Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
terça-feira, 17 de maio de 2011
O VIGARISMO POLÍTICO DE JOSÉ SÓCRATES
Não sugiro o voto, a 5 de Junho, em nenhum candidato por que deixei de confiar na gente que se movimenta nesses meandros de sujidade onde dentro buscam os seus interesse pessoais e não os daqueles (portugueses) que confiaram para os governar.
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Foi uma miserável, desgraça, durante seis anos de governação de José Sócrates onde os portugueses, bons, foram confrontados com as mais vil vigarices de um político que não vale e não prestas para nada. Tenho as minhas dúvidas se esse homem é descendente da etnia, gloriosa, lusitana, mas da que passou por Portugal a que lhe chamaram Vândalos.
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Durante o seu executivo juntou-se-lhe uma sociedade viciosa que foram lapidando o erário público, como se nada se haja passado. Ela implementou-se em todas as instituições do Estado e por mais estranho que possa parecer não passa nada com eles.
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Criminosos que continuam andar por aí à solta como se em Portugal a Justiça não funcione para esses “malteses/patifes”, mas sim para a raia-miúda”.
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É tempo de dizer basta a esse vândalo e deve ser chamado à Justiça e no banco dos réus dar conta, perante o Tribunal, dos crimes que praticou perante a sociedade portuguesa nos seis anos de sua governação.
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Por fim: Mas quem tem medo de um vigarista chamado José Sócrates?
José Martins
RECADO AO GUILHERME COSTA DA RTP
Acontece que Portugal está, economicamente, nas lonas. Na RTP não há crise e em Dublin está uma quantidade de reporters e pessoal a transmitir um jogo da bola.
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São constantes os abusos de gastos desnecessários na televisão que nós pagamos. Mandam reporters a todos os lados para reportarem "MERDA"...
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Creio que ainda se queda em Nova Iorque uma rapariga a seguir o caso do Dominique...
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A RTP poderá enfiar o barrete a quem não conhece a Internet mas não a mim que sei as notícias do que acontecem no Mundo e as mando para a "manda" primeiro que ela.
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Eu sei e conheço o "bolas" do Presidente Guilherme Costa que lhe interessam mais as gajas "bués" do que administrar os dinheiros públicos.
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Esse asilo terá que ser limpo da "gandulagem" que por lá anda a "chular" os nossos poucos tostões.
José Martins
LUZ VERDE PARA O EMPRÉSTIMO E....AGORA QUE O NÃO ESBANGEM!
Os países da zona do euro, que na segunda-feira aprovou a ajuda de Portugal, estão lutando para aprovar uma posição comum sobre uma nova ajuda à Grécia, quer sob a forma de empréstimos ou de re-escalonamento da dívida.
REUTERS - O plano de apoio foi ratificado em Portugal na segunda-feira pelos ministros das Finanças da zona do euro, que também venceu a Grécia acelera e aprofunda as reformas, apesar da turbulência causada pelo caso Dominique Strauss- Kahn.
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A agenda da reunião mensal do Eurogrupo foi amplamente ofuscado pela acusação nos Estados Unidos a partir do Director-Geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), que foi para participar e são substituídos por um assistente de gerentes gerais Fundo, Shafik Nemat.
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Os funcionários europeus tinha assegurado antes da reunião que os planos de apoio à Grécia, Irlanda e Portugal, bem como discussões em curso sobre a economia europeia não seja afectada.
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Eles foram os esperados, dada a luz verde ao plano de ajuda de 78 bilhões de euros em Portugal, a primeira parcela será liberada no final de maio, em tempo para o refinanciamento dos vencimentos de junho, afirmou a Comissária Europeia para a Assuntos económicos e monetários, Olli Rehn.
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A pedido da Finlândia, as autoridades Português comprometeram-se a envidar todos os esforços para assegurar que a privatização prevista ser tão ambiciosos quanto possível, e instar os credores privados que mantêm a sua exposição à dívida Português.
