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domingo, 10 de julho de 2011

HENRIQUE CALISTO UM TÉCNICO DE FUTEBOL PORTUGUÊS, NA TAILÂNDIA, A BRILHAR E A HONRAR O NOME DE PORTUGAL

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Ontem 10 de Julho de 2011, Henrique Calisto voltou a brilhar como técnico de futebol
português a orientar o clube de futebol de Banguecoque, o Muangthong United, quando a sua equipa “cilindrou” o Samutprakarn Clube com nove a zero, num jogo a contar para a Taça Toyota, da Liga de Futebol da Tailândia e considerada, no nosso país a Taça de Portugal, com a participação de clubes da 2ª divisão.
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Um ponto alto quando a nova Primeira-Ministra do Reino da Tailândia, Yingluck Shinawatra, depois de trocar breves palavras, cumprimenta o Português  Henrique Calisto. É assim Henrique Calisto o primeiro embaixador (sem credencias) a cumprimentar a primeira mulher, tailandesa, a dirigir cerca de 70 milhões de almas. "Todos os portugueses são embaixadores de Portugal, no estrangeiro, quando produzem obra de valor e prestigiam o país de suas raizes - José Martins"
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De destaque e não pode este blogue ignorar o feito de Calisto, em terras tailandesas, que apenas em quatro meses elevou a sua equipa do décimo sétimo lugar ao terceiro classificado, com menos um ponto que o segundo da tabela e a posição, actual, do Muangthong United. Em 24 jogos realizados para a Taça da 1ª liga, Taça da Liga e da Copa da Ásia, apenas perdeu um jogo.
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Foi a melhor fotografia que obti desde que sigo por este Reino à primeira mulher tailandesa a ser eleita Primeira-Ministra. Quando, pelo visor observei esta criatura, táo simpática e de franco sorriso, lembrei-me de minha Maria, luso tailandesa que na Tailândia nasceu e graduou-se na prestigiosa Universidade de Chulalongkorn.
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A obra dos homens acontece através de trabalho árduo e tem sido este que Henrique Calisto tem efectuado, com idas e voltas, diárias do apartamento, onde vive só, para o estádio e treinar seus atletas. Não lhe resta tempo e o que lhe sobra, ocupa-o depois de cear dar uma volta ao quarteirão da torre um se acolhe. Falo com conhecimento de causa e acompanhamento, nos jogos, de Henrique Calisto durante a sua presença na capital tailandesa.
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Yingluck Shinawatra, depois de cumprimentar Henrique Calisto e os atletas dos dois clubes abandona o relvado. O tempo não me ajudou para a imagem. Chuvia nesta altura e continuou até ao final do jogo.
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Só assim e compenetrado nas suas atribuições poderia ter atingido, em tão curto espaço de tempo, a obra vista, retirando da humilhação, a grandeza do Muangthong United, campeão da Taça da 1ª Liga Tailandesa em 2009 e 2010, do lugar de 17º classificado e em quatro meses guindá-lo ao terceiro lugar e, certamente, voltar à glória do passado.
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Henrique Calisto, junto ao seu novo atleta Robbie Fowler, directores do Muangthong na apresentação à comunicação social tailandesa.
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Henrique Calisto, nas conferências de imprensa a que tenho assistido, encontro um técnico de futebol a responder, sem alardes, aos jornalistas e não prometer feitos e sonhos irrealizaveis. É seguro no que afirma sem dar uma no “cravo e outra na ferrura” e isto tem-me surpreendido, pelas afirmações de alguns treinadores portugueses que contam com o “ovo da galinha” quanto a ave, ainda, não se sabe quando ou se o porerá.

A sala de imprensa do Muangthong é pequena para abrigar todas pessoas da informação na apresetação de Robbie Fowler
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Sou um “nabo” em sabedoria de jogos de futebol e deles me apartei há muitos anos, porque até entendia que o futebol não era cultura e esta só era a que encerrava nas páginas de livros de história.

Não havia lugar em pé. Eu aninhei-me e juntei-me às duas queridas foto-jornalistas, na imagem, para fazer as minhas. O jornalismo é o uma paixão... E ela vive dentro de mim, na Tailândia onde não sofro da mal da concorrência. Sem uma paixão dentro de nós não somos ninguém.
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Graças à vinda de Henrique Calisto (que dele pouco sabia pelas andaças e sucessos no Vietname) para Banguecoque, uma nova cultura nasceu dentro de mim o gostar do futebol. Entro no estádio, não entendo nada sobre as regras e até pouco me interessa dos passes da bola entre os jogadores, mas anima-me tudo que acontece dentro de um estádio onde multidões vibram e se desintoxicam depois de uma semana de trabalho. O futebol digam o que entenderem a seu respeito é um espaço de emoções, vibrações, alegrias e tristezas humanas.

