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quinta-feira, 14 de julho de 2011

E ASSIM VAI VIVER O "DESGRAÇADO" DO SÓCRATES EM PARIS...!!!



Como é que Sócrates vai viver sem ordenado em Paris?
por Sónia Cerdeira, Publicado em 14 de Julho de 2011  |  Actualizado há 8 horas
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No próximo ano, o ex-primeiro-ministro ainda não tem direito à subvenção vitalícia como deputado
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José Sócrates vai ficar um ano sem ter acesso a qualquer subsídio do Estado, pelo desempenho de cargos públicos desde 1987. Tudo porque ainda não chegou aos 55 anos que lhe dão acesso à subvenção vitalícia como deputado.
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Essa subvenção será de 1449,58 euros mensais, por ter estado onze anos na Assembleia da República, mas no ano em que irá para Paris, Sócrates não vai mesmo receber nada.
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O acesso à subvenção vitalícia (limitado aos deputados mais antigos) só pode ser pedido aos 55 anos. Sócrates tem agora 53 e só chega à idade limite em Setembro do próximo ano. E neste espaço de tempo deverá rumar a Paris para estudar Filosofia, segundo avançou o "Expresso" no mês passado. Um ano "sabático" no estrangeiro para se afastar do país seria o projecto imediato do ex-primeiro-ministro, que o anunciou ao seu círculo mais próximo logo quando perdeu as eleições. A notícia nunca foi desmentida.
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Já a semana passada, fonte próxima do primeiro-ministro disse à Lusa que Sócrates pedira uma licença sem vencimento na Câmara da Covilhã, onde era funcionário do quadro como engenheiro técnico, para ingressar numa instituição universitária internacional. O i sabe que o ex-primeiro-ministro já recebeu vários convites profissionais no estrangeiro, mas não deve aceitar nada por agora.
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Para além de poder vir a ficar afastado de qualquer actividade profissional no próximo ano, José Sócrates não tem depósitos a prazo, à ordem ou qualquer Plano Poupança Reforma declarado. A nova lei do controlo da riqueza dos titulares de cargos políticos obriga a declarar as contas à ordem com saldo superior a 50 salários mínimos, correspondente ao valor actual de 24 250 euros e Sócrates nada declarou.
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Para além disso, na declaração que teve que entregar no Tribunal Constitucional, não constam poupanças, noticiou o "Correio da Manhã", citando a declaração de rendimentos de cessação de funções de primeiro-ministro entregue a 20 de Junho. Em seis anos como primeiro-ministro, Sócrates ganhou mais de 600 mil euros.
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A subvenção vitalícia Em 2005, José Sócrates, acabado de chegar ao poder, aprovou uma lei que pôs fim às subvenções dos titulares de cargos políticos, com excepção do Presidente da República e dos presidentes dos governos regionais. Mas quem já tivesse 12 anos de funções de deputado, consecutivos ou interpolados, à data da entrada em vigor da lei (Outubro de 2005) poderia receber a subvenção, correspondente a 48% do ordenado base de deputado, assim que completasse os 55 anos.
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Por essa altura, José Sócrates tinha apenas onze anos como parlamentar, por isso, a sua percentagem limita-se aos 44%. Como o vencimento base de um deputado é de 3294,52 euros, caso Sócrates faça o requerimento, poderá receber do Estado 1449,58 euros.
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A mesma lei de 2005 acabou com a subvenção vitalícia a que os primeiros-ministros também tinham direito. Sócrates foi eleito em Fevereiro de 2005 e a lei foi publicada em Outubro pelo que teria direito a uma subvenção correspondente aos quase nove meses em funções.
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O ordenado base do primeiro-ministro é actualmente de 4892,724 euros (já com o corte de 10% que foi aplicado a partir do Orçamento do Estado para 2011).
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No entanto, Pedro Silva Pereira, à data ministro da Presidência, referiu nessa altura que, por opção própria, "o actual primeiro-ministro já não receberá essa pensão vitalícia". Uma opção confirmada ao i por fontes próximas de José Sócrates.

PORTUGAL E A TAILÂNDIA - CELEBRAÇÕES DOS 500 ANOS DA CHEGADA DOS PORTUGUESES AO REINO DO SIÃO





E porque (embora afastado desde o início das celebrações por razões que aqui não aponta) este blogue se acha na obrigação de divulgar os abaixo descritos eventos a ter lugar próximos dias 19, em Banguecoque e 20 em Ayuthaya.

