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quinta-feira, 28 de julho de 2011

POIS CLARO É ASSIM MESMO! "PATACA A TI E A PATACA A MIM...!!!"

Ele há sacrifícios e sacrifícios


João Bosco Mota Amaral foi substituído por Manuela Ferreira Leite no cargo de chanceler das Ordens Nacionais, três meses depois de ter tomado posse do cargo, em conflito com o Presidente da República. "Saio por razões pessoais e políticas."
Talvez por isso a AR resolveu dar-le uma mãozinha e Assunção Esteves mandou publicar o seguinte despacho:
"Despacho n.º 1/XII — Relativo à atribuição ao ex-Presidente da Assembleia da República Mota Amaral de um gabinete próprio, com a afectação de uma secretária e de um motorista do quadro de pessoal da Assembleia da República.
Ao abrigo do disposto no artigo 13.º da Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR), publicada em anexo à Lei n.º 28/2003, de 30 de Julho, e do n.º 8, alínea a), do artigo 1.º da Resolução da Assembleia da República n.º 57/2004, de 6 de Agosto, alterada pela Resolução da Assembleia da República n.º 12/2007, de 20 de Março, determino o seguinte:
a) Atribuir ao Sr. Deputado João Bosco Mota Amaral, que foi Presidente da Assembleia da República na IX Legislatura, gabinete próprio no andar nobre do Palácio de São Bento;
b) Afectar a tal gabinete as salas n.º 5001, para o ex-Presidente da Assembleia da República, e n.º 5003, para a sua secretária;
c) Destacar para o desempenho desta função a funcionária do quadro da Assembleia da República, com a categoria de assessora parlamentar, Dr.a Anabela Fernandes Simão;
d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;
e) Encarregar da mesma viatura o funcionário do quadro de pessoal da Assembleia da República, com a qualificação de motorista, Sr. João Jorge Lopes Gueidão;
Palácio de São Bento, 21 de Junho de 2011
A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves.
Publicado
DAR II Série-E — Número 1
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Austeridade e sacrifícios é o que nos pedem e dizem ser inevitável, mas para eles, para os poderosos e políticos as regalias e a boa vida são intocáveis. Não há impostos ou restrições que lhes toque e o Sr. Silva, com os seus 17 milhões para a Presidência da Republica, que o diga.

MORTE DA PRINCESA BEJARATANA, NETA DO GRANDE REI DA TAILÂNDIA S.M. REI MONGKUT

HRH Princesa Bejaratana nasceu em 24 novembro de 1925 no Grande  Palácio Real em  Banguecoque, como única filha do rei Vajiravudh (Rama VI) e da Princesa Suvadhana.
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Depois de ter visto sua filha princesa apenas por um dia, o rei morreu, em 25 de Novembro de 1925. Seu tio, o rei Prajadhipok (Rama VII), realizou a cerimônia de anunciamento do nascimento real, da princesa, em 30 de Dezembro..
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A princesa e sua mãe mudaram-se para Suan Dusit em Hongsa Villa Palace, onde a Princesa Bejaratana recebeu a sua educação a partir de um tutor privado. Elas depois foram morar com a rainha Sri Savarindira (a rainha viúva de S.M o Rei Chulalongkorn) durante a guerra, e de quando a princesa frequentava a escola Rajani até a idade de 12 anos..
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Mais tarde a princesa e sua mãe  mudaram-se para a Inglaterra onde recebeu formação complementar, bem como medicação para sua enfermidade. Primeiro  hospedaram-se no Fairhill Villa, em Surrey e finalmente, residirem em Brighton.
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Em novembro de 1957, mãe e filha voltaram para a Tailândia. Compraram um pedaço de terra na Estrada Sukhumvit, Soi 38, e construiram a Ruen Rue o Villa Palace.
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Uma vez que a princesa optou  pela sua nova vida na Tailândia, começou a realizar seus deveres reais representando a família real tailandesa. Seus interesses especiais foram  relacionados com a educação, saúde pública, o budismo, o bem-estar dos tailandeses, visitas a soldados e policiais estacionadas nas fronteiras da Tailândia.
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Princesa Bejaratana era conhecida pela sua privacidade e pessoa muito talentosa, especialmente com os números. Tinha a capacidade de calcular em que dia da semana para qualquer data apresentada a ela, prontamente e sem qualquer hesitação, assim como o lembrar os aniversários de todos as pessoas de sua proximidade..
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Perto do fim de sua vida devido à sua idade e saúde reduziu recentemente seus deveres reais, mas de vez em quando, ela ainda fez trabalhos relacionados com seu falecido pai..
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Sua Alteza Real Princesa Bejaratana morreu em 27 de Julho de 2011 às 16:37 Hospital Siriraj, Bangkok aos 85 anos.
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Sua Majestade o Rei da Tailândia ordenou a todos os membros e funcionários do Palácio Real manter  luto por 100 dias.
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P.S. - Respeitosamente apresentamos as condolências a todos os membros da Casa Real Tailandesa. Damos conta e fotografamos S.A.R. a Princesa Bejaratana, em vários Bazares de Caridade em favor da Cruz Vermelha Internacional, organizados pelas esposas dos Diplomatas Acreditados no Reino da Tailândia, onde por alguns anos o visitava durante as vendas.

