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sexta-feira, 17 de junho de 2011

OLHAR PARA A GRÉCIA DE HOJE É VER O PORTUGAL DE AMANHÃ!


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Veja como dois banqueiros levam a Europa à ruína
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Durante um ano, o Deutsche Bank e o Banco Central Europeu fizeram-nos acreditar que o que se passa na Grécia seria desastroso para a Europa. Estavam a mentir com quantos dentes têm na boca.
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Em Frankfurt, dois dos homens mais poderosos da Europa sentam-se, virtualmente, um de cada lado da rua, nos arranha-céus sede de duas das mais importantes instituições no continente. Ninguém elegeu estes homens para que governem sobre nós.
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Ninguém votou nas suas instituições para que ditassem a nossa política económica. No entanto é o que fazem. Apresentamos Jean-Claude Trichet e Josef Ackermann. O primeiro é o líder do Banco Central Europeu, está de saída, e foi recentemente considerado pela Newsweek uma das cinco pessoas mais importamtes do mundo.
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O segundo é o líder do maior banco privado da zona euro, o Deutsche Bank, e foi recentemente considerado pelo New York Times "o banqueiro mais poderoso da Europa". Nenhum deles foi eleito para liderar a economia. No entanto, juntos é o que fazem.De facto, ambos têm sido decisivos na definição da resposta a dar pela União Europeia à grave crise da dívida que contínua a assombrar a zona euro.
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Como noticiou o Times numa poderosa análise, o senhor Ackermann "encontra-se no centro do círculo mais concêntrico do poder, mais do que qualquer outro banqueiro do continente". De facto, ele aconselha regularmente políticos e decisores políticos sobre os assuntos económicos mais candentes do momento: a latente crise da dívida grega; a crescente tensão entre económicas europeias fortes, como a Alemanha, e as mais fracas como a Irlanda e Portugal; e o futuro da Europa como união económica e monetária e esse grande e expressivo empreendimento, o euro.
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Ao mesmo tempo, nota o NYT, Ackermann é também "possivelmente o mais perigoso" banqueiro na Europa. Afinal, "não é segredo onde estão as alianças financeiras do senhor Ackermann: nos bancos". Por exemplo, Ackermann "tem insistido que seria um grave erro proporcionar algum alívio à dívida Grega".Qual seria o problema da reestruturação da dívida da Grécia?
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A Argentina e o Equador demonstraram amplamente na última década que a reestruturação da dívida soberana pode, na verdade, libertar o país das medidas de austeridade e inibidoras do crescimento impostas por líderes estrangeiros, permitindo uma mais rápida recuperação enquanto as necessidades e preocupações internas são acauteladas.Mas, claro, temos de nos recordar que o senhor Ackermann não é um observador neutral.
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Existe uma agenda por detrás do seu discurso apocalíptico. O Times nota apropriadamente que "os bancos europeus, incluindo alemães como o Deutsche Bank, detêm muitos milhões de euros nas obrigações financeiras do governo grego e os bancos perderiam bastante se essas dívidas fossem reestruturadas".No entanto, como conseguiu Ackermann convencer Merkel, Trichet e outros líderes da UE que a reestruturação da dívida grega levaria a uma situação como a da Leman Brothers?
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“A solução da Europa para a Grécia é, essencialmente”, segundo o senhor Ackermann, “mais dinheiro de resgate e mais austeridade”, uma estratégia que alguns analistas admitem que permita apenas ganhar tempo sem oferecer nenhuma esperança de recuperação. Assim, cego pela sua própria ganância e indisponibilidade para assumir responsabilidades pelos empréstimos irresponsáveis concedidos pelo seu banco e que se relacionam com a criação da crise, Ackermann apenas agrava a crise.
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Alerta de modo alarmante para a probabilidade do aumento das consequências desastrosas e a Europa está paralisada. Os nosso dirigentes compraram a mentira. Porquê?Uma das razões para o sucesso de Ackermann é o facto de ter tido, durante a crise, o apoio dos seus vizinhos do Banco Central Europeu. Desde que a Grécia se afundou no abismo dos mercados de capital globais no início do ano passado, Jean-Claude Trichet, o presidente do BCE, bajulou cuidadosamente os interesses dos maiores bancos europeus qualificando a reestruturação como "demasiado arriscada".
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Não por acaso, o senhor Ackermann parece desfrutar de boas relações com Jean-Claude Trichet. Quando a senhora Merkel sugeriu que os credores privados assegurem uma parte do fardo, Ackermann opôs-se ao governo alemão e colocou-se ao lado do seu amigo, o senhor Trichet, argumentando que contra reestruturação da dívida grega porque forçaria os investidores - e os bancos - a “partilhar as dores da Grécia”.Hoje, a maioria dos especialistas em economia - quer da esquerda quer da direita - chegaram à conclusão que a Grécia é insolvente.
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Simplesmente não pode, realisticamente, reembolsar a sua dívida esmagadora enquanto a economia continuar a contrair-se em resultado das medidas de austeridade prescritas por Ackermann e Trichet.Até o governo alemão e o presidente da zona euro, Jean-Claude Juncker, falam agora na chamada "reestruturação suave" da dívida grega.
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Mas o BCE recusa-se a financiá-la. Se esta atitude de teimosia era previsível por parte do interessado Deutsche Bank, pelo contrário, é surpreendente num suposto agente "neutro" como o BCE.Então porque continua o BCE a opor-se à única e real solução para a crise da dívida grega? Porque é que continua a empurrar a Grécia, e com ela toda a zona euro, para o abismo?
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É apenas porque Trichet e Ackermann e companhia são amigos próximos? Ou passa-se mais alguma coisa?Claro que se passa. Trichet cometeu o seu maior erro no ano passado quando decidiu ficar ao lado do seu amigo Ackermann ao opor-se o início da reestruturação da dívida.
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Em vez de permanecer na sua objectividade neutral enquanto líder do BCE, Trichet envolveu-se directamente na crise da dívida grega: começou por comprar grande quantidade de obrigações gregas através de mercados secundários só para permitir que a Grécia ficasse à tona e assim evitar que bancos e investidores europeus tivessem de fazer corte de cabelo.
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Como resultado, já não são só os bancos privados europeus mas é também o seu Banco Central que estão afundados até ao pescoço na crise grega. Por outras palavras, a reestruturação grega já não prejudicaria apenas os bancos privados; forçaria Trichet a assumir grandes prejuízos no folha de balanços do BCE a escassos meses de passar a pasta a Mario Draghi.
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Artigo de Jérôme E. Roos

