A equipa de Calisto, o Muangthong United ao bater por duas bolas a uma, a primeira
classificada da 2ª Liga de Futebol da Tailândia, a Kasesart F.C., para a Taça Toyota (classifica-se como a Taça de Portugal), um jogo sem história onde não se viria observar, pela parte dos jogadores do Muangthong United, a garra dos encontros anteriores e atabalhoadamente imensos falhanços de “balões” às redes do clube universitário e uma penalidade, imperdoávelmente, perdida.
A pluviosiodade caida logo no começo do encontro, prejudicou em parte a actuação dos atletas de Calisto, cujo, esta se manteria com mais ou menos intensidade durante os noventa minutos. Os onze da Universidade Kasesart, aguerridos, vieram ao estádio Yamaha com propósisto de fazer a vida cara aos onze de Calisto, com uma razoável claque, estudantil, sentada nas bancadas, a incitarem os jogadores e salvar a honra do primeiro lugar na tabela na lista, classificativa, da 2ª Liga da Tailândia e o desejo de saltar para a primeira liga na próxima época.
.
Ao fim do jogo era vísivel, no rosto de Calisto, a insatisfação pela má actuação de seus jogadores que certamente, sem o revelar, irá proceder a modificações no plantel em próximos jogos, de maior responsabilidade, dado que elevou Muangthong, bi-campeão de 2009 e 2010 da 1ª Liga de Futebol da Tailândia, ao 3º lugar na tabela e em vias de repetir as glórias anteriores.
Bond Rating do Governo de Portugal Classificado Lixo pela Moody sobre o risco de financiamento
Por Rastello Sandrine e Detrixhe John - 06 de julho de 2011 03:36 GMT 0700
Trabalhadores da administração pública de protesto contra as políticas do novo orçamento, em Lisboa, em 6 de novembro de 2010. Fotógrafo: Patricia De Melo Moreira / AFP / Getty Images
05 de julho (Bloomberg) - a longo prazo de Portugal classificações de títulos do governo foram reduzidas para Ba2, ou lixo, de Baa1 pela Moodys Investors Service. As perspectivas são negativas. Michael McKee relatórios sobre Bloomberg Television "Bottom Line". (Fonte: Bloomberg)
04 de julho (Bloomberg) - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico Secretário Geral Angel Gurria fala sobre a crise da dívida grega ea possibilidade de contágio na zona euro. Ele fala em Roma, com Flavia Bloomberg Rotondi. (Fonte: Bloomberg)
01 de julho (Bloomberg) - Klaus Baader, economista-chefe para Europa do Societe Generale SA, fala sobre as perspectivas para a economia da Europa e resolução de problemas de dívida soberana, na Grécia, Espanha e Portugal. Baader fala com Tom Keene na Bloomberg Television "Meio-dia de vigilância." (Fonte: Bloomberg)
.
Portugal é rating de crédito foi reduzido para abaixo do grau de investimento pela Moodys Investors Service sobre a preocupação do país terá de seguir a Grécia em busca de um resgate segundo. O euro caiu pela primeira vez em sete dias.
.
Os ratings de longo prazo de títulos do governo foram rebaixados para Ba2, ou lixo, de Baa1, e as perspectivas são negativas. Discussões para envolver investidores privados em um novo plano de resgate para a Grécia tornar mais provável que a União Europeia vai exigir o mesmo pré-condições, no caso de Portugal, Moody disse em um comunicado.
.
"Isso é muito significativo, não só porque ela afeta os investidores atuais, mas é susceptível de dissuadir empréstimos ao setor privado da nova daqui para frente, e, portanto, reduzir a probabilidade de que um país como Portugal será capaz de recuperar o acesso ao mercado de capitais a um custo sustentável " Anthony Thomas , analista sênior da Moody em Londres , disse em uma entrevista por telefone hoje.
.
O euro caiu 0,8 por cento, para 1,4417 dólar em 3:54 pm em Nova York a partir de $ 1,4539 de ontem, quando ele tocou $ 1,4578, o maior nível desde 09 de junho.
Treasuries subiu, quebrando uma sequência de cinco dias a perder, enquanto os estoques caíram. O comício em Treasuries de 10 anos EUA levou o rendimento para baixo 0,06 ponto percentual para 3,12 por cento. O Standard & Poors 500 Index caiu 0,1 por cento para 1,338.02.
.
Portugal é o país euro segundo classificado não investment grade pela Moody, juntando-se a Grécia, depois de ganhar de 78 bilhões de euros (113 $ bilhões) de socorro internacional em maio.