O SENHOR SILVA E A SUA MAIS AMADA CRIANÇA

Presidência

Passos Coelho empossado conselheiro de Estado

por Lusa


O Presidente da República, Cavaco Silva, deu esta terça-feira posse ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, como conselheiro de Estado, antes da reunião que Chefe de Estado e de Governo mantêm semanalmente.
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A cerimónia em que Cavaco Silva deu posse a Passos Coelho como membro do Conselho de Estado, lugar que ocupa por inerência do cargo de primeiro-ministro, durou menos de dois minutos.
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Após a posse, o Presidente da República e o primeiro-ministro seguiram para a audiência semanal das quintas-feiras.
Cavaco Silva já tinha dado hoje posse à presidente da Assembleia da República,
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Assunção Esteves, como conselheira de Estado.
O Presidente ofereceu ainda um almoço de final de sessão legislativa a Assunção Esteves, aos vice-presidentes da Assembleia da República e aos presidentes dos grupos parlamentares.


Cavaco Silva deu hoje posse a Passos Coelho numa cerimónia que durou pouco mais de dois minutos.

Após a posse seguiram para a audiência semanal

O PASSADO VOLTA AO PRESENTE...SÓ QUE AGORA MAIS DIABOS DO QUE ANJOS!

Política

ATITUDE ACERTADA A DO MACEDO

 

Macedo quer SNS sustentável

por Paulo Alexandre Amaral, RTP
Ministro da Saúde rejeita para já a entrega de hospitais ao privado
publicado 17:03 26 julho '11
 
Ministro da Saúde rejeita para já a entrega de hospitais ao privado
"Devemos, como qualquer bom gestor, avaliar em cada momento se há vantagens em uma unidade pública ser gerida por privados sem qualquer preconceito" Arménio Belo, Lusa

O Ministro da Saúde deixou hoje garantias de que não é uma “execução cega pelos números” que move a sua gestão do Serviço Nacional de Saúde. Sublinhando a necessidade de operar um equilíbrio financeiro nas contas do SNS, Paulo Macedo recusou a “intenção de entregar o hospital A, B ou C a uma gestão privada", lançando ao invés uma aposta na racionalização de custos e combate à fraude.

O SENHOR SILVA O MISERICORDIOSO


A Ideologia da caridadezinha


O Presidente da República defendeu hoje o contributo das misericórdias e outras instituições para um novo conceito de serviço público centrado nas "necessidades dos cidadãos" e não no "ponto de vista obsoleto e ideológico da exclusividade da produção pública".

Eu, quando pago impostos pago-os ao Estado e por isso é ao Estado que tenho de exigir que me preste os serviços públicos correspondentes. Não há aqui nenhuma ideologia, só um contrato entre mim e quem governa, que infelizmente não se tem mostrado ser pessoa de bem porque o tem vindo a alterar unilateralmente. Como aconteceu agora no caso do imposto "extra ordinário" sobre o 13º mês, em que, depois de há alguns meses ter reconhecido que não se podiam pedir mais sacrificios aos portugueses, se mostrou muito satisfeito por quem recebe menos que o salário mínimo não seja atingido e depois de ter dito que os sacrificios tinham de ser repartidos por todos não levanta a voz por as mais valias bolsistas, dividendos e juros ficarem fora desse imposto.


Um Álvaro às escuras



Se o exemplo tem de vir de cima, o simplesmente Alvaro dá-o. «Nos primeiros dias passava o tempo todo a apagar luzes. Não havia nenhuma consciência do dinheiro que se gasta desnecessariamente, em ar condicionado, luzes... Comecei a instaurar um espírito e um sentimento de rigor. Temos de comportar-nos como se fosse a nossa casa, sem desperdiçar», afirma numa entrevista ao espanhol «El País».
Ser o Alvaro, as bandeirinhas de Portugal, apagar luzes do ministério e pouco mais. Compreende-se, afinal passou muito tempo a correr de sala em sala para apagar as luzes e, talvez por isso, o Passos Coelho ficou-lhe o AICEP e é o Paulo Portas que anda a tratar do comércio
externo.

