntária não seria suficiente para reduzir o valor actual líquido da dívida de Atenas para um nível sustentável.
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Eu entendo garantia de empréstimo - a hipoteca de antigos títulos gregos como garantia com um novo desconto - também foi discutido. Este seria subordinado de que cada possuidor, incluindo, naturalmente, o BCE. A opção de trocar títulos da instalação de estabilidade financeira europeia, o guarda-chuva de emergência, em títulos de periferia, foi expressamente rejeitada por Berlim. Isso, provavelmente, teria sido a opção mais fácil, por que a Alemanha queria bulir em alguma coisa que tem cheiro a uma ligação da zona do euro.
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A questão central na crise da zona do euro não é o tamanho total da dívida dos países periféricos soberanos. Isso é relativo pequeno para o produto interno bruto da união monetária doméstica. A dívida total da zona euro, em relação ao PIB é menor do que a do Reino Unido, EUA ou Japão. Do ponto de vista macroeconômico, esta é uma tempestade num copo de água.
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O problema é que a zona euro é politicamente incapaz de lidar com uma crise que agora é contagiosa e tem o potencial de causar danos colaterais enorme. O "grande barganha" - uma série de acordos institucionais sobre a dívida soberana da zona do euro pelo Conselho Europeu de Março - não aborda a resolução da actual crise. Esse processo está começando só agora. Os responsáveis perceberam que, não importa qual a opção de gestão da dívida que escolhem, que vai custar aos contribuintes centenas de bilhões. É altamente improvável que os Estados aceitam transferências fiscais de tal porte, sem impor condições extremas de um outro.
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A razão desta crise política vai de mal a pior, é um problema não resolvido de ação coletiva. Ambos os lados estão em falta. O avarento, deputado economicamente analfabeto do norte é tão culpado quanto o ministro sul principal que se preocupa apenas com seu próprio quintal. O governo grego jogou relativamente simples, mas de gestão de crise em Portugal tem sido, e continua a ser apavorante.
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José Sócrates, primeiro-ministro, optou por retardar a aplicação de um pacote de resgate financeiro até o último minuto. Seu anúncio na semana passada foi um dos destaques tragicômica da crise. Com o país à beira da extinção financeira, ele se regozijou na televisão nacional que havia conseguido um acordo melhor do que a Irlanda ea Grécia. Além disso, ele afirmou que o acordo não causaria muita dor.
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Quando os detalhes surgiram alguns dias depois, pudemos ver que nada disso era verdade. O pacote inclui cortes de gastos selvagem, congela salários da função pública e pensões, aumentos de impostos e uma previsão de recessão de dois anos de profundidade.
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Não se pode executar uma união monetária com os gostos do Sr. Sócrates, ou com os ministros das finanças que espalham rumores sobre um break-up. elites políticas da Europa têm medo de dizer uma verdade que os historiadores econômicos têm conhecido para sempre: a de que uma união monetária sem união política simplesmente não é viável. Esta não é uma crise da dívida. Esta é uma crise política.
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A zona do euro irá enfrentar em breve a escolha entre um passo inimaginável para a frente para uma união política ou uma etapa igualmente inimaginável para trás. Sabemos Schäuble tem contemplado, e rejeitado, o último. Sabemos também que ele prefere a primeira. É tempo de dizer isso

AS "PUTAS" BATIDAS (MESMO A PRECISAR DO BURACO SER ENCASQUILHADO) TÊM MAIS CHANCE NA VIDA QUE AS NOVATAS...!!!

Palhaçadas eleitorais

Há um mês ninguém, a não ser malucos como eu, apostaria um cêntimo na possibilidade do Sócrates ganhar as próximas eleições. Só que de palhaçada em palhaçada, aproveitando-se das burrices em burrices do Passos Coelho e do desnorte e confusão do discurso do PSD, em que cada um diz uma coisa que desmente a que o outro tinha dito, quando não ditas pelo próprio, hoje já muitos o consideram favorito. Sócrates é o Primeiro-ministro que não queremos ter e o Passos Coelho o que não desejamos vir a ter.

E ASSIM NA INDEPENDENTE OBTEVE,JOSÉ SÓCRATES, A LICENCIATURA DE ENGENHEIRO...!!!

Universidade Independente

por RTP actualizado às 12:30 - 09 maio '11

Julgamento de 24 arguidos adiado em Monsanto

publicado 10:5309 maio '11
Julgamento de 24 arguidos adiado em Monsanto
Amadeu Lima de Carvalho, esta manhã, à chegada ao Tribunal de Monsanto Miguel A. Lopes, Lusa

Acaba de ser adiado pela terceira vez - agora no Tribunal de Monsanto - o início do julgamento dos 24 arguidos levados à barra no âmbito do processo que originou o encerramento da Universidade Independente. A acusação vai desde branqueamento de capitais, burla qualificada, corrupção, fraude fiscal a associação criminosa. O adiamento para a próxima segunda-feira foi justificado pelo colectivo de juízes com a falta de um dos arguidos.



