O Forte Português de "Pom Phet", com ameias portuguesas, de autoria do Missionário do Padroado Português do Oriente, Tomaz de Valguanera, veio a substiutir a antiga e rudimentar paliçada. A missão deste forte foi o de controlar as navegações de dois rios: o Chao Prya, vindo das terras altas da Tailândia e o Pasak, do nordeste e terras do antigo ex-império Khmer.
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Ayuthaya a cidade que conheci de quando pouca mais havia de que como tinha sido
quando os portugueses e lusos tailandeses ali viveram de 1511 a 1767. Ayuthaya, parecia uma cidade morta depois da sua caída e vandalizada pelas tropas do reino de Pegú numa manhã de Abril de 1767. Viajei a Ayuthaya, pela primeira vez há 31 anos e longe estaria de saber que os portugueses ali se tinham fixado por 256 anos.
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Foi minha mulher que ali me levou, pelo o Ano Novo Budista o Songkran. Passados 3 anos vim a conhecer a permanência lusa, am Ayuthaya, pela notícia que li , dentro do avião da Thai International a voar para a Árabia Saudita, uma entrevista do Embaixador Mello Gouveia a informar que as escavações do “Ban Porguet” (Aldeia dos Portugueses) iam iniciar-se.
O porto internacional de Pom Phet, a 100 quilómetros da barra do Golfo do Sião, foi de primordial importância, para o desenvolvimento do Reino do Sião após se ter estabelecido, em Ayuthaya em 1350 depois de deixar a primeira capital Sukhothai onde os tais, depois de milhares de anos na condição de nómados, se identificaram como povo em 1180. A etnia Tai, uma minoria, expulsa da China, como tantas outras, que depois de desalojadas de seu território, procuram outro, seguindo o curso dos rios e em direcção ao sul
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Na próxima viagem a Banguecoque, no dia seguinte, vou directo à Embaixada de Portugal e saber coisas sobre as escavações das ruínas da igreja no Campo de São Domingos. Fiquei absolutamente ilucidado. Num domingo, acompanhado por minha mulher e um sobrinho, com um pequeno carro, seguimos para Ayuthaya. Foi dificil encontramos o "Ban Portuguet", porque ninguém nos sabia dizer a localização. Depois, de minha mulher, tanto perguntar foi então que apareceu alguém a guiar-nos ao local.
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Na próxima viagem a Banguecoque, no dia seguinte, vou directo à Embaixada de Portugal e saber coisas sobre as escavações das ruínas da igreja no Campo de São Domingos. Fiquei absolutamente ilucidado. Num domingo, acompanhado por minha mulher e um sobrinho, com um pequeno carro, seguimos para Ayuthaya. Foi dificil encontramos o "Ban Portuguet", porque ninguém nos sabia dizer a localização. Depois, de minha mulher, tanto perguntar foi então que apareceu alguém a guiar-nos ao local.
O forte quando o conheci, pela primeira vez estava completamente abandonado e ao sabor da vegetação. O local foi renovado e um espaço aprazível junto à margem de dois rios. Porém o forte e as muralhas, portuguesas, foram consolidadas e conservadas.
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Seguimos por uma estrada, poeirenta, com as margens pouco habitadas. Estamos então no Campo de São Domingos com as escavações no início. Uma barraca enorme, servia de dormitório a cerca de uns 20 estudantes de arqueologia da Universidade de Chulalongkorn . Atendeu-a a Nora uma jovem universitária que lá, como pode, se exprimiu na língua inglesa comigo e na tailandesa com minha mulher.
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Seguimos por uma estrada, poeirenta, com as margens pouco habitadas. Estamos então no Campo de São Domingos com as escavações no início. Uma barraca enorme, servia de dormitório a cerca de uns 20 estudantes de arqueologia da Universidade de Chulalongkorn . Atendeu-a a Nora uma jovem universitária que lá, como pode, se exprimiu na língua inglesa comigo e na tailandesa com minha mulher.
Uma garça, junto à margem do rio, deixou-me fotografá-la.
