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sexta-feira, 15 de julho de 2011

PORTUGAL NA ARTE DE CEILÃO.DOIS COFRES PORTUGUESES DE MARFIM NO TESOURO DE MUNIQUE


Sem me querer intrometer ou criticar os objectos de marfim e da colecção particular
de Álvaro Sequeira Pinto, expostos no Museu Nacional de Banguecoque, http://aquitailandia.blogspot.com/2011/07/tailandia-eventocultural-integrado-nas.html ,
desejarei apenas informar que a arte de trabalhar o marfim já se encontrava estabelecida no Ceilão, no século XVI e de crer séculos antes de os portugueses ali  chegarem.
A propósito da referida, acima, exposição e porque tenho um dos raros livros "Portugal na História e na Arte de Ceilão - Tombos of Ceylon (Arquivo Histórico Ultramarino) - Ceilão e Portugal - Relações Culturais" de Xavier Coutinho - Lisboa 1972, para conhecimentos dos historiadores e académicos, vamos transcrever, na íntegra, os relatos de Xavier Coutinho.  Para saber mais sobre o Ceilão, trabalho meu há anos, clique: http://www.aquimaria.com/html/forum-Ceilao.html

O cofre da Embaixada enviado a Goa )1543-1549)
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Este cofre diz respeito à embaixada do mesmo Sri Radaraksa a Goa (1543-44,1549 e 1550); em cosnequência de se ter complicado a situação política de Ceilão, por motivos de concessões de D. João III, houve que recomeçar as negociações.
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Contra Bhuvaneka Bahu, levantou-se seu irmão Mayadunne, pelo que o Grande Rei mandou, de novo, pedir auxílio (1543) ao Vice-Rei da Índia. Aliás, algum tempo depois, os dois irmãos uniram-se para lutarem contra os príncipes, filhos de Bhuvaneka Bahu, que, auxiliados pelos Portugueses, eram um perigo real, no campo político.
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Pois bem, os assuntos representandos no cofre dizem respeito a esta embaixada, presidida por Sri Radaraks Pandita que recebeu o baptismo em 1552, ficando com o nome de D.Afonso de Noronha.
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Este cofre, com o nº.1242, está também exposto na Schatzkammer do Palácio Real de Munique, conhecido com a denominação de Risidens, é muito interessante igualmente. Esculpido em Ceilão, a sua montagem actual data de 1570 e teria sido feita em Munique ou Augsburgo. A matéria, porém, é a mesma: marfim, ouro, rubis, esmeraldas, pérolas etc.
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A forma é semelhante também, mas de dimensões um pouco mais pequenas: alt. 15 cm; larg. 25 cm; esp.14 cm. Este cofre existe já no inventário de 1598 (nº.1029).
Sua descrição:
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A) Relevos da parte frontal ou dianteira:
1) Na parte dianteira, subdividida em três compartimentos, vêem-se as seguintes cenas:
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a) No lado esquerdo, dois cavaleiro ocidentais lutam ou esgrimem num torneio. Na cena do torneio, os cavaleiros vestem "Ringharnische" que mais tarde puseram de parte a "Plattenharnischem" por causa do calor e do clima (Cartas de Afonso de Albuquerque, I, p. 296).
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b) Frente a frente, no centro, sentam-se à mesa um singalês, com os cabelos ligados e um europeu com chapeu e pluma e espada, o que mostra que se trata de uma reunião oficial: este europeu deve ser o Vice-Rei da Índia tendo, como convidado, o embaixador do Grande Rei de Ceilão. Por de trás da mesa, vê-se um grande cão. E de cada lado da fechadura, um friso com a fábula da cegonha e da raposa.
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Outra interpretação possível desta cena: estaria no compartimento central o Vice-Rei da Índia, acompanhado pelo Embaixador de Ceilão ou pela mãe dos Príncipes a tomar uma refeição servida por um criado e uma criada. O Embaixador empunha um cálice alto.
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c) Na terceira cena, à direita, um soldado, com fusil, atrás do Vice-Rei a cavalo, ostenta um chapeu alto que não é posterior ao 2º.  do séc., XVI.
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2) Na tampa, do mesmo lado, dançarinas, com citara; os dançarinos principais têm cimbalos. As dançarinas, como no outro cofre, são apresentadas com grande movimento puro.
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No lado direito, uma grande personagem deve ser o Vice-Rei da Índia, acompanhado por dois guerreiros portugueses, um empunhando, elegantemente, a espada desenbainaha e outro com lança fincada no chão e escudo redondo.
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B) Parte traseira
Na parte traseira, três cenas de caça em que são flagrantemente surpreendidos os marinheiros portugueses; no compartimento, do lado esquerdo,dois portugueses com chapeu, acompanhados por um singalês com um escudo redondo, então  a caçar: um espeta um animal com ferro (ou lança?) e outro faz pontaria com uma espingarda.