P,S. José Sócrates é licenciado em Engenharia Civil pela extinta Universidade Independente (Lisboa, 1996) e frequentou, concluindo apenas a parte lectiva, o mestrado em gestão de empresas do ISCTE (Lisboa, 2005).

A TUDO SE CHEGA SE A VIDA DURA...

AS SUAS NOTÍCIAS DE 9.5.11



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã
NATO deixa morrer dezenas de imigrantes
Torres Couto chama "gargalhada" às negociações com a Troika
Amadora aposta na legalização de marquises
British e Iberia estudam compra da TAP
Portugueses produzem energia para abastecer um concelho
Nove regiões com níveis muitos altos de radiação ultravioleta
Doenças causadas por vírus custam 45,8 milhões


Capa do Público Público
Amadora aposta na legalização de marquises para lavar cara da cidade
Campeões caíram por terra e Phil Jackson acaba carreira
Autarquias devem 350 milhões de euros ao grupo
Novos investimentos adiados
Presidente da Águas de Portugal: "Dificilmente poderemos encarar uma privatização"
Exportações e importações alemãs atingiram máximo histórico em Março
Os Homens da Luta sobem ao palco amanhã e já têm apoio de duas finlandesas

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias
Nove regiões com níveis muitos altos
FENPROF teme privatização da escola pública
Negociações com a 'troika' foram "uma gargalhada"
Escola da UP entra diretamente para posição 65 da lista das melhores
Católica entre as 50 melhores do Financial Times
Mulheres não chegam a um terço dos autarcas
Doenças causadas por vírus custam 45,8 ME por ano

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias
Operação contra bin Laden tinha 55% de hipóteses de êxito
NATO deixou morrer à sede e à fome 61 imigrantes
Villas-Boas critica Jesus e elogia Domingos
Barack Obama quer dar dar "golpe de misericórdia" na al Qaeda
Papilomavírus humano custa 45,8 milhões de euros por ano ao Estado
Começa julgamento do caso Universidade Independente
Detectados níveis de radioactividade 130 vezes acima do normal na central de Fukushima


Capa do i i
Procuram-se superdirectores. Gerir os novos agrupamentos não é para qualquer um
Há dois milhões de processos em tribunal pendentes. Troika manda acabar com eles em dois anosConvenção. Bloco entra na adolescência e tem de fazer escolhas
Livro. Kate McCann diz que quis matar-se
Vêm aí mais vídeos made in Cascais. Cameron também precisa de um
Em risco. Detido na prisão de Lisboa na lista negra da ETA
Ministra da Saúde garante isenções nas taxas moderadoras para quem tem necessidade

Capa do Diário Económico Diário Económico
Berlim: Suavizar resgate grego não está em discussão
Euribor voltam a subir
Os principais destaques da última semana
PSD defende subida do IVA na cerveja
Preço do gasóleo regista maior queda do ano
Moody's diz-se convencida com resgate a Portugal
Veja aqui as primeiras páginas dos jornais nas bancas

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios
Emprego e Osama ajudam Obama
Petróleo sobe mais de 3% a corrigir da pior queda semanal desde 2008
PSD, verdade e consequência
Novo plano de ajuda à Grécia divide líderes europeus
Crescimento das encomendas à indústria portuguesa desacelera
Euribor a 12 meses continua a descer após declarações de Trichet
Caixa BI: Ganhos de eficiência não salvam Sonae Indústria de prejuízos


Capa do Oje Oje
Título para Djokovic em Madrid com primeira vitória sobre Nadal em terra batida
Moody's diz que acordo com a troika é positivo para o rating
FC Porto celebra 25.º título de campeão nacional com adeptos
Naval e Portimonense descem à Honra, luta pela Europa continua na Liga de futebol
Juros a 2 e 5 anos negoceiam acima dos 11,5%
Olfactorium: Da vinha com amor
Segredos de Coaching: Dar sentido à vida


Capa do Destak Destak
Pelo menos 25 feridos em descarrilamento de comboio
Mulheres não chegam a um terço dos autarcas e poucas ocupam liderançaVestidos da princesa Diana leiloados por mais de 190 mil euros24 arguidos começam a ser julgados em Monsanto
Radioactividade 130 vezes acima do normal na central de Fukushima
Passos Coelho pede “maioria clara” para PSD
Barack Obama defende investigação sobre ligações do líder da Al-Qaida ao Paquistão