OLHA, OLHA O GASPAR É UM ZERO À ESQUERDA

 

GASPAR O MINISTRO QUE ESTRATEGICAMENTE VALE ZERO

Entregar para pagamento de dívidas as empresas que podem alavancar o pagamento futuro das dívidas demonstra visão estratégica ou Gaspar é mais um ministro tipo Jaime Silva que para pôr as contas em dia fará emigrar mais 1 ou 2 Milhões de Portugueses - destruindo o resto do cada vez mais frágil tecido económico Português?
Há-de explicar-me como quer criar empresas se até a mobilidade dos agentes tira?

MAS,MAS HÁ MUITA MANEIRA DE MATAR PULGAS!!! HÁ SEMPRE AMIGO "DO PEITO" PARA TOMAR O LUGAR!

Escritório de Rebelo de Sousa vai deixar de trabalhar para a CGD

O novo administrador do banco público assegura que a sua sociedade de advogados vai deixar de trabalhar com a Caixa – o que "até beneficiará" os outros escritórios. A Associação “Transparência e Integridade” diz que o Governo está a dar maus sinais.


Rebelo de Sousa, irmão de Marcelo, antigo líder do PSD e comentador regular de política na comunicação social, espera assim pôr um ponto final na controvérsia gerada pela sua nomeação para a nova administração do banco público, que tem sido cliente da sociedade de advogados com o seu nome e da qual é "senior partner".

A esse propósito, Rebelo de Sousa garante que a Caixa não é actualmente cliente do seu escritório e que, com a garantia de que não o será enquanto ele for administrador, “os outros escritórios até ficam beneficiados”.

Luís de Sousa presidente da “Transparência e Integridade – Associação Cívica” vê neste caso, assim como na nomeação de António Nogueira Leite (próximo de Passos Coelho) e de Nuno Fernandes Thomaz (próximo de Paulo Portas), maus sinais do novo Governo em matéria de transparência e rigor.

“Problema é sempre o mesmo: as velhas práticas mantêm-se, fazem o discurso da ruptura, mas continuam a nomear pessoas de confiança e proximidade política”, lamenta ao “Público”.

Pedro Rebelo de Sousa diz que mantém o que sempre disse sobre advogados e empresas: quando se misturam, um dos “papéis” tem de ser anulado. “O Conselho de Administração do meu escritório decidiu que não trabalhará para a CGD enquanto eu for administrador” refere, em declarações ao “Diário Económico”.

E ASSIM SEGUE O PORTAS A BATER A PORTAS A TRANSMITIR A BOA IMAGEM SEM DERRAPAGENS!

Que não nos ande a vender o pouco que temos à estranja... Não confio neste tipo... Macacos me mordam! Esperem, esperem, pela próxima digressão e aposto desde já que será: Ásia menor, Ásia maior, China, Japão, um salto a Timor-Leste. Indonésia, Singapura, Malásia e termina em Banguecoque... Deste turista (à pala do contribuinte) não se espera mais nada! 
2011-07-28 08:46:32
Portas em Brasília transmite a boa imagem de Portugal

País : Portas em Brasília transmite a boa imagem de Portugal

2011-07-28 11:19:47 
Portugal reconheceu o Conselho Nacional de Transição da Líbia