Ao centro, dois portugueses colhem fruta, enquanto outros dois se entretêem a atirar tiros de espingarda e a observar os astros com um telescópio. No lado direito, três portugueses empunham as espadas com amão direita, enquanto o terceiro observa admirado o que estes estão a fazer.
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Na parte da tampa, do lado das traseiras, umas dançarinas com os penteados, as arrecadas, as decorações do peito, semelhantes às do outro cofre. Igualmente os plissados. E nova a cena do juramento de vassalagem perante um senho singalês sentado.
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Na parte inferior, uma cena de caça, com macacos nas árvores, prova de que estas cenas eram conhecidas na Índia "wo die Flinten erst unter Affonso d´Albuquerque in Jahr 1512 ala Exportware aus Deutschaland (Fernão de Queiroz, accl, p.234 e segs.). As armas de fogo, realmente, só no tempo de Afonso de Albuquerque chegaram à Índia.
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C) Relevos laterais
Nos lados laterais ou topos, vê-se do lado, esquerdo, um cortejo triunfal com um elefante montado por três personagens, um grande da corte (o embaixador) e dois homens semi-nus. É o mais lindo relevo do cofre.
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Do lado oposto, representa-se Bhuvaneka Bahu com uma espada na mão direita; sentado, parece que vai levantar-se do seu trono. A sua coroa está inteiramente axial. Tem um ar supperior, com o seu título. Ele próprio se dizia (luz do mundo, planeta sem eclipse, Rei dos Reis, etc.)
Aliás não era bem assim...
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O seu irmão, Mayadunne, ao ter conhecimento do que se passara em Lisboa quanto à decisão tomada a respeito do trono, começou a guerra contra Bhuvaneka que não estava preparado e mandou pedir auxílio a Goa. Foi então que Sri Radaraksa Pandita, pouco depois de regressar de Lisboa, em Novembro ou Outubro de 1543, voltou a Goa a pedir auxílio e dinheiro, assunto que se representa nos relevos deste cofre.
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Quando à forma do trono, repara-se que Diogo do Couto (Decad.7ª. Liv.9, cap 10)fala de um trono que o Vice-Rei, D.Constantino de Bragança, quis enviar a El-Rei D. Sebastião quando tinha apenas 6 anos de idade. Como seria? Não se sabemos. Porém não será agora difícil imaginá-lo; os cofres de Munique ilucidam-nos cabalmente quanto à sua forma.
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Na tampa, do lado dianteiro, cenas de dança rítma, ritual, com duas mulheres ao centro e três de cada lado. No mesmo, do lado traseiro, outras cenas; no lado esquerdo, um guerreiro, talvez o seu chefe, com uma mulher nua; no centro, duas mulheres dançam com rítmo furioso; no da direita, dois homens e uma mulher, um dos quais, o do centro, está a dançar também.
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4.º Outros cofres semelhantes.
Não são únicos, no seu género, estes cofres de marfim provenientes de Ceilão (séc. XVi), existentes na Schtzlkammer, de Munique. A título complementar, citemos alguns.
Semelhante, se bem que sem relação directa com Portugal e de menos valor, existe um cofre de marfim no Kumsthistoriches Museum de Viena de Áustria (The Burlington Magazine for Connoisseurs, Ilusrated publisched monthli, vol. LXIX, LXIX,1936, p. 277) que é acompanhada por vários objectos: colher, garfo, etc.
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É assim classificado: Ivori casket, Singhalese Séc. XV. European, probably Dutch, mount of the second galf of the sixteen century, Heit, 14,9cm. Esta notícia é dada num artigo intitulado "Some eastern objects from Hapsburg Collection" por Wolfgang Born. Além deste, outros cofres ainda são conhecidos, peretencentes à arte de Ceilão:

1) Um no Bristish Museum, de princípios do séc. XVII provenientes da Índia do Sul; ostenta, no exterior, um friso com mulheres e músicos:
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2) outro no Índia Museum, em South Kensington, é decorado com figuras a dançar e animais; data de um tempo intermédio entre o do cofre do Bristish Museun e o de Viena que é mais antigo:
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3) além destes, outros cofres são estudados po K. de B. Codrington na The Burlington Magazine for Connoisseurs (Londres 1931, vol. LIX), num artigo intitulado e Western influences in Índia and Ceylon: a Group of Singhaleses Ivories.
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4) um outro cofre, que está exposto no "Volkerundemuseum" de Berlim, ostenta, igualmente, um cortejo com o elefante;

Mais. A arte de Ceilão, nos séculos XVIII e XIX, é muito pobre. Mas estes cofres provam que ela foi rica no séc. XVI. Porém, do que não há dúvida, é que estes cofres vieram de Ceilão para Lisboa e pertenceram a D. João III. Inexplicavelmente, porém, desde 1598, estão ma capital do reino da Baviera, em Munique.
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Assim, os dois cofres, vindos para Lisboa, certamente cheios de presentes terão sido adquiridos (ou alienados) já no século XVI; segundo o inventário citado, eram de proveniência indiana, o que aliás não é verdade, mas afirmação que se compreende, pois, para o inventariador do século XVI, Ceilão era Índia.
 Assim, os dois cofres, vindos para Lisboa, certamente cheios de presentes terão sido adquiridos (ou alienados) já no século XVI; segundo o inventário citado, eram de proveniência indiana, o que aliás não é verdade, mas afirmação que se compreende, pois, para o inventariador do século XVI, Ceilão era Índia.

É sabido que, cofres, como estes, serviram, em geral para presentear grandes personagens. Por exemplo, Afonso de Albuquerque, em 1514, mandou preparar dois cofres de ouro para enviar ao Preste João (Rei da Abissínia) os quais deveriam ser-lhe entregues pelo seu embaixador. D.João de Castro deixou em Goa, um outro cofre que seria enviado oportunamente, como presente, ao Rei Mayadunne de Ceilão. Este cofre levaria dentro aneis, brincos, pentes, etc.
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Quanto a nós, os cofres de Munique, serviram, precisamente, para o mesmo fim: levaram, com certeza, para Lisboa missivas, pretensões e presentes que os embaixadores tinham o especial encargo de entregar. No caso presente dadas as referências a acontecimentos conhecidos, os cofres de Munique são datados como nenhuns outros (pouco posteriores a 1543?).


Pentes de marfim.
Com estes dois cofres, estão expostos, em Munique, três pentes de marfim, ricamente trabalhados (n.º 1243, 1244 e 1245), Não se sabe, porém, se as peças, que se encontram expostas, justamente (os pentes e o anel), podem ser parte deste recheio. É natural que sim.
Animais representados nos pentes: condor, lebre, pato leão, veado, elefante,etc..

CRISE ECONÓMICA AMERICANA? PROBLEMA NENHUM...MANDAM IMPRIMIR MAIS PAPEL!

A terra da liberdade capitalista

O GRANDE "BACANO" DA MADEIRA...COM ESTE GAJO NÃO SE APRENDE NADINHA!

O peixinho Berado e os grandes tubarões


Vi no outro dia o "Comendador" Joe Berardo, em entrevista ao Mário Crespo tecer as maiores criticas contra o sistema capitalista que permite que haja gente, como por exemplo um empregado de uma grande empresa que tem todos os dias 12 trilião de dólares para investir no mercado especulativo. Indignado , perguntava-se como podia ele competir com tanto poder?
Compreendo o que ele sente porque também eu já senti o mesmo quando o via a especular e a enriquecer à custa dos mercados e da especulação. Há custa do país e de todos nós. Ver o Berardo no papel de "Calimero" foi um triste espetáculo mas não tenho pena dele. O capitalismo é isso mesmo, o poder do que mais tem sobre menos tem, o
pequeno retalhista que é comido pelo grande distribuidor ou o grande investidor que é comido pelo grande tubarão. Q
uem com o ferro mata, com o ferro morre.