Capa do A Bola A Bola
Recusado novo empréstimo de Rodrigo ao Bolton
Tottenham: Gareth Bale não joga mais esta época
«Mourinho não acertou nem uma vez contra o Barcelona» - Cruyff
Hawks igualam eliminatória diante dos Bulls
Djokovic pode ser número um em Roma
Cristiano Ronaldo a cinco golos de marca histórica
«Tudo pode acontecer...» - Rui Patrício


Capa do Record Record
Del Potro coroado
Chelsea quer Bale e Van der Vaart
Arséne Wenger insiste em Benzema
Paulo Bento: «Oportunidade única de ficarmos em primeiro»
A homenagem
Lady Salva: a maior fã de 'La Roja'
Plano 2011/12


Capa do O Jogo O Jogo
Cruyff acusa Mourinho de más escolhas na equipa nos últimos quatro jogos
Paulo Bento: “Estamos seguros em relação ao número de guarda-redes disponíveis”
Atlanta Hawks vencem Chicago Bulls
Vitória Sadina em Alvalade atirou Portimonense e Naval para a Liga Orangina
Gareth Bale e Van der Vaart são alvos do Chelsea
Real Madrid: CR7 a quatro golos de igualar marca de Hugo Sanchez
Benzema na mira do Arsenal

E ASSIM A CULPA MORREU SOLTEIRA....

A culpa
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A culpa é do pólen dos pinheiros
Dos juízes, padres e mineiros
Dos turistas que vagueiam nas ruas
Das strippers que nunca se põem nuas
Da encefalopatia espongiforme bovina
Do Júlio de Matos do João e da Catarina
A culpa é dos frangos que têm HN1
E dos pobres que já não têm nenhum
A culpa é das prostitutas que não pagam impostos
Que deviam ser pagos também pelos mortos
A culpa é dos reformados e desempregados
Cambada de malandros feios, excomungados
A culpa é dos que têm uma vida sã
E da ociosa Eva que comeu a maçã
A culpa é do Eusébio que já não joga a bola
E daqueles que não batem bem da tola
A culpa é dos putos da casa Pia
Que mentem de noite e de dia
A culpa é dos traidores que emigram
E dos patriotas que ficam e mendigam
A culpa é do Partido Social-Democrata
E de todos aqueles que usam gravata
A culpa é do BE do CDS e do PCPE dos que não querem o TGV
A culpa até pode ser do urso que hiberna
Mas não será nunca de quem governa.
(autor desconhecido)

DE MARÇO A ABRIL HÁ POUCO QUE RIR...TOCA QUE TOCA A ENCOLHER A BARRIGA!

ISTO EXCEDE O CONHECIMENTO GERAL
EU NÃO CONTO VOTAR SÓCRATES, MAS A VERDADE VERDADINHA, É QUE VOU TER QUE ANDAR À PROCURA DE UM CANDIDATO COMO QUEM PROCURA AGULHA EM PALHEIRO.
É FÁCIL AFIRMAR QUE NÃO SE VOTA SÓCRATES, O DIFÍCIL É, EM CONSCIÊNCIA E SEM SOFISMAS PARTIDÁRIOS, QUE DISSO ESTAMOS FARTINHOS, ENCONTRAR EM QUEM VOTAR.
ESSE É QUE É O DILEMA.
PARA MIM CONVIDÁVAMOS UM ESTRANGEIRO DOS PAÍSES NÓRDICOS SE PUDESSE SER.
AQUI NÃO HÁ. SE HOUVER DIGAM-ME ! ! !
AFINAL TEMOS UM PAÍS DE ECONOMISTAS QUE, DE ECONOMIA, SABEM O QUE EU SEI.
ESBANJAR QUANDO HÁ E APERTAR O CINTO A SEGUIR.
PREVER O FUTURO E PREVENI-LO, DIGAM-ME LÁ COMO SE FAZ ! ! ! A R D

Estudo do Economista Álvaro Santos Pereira, Professor da Simon Fraser University, no Canadá. *

Portugal tem hoje 349 Institutos Públicos, dos quais 111 não pertencem ao sector da Educação.

Se descontarmos também os sectores da Saúde e da Segurança Social, restam ainda 45 Institutos com as mais diversas funções.

Há ainda a contabilizar perto de 600 organismos públicos, incluindo Direcções Gerais e Regionais, Observatórios, Fundos diversos, Governos Civis, etc.) cujas despesas podiam e deviam ser reduzidas, ou em alternativa - que parece ser mais sensato - os mesmos serem pura e simplesmente extintos.

Para se ter uma noção do despesismo do Estado, atentemos apenas nos supra-citados Institutos, com funções diversas, muitos dos quais nem se percebe bem para o que servem.