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Ele também eleito por unanimidade presidente do Banco da Itália, Mario Draghi, sucedendo a Jean-Claude Trichet, como o presidente do Banco Central Europeu no final de seu mandato em 31 de Outubro.
Lagarde Diferença Juncker-
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No curso principal do encontro, a situação financeira da Grécia, porém eles tinham mais dificuldade para cerrar fileiras. Como porta-voz do Olli Rehn, no início do dia, o presidente do Eurogrupo, JeanClaude Juncker, admitiu pela primeira vez, não exclui uma reformulação da dívida grega, mesmo se uma reestruturação tal, continua excluído.
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"A reestruturação não é uma opção (...) Mas eu não posso, evidentemente, excluir uma reformulação", disse ele na conferência de imprensa após a reunião do Eurogrupo.
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Perspectivas imediatamente rejeitada pela ministra francesa da Economia Christine Lagarde, que disse que qualquer reestruturação ou de reescalonamento da dívida foi de direitos de grego para a substituição.
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"Qualquer reestruturação ou de reescalonamento, que constituiria um padrão em um evento de crédito está fora de questão", disse ela em resposta a uma pergunta sobre uma possível reformulação da dívida grega.
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O primeiro-ministro do Luxemburgo, no entanto, em seguida, qualificada a sua intervenção afirmando que tal reformulação não podia intervir até que o atual plano de assistência que a Grécia não aplicou qualquer um, como o programa de privatização de 50 bilhões de de euros anunciado no início deste ano.
As medidas adicionais
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Ele também disse que Atenas havia se comprometido a tomar novas medidas para ajustar para acomodar as autorizações orçamentais efectuadas ao abrigo da ajuda internacional que lhe foi concedida em maio passado.
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A Comissão prevê um défice de 9,5% do PIB grego em 2011 e 9,3% em 2012, bem acima da meta de 7,6 e 6,5% definidos pelo programa de auxílio concedido pelo UE e FMI, enquanto a dívida deverá aumentar mais de 166% do PIB no próximo ano.
O Eurogrupo, que governou o momento um programa de assistência segundo a cobrir as necessidades de financiamento de 65 bilhões de euros em 2012 e 2013, adiou qualquer decisão até Junho, quando os resultados do conjunto da UE FMI-estar, foram avaliadas em detalhes.
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Enquanto isso, os ministros das Finanças da zona do euro têm esperança de que um amplo consenso está surgindo entre gregos partidos políticos sobre as medidas a serem tomadas, como é o caso da Irlanda ou Portugal.
"Se a Grécia está cumprindo suas metas fiscais em 2011, quando a Grécia chegou a um acordo amplo entre as partes (...) e se a Grécia está a implementar novas reformas estruturais, acho que as coisas são possíveis", disse Jean -Claude Juncker. "Eu não disse que eles eram fáceis, mas são factíveis".
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A agenda da reunião mensal do Eurogrupo foi amplamente ofuscado pela acusação nos Estados Unidos a partir do Director-Geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), que foi para participar e são substituídos por um assistente de gerentes gerais Fundo, Shafik Nemat.
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Os funcionários europeus tinha assegurado antes da reunião que os planos de apoio à Grécia, Irlanda e Portugal, bem como discussões em curso sobre a economia europeia não seja afectada.
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Eles foram os esperados, dada a luz verde ao plano de ajuda de 78 bilhões de euros em Portugal, a primeira parcela será liberada no final de maio, em tempo para o refinanciamento dos vencimentos de junho, afirmou a Comissária Europeia para a Assuntos económicos e monetários, Olli Rehn.
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A pedido da Finlândia, as autoridades Português comprometeram-se a envidar todos os esforços para assegurar que a privatização prevista ser tão ambiciosos quanto possível, e instar os credores privados que mantêm a sua exposição à dívida Português.
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Ele também eleito por unanimidade presidente do Banco da Itália, Mario Draghi, sucedendo a Jean-Claude Trichet, como o presidente do Banco Central Europeu no final de seu mandato em 31 de Outubro.