A CAPITAL DA CULTURA OU A DO "GAMANÇO?"

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Este blogue deu nestas páginas o caso, bem badalado e a roubalheira em Guimarães http://maquiavelencias.blogspot.com/2011/07/os-mais-nobres-gatunos-deste-pais.html


Reunião com o Governo amanhã

Presidente da Câmara retira confiança à administração da Guimarães 2012

14.07.2011 - 10:51
Por Samuel Silva
O Presidente da Câmara de Guimarães diz ter retirado a confiança política na administração da Fundação Cidade de Guimarães (FCG), a entidade que lidera a Capital Europeia da Cultura do próximo ano.
A câmara diz que os atrasos provocaram um divórcio com a cidade 
A câmara diz que os atrasos provocaram um divórcio com a cidade (Manuel Roberto)

António Magalhães afirma que os atrasos na preparação do evento provocaram um divórcio entre a fundação e a cidade que “não pode continuar”.

Os atrasos na candidatura da programação cultural a fundos comunitários e na contratualização da produção dos espectáculos integrados no evento do próximo ano tinham já merecido reprovação pública de Magalhães há duas semanas, quando acusou a FCG de ter o projecto “meio parado”.

Esta manhã, na habitual reunião de executivo, o autarca vimaranense reiterou as críticas a deu conta que, face aos problemas, decidiu “retirar a confiança à presidente da Fundação”. A decisão foi comunicada na segunda-feira a Cristina Azevedo. “Isto não pode continuar”, sublinha o autarca.

O presidente da câmara aguarda agora que a decisão tenha “consequências”, mas espera por uma reunião com o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, para avançar com a demissão da presidente da FCG.

António Magalhães assume não ter poderes estatutários para demitir Cristina Azevedo, mas entende que face à sua decisão a presidente da FCG “não tem condições” para se manter no cargo. “A presidente da FCG é uma pessoa inteligente e saberá tirar as devidas consequências”, sublinha o autarca.

O presidente da câmara reúne amanhã com o Secretário de Estado da Cultura, a quem vai comunicar a decisão. Contactada pelo PÚBLICO, a Secretaria de Estado diz não ter conhecimento oficial da decisão do presidente da Câmara de Guimarães. O gabinete de Francisco José Viegas afirma que não serão feitos comentários à situação até ao final da reunião entre o secretário de Estado e António Magalhães.

A administração da FCG não quis pronunciar-se sobre o tema.

DESVIADOS ANDAMOS NÓS OS PORTUGUESES!

Desvio Colossal


"Desvio colossal" disse o Passos Coelho. Onde é que eu já ouvi isso? No Durão Barroso, no Sócrates, já se tornou um hábito sempre que o governo muda de cor assim como também o alterar um promessa eleitoral em castigo e aumento de impostos. As contas nunca são o que se imaginava e são sempre muito piores. Quem paga?
Nós, o Zé povinho que não tem a coragem de lhes fazer um manguito na cara. Paga, cala e ainda muitos, zangados com quem se queixa, ainda recitam, com o ar de quem é muito sensato e inteligente, a homilia do tem de ser, da "mea culpa", que lhes é impingia todos os dias em todas as televisões.
Este, que tem a bengala da Troika para se desculpar, ainda quer mais, que tinha dito que não se desculparia com o passado para fazer o que tem de ser feito, já tem o seu "desvio colossal" para poder justificar o PEC 6.

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 15 de Julho de 2011.

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Médico acaricia pénis a paciente para ver se ele está com gripe
Arrastão em restaurante de São Paulo
Bebé esquecida em autocarro de colégio
V. N. Barquinha: Corpo no rio Tejo
Fábio Coentrão diz estar feliz no Real
Futebol: Heinz e Eduardo
Albufeira: Homem morre na praia

Capa do Público Público

“Menos maus resultados” talvez tenham permitido melhoria a Biologia
Média negativa a Português foi o pior resultado em 14 anos de exames
Jardim confirma relatório do tribunal e desdramatiza situação
Não houve crime na morte de idosos num lar ilegal na Caparica, diz MP
Vítor Gaspar dá nova interpretação a palavras de Passos Coelho e fala em “trabalho colossal”
PSD e CDS-PP defendem que sobretaxa é aplicada com «justiça social»
Passos falou em “trabalho colossal”, diz líder parlamentar do PSD