Vejam-se então as transferências feitas em 2010 pelo governo socialista de Sócrates para estes organismos:

ORGANISMOSDESPESA(em milhões de €)
Cinemateca Portuguesa3,9
Instituto Português de Acreditação4,0
Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos6,4
Administração da Região Hidrográfica do Alentejo7,2
Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias7,4
Instituto Português de Qualidade7,7
Administração da Região Hidrográfica do Norte8,6
Administração da Região Hidrográfica do Centro9,4
Instituto Hidrográfico10,1
Instituto do Vinho do Douro10,3
Instituto da Vinha e do Vinho11,5
Instituto Nacional da Administração11,5
Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural12,3
Instituto da Construção e do Imobiliário12,4
Instituto da Propriedade Industrial14,0
Instituto de Cinema e Audiovisual16,0
Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional18,4
Administração da Região Hidrográfica do Algarve18,9
Fundo para as Relações Internacionais21,0
Instituto de Gestão do Património Arquitectónico21,9
Instituto dos Museus22,7
Administração da Região Hidrográfica do Tejo23,4
Instituto de Medicina Legal27,5
Instituto de Conservação da Natureza28,2
Laboratório Nacional de Energia e Geologia28,4
Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu28,6
Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público32,2
Laboratório Militar de Produtos Farmacêuticos32,2
Instituto de Informática33,1
Instituto Nacional de Aviação Civil44,4
Instituto Camões45,7
Agência para a Modernização Administrativa49,4
Instituto Nacional de Recursos Biológicos50,7
Instituto Portuário e de Transportes Marítimos65,5
Instituto de Desporto de Portugal79,6
Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres89,7
Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana328,5
Instituto do Turismo de Portugal340,6
Inst. Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação589,6
Instituto de Gestão Financeira804,9
Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas920,6
Instituto de Emprego e Formação Profissional1.119,9
Total 5.118,9 €

- Se se reduzissem em 20% as despesas com este - e apenas estes - organismos, as poupanças rondariam os 1000 milhões de € , evitando-se assim, a subida do IVA.

- Se fossem feitas fusões, extinções ou reduções mais drásticas a poupança seria da ordem dos 4000 milhões de € , e e não seriam necessários cortes nos salários.

- Se para além disso mais em outros tantos Institutos se procedesse de igual forma, o PEC 3 não teria sequer razão de existir.
SEJA UM PATRIOTA E NÃO APENAS
MAIS UM PORTUGUÊS ENCOLHIDO E MEDROSO,

D I V U L G U E M ! ! !

A GRANDE CORRUPÇÃO EM PORTUGAL...CHEGARÃO AS CADEIAS OU NECESSÁRIO CONSTRUIR OUTRAS?

A grande corrupção em portugal pela mão do ps do "pinóquio"
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À atenção do DCIAP: podem começar por aqui
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Da TVI ( ainda mas por pouco tempo se esta gente que governa continuar...):
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Os juízes do Tribunal de Contas queixam-se de ter sido induzidos em erro para aprovar cinco auto-estradas, no valor de dez mil milhões de euros. A denúncia consta de um relatório de auditoria às parcerias público-privadas rodoviárias, que vai ser aprovado na próxima semana. Um documento que a TVI revela em primeira mão.
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As auto-estradas lançadas pelo governo só passaram no tribunal de contas porque foi sonegada informação aos juízes. Em causa estão cinco subconcessões feitas pela Estradas de Portugal, em representação do Estado, no valor de 10 mil milhões de euros.
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A auto-estrada transmontana, no valor global de 1692 milhões euros. A sub-concessão Douro interior, de 2846 milhões euros. Baixo Alentejo com 1996 milhões euros. Algarve litoral, com 1634 milhões euros. E litoral oeste, com um custo global de 1847 milhões.
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O Tribunal de Contas começou por recusar o visto a todos estes contratos, porque as propostas finais das empresas eram mais caras do que as levadas a concurso. A Estradas de Portugal voltou à carga com segundos pedidos de visto, após renegociação dos contratos, mas sonegou informação aos juízes, relativa a significativas compensações financeiras aos bancos e às construtoras privadas.
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Sugere-se um inquérito a esta actuação denunciada pelo Tribunal de Contas. Mas não é o anunciado com a participação ao MºPº para efeito de aplicação de multas. Não, não é esse. É o Inquérito para apuramento de responsabilidade criminal que neste caso se configura como muito grave se for verdadeiro o teor da notícia, porque o dano provocado é imenso.
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E portanto, com prisões preventivas se se comprovar indiciariamente o que é denunciado. Pode ser que assim acabe a "roubalheira" ( não é só a do BPN) que nos conduziu à miséria e à humilhação de termos de pedir fortunas emprestadas que todos teremos de pagar com língua de palmo, enquanto os responsáveis se refastelam em empregos que arranjaram para si e para os seus. E que fogem à crise porque quem parte e reparte e não fica com a melhor parte é burro ou não tem arte. E eles têm a arte toda, mas mesmo toda.
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PS. Se esta notícia for verdadeira, não é preciso ser muito perito em Direito para dizer que o contrato da concessão da parceria deve e tem de ser renegociado e com denúncia dos aldrabões que o subscreveram. E participação criminal das pessoas concretas que nele participaram. E os nomes que saltem para os media porque é disso que precisamos: de responsáveis conhecidos por estas coisas.
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Entretanto ficam aqui as referências aos nomes que compõem a administração da Estradas de Portugal. São estes, actualmente, e devem ser ouvidos sobre este escândalo incrível.
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Órgãos Sociais