"Riscos permanecem"
"É um lembrete de que a crise da dívida soberana não termina com a Grécia e que os riscos permanecem com outras nações, além de Grécia", disse Gary Pollack, que ajuda a supervisionar 12.000 milhões dólares como chefe de renda fixa negociada a Gestão Deutsche Bank AG de Riqueza Privada unidade em Nova York .
.
Portugal este ano se juntou a Irlanda ea Grécia, em se voltando para a UE e os Fundo Monetário Internacional para o financiamento de emergência após os défices orçamentais ballooned. Hoje Moody disse que também baseou o seu rating de crédito de corte sobre os riscos que Portugal não será capaz de atingir plenamente a meta de redução do déficit.
.
Moody disse o primeiro piloto de sua decisão foi "a probabilidade crescente de que Portugal não vai ser capaz de emprestar a taxas sustentáveis no mercado de capitais no segundo semestre de 2013 e durante algum tempo depois."
.
Portugal disse que a decisão pela Moody ignora os efeitos de uma carga extraordinária de imposto de renda que foi anunciado na semana passada. Há um "amplo consenso político" apoiando a execução das medidas que foram acordadas com a União Europeia, Banco Central Europeu eo Fundo Monetário Internacional como parte do programa de ajuda, o Português Ministério das Finanças disse hoje em um comunicado enviado por email.
.
Europa está avançando em direção a um objetivo de obter dos bancos para rolar mais de 30 bilhões de euros de títulos gregos, ao invés de abrir um buraco para os credores oficiais para preencher. Bancos franceses, com os maiores participações na Grécia, elaborou uma fórmula de rolagem que está servindo como exemplo em outros lugares, com duas opções para portadores de títulos para substituir os seus títulos de vencimento.
Nunca se tinha visto uma tão grande urgência para que um governo tomasse posse. Imaginei porque haveria também uma enorme urgência em tomar medias, mas pelos vistos enganei-me e o que havia era uma enorme obsessão de ser ministros para uns e de se verem livres do Sócrates para outros. É que deste governo, para além de nos dizerem que nos vão meter a mão em 50% do décimo terceiro mês, embora até nisso adiaram a explicação de como irá ser aplicada. Até nisso porque até agora é em tudo, da privatização da RTP, que fica adiada até melhor oportunidade, (A SIC e a TVI não querem mais concorrência no mercado da publicidade), à redução da TSU e consequente aumento do IVA que está em reflexão, assim como a avaliação dos professores, o encerramento das escolas com menos de 21 alunos, o novo aeroporto de Lisboa, a privatização do BPN e o teto para as pensões, sem esquecer a reestruturação do Estaleiro de Viana do Castelo, tudo está em reflexão. De tanta certeza que tinham antes das eleições para tantas dúvidas agora que são governo. Basta olhar para o Programa eleitoral do PSD que apresenta muito mais medidas concretas que agora apresenta o do governo. É que uma coisa é falar sem responsabilidades e sem saber muito bem aquilo que se diz, outra é ter os problemas nas mãos e os lóbis começarem a impôr as suas regras.
«O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, diz que foi para a política por "coisas do destino" e tinha "medo de copiar", reconhecendo que "a matemática não é fácil", mas pediu aos jovens para estudar.»
Depois da história dos magistrados apanhados a copiar no exame do Centro de Estudos Judiciário, ficámos a saber que o Presidente da Republica só não o fez porque tinha medo. Há muito que digo que o Cavaco sempre tem mostrado uma enorme falta de coragem política e agora ficámos a saber que essa mesma cobardia se estende a outras áreas da sua vida. Estou certo que todos nós preferíamos saber que o não copiar e todas as suas acções eram resultado de idoneidade, mas afinal tudo se resume ao medo. Talvez por isso tenha contribuído para o país estar no estado em que está.
O Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, foi alvo de uma penhora de 41,863 mil euros pelas Finanças de Cascais. O secretário de Estado da Cultura reclamou dos critérios aplicados no seu IRS de 2007 e aguarda resposta.
Aqui está um caso em que se escolheu o homem certo para o lugar certo. Um homem que respeita a cultura portuguesa de tentar não pagar impostos e que confia na justiça para poder não ter de os pagar. Quem não se lembra do caso do "virtuoso" , (se levarmos em conta o seu discurso moralista e de homem preocupado com o peso excessivo do estado, e sobretudo com os dinheiros gastos com os mais pobres), do Senhor Vodafone, António Carrapatoso, a quem a Direcção-Geral dos Impostos deixou caducar uma alegada dívida de IRS superior a 740 mil euros. Esta sim é a verdadeira cultura do poder.