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Ayuthaya, o Ban Portuget foi um amor anos por anos seguidos e até hoje e como tudo na vida, teve as suas grandezas e suas quedas. Evidentemente que eu não sou letrado nenhum nem coisa que se pareça a um historiador ou académico. Esses são outra louça! Gente muita sabida que até nem sei se trabalham para uma causa por amor ou se por interesse ou “caganças” de dar nas vistas.
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Ayuthaya, o Ban Portuget foi um amor anos por anos seguidos e até hoje e como tudo na vida, teve as suas grandezas e suas quedas. Evidentemente que eu não sou letrado nenhum nem coisa que se pareça a um historiador ou académico. Esses são outra louça! Gente muita sabida que até nem sei se trabalham para uma causa por amor ou se por interesse ou “caganças” de dar nas vistas.
Uma casal amoroso, no embarcadouro do rio Pasak, espera de barco, que os levará para o outro lado do rio.
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Sempre que estou em Ayuthaya vem me à mente um “palerma” igual a mim, chamado Fernão Mendes Pinto, que nunca (assim o seu curriculo reza) teve formação universitária, não respeitava as regras ortográficas da língua portuguesa e conseguiu escrever uma obra, genial, em dois volumes, a Peregrinação. Bem o Pinto o aventureiro (Portugal engrandeceu-se, na Ásia e Oriente com aventureiros), tem sido a fonte onde todos (eu também) académicos e historiadores vão mergulhar e saciarem-se da sede de conhecimentos em cima da história do Reino do Sião.
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Sempre que estou em Ayuthaya vem me à mente um “palerma” igual a mim, chamado Fernão Mendes Pinto, que nunca (assim o seu curriculo reza) teve formação universitária, não respeitava as regras ortográficas da língua portuguesa e conseguiu escrever uma obra, genial, em dois volumes, a Peregrinação. Bem o Pinto o aventureiro (Portugal engrandeceu-se, na Ásia e Oriente com aventureiros), tem sido a fonte onde todos (eu também) académicos e historiadores vão mergulhar e saciarem-se da sede de conhecimentos em cima da história do Reino do Sião.
Uma "bargue" enorme curva, no Porto de Pom Phet, do rio Pasak para o Chao Prya. A carga, certamente, é brita de granito, vinda de Saraburi, para as necessidades da construção de prédios em Banguecoque que não pára de crescer.
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Hoje, poucos lêm Pinto, foram tantas as pesquisas e trechos copiados da Peregrinação que poucos a desfolham. Mas deixamos, por ora o Pinto e que descanse em paz, a sua alma lá no céu,, junto à de Francisco Xavier, o Apóstulo das Índias, a quem emprestou dinheiro para construir a primeira igreja católica no Japão e que nunca lho pagaria e assim ter, o Pinto, regressado a Portugal a “peniles”. Os portugueses, em Ayuthaya não estão apenas vinculados a uma extensão de terreno de mais de 1 quilómetros de comprimentos, ao “Ban Portuguet”, mas estão em toda a região de Ayuthaya, no sul e no norte da Tailândia.
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Hoje, poucos lêm Pinto, foram tantas as pesquisas e trechos copiados da Peregrinação que poucos a desfolham. Mas deixamos, por ora o Pinto e que descanse em paz, a sua alma lá no céu,, junto à de Francisco Xavier, o Apóstulo das Índias, a quem emprestou dinheiro para construir a primeira igreja católica no Japão e que nunca lho pagaria e assim ter, o Pinto, regressado a Portugal a “peniles”. Os portugueses, em Ayuthaya não estão apenas vinculados a uma extensão de terreno de mais de 1 quilómetros de comprimentos, ao “Ban Portuguet”, mas estão em toda a região de Ayuthaya, no sul e no norte da Tailândia.
Povoamento do rio,,, A tradição tailandesa em dias especiais de sua religião lançam peixes nos cursos de água. Fui atrevido e tirei-lhes uma foto,,, Esta mania de captar instantâncios continua a viver comigo...