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Os Corpos Sociais da EP - Estradas de Portugal, S.A., foram eleitos em Assembleia Geral realizada em 23-07-2010 com a seguinte composição:

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Conselho de Administração
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Vogal
Ana Sofia Côrte-Real de Matos Tomaz
Data de Nascimento: 23 de Maio de 1975
Habilitações académicas: Licenciatura em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa no ano de 1999.
Actividade profissional: Adjunta do Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações de 2009 a 2010, Assessora do Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações de 2007 a 2009, Coordenadora de Estudos e Projectos na EP – Estradas de Portugal de 2001 a 2007. Pós Graduação do Mestrado em Transportes no Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa de 2002 a 2003. Principais Áreas de Responsabilidade: Direcção de Concessões. Departamento de Segurança Rodoviária. Centros Operacionais: Centro Sul; Grande Lisboa; Sul. Delegações Regionais: Beja; Castelo Branco; Évora; Faro; Leiria; Lisboa; Portalegre; Santarém; Setúbal.
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Vogal
José Emilio Coutinho Garrido Castel-Branco
Data de Nascimento: 27 de Agosto de 1961
Habilitações académicas: Licenciatura em Economia pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa no ano de 1984.
Actividade profissional: Administrador da PARPÚBLICA – Participações do Estado (SGPS), S.A. de 2007 a 2010, Director-Geral do Tesouro e Finanças de 2005 a 2007, Chefe do Gabinete do Ministro das Finanças do XIV Governo Constitucional, de 2001 a 2002, Subdirector - Geral do Tesouro de 1997 a 2001 e de 2002 a 2005, Director da Tesouraria Central do Estado de 1991 a 1997, Chefe de divisão do Gabinete de Gestão de Tesouraria da Direcção – Geral do Tesouro de 1987 a 1991. Desempenhou ainda os cargos de Vogal do Conselho Fiscal da Caixa Geral de Depósitos, de Administrador não executivo da Capitalpor, SGSP, S.A. e de Administrador da Sagesecur, S.A.
Principais Áreas de Responsabilidade: Gabinete Financeiro. Gabinete Contratação e Logística. Gabinete Qualidade e Segurança. Departamento de Operações de Rede (Desenvolvimento de Negócios).

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Vogal
Rui Nelson Ferreira Dinis
Data de Nascimento: 9 de Maio de 1966
Habilitações académicas: Doutorando, “Gestão Empresarial Aplicada” no ISCTE-IUL/Business School (Programa Doctor of Business Administration). Curso de Mestrado, “Ciências Juridico-empresariais”, na Faculdade de Direito de Coimbra (1995). Licenciatura em Direito pela Universidade de Coimbra (1989/90). Estudos complementares no I.D.A. (Université d’Aix-Marseille III/Programa Erasmus) e J.F.K. School of Government (Harvard University).
Actividade profissional: Vogal do Conselho de Administração da EP – Estradas de Portugal, S.A. desde Novembro de 2007. Secretário-Geral, Secretário do C.A. e Director do Gabinete de Recursos Humanos da EP – Estradas de Portugal (2005/07). Secretário-Geral do IEP- Instituto das Estradas de Portugal (2003/05) e do ICERR - Instituto para a Conservação e Exploração da Rede Rodoviária (2000/02). Adjunto do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Adjunto do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro e Adjunto do Secretário de Estado da Industria e Energia, no XIII Governo Constitucional (1996-99). Quadro do Gabinete Jurídico da Transgás – Sociedade Portuguesa de Gás Natural, S.A (1998), Vogal do Conselho de Administração da Renoeste – Valorização de Recursos Naturais, S.A.. Docente e investigador do Ensino Superior. Assistente contratado da Faculdade de Direito de Coimbra e Professor da Faculdade de Direito de Luanda (1992-94). Consultor do Quadro da EP- Estradas de Portugal, SA (desde 1999). Principais Áreas de Responsabilidade: Direcção de Relações Institucionais. Gabinete de Recursos Humanos. Gabinete Jurídico. Gabinete de Sistemas de Informação. Gabinete de Expropriações. CRIL.
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Assembleia Geral
Presidente.....................Dr. Paulo Manuel Marques Fernandes
Vice-Presidente...........Dr. Paulo Miguel Garcês Ventura
Secretária.....................Dra. Maria Fernanda Joanaz Silva Martins
Reuniões Efectuadas
DUE - 23 de Dezembro de 2010
Acta nº 6 - 23 de Julho de 2010
Acta nº 5 - 21 de Julho de 2010
Acta nº 4 - 30 de Junho de 2010
Acta nº 3 - 22 de Dezembro de 2009
DUE - 26 de Março de 2008
Acta nº2 - 22 de Novembro de 2007
Acta nº1 - 13 de Novembro de 2007