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Penas de prisão efectiva a Alfredo Morais e a Vítor Trindade
Carrinha desgovernada mata 'motard'
Governo analisa salários pagos a militares em 2011
Em 2011 a PSP fez menos operações policiais
Bebé português teve de ser transplantado em Madrid
Comandantes da PSP perdem poder
Português com pior resultado de sempre no secundário

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Dois aviões da Delta colidem em pista de Boston
Fogo em prédio de Gaia obriga à evacuação de moradores
Bin Laden planeava novo ataque no 11 de Setembro
Obama avisa que chegou o "tempo de decidir" sobre a dívida pública
Governo vai cortar mais nos gastos diários do que nos salários
Mulher que cortou o pénis do marido é acusada de tortura
Encontrado cadáver no trem de aterragem de avião

Capa do i i

Privatizações. RTP e Águas de Portugal avançam
Exames 12.º ano. Médias caem em mais de metade das provas
Temporal na Madeira. Jardim aplicou apenas um quarto das verbas
Almeida Maia, uma dupla de carteiristas ao seu dispor
Testamento vital. Bloco relançou o tema e há consenso para avançar
Juízes, procuradores e advogados com formação comum
Almeida Maia, uma dupla de carteiristas ao seu dispor

Capa do Diário Económico Diário Económico

Venda de produtos refinados da Galp cresce 15%
Parpública escolhe Caixa, BESI e BCP para avaliar vendas da EDP e REN
Economia vai destruir 133,5 mil empregos em dois anos
Governo quer aumentar encaixe das privatizações
Militares acusam ex-ministro pela derrapagem na despesa
Governo subiu IRS porque redução da despesa é mais lenta
Banco de Portugal exigirá mais reforços de capital aos bancos

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Galp antecipa quebra de 2,3% das vendas de produtos refinados
As notícias em foco na edição de hoje, dia 15 de Julho, no Negócios
Aplicação do Negócios na Nokia
Imposto extraordinário: "Boa ideia", dizem 45,6% dos portugueses
Processos de despejo vão ter prioridade na justiça
Português e Matemática com mais de 50% de negativas
E se a maior economia do mundo deixar de pagar aos credores?

Capa do Oje Oje

IRS "extra" engloba todo o rendimento
EUA à beira de um ataque de nervos
EDPR produz mais 27% no primeiro semestre
Mercado da cerveja vai cair 5%
Lucros do JP Morgan sobem 13%
Fiat e Chrysler vão acelerar fusão total
João Picoito lidera Nokia Siemens Networks Europa do Sul, Leste e Central

Capa do Destak Destak

Maus resultados a Português devem-se à preferência dos alunos pela via científica - professores
Professores de Matemática dizem que descida das notas "era esperada"
Média positiva a Física e Química pela 1ª vez em seis anos
Negativas a Português quase duplicam e chegam aos 10%
Negativas a Matemática A sobem de 13% para 20%
35 agentes de "baixa" deixam esquadra às moscas
FBI investiga se vítimas do 11 de Setembro foram escutadas por empresa de Murdoch

Capa do A Bola A Bola

Esforço para trazer Ramazotti
«Pedro Mendes, o bom filho à casa torna» - Jornal de Notícias
Meyong no mercado
Luís Filipe está referenciado
«Jorge Mendes é credor do Sporting» - Correio da Manhã
Águia sem abrir mão de Luisão
Lobos rumam a Bucareste com esperança no título

Capa do Record Record

Witsel na Luz por cinco épocas
Recebidos com emoção
Hulk supersónico
Pereirinha apostado em convencer Domingos
Manual tático de Vítor Pereira
Mora sem espaço
Sonhos de Emílio difíceis de alcançar

Capa do O Jogo O Jogo

Atlético de Madrid: Forlán lamenta saída de Agüero
Real Madrid: Ricardo Carvalho ajuda Fábio Coentrão na ambientação à nova realidade
Heimir Gudjonsson: “Criámos oportunidades suficientes para ganhar o jogo”
Nacional: Ivo Vieira frustrado por não ter vencido, mas considera empate justo
Resultados da primeira-mão da segunda pré-eliminatória
Nacional da Madeira contrata Luciano Amaral
ITC Rally dos Açores: Bruno Magalhães termina a quatro segundos de Hanninen