Lagarde Diferença Juncker-
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No curso principal do encontro, a situação financeira da Grécia, porém eles tinham mais dificuldade para cerrar fileiras. Como porta-voz do Olli Rehn, no início do dia, o presidente do Eurogrupo, JeanClaude Juncker, admitiu pela primeira vez, não exclui uma reformulação da dívida grega, mesmo se uma reestruturação tal, continua excluído.
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"A reestruturação não é uma opção (...) Mas eu não posso, evidentemente, excluir uma reformulação", disse ele na conferência de imprensa após a reunião do Eurogrupo.
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Perspectivas imediatamente rejeitada pela ministra francesa da Economia Christine Lagarde, que disse que qualquer reestruturação ou de reescalonamento da dívida foi de direitos de grego para a substituição.
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"Qualquer reestruturação ou de reescalonamento, que constituiria um padrão em um evento de crédito está fora de questão", disse ela em resposta a uma pergunta sobre uma possível reformulação da dívida grega.
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O primeiro-ministro do Luxemburgo, no entanto, em seguida, qualificada a sua intervenção afirmando que tal reformulação não podia intervir até que o atual plano de assistência que a Grécia não aplicou qualquer um, como o programa de privatização de 50 bilhões de de euros anunciado no início deste ano.
As medidas adicionais
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Ele também disse que Atenas havia se comprometido a tomar novas medidas para ajustar para acomodar as autorizações orçamentais efectuadas ao abrigo da ajuda internacional que lhe foi concedida em maio passado.
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A Comissão prevê um défice de 9,5% do PIB grego em 2011 e 9,3% em 2012, bem acima da meta de 7,6 e 6,5% definidos pelo programa de auxílio concedido pelo UE e FMI, enquanto a dívida deverá aumentar mais de 166% do PIB no próximo ano.
O Eurogrupo, que governou o momento um programa de assistência segundo a cobrir as necessidades de financiamento de 65 bilhões de euros em 2012 e 2013, adiou qualquer decisão até Junho, quando os resultados do conjunto da UE FMI-estar, foram avaliadas em detalhes.
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Enquanto isso, os ministros das Finanças da zona do euro têm esperança de que um amplo consenso está surgindo entre gregos partidos políticos sobre as medidas a serem tomadas, como é o caso da Irlanda ou Portugal.
"Se a Grécia está cumprindo suas metas fiscais em 2011, quando a Grécia chegou a um acordo amplo entre as partes (...) e se a Grécia está a implementar novas reformas estruturais, acho que as coisas são possíveis", disse Jean -Claude Juncker. "Eu não disse que eles eram fáceis, mas são factíveis".
SÓ BLÁ,BLÁ DE CANALHA... E MAI NADA!
sócrates e coelho
Desde que o Governo é Governo, Sócrates é Primeiro-Ministro, e Passos Coelho é líder do PSD, as conversas entre os dois para salvar o país da bancarrota e resgatá-lo ao domínio do FMI, têm sido assim...
Pilhado ás Heresias Consentidas
HOJE UM POUCO DE HISTÓRIA DE PORTUGAL NA TAILÂNDIA
Um artigo que o embaixador Hélder de Mendonça e Cunha e publicado no livro, editado pela Siam Society, em 1976 sob o título “In Memory of H.R.H. Prince Wan Waithayakorn, Kromamun Naradiph Bongsprabandh – Presidente of The Siam Society.
Embaixador Hélder de Mendonça e Cunha se hoje fosse vivo teria 90 anos. É o primeiro embaixador de Portugal em Banguecoque e acreditado em 1966 a 1970..Pouco se sabe de Mendonça e Cunha em Banguecoque e mais um representante de Portugal esquecido que foram fazendo alguma obra.
Nos meandros da diplomacia existem ingratidões vastas e ao ponto de alguns valores sejam arrumados ao canto. Cada um que vem, narcisamente, é sempre o melhor e os predecessores não contam. Porém fui avaliando um por um e aos de valor coloco-os no pedestal merecido..