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Conselho Fiscal
Presidente....................Dra. Graça Maria Valente Montalvão
Vogal.............................Sr. William Hall Woolston
Vogal.............................Dr. António do Carmo Nuno de Abreu Peixoto
Suplente.......................Dra. Teresa Isabel Carvalho Costa
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Comissão de Fixação de Remuneração
Presidente.....................Dr. Mário Alberto Duarte Donas
Vogal..............................Dra. Dina Celeste Carvalho Santos
Vogal..............................Dra. Filomena Bacelar

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Revisor Oficial de Contas
Esteves & Pinho, Sociedade de Revisores Oficias de Contas, representada por Rui Manuel Correia de Pinho
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COMENTÁRIOS
Carlos Medina Ribeiro disse...
A seguir à notícia, pudemos ver e ouvir Almerindo Marques.
Estava nervoso, zangado, porque o Tribunal de contas - segundo ele - pede papéis e mais papéis (o que, manifestamente, é uma chatice para uma coisa de 10 mil milhões). E rematou com este argumento (que repetiu, não fosse o caso de os totós não terem percebido bem):

«Se faltavam documentos, porque é que não os pediram?».
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8 de Maio de 2011 13:31
Karocha disse...
Já tinha ouvido ontem, sem comentários!
8 de Maio de 2011 13:47
100anos disse...
Também ouvi esse Almerindo e fiquei banzado.
E diz-se que o indivíduo é um gestor de topo.
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Ao que isto chegou !
8 de Maio de 2011 14:04
100anos disse...
A especialidade desse Almerindo deve ser a contabilidade criativa: a despesa faz-se na mesma mas se não aparecer no orçamento é como se não existisse,..
8 de Maio de 2011 14:17
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rita disse...
É fartar vilanagem... E o povo é que paga!
8 de Maio de 2011 14:38
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Wegie disse...
José,
Seria útil referir também os nomes dos corruptores a saber: EDIFER - concessão rodoviária Baixo Alentejo.
MOTA-ENGIL - concessões Douro Interior. SOARES DA COSTA - Auto-Estrada Transmontana
8 de Maio de 2011 15:15
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Wegie disse...
Nas concessões Douro Interior e Auto-Estrada Transmontana, a EP violou a lei ao permitir que os consórcios que foram apurados para as negociações finais dos dois concursos – Mota-Engil e Soares da Costa – tivessem apresentado propostas piores do que as iniciais. Há também o facto de a EP ter anulado os pagamentos à cabeça que receberia dos consórcios, cujo valor total ascendia a 430 milhões de euros.
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8 de Maio de 2011 15:19
Wegie disse...
A administração liderada por Almerindo Marques tem uma remuneração anual que corresponde ao dobro dos seus antecessores. Almerindo, o seu vice-presidente Eduardo Gomes e os seus três vogais custaram em 2008 aos cofres da empresa cerca de 808 mil euros, enquanto que a gestão de António Laranjo não ultrapassava cerca de 430 mil eurosAlmerindo Marques, presidente da EP desde 23 de Novembro de 2007, tem um vencimento anual de cerca de 193 mil euros por ano (correspondente a 13.850 euros por mês), o seu vice-presidente Eduardo Gomes ganha 161 mil euros e os três administradores executivos recebem 151.200 euros cada um.
8 de Maio de 2011 15:25
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José Domingos disse...
É a maçonaria socialista, a voltar a pôr, Portugal, na ruína. Esta gentalha, não presta.
8 de Maio de 2011 18:58
100anos disse...
Tudo é possível, mas se esta enorme burla não produz consequências bem duras para os seus autores, Almerindo incluído evidentemente, estamos em completa roda livre e este país deixará de ser um país para se tornar num sítio mal frequentado.
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8 de Maio de 2011 20:00
Lura do Grilo disse...
O Almerindo dá sempre espectáculo: aprendeu na RTP e colocou em prática na EP. É fartar vilanagem!
8 de Maio de 2011 21:10
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joserui disse...
O PS tem de pensar seriamente em extinguir o tribunal de contas. Primeiro tem sido um verbo de encher, segundo volta e meia lá se saem com umas coisas destas que são uma contrariedade para quem quer roubar descansadinho da vida. Estes sobressaltos são maus para o negócio. Mas não demasiado. -- JRF
8 de Maio de 2011 21:29

SÓ DÃO COM O CISCO NOS OLHOS DOS OUTROS...!!! RESGATE DA DÍVIDA ALEMÃ, CONTRAÍDA POR NAZIS.