PAULO PORTAS: “DE FRACO JORNALISTA A MINISTRO”

VOZES DO POVO TAMBÉM CHEGAM AO CÉU

Nunca me mereceu crédito nenhum Paulo Portas de quando jornalista. Mentiroso, sensacionalista, inventor de notícias, falsas, para que estas fossem ao encontro dos sentimentos do público de quando um dos que dirigiam o jornal Independente.
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São notórios os alardes, no Independente, em que envolveram a Drª Leonor Beleza, então a ministra da Saúde, e o irmão José Beleza, cujos recortes  conservo nos meus arquivos. Com os alardes e a pouca ética e desrespeitando a deontologia, jornalistica, Paulo Portas, prejudicou imensas pessoas e, entre elas, eu incluído.
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Com ele, no Independente, a falecida jornalista Ana Osório que lhe servia de “bengala” para chegar onde queria. Entrou nos meandros da política e seguiu nas campanhas a enganar os reformados com mentiras. Chegou a Ministro de Defesa  no Governo do fatídico consulado de Durão Barroso e comprou submarinos e outras sucatas, material para (infelizmente desmembradas) Forças Armadas Portuguesas.
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Ontem Paulo Portas (acredito ter exigido o cargo a Passos Coelho) é nomeado pelo Presidente da República Portuguesa Prof., Cavaco Silva o chefe da diplomacia portuguesa.
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Paulo Portas, além de antes ter sido um péssimo ministro da Defesa, ainda não limpo de escandaleiras que vieram a lume, será um incompetente Ministro dos Negócios Estrangeiros.
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Um país não pode está sujeito a certa “gajada”, ambiciosa, que entraram na política pela porta do cavalo e dentro dela, como o menino birrente bater o pé e exigir aos pais o brinquedo preferido.
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Em Portugal há gente competente e independente (mesmo nas Necessidades) para assumir o cargo de Ministro dos Negócios Estrangeiros numa altura em que é necessário que a nossa diplomacia coloque Portugal no lugar devido e não com a nomeação de um “palhaço”, igual a Paulo Portas, que além do seu habitual bla,bla não tem ponta de experiência dos negócios Estrangeiros de Portugal.
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Temos, como acima o referi, diplomatas à altura (não intoxicados do clima das Necessidades) e entre eles, (desculpe-me senhor embaixador o meu atrevimento), Francisco Seixas da Costa que não nos resta ponta de dúvida que seria o ministro à altura para assumir o importante cargo.
José Martins

PAULINHO DAS FEIRAS: "DEU-ME VÓMITOS QUANDO TIVE CONHECIMENTO DE AUTO-NOMEAR-SE O MINISTRO DOS ESTRANGEIROS"

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SEM REFORMAS...MUITA FOMINHA VAI SEGUIR POR AÍ!

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Pensões de reforma. Importante ler independen​temente das suas opiniões políticas.​...