Nas bancadas um largo painel dá as boas-vindas a Robbi Fowler
Em quase duas dezenas de jogos que assisti, ainda não dei conta de escaramuças nas bancadas, o atirar objectos para o relvado. Nada disso e a objectiva das minhas máquinas fotográficas esse mundo brilhante, que eu detestava, têm focado. Um bem para mim, como reformado e enclausurado, entre quatro paredes e debruçado sobre as teclas e a batê-las do computador.

Cá fora da sala de imprensa onde o Robbi estava a ser apresentado, uma multidão queria ver o atleta junto. Lembrei-me então... o que aconteceria se fosse o nosso Cristiano Ronaldo...!!!
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Henrique Calisto não só colocou o seu clube no lugar que lhe é devido, mas elevou a moral do adeptos e seus sócios do Muangthong. Hoje o técnico português já tem o seu nome na história de Portugal na Tailândia, e tudo farei para que o registo fique para sempre e não igual a outros portugueses, bons, que apareceram no Reino da Tailândia e riscados na páginas daquilo que haja sido escrito. Será necessário que Portugal na Tailândia não seja conhecido só pelos homens quinhentistas, mas sim por outros de relevo que passaram, fixaram-se, morreram e os grandes esquecidos.

E sem se conhecer a obra futura do Robbi Fowler já os adeptos do Muangthong esperam golos. O futebol tem destas coisas!
Ontem porém foi um domingo de futebol especial que aconteceu no Estádio Yamaha, com a apresentação de um novo “crack”, a nível mundial, o inglês Robbi Fowller ( http://en.wikipedia.org/wiki/Robbie_Fowler  ) ao adeptos do Muanthong United.

Depois de acabarem os jogos, Henrique Calisto tem outro trabalho pela frente...Atender as solicitações para autógrafos de seus admiradores.
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Mas além desta apresentação, uma visita muito especial esteve no relvado a cumprimentar Henrique Calisto, os atletas que orienta e os do clube adversário, a Primeira-Ministra Yingluck Shinawatra, eleita em eleições no passado dia 5 e a primeira mulher na Tailândia a orientar um povo de cerca de 70 milhões de almas.
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Os adeptos do Muangthon, sempre,sempre gente alinhadinha!
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Henrique Calisto parte esta noite para duas semanas de férias, rever os seus velhos amigos e não só deliciar-se da boa comida portuguesa que seja saudoso.
José Martins
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A bela desejou uma fotografia junto ao "poster" do seu ídolo do Muangthong
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Um rosto, feminino, envolvido pelos cabelos na bancada
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Sorrisos, para a obectiva, de capas sob a chuva. Estamos na monção e na época delas até fins de Novembro
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Que terio já dito que só há tailandeses nos jogos de futebol? Puro engando...Lá estão eles os "farangues" (estrangeiros na Tailândia) a torcerem pelo clube de Calisto e na bancada dos adeptos.
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Tal pai, tais filhos, lá estão os quatro a dançar, na bancada. Bem é que o Muangthong United acabava de marcar o nono golo...Há que dance e cante com as desgraças dos outros...!!! 
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Mister Calisto foi às compras à loja do Muangthong United... Bem, minutos antes tinha recebido uma chamada de Portugal do filho Tiago, para lhe levar camisolas do seu clube. Fez uma compra de 10. Mas, depois, chegou mais um telefonema do Tiago, para lhe comprar mais 20!!!! Pois claro o amor de pai e pedido satisfeito. Veio a conta para pagar e diz-me: "uma pipa de massa!" E eu respondi-lhe: a saída do aeroporto se os funcionários da âlfandega lhe fazem abrir a mala, logo aventam, o Calisto segue a fazer contrabando de camisolas"! E, eu, o sobrecarreguei, ainda mais, com uma máquina fotográfica para o meu neto Joca Martins para que se treine a ser melhor fotógrafo que o avô José Martins.