Resgate da dívida alemã, contraída por nazis

Caros amigas e amigos.

Peço-vos que leiam e meditem sobre o resgate da dívida alemã.

Em seguida, meditem também sobre a necessidade de um saneamento financeiro nacional em Portugal, à semelhança do saneamento político que teve lugar após o 25 de Abril de 1974. Sem o apuramento dos responsáveis - e dos beneficiários - do descalabro das finanças e da economia de Portugal, não há cura para o seu gravíssimo estado.
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Desta vez, para além da declaração judicial de incapacidades activas e passivas desses responsáveis - e beneficiários -, deverá o seu património ser investigado - no País, no estrangeiro, incluindo off-shores. Nos casos de evidente enriquecimento sem causa, deverá o respectivo património ser transferido para o Património do Estado e o seu produto inscrito como receita no Orçamento do Estado consignada à amortização da dívida soberana.
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Deste modo, o comum dos cidadãos portugueses, que não contribuíram minimamente para o desastre financeiro e económico de Portugal, ficariam aliviados de serem os pagadores do dinheiro desviado e dissipado por políticos e gestores.É preciso o apuramento urgente das responsabilidades políticas, civis e criminais dos responsáveis pelo estado a que o País chegou.
Abraços.
Morbey
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Resgate da dívida alemã, contraída por nazis/artigo interessante….
A Alemanha provocara a hecatombe da 2ª Guerra Mundial. Mas teve depois ajuda - bem suave - para sair do buraco financeiro em que caira. À meditação da troica, dos políticos, economistas e jornalistas, da Sra. Merkel e de todos os portugueses. Ainda bem que existem pessoas que não têm memória curta.