Vejam só  o que acaba de ser publicado em relação às futuras reformas... a Segurança Social comprou dívida portuguesa, e se não pagarem aos credores ... ADEUS REFORMAS!!!!!!!!!!!!!!!!! Sócrates foi perito em falar no Estado Social, e o resultado é este anexo que segue para vossa apreciação e meditação!!!!!
Sem comentários.
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Que cada um tire as suas ilações2011.05.27
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H. Raposo
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Pensões de reforma
 Sócrates brincou com as nossas pensões de reformaHenrique Raposo (www.expresso.pt)8:33 Quinta feira, 26 de Maio de 2011
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Para começo de conversa, convém dizer que esta é mais uma mentira de Sócrates e do governo. Em Março, vários órgãos de comunicação social afirmaram que o Fundo de Estabilização da Segurança Social estava a comprar dívida pública portuguesa - quando já ninguém queria participar nesse teatrinho de Sócrates.
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O governo, claro, desmentiu. Agora, é publicado o despacho que confirma este facto. O governo mentiu (não é novidade). O governo mexeu de forma irresponsável nas nossas reformas.Sócrates e Teixeira dos Santos sabiam que comprar dívida portuguesa (ou grega, ou irlandesa) é um acto de altíssimo risco, mas, mesmo assim, não hesitaram em colocar em risco as reformas futuras.
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Se a dívida portuguesa entrar em reestruturação, nós, portugueses, vamos perder muito dinheiro. Reestruturar a dívida significa não pagar parte da dívida aos credores (20%? 50%?). Ou seja, os credores ficam a arder. Ora, neste cenário, quem fica a arder olimpicamente são os portugueses, são as pensões de reformas dos portugueses. Se isto não é trair o povo, então o que é trair o povo?
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Para manter o seu teatrinho suicida ("ai, ai, Portugal não precisa de ajuda, eu não coloquei Portugal na bancarrota"), Sócrates arrombou as nossas futuras reformas. Numa irresponsável fuga para a frente, o primeiro-ministro usou o dinheiro da nossa segurança social para financiar uma estratégia sem sentido, que visava apenas salvar a sua face. Isto é a destruição objectiva do tal Estado Social.
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PS: Este episódio é um case study do velho paradigma: sem freios e contrapesos, sem instituições autónomas fortes, um demagogo transforma a democracia numa coisa perigosa e sem respeito pelas gerações futuras.
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Como é que isto foi possível?
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Como é que este Fundo da Segurança Social não tem autonomia perante São Bento?Quem vai pedir contas a estes senhores???
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(Antes que se evadam do país...)

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 17 de Junho de 2011.

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã
Acidente mata mãe e filha Sporting contrata holandês Schaars Kanye West vem ao Sudoeste Ministro de Negócios Estrangeiros de Moçambique chega hoje a Brasília Estádio de Leiria à venda Desabamento no Maria Vitória obriga a cancelamento de espectáculo Ciclista Mauricio Soler em coma induzido

Capa do Público Público
Primeiro-ministro grego nomeia Evangelos Venizelos para ministro das Finanças Governo tem de ter pronto até Agosto plano para pagar 2300 milhões de euros de dívidas TAP prevê vender handling da Groundforce durante as próximas duas semanas Lobo Xavier garante que não foi convidado para o Governo Grupo espanhol assume 25 por cento do capital da empresa de comunicação Imago Directora do CEJ confirma que alunos copiaram num teste e quer “apuramento de responsabilidades”

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias
Estado poupa 1,8 milhões na correcção dos exames Secretária-geral de Segurança Interna "ressuscita" equipa mista DGS garante que carne infectada não veio para Portugal PSP deve 15 milhões à Caixa Geral de Aposentações Almeida Santos tenta consenso entre Assis e Seguro PS vota contra candidatura de Fernando Nobre à AR Agência bancária assaltada à mão armada

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias
Strauss-Kahn invoca "imunidade diplomática" Ronaldo: Tudo a postos para a festa do ano Estádio do Euro 2004 de Leiria à venda por 63 milhões Abusos sexuais de crianças em infantário da Santa Casa Mãe e filha morrem em acidente na A4 Filomena Cautela também deixa "5 para meia-noite" Avaria em avião da Ryanair causa desmaios e desidratação a passageiros

Capa do i i
Carlos Vicente. "Portugal importa milhões de transgénicos por ano" Sete por cento das praias nacionais perderam qualidade Piquenique de sábado lança caos no coração de Lisboa História da jovem que acordou despida na linha férrea foi mesmo inventada Multibancos. "As notícias dos meus roubos são claramente exageradas" Temperaturas máximas vão subir até seis graus a partir de domingo
Maria do Céu Machado deve assumir a pasta da Saúde