SENSACIONAL PEÇA SOBRE HENRIQUE CALISTO EM PREPARAÇÃO - SAI FIM DA TARDE HOJE

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A Primeira-Ministra, Yngluck Shinawatra, agora a eleita do Reino da Tailândia, ontem antes do jogo de Munagthonh Unted (treinada por Henrique Calisto) deslocou-se ao Estádio Yamaha, cunprimentar os jogadores. Foi saudada, delirantemente, pelo público sentado nas bancadas.


Yngluck Shinawatra cumprimenta o técnico de futebol, português, Henrique Calisto, a dirigir o clube de futebol Muangthong United de Banguecoque.

As capas dos jornais e as principais notícias de Domingo, 10 de Julho de 2011.

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Alive! não atingiu público esperado
EUA: Obama quase foi adoptado
Marco António: Abandona distrital
Diogo Feio: Coordena grupo Isabel Leite: Escolas vão fechar
Alan Kardec: Avançado no Santos
Despistam-se contra poste

Capa do Público Público

Passos Coelho não cedeu aos apelos dos municípios
SPA integra Conselho Europeu de Escritores
Utentes em “passeio” por garantias na melhoria da ligação à Galiza
Fred garante segundo empate do Brasil na Copa América
Portugal começa bem a etapa de Barcelona
Romance de valter hugo mãe esgota na Festa Literária Internacional de Paraty
Benfica goleia amadores de Friburgo por 9-1

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

"Chocou-me ouvir dizer: 'Lá vai este atrás do tacho'"
Faltam 163 milhões de euros no orçamento da GNR
Portugal na lista negra dos maus tratos a idosos
Troca de casa para poupar nas férias
IRA Verdadeiro está no Algarve há anos
Farolim partido denuncia homem que matou idosa
Passos promete "exitgência e rigor" para as empresas municipais

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Sismo de 7,1 graus registado no Japão
Colisão entre três viaturas no IC2 fez dois mortos e um ferido ligeiro
Angélico pode ser o único responsável pelo acidente
Bombeiros investigados após morte de criança
Furto de máquinas levou PJ até Narcico e presidente do Braga
"Obrigado e Adeus" no último "News of the World"
Tratamento de Chávez é "processo delicado"

Capa do i i

PR devia ser coerente. Em Março disse que há limites para os sacrifícios- vídeo
Governo quer parte dos impostos a ir directa para as câmaras
Real IRA. Rede de apoio terrorista desmantelada no Algarve e em Lisboa
Binómios. Ou quando a vida de cão é interessante
O homem sem carta que guiava por lapso
O estranho caso do rato-toupeira-nu. Este bicho tem sete vidas e não morre de cancro
UGT exige que Governo deixe de pagar às agências de rating

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Governo foi além das medidas da troika para Portugal regressar mais cedo aos mercados
Governo vai incentivar redução de freguesias
Cavaco: "Falta de transparência das agências constitui uma ameaça grave à estabilidade" da Europa
Cavaco recomenda "um pouco mais de estudo" aos que sofrem de "ignorância" na análise financeira
António Sousa: Oferta de juros elevados nos depósitos a prazo pode "fragilizar" bancos
Trichet: Zona Euro tem problemas "muito sérios" de governação
Wall Street cai com dados do emprego

Capa do A Bola A Bola

Mão cheia de promessas
Vukcevic com destino inglês
A Europa pergunta por Edgar
Moutinho volta à agenda do Chelsea
Federer elogia Tavares e Gil
Santos na luta por Danilo
Novo dragão mostra-se hoje

Capa do Record Record

Tiago Aperta melhora recorde nacional absoluto de dardo
Diego Barcellos deverá ser baixa para a Islândia
Rosenborg em recuperação na Liga norueguesa
SELEÇÃO FRIBURGO-BENFICA, 0-0 (1.ª parte)
Varzim: Lopes de Castro reeleito presidente
Mundial de juvenis: Rafaela Vitorino em 16.º no heptatlo
Mariano Barreto na Arábia Saudita "para relançar" Al-Qadisiya

Capa do O Jogo O Jogo

João Martins conquistou quarta medalha nos Europeus
Sporting de Braga bate Freamunde na estreia em 2011/2012
Mindelense campeão de Cabo Verde, 13 anos depois
Japonesas deixam alemãs de "olhos em bico" e afastam-nas do "tri" no Mundial feminino
Cardozo "satisfeito" pelos quatro golos "para começar"
Vitória de Guimarães vence Penafiel por 3-0
Federação e associações decidem adoptar taxas de inscrição dos clubes nos campeonatos

E ASSIM CAVA O SÓCRATES: "ENTREVISTA,MACAQUEADA, DO JORNALISTA JOÃO SEVERINO"

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Sábado, 9 de Julho de 2011
adeus sócrates


> José Sócrates está de abalada. Vai para Paris. Já pediu licença sem vencimento na Covilhã . No momento da despedida imaginámos uma entrevista com o ex-primeiro-ministro socialista.