Academic Seminar Program
on the Occasion of 500 Years of Diplomatic Relations between Thailand and Portugal
“500 Years of Thai – Portugal Friendship”
Organized by Fine Arts Department, Ministry of Culture
in Cooperation with the Embassy of Portugal
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Tuesday 19th July 2011 at the 3rd Floor, Grand Ballroom of Trang Hotel, Bangkok
Registration
Opening ceremony by the Permanent Secretary of the Ministry of Culture
Speech by the Deputy Director General of Fine Arts Department
Opening message by the Permanent Secretary of the Ministry of Culture
Welcome message by Chargé d´Affaires a.i. of Portugal, Mr. José Carlos Serafino
Opening ceremony
Lecture on “Thailand and Portugal: the Image of Each Other over Five Centuries of Bilateral Relations” by Mr. Jorge Morbey
Coffee break
Lecture on “Sala Thai / Thai Pavilion in Lisbon” by Air Vice Marshal Avut Ngernchooklin (national artist) and Mr. Athit Limman from the Office of the Architecture, Fine Arts Department
Lecture on “The Historical and Cultural Legacies of 500 Years of Relations” by
Mr. Krairoek Nana
Lunch
Panel discussion on “Portuguese Heritage in Thailand
Representatives from Conception community:
1.      Captain Saravut Wongngernyunag Dias
2.      Ajarn Saengduan Posai

Representatives from Santa Cruz community:
1.      Assoc. Prof. Thaveeruk Charoensuk
2.      Ajarn Rangsiman Charoensuk
3.      Mrs. Arunee Yothapitak
Academic paper on “Preserving Art and Cultural Cooperation between Thailand and Portugal by the Fine Arts Department”:
·        From History to the Present World” by the Office of Literature and History;
·        A Showcase of Thainess in Lisbon” in “Corner of Thailand” by the Office of National Museum;
·        Books and Chronicles: Documents of Memory” by the National Archives of Thailand and the Office of the National Library;
·        The Portuguese Settlement in Ayutthaya: Conservation and Development, a Living Testimony of 500 Years of Relations” by the Archeologist, Mr. Patipat Pumpongpaet;
·        Performances of Thai Dances and Music in Portugal by the Office of the Performing Arts
·        Conclusion

Wednesday 20th July 2011 in Ayutthaya Province
 
Preparation at the Fine Arts Department, Thewet
 
Departure by coach.
Lecture by the guest speakers
Fortress Pombejara Historic Site, the meeting point of Ayutthaya as the international port (The guest speakers introduce history, historic sites and landscape of Ayutthaya to the audience)
Ayutthaya Historical Study Center (sightseeing and lecture)
Sightseeing and lecture on the important historic remains of Ayutthaya
Visit the art legacies at Chao Sam Phraya National Museum, Ayutthaya
Lunch
Participants at the Portuguese Settlement
Welcome message from  the Deputy Director General of Fine Arts Department
Special remarks by H.E. Dr. Jorge Torres – Pereira, Ambassador of Portugal
           
Exhibition at the premises “History of the Portuguese Settlement: features of improvement and display area in the pavilion
Presentation of the commemorative stamps in the occasion of 500 years of diplomatic relations between Thailand and Portugal
Activities, talk, discussion with the Portuguese descendants from Santa Cruz and Conception communities
(traditional drinks, sweets – snacks from 500 year-old recipes)
Concert of western strings by the Office of the Performing Arts, Fine Arts Department
Entertainment by the Portuguese descendants
Portuguese folk dance by the young pupils of Santa Cruz Suksa School
Portuguese song by Mr. Petch Charoensook, Portuguese descendant, popular vote winner of 20th KPN Award

End of the Program  / Departure to Bangkok

           
                                  
                                   

BIZARRIAS DE LOPBURI - "A CIDADE DOS MACACOS"

Nunca o macaco foi colocado no lugar devido como na cidade Lopburi, a norte de Banguecoque por 145 quilómetros de distância. No passeio  à entrada do hotel "Lopburin Inn" onde me hospedo há mais de 20 anos, os clientes recebem as boas vindas por 24 macacos, trabalhados, em cimento.
Mas o mais estranho é que todos os macacos têm chapado no peito uma bandeira de vários países. Nunca me deu o cuidado de saber quais os países que cada macaco representa e hoje vi que não há lá nenhum macaco português. Pode lá ser! Tem que haver o nosso macaco luso. Na próxima viagem a Lop-buri vou trazer uma bandeirinha, colá-la bem e escrever o nome no nosso mais macaco ministro. Não digo, por agora o nome... Fica para depois.
José Martins