Capa do Diário Económico Diário Económico
Acções do BCP, PT e energéticas pressionam PSI 20 Papandreou adia remodelação do governo para hoje Merkel e Sarkozy procuram hoje solução para crise grega Finanças autorizam passar activos tóxicos do BPN para o Tesouro PSD e CDS querem travão à dívida pública na Constituição PSD e CDS querem regresso aos mercados antes de 2013 Aperto

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios
Petróleo recua pressionado por impasse na Grécia Galp e PT caem e arrastam bolsa nacional Deutsche Bank: Grécia não deve entrar em incumprimento "de forma alguma" As notícias em foco na edição de hoje, dia 17 de Junho, no Negócios Bolsas asiáticas a caminho da sétima semana consecutiva em queda RTP reduz mais 35 postos de trabalho BarCap diz que Portugal poderá sair da crise sem reestruturar a dívida

Capa do Oje Oje
Wall Street fecha sem rumo penalizada pelas incertezas na Grécia EDP investe 621 milhões no Brasil Inflação desce para 3,7% em Maio TAP prevê prejuízo maior do que o esperado Brasil é boa aposta para retalhistas Emprego em Portugal cai 1,6% no primeiro trimestre Consumo de petróleo cresce 1,3% ao ano

Capa do Destak Destak
Mário Soares recomenda que se ande para a frente com o País Kanye West actua em Agosto nos 15 anos do festival Sudoeste Stijn Schaars é o novo reforço dos leões Directora do CEJ confirma copianço num teste e diz desejar "cabal apuramento de responsabilidades" Pinto Monteiro concorda com averiguação rigorosa do caso dos alunos apanhados a copiar “The Wedge Presents Arcade Fire” é o novo documentário sobre a banda canadiana Vereadores PSD criticam corte de trânsito na Avenida da Liberdade

Capa do A Bola A Bola
Adrien perto de voltar a Coimbra «PSG tem dinheiro e entra na corrida por Fernando» - Diário de Notícias «Jesus quer Santiago Garcia» - Correio da Manhã Pedro Martins na UEFA PRO «Beto dá preferência ao mercado estrangeiro» - Jornal de Notícias Sitta recupera com Liedson «Neymar acusa árbitro de o ter ameaçado no empate que Santos» - Público

Capa do Record Record
Descida inevitável sem último lugar Banca perde 13 milhões/dia PSD e CDS assinaram acordo de Governo Nadal é o mais reconhecido em Espanha Buffon casa-se Michel Platini: «FC Porto devia jogar com jogadores portugueses» Prova de fogo para Irina

Capa do O Jogo O Jogo
Stijn Schaars: "Vou lutar para ser campeão"
Valdés afirma que não quer saber das relações com os merengues Stijn Schaars é o novo reforço dos “leões” Nova visibilidade a partir de Setembro Presidente quer sempre uma Académica melhor Nuno Coelho: “Vou jogar no meu clube” Câmara aprova proposta para levar estádio municipal a hasta pública por 63 milhões de euros

OPINIÃO - PRÓXIMO GOVERNO NÃO PODE FALHAR

"PRÓXIMO GOVERNO NÃO PODE FALHAR
O acordo de coligação entre PSD e CDS foi formalmente assinado às 12:20 de hoje. Os dois partidos vão formar o próximo governo que, face à situação delicada que o País atravessa, não pode falhar. A possibilidade de incumprimento da Grécia deve constituír um sério aviso para Portugal. - Texto extraído com a devida vénia: http://ex-dgemn.blogspot.com/
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OPINIÃO:
Deixei de sonhar há muitos anos e bem razão tenho que o fizesse, dado a tantos “coices” que fui levando pela vida fora e já na bonita idade de 76 anos e seis meses.
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Não sou velho do Restelo mas bastante inteligente de não acreditar nos dois jovens que acabam de assinar um papel e a coligação de um Governo que nos vai governar (será?) durante os próximos 4 anos.
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Ora o que vai acontecer, como nas romarias, em Portugal, do antigamente, “é vira o disco e toca o mesmo o disco de Francisco José”. Mas as canções do Francisco José eram giras e o povoléu gostava delas. Sem ter tido nunca simpatia dos políticos à frente do PS, a pouca que tinha pelo PSD foi pela corrente do ribeiro.
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Nunca gostei de ouvir conselhos de miúdos ou meter-me com eles porque quem se mete com canalha fica borrado, mas meto-me pelo que estes dois estão a impingir, de momento, aos portugueses porque eles os dois jovens não conseguirão levar à acção  as palavras de momento.
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É triste afirmá-lo que um país como Portugal com homens de valor seja entregue, a governação a dois rapazes que de um não se lhe conhece obra nenhuma e do outro rabos de palha cuja cauda chega a Almeida.
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A entrega do Governo de Portugal a estes jovens é o mesmo que o padrinho, do baptismo, lhes dar uma mão-cheia de rebuçados.
José Martins
Canção de Francisco José no video