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Há dois meses que não visitava o "Ban Portuguet". Aconteceu ontem. Nunca regresso a Banguecoque satisfeito e algo sempre existe que me deixa triste.
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Porém não vou apontar o dedo ao, actual embaixador de Portugal Jorge Torres Pereira, mas aos seus predecessores, que pelas suas negligênciaa lhe deixaram uma pesada herança.
José Martins
Parte do embarcadouro que a corrente do rio, Chão Prya não levou e alguém, a base esburacou!
Os "pobris homens/mulheres" que desçam pela passadeira do embarcadouro desprevenidos podem sem contar serem engolidos pelo Rio Chao Prya. Pelo tamanho do quadrado do buraco podem mesmo fazer companhia aos peixinhos e depois aos anjinhos se não souberem nadar.
E também não sei (como não percebi o desaparecimento das retretes) porque teriam desapareceido as tábuas da estruturas do embarcadouro... Tem sido muito difícil, para mim, ser português na Tailândia, continuar a assistir a desleixos (mais não sei quê!) de quem representa Portugal neste Reino. Somos os quinhentistas que valemos e hoje já não prestamos para nada...Só: bla,bla,bla e "mai nada".
O casal meu amigo Mária Grácia e João Martinho na passagem do embarcadouro destroçado...
O área onde estiveram duas retretes desde há 16 anos... Para Homens e Mulheres. Porque teriam desaparecido?
De facto não entendo, nem dá mesmo nada para perceber...duas retretes foram construídas em 1995, para as pessoas que visitassem o campo de São Domingos, no Ban Portuguet homens e mulheres se aliviarem...Absolutamente funcionais. Outras retretes não vi por ali e, alivei a bexiga e o meu amigo João Martinho, encostados a uma parede. A vantagem de termos nascido homens... O mesmo não aconteceu à esposa, Maria Grácia, que tive que a levar ao templo budista, ali perto...!!!
Assim eram as retretes para senhoras e homens se aliviarem...Ainda há pouco tempo estavam assim...Posso garantir que mau cheiro não "botavam"...
Relva, cuidadosamente cortada, verde nas traseiras do edifício museu em direcção às ruínas escavadas em 1984, financiadas pela Fundação Calouste Gulbenkiam e a colaboração do Fines Arts Department e a precisosa colaboração de estudantes da Faculdade de Arqueologia da prestigiosa Universidade de Chulalongkorn de Banguecoque
O casal meu amigo Maria Grácio e João Martinho à entrada do edifício/museu construído no Campo de São Domingos, fiananciado pelo Fines Arts Department da Tailândia e Fundação Calouste Gulbenkian. Finalizado em Março de 1995.
A relva do Campo de São de Domingos, não se pode dizer mal cuidada, mas precisava de ser regada, periodicamente, por aspersão para manter o verde.
A entrada para as ruínas da Igreja de São Paulo dos Jesuitas, arborizada, como que a esconder o local da vista de quem passa por ali.
Pachorrentemente gado bovino pasta junto às ruinas da Igreja de São Paulo dos Jesuítas no "Ban Portuguet". Um português que andou por aqui, maldosamente, me disse pelo telefone que alí não tinha havido igreja nenhuma, mas um templo budista. Ali, por conhecimento de causa, nunca houve templo budista!!! O templo budista (ainda da era de Ayuthaya) nas proximidades situa-se a cerca de 1500 metros do local e do lado oposto da margem do rio Chao Prya e onde se situa o Forte Português de Pom Phet.
O embarcadouro que da margem do rio Chao Prya leva o visitante ao edificio, novo, museu em cima da história da Holanda e o Reino do Sião na velha capital (Ayuthaya)
Edificio, recentemente, construído no Campo Holandês em Ayuthaya
