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Gente humilde, empreendedora, de fácil assimilação a outras etnias que onde assentam fica para sempre. E ficaram, assim, os ossos não só espalhados pelo Reino da Tailândia como no resto da Ásia. Os portugueses servem a Corte de Ayuthaya, como soldados, nas artes, na agricultura. Se aqui fosse aprofundar a actividade dos Portugueses no Reino do Sião até à era de Banguecoque, depois de 1767, seria um nunca mais terminar. Pois a minha vida, desde há 31 anos não tem sido mais que ocupar-me das relações, históricas, entre Portugal e a Tailândia. Não pense, por aí, quem me ler, que tirei o chapéu a alguém, ao Poder, pedir-lhe um óbulo.
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Gente humilde, empreendedora, de fácil assimilação a outras etnias que onde assentam fica para sempre. E ficaram, assim, os ossos não só espalhados pelo Reino da Tailândia como no resto da Ásia. Os portugueses servem a Corte de Ayuthaya, como soldados, nas artes, na agricultura. Se aqui fosse aprofundar a actividade dos Portugueses no Reino do Sião até à era de Banguecoque, depois de 1767, seria um nunca mais terminar. Pois a minha vida, desde há 31 anos não tem sido mais que ocupar-me das relações, históricas, entre Portugal e a Tailândia. Não pense, por aí, quem me ler, que tirei o chapéu a alguém, ao Poder, pedir-lhe um óbulo.
Doce atrevimento... foi isso... Olha como ela, a jovem bem nutrida de carnes, depois de me ver se colocou em franca pose. Os tailandeses gostam de ser fotografados... E a minha experiência bem ma faculta a intromissão.
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Porém toda a gente de bem tem o reverso da moeda...!!! Eu tenho a minha, reversada, que já, um "gajo" que andou pela Tailândia a "pastar", cebola albarrã e a vomitar veneno onde me dá como analfabeto, galego a trepar pelas costas do patrão; motorista e ladrão, não só de papeis como de duas máquinas, oferecidas pelo Professor Vasconcelos, quando Presidente do IPOR em Macau, à Embaixada de Portugal em Banguecoque e que eu depois soneguei.
O templo budista da outra margem do Forte de Pom Phet. Nunca decorei o nome dele. Pouco importa. É mais um templo entre os outros melhares que há por toda a Tailândia. Nestes templos os tais vão em procura de conforto espiritual, rezar ao Lorde Buda.
Hoje na manhã de Domingo do dia 17 de Julho de 2011 fui visitar o forte Português de Pom Phet, tirei-lhe, depois tantas anteriores, umas fotos. E para saberem mais sobre este forte e outras coisas sobre a história de 500 anos da chegado dos Portugueses
ã Tailândia, se interessados, cliquem nos endereços abaixo designados.
http://www.aquimaria.com/html/forum-Ferias.html
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http://maquiavelencias.blogspot.com/2011/02/reportagem-nas-terras-baixas-de-ayuthya.html
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http://maquiavelencias.blogspot.com/2008/12/viagem-sem-destino-rodando-pelo-centro_21.html
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http://portugalnatailandia.blogspot.com/2010/06/historia-de-portugal-na-tailandia.html
José Martins
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Porém toda a gente de bem tem o reverso da moeda...!!! Eu tenho a minha, reversada, que já, um "gajo" que andou pela Tailândia a "pastar", cebola albarrã e a vomitar veneno onde me dá como analfabeto, galego a trepar pelas costas do patrão; motorista e ladrão, não só de papeis como de duas máquinas, oferecidas pelo Professor Vasconcelos, quando Presidente do IPOR em Macau, à Embaixada de Portugal em Banguecoque e que eu depois soneguei.
O templo budista da outra margem do Forte de Pom Phet. Nunca decorei o nome dele. Pouco importa. É mais um templo entre os outros melhares que há por toda a Tailândia. Nestes templos os tais vão em procura de conforto espiritual, rezar ao Lorde Buda.
Hoje na manhã de Domingo do dia 17 de Julho de 2011 fui visitar o forte Português de Pom Phet, tirei-lhe, depois tantas anteriores, umas fotos. E para saberem mais sobre este forte e outras coisas sobre a história de 500 anos da chegado dos Portugueses
ã Tailândia, se interessados, cliquem nos endereços abaixo designados.
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José Martins




