- Senhor engenheiro, confirma que vai estudar Filosofia para Paris?

- Não confirmo nem desminto.

- Mas o embaixador Seixas da Costa já lhe arranjou um apartamento?

- Não confirmo nem desminto, mas parece-me que anda muito bem informado sobre a minha vida.

- Tem sido uma vida difícil?

- Depende do ponto de vista. Como governante foi. Como cidadão, tirando alguns apupos da extrema esquerda e uns assobios dos contratados pelo PCP, tenho tido uma vida agradável...

- Mesmo com as namoradas?

- Bem, não vá por aí. Realmente, tem havido algumas ingratidões e especialmente quando têm a mania que são jornalistas de topo e não passam de umas aprendizes...

- Refere-se à última?

- Não sei se você sabe o que eu sei sobre saber-se quem foi a última.

- O senhor engenheiro sentia no governo que tinha muitos amigos?

- Sentia.

- E sente?

- Nem pensar. A maioria foi uma falsidade. Alguns dos que mais me bajulavam foram os primeiros a desaparecer...

- Mas nem lhe telefonam?

- Olhe, sei de alguns que até retiraram o meu número da lista privada dos números de telefones.

- Enganado?

- Desiludido... desiludido com tanta ingratidão e sobre alguns o choque até é emocional.

- Por quê, emocional?

- Ora, porque os vi inscreverem-se no PS sem casa, sem carro, sem fatos, sem casa no Algarve, sem empregadas domésticas, sem saberem onde era a Europa e foram esses os que mais... bem, deixemos isso.

- Refere-se ao que Mário Soares salientou recentemente? Ao facto de alguns se terem abotoado com muito dinheiro?

- Não quero entrar por aí senão muito tinha para contar. Efectivamente... você veja, realmente, das duas uma, ou estavam para servir o país e o partido ou estavam ao meu lado para ganhar muito dinheiro e terem muitas mulheres...

- Mulheres?

- Quero dizer, muitas secretárias nos gabinetes e essas foram o antro da má-língua...

- Contra si?

- Sim, contra mim e com os maiores despautérios na boca dizendo que eu era isto, era aquilo, era aqueloutro...

- E era?

- Está a brincar comigo ou continuamos uma entrevista séria?

- O senhor engenheiro teve ou não teve boas relações com o Presidente da República?

- Não tive. Os sorrisos eram uma hipocrisia. Como é que queria que tivesse uma boa relação se durante todo o tempo foi ele que criou a minha queda?!

- E aleijou-se?

- Muito. Posso dizer-lhe que estou absolutamente convencido que não voltarei a endireitar-me... a queda deixou-me com fracturas irrecuperáveis, penso eu.

- O senhor engenheiro, afinal, é ou não engenheiro?

- Depende de como se quiser interpretar?

- ...?

- Sim, não fique admirado. Há engenheiros da velha guarda e há outros como eu de uma era moderna, cujos cursos não foram obrigatoriamente obtidos no Instituto Superior Técnico...

- Portanto, tem um diploma?

- Quero dizer, ter tenho e passado por uma universidade de prestígio.

- Mas essa universidade encerrou...

- Espere! Encerrou porque foi alvo de uma cabala... mas, adiante, não falemos de coisas encerradas!

- O senhor engenheiro vai ter namorada em Paris? Poderá vir a ser uma filósofa para facilitar a aprendizagem?

- Lá está você com brincadeiras. Eu em Paris limitar-me-ei a ser francês.

- Como? Vai renunciar à nacionalidade portuguesa?

- Calma, calma! Não vá escrever isso porque eu nego, eu nego, continuarei a ser português, só que à moda francesa.

- A servir à mesa ou a limpar escadas?

- Essa é uma ideia muito retrógada do emigrante português, desculpe mas tenho a maior consideração pelos emigrantes...

- Nunca mais vai voltar? Já se fala que poderá um dia candidatar-se a Presidente da República, está no seu horizonte?

- Bem, se o António José Seguro se candidatar... ah!... nesse caso eu volto!

 

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