I
Estamos em 1951. A Alemanha, depois de conduzida por políticos loucos, mas apoiados pelo seu povo, para uma guerra destruidora, estava dividida, ocupada por potências estrangeiras - e tinha uma enorme dívida soberana para pagar. A reconstrução do país e o seu crescimento económico eram incompatíveis com os encargos do serviço da dívida acumulada, antes e depois da guerra.
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Começaram então duras negociações - conduzidas pelo lado alemão pelo histórico presidente do Deutsche Bank, Hermann Abs - entre o Governo alemão e representantes dos Governos dos países credores que levaram ao estabelecimento, em 1953, de um acordo de pagamento que, ainda hoje, constitui um excelente estudo de caso de resolução de dívidas soberanas.
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II
"O Governo Federal entende que, na determinação do modo e da extensão com que a República Federal cumprirá esta responsabilidade [dívida externa alemã, anterior e posterior à 2ª Guerra Mundial], será tomada em consideração a situação geral da República Federal, incluindo, em particular, os efeitos das limitações sobre a sua jurisdição territorial e a sua capacidade para pagar"
Konrad Adenauer: Artigo I da carta de 6 de Março de 1951, integrando o Apêndice A do Acordo de Londres de 1953 sobre a Dívida Alemã.
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"Este plano não poderá provocar sobre a economia alemã efeitos indesejáveis sobre a situação financeira interna nem drenar, injustificadamente, os recursos de divisa quer os actualmente existentes quer os potenciais. Os Governos signatários poderão solicitar as opiniões de peritos sobre todas as questões resultantes das negociações para a elaboração do plano bem como sobre a capacidade para pagar"
Konrad Adenauer: Artigo III da carta de 6 de Março de 1951, integrando o Apêndice A do Acordo de Londres de 1953 sobre a Dívida Alemã.
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"Temos ainda a honra de, em nome dos três Governos, confirmar o entendimento do Governo Federal constante no segundo parágrafo do Artigo I e no Artigo III da carta de Vossa Excelência"
A. François-Poncet (pelo Governo da República Francesa), Ivone Kirkpatrick (pelo governo do Reino Unido), John J. McCloy (pelo Governo dos estados unidos da América): Carta de 6 de Março de 1951, integrando o Apêndice A do Acordo de Londres de 1953 sobre a Dívida Alemã.
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III
O Acordo de Londres de 1953 sobre a dívida alemã foi assinado em 27 de Fevereiro, depois de duras negociações com representantes de 26 países, com especial relevância para os EUA, Holanda, Reino Unido e Suíça, onde estava concentrada a parte essencial da dívida.
A dívida total foi avaliada em 32 biliões de marcos, repartindo-se em partes iguais em dívida originada antes e após a 2ª guerra.
Os EUA começaram por propor o perdão de toda a dívida contraída após a 2ª guerra. Mas, perante a recusa dos outros credores, chegou-se a um compromisso. Foi perdoada cerca de 50% da dívida e feito o re-escalonamento da dívida restante para um período de 30 anos. Para uma parte da dívida este período foi ainda mais alongado. Assim, parte do pagamento da dívida foi condicionada à reunificação. Só em Outubro de 1990, dois dias depois da reunificação, o Governo emitiu obrigações para pagar a dívida contraída nos anos 1920.
A ideia de condicionalidade do pagamento (pagamento apenas do que se pode - e quando se pode) esteve sempre presente desde o início das negociações. O acordo visou, não o curto prazo, mas antes procurou assegurar o crescimento económico do devedor e a sua capacidade efectiva de pagamento..
O acordo adoptou três princípios fundamentais:
1 - Perdão / redução substancial da dívida;
2 - Reescalonamento do prazo da dívida para um prazo longo;
3 - Condicionamento das prestações à capacidade de pagamento do devedor.
O pagamento devido em cada ano não pode exceder a capacidade da economia. Em caso de dificuldades, foi prevista a possibilidade de suspensão e de renegociação dos pagamentos. O valor dos montes afectos ao serviço da dívida não poderia ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de juro foram moderadas, variando entre 0 e 5%.
A grande preocupação foi gerar excedentes para possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo. Como ponto de partida, foi considerado inaceitável reduzir o consumo para pagar a dívida.
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O pagamento foi escalonado entre 1953 e 1983. Entre 1953 e 1958 foi concedida a situação de carência durante a qual só se pagaram juros. A estratégia alemã de negociação foi formulada e conduzida com todo o rigor e com a articulação de todos os agentes políticos. Mesmo perante as condições acima referidas, o Bundestag começou por recusar. O acordo foi, finalmente, assinado mas sob fortes votos de protesto e só depois de forte pressão dos E.U.A. O cumprimento do Acordo, por parte da Alemanha, foi possível graças a flexibilidade do seu articulado (pagamento condicionado pelo crescimento) e à política de desestatização/desnazificação levada a cabo pelos políticos regeneradores alemães, essencialmente Ludwig Erhard1, no Ministério da Economia, firmemente apoiado por Konrad Adenauer na Chancelaria.
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IV
O Acordo de Londres de 1953 sobre a dívida alemã é um estudo de caso muito interessante que tem interessado os estudiosos das situações de insolvência soberana para nas quais o tema do pagamento condicionado é incontornável. Ainda muito recentemente, o governador do Banco Central da Irlanda elaborou, publicamente, uma interessante reflexão sobre o pagamento condicionado do serviço da dívida soberana irlandesa2. Para a presente situação portuguesa o estudo do Acordo de Londres também não deixa de ter uma enorme importância.
A ponderação da nossa situação leva-nos a sublinhar três exigências que a experiência alemã mostra serem incontornáveis:
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1. A negociação da redução da dívida, o alongamento para um período adequado dos pagamentos e a redução dos juros para níveis moderados (próximos de 3,5%);
2. A entrada em acção de agentes políticos regeneradores, livres das responsabilidades pelas loucuras que provocaram o endividamento excessivo, com elevada capacidade negocial face aos credores;
3. A formulação e execução de uma política equivalente à desestatização/des nazificação da Alemanha que represente uma efectiva ruptura face ao persistente modelo estatizante que nos conduziu até aqui.
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1 As reflexões de Erhard, vertidas em livro (Kriegsfinanzierung und Schuldenkonsolidierung: Finanças de Guerra e Consolidação da Dívida), sobre gestão da dívida a seguir a um período de loucura política, são ainda hoje de grande relevância.
2 No início deste mês, o Governador do Banco Central da Irlanda, Patrick Honohan, propôs o seguinte: "Uma versão simples [de entre as várias opções de engenharia financeira de partilha de risco mutuamente benéfica ] seria a Irlanda pagar mais quando o crescimento do seu produto nacional bruto for forte e menos quando o crescimento for mais fraco. O objectivo destas obrigações ligadas ao PNB, ou de inovações de partilha de risco similares, deve ser restaurar, pela via do crescimento, uma dinâmica favorável do rácio da dívida soberana." (Financial Times de 7 de Abril de 2011)
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Economista e professor do ISEG
majesus@iseg.utl.pt

O FRANCISCO MENDES (O GORDO) DO PREÇO CERTO QUE SE CUIDE...JÁ TEM CONCORRENTES!

A Politica de comunicação do PSD

No "Eixo-do-mal" o Daniel Oliveira, ao criticar o Passos Coelho por ter anunciado a sua assinatura no acordo com o FMI durante programa "5 para a meia.noite", afirmou que já agora podia anunciar o programa financeiro do PSD no programa "O Preço Certo". Gostei da ideia e fiz o boneco.