A CONCESSÃO TERRITORIAL FEITA A PORTUGAL EM 1820
Por Heldet de Mendonça e Cunha
Foi em Ayuthaya, em 1511, que Portugal teve seu primeiro contacto oficial com o reino do Sião, logo após a conquista de Malaca, Afonso de Albuquerque enviou Duarte Fernandes junto do Rei Rama Thibodi II, com presentes e uma mensagem de amizade, numa altura em que existiam más relações entre o rei e o sultão de Malaca pois este último, faltando a um compromisso assumido, não lhe pagara o tributo anual de flores de ouro.
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O rei do Sião acolheu cordialmente o enviado português e expressou o seu contentamento pelo facto de os Portugueses terem subjugado o sultão rebelde. Alguns anos mais tarde em 1518, os reis do Sião e de Portugal concluíram o seu primeiro tratado de amizade e comércio no qual, em troca da promessa da ajuda militar dos Portugueses, os siameses lhes concederam privilégios de ordem comercial e religiosa. Este tratado, concluído pelo enviado Duarte Coelho, foi o primeiro firmado pelo reino de Sião com um país europeu.
Deste modo, muitos portugueses foram para o Sião e ai ensinaram a arte da guerra, a construção de fortiificações e a fabricação de armas. Também tomaram parte nas guerras contra os reinos vizinhos em que o país se envolvia constantemente, em especial contra a Birmânia. O Rei P´ra Chai, que subiu no trono em 1536, tinha 120 Portugueses na sua guarda pessoal, o que é indício destes se situarem numa posição privilegiada na corte do Sião.
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Em reconhecimento da ajuda dos Portugueses, foi-lhes feita a concessão da terra na qual fundaram a sua primeira comunidade (contanto mais de duas mil pessoas) e construíram, entre outras, as igrejas de S.Paulo, S. Francisco e S.Domingos. Esta área ainda hoje é referida como o “Ban portuguet” (Bairro Português). O terreno, situado ao longo do rio Chao Phraya, tinha mais de 2 kms de extensão e era cercado por um canal, razão pela qual alguns escritores lhe chamaram a “Ilha dos Portugueses”.
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Em 1786, quando da transferência da capital de Thomburi para a margem oriental do rio Chão Praya, o Rei Rama I concedeu ao rei de Portugal outro importante e valioso terreno, situado sobre o rio, perto da actual embaixada portuguesa. A esta zona chamou-se “O Rosário”, tendo sido oferecida “em consideração da ajuda dada pelos portugueses nas guerras contra o rei Birmanês. Foi aí construída uma igreja por Frei Francisco Chagas, que viera de Goa para cuidar da comunidade portuguesa. Os membros desta noca comunidade construíram as suas casas e dedicaram-se ao comércio, construindo também barcos, muitos dos quais como o “Concórdia”, estavam registrados no consulado português em Banguecoque.
A carta de concessão do rei Rama I afirmava: o rei (do Sião) exprime a sua gratidão à rainha D.Maria I, pela sua amável generosidade, símbolo de boa- vontade que não poderá ser esquecido até ao fim do mundo... De futuro, o rei não mais causará a Vossa Majestade o incómodo do envio de tropas e munições, mais solicita que sejam dadas ao governo de Goa no sentido de lhes serem enviados três mil mosquetes durante o ano de 1787. Caso os súbditos de Vossa Majestade desejem estabelecer uma feitoria, o rei está disposto a conceder-lhe um terreno para esse fim, no qual poderá ser construída uma igreja...Esta disponibilidade do rei em oferecer terra para o estabelecimento, de uma, feitoria, em Banguecoque (ou seja de uma comunidade comercial), viria depois a ser posta em prática.
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Em 1820, durante o reino de Sua Majestade o Rei Rama II, foi oferecido a Portugal um terreno em que se estabeleceram uma “Feitoria Portuguesa” e aresidência do primeiro cônsul, Carlos Manuel da Silveira. O texto da carta de concessão: .
Clique na imagem para ler o texto
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E neste terreno que se situa a actual embaixada de Portugal, sendo a mais antiga residência diplomática em Banguecoque.
AS SUAS NOTÍCIAS DO DIA 17.5.11
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