País : Portugal reconheceu o Conselho Nacional de Transição da Líbia

LETRAS DE JAIME NOGUEIRA PINTO



Não vos vou falar mais da Zézinha. Porque todos a conheceram e já muitos falaram dela nestes dias. E bem. Eu, aqui, vou falar-vos da Zézinha e de nós – de mim, dos meus filhos e da nossa família - nestes cinco últimos meses desde que soubemos da doença dela, num Sábado 12 de Fevereiro, faz hoje precisamente cinco meses.     
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Conheço bem as narrativas de aceitação cristã e resignada das provações que Deus manda – deste o Livro de Job às histórias dos mártires e perseguidos de todos os tempos. Mas nunca tinha assistido, e vivido, de perto, e também na pele, essa experiência.
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Nesse dia no Hospital da Luz a Zézinha foi informada quase ao mesmo tempo que nós do que tinha e quais eram as perspectivas; e  percebeu perfeitamente que tinha uma sentença de morte a curto prazo em cima da cabeça.      Jantámos nessa noite com os nossos filhos e começámos, conscientes, uma longa e dolorosa noite das Oliveiras. Às quatro da manhã, vi que ela não estava no quarto e fui procura-la. Estava na casa de jantar, a fumar um cigarro.     
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Perguntou-me se queria também um chá, que ia fazer para ela. E assim ficámos até às seis, a beberricar um chá e a falar da nossa vida. Da nossa vida que tinha sido uma vida boa, mas que não tivera nada a ver com uma boa vida. Tinha sido uma vida difícil, muito rica de riscos e afectos, de grandes amizades e algumas desilusões. E ela agradeceu – e eu com ela – a Deus que nos tinha dado essa vida, e os nossos filhos, e os nossos netos, e toda a família. E os nossos amigos.
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Todos vós.      Depois foi o princípio desta caminhada que acabou na semana passada: ela estava resignada mas, por nós – por mim e pelos filhos - aceitou lutar, com fé em Deus e respeito pelas ciências e artes dos homens. E partimos para Nova Iorque, e depois para Madrid. E tivemos essa longa espera das consultas, dos exames, das análises, dos relatórios, das esperanças alimentadas e perdidas, das histórias dos amigos próximos solidários que vêm com uma casuística de receitas e curas.
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Partilhamos isto tudo com ela, mas ela – sendo a vítima – foi sempre a mais corajosa e a mais desprendida de todos nós.      Ela rezava as suas devoções antes de dormir e eu muitas vezes rezei com ela. Nunca nessas longas semanas pediu a cura; pedia que se fizesse a vontade de Deus.
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Aceitava pedir pequenas coisas: para ter apetite; para não ter náuseas depois da quimioterapia; para ter ossos e cabeça no dia seguinte, para cumprir as suas obrigações profissionais – e ir ao Parlamento, ir à Renascença, ir ao debate da SIC, aguentar a campanha eleitoral, escrever o artigo para o DN.     
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E estar presente com a sua extrema atenção como mulher, como mãe, como avó, como dona de casa, nas grandes e pequenas tarefas, nas rotinas todas.      Ela que era a pessoa mais modesta do mundo e gastava metade do que ganhava nas suas “caridades”.
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Tinha a sua economia pensada e articuladas para a velhice. Com a doença e os tratamentos dizia, solta, a rir e a sorrir - “se duro muito, gasto o que tenho com a doença e depois vais tu ter que me sustentar.”      Vivi isto tudo com os nossos filhos – o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e também com a Helena, o Martim e o Tiago. E com as minhas cunhadas Maria João e Sumsum, e com a minha sogra, Maria José.     
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Mais que todos com a Teresinha porque estava na linha da frente, estávamos os dois com a Zézinha em casa e, talvez por isso fomos os que alimentámos mais esperanças.      A Teresinha e eu, nesta linha da frente, tínhamos que ser mais esperançosos que os outros. Vigiávamo-nos e ajudávamo-nos, atentos a quando o outro ia a cair. Como dois Cireneus, mas quem levava a Cruz era a Zézinha.     
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Escolheu – ela escolheu e nós seguimo-la – viver habitualmente esta tragédia. Nós às vezes revoltávamo-nos e pensávamos que Deus estava a escrever por linhas tortas, muito tortas. Sentíamo-nos na sua cela da morte, e pedíamos – nós – graça e clemência. Mas ela continuou a aceitar com simplicidade, com modéstia, com aquele seu sorriso que era a coisa mais luminosa do mundo, quase a pedir desculpa por estar doente, por nos preocupar, por nos mudar a vida.     
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Uma ou duas vezes houve episódios positivos, animadores, que quase a perturbaram. A resignação é comovente, mas a esperança – sobretudo nos resignados - ainda é mais. Nela, a esperança guardou-a para outras coisas. Em nós houve sempre esperança quase até ao fim. Acreditamos num Deus que faz milagres, que ressuscita mortos, porque não havia de curar enfermos.     
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Desta vez não curou. Há dez dias, mais ou menos, tudo se precipitou, vieram as más notícias do TAC de avaliação; já nos tínhamos apercebido que tudo estava pior, pois ela perdia mais e mais forças, os olhos perdiam o brilho, a vida ia desaparecendo. E só essa sua coragem e vontade de espírito a mantinham de pé.       
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Conhecia-a há mais de quarenta anos, no dia 12 de Março de 1970. Íamos fazer quarenta anos de casados no próximo mês de Janeiro e ela faria 60 anos em 23 de Março.        A vida a dois é uma vida difícil, mas conseguimos chegar juntos até que a morte, nos separou. Foi uma longa vida em que estivemos juntos em tudo o que de importante, bom ou mau, nos aconteceu – ou ao nosso país, ou à nossa família.       
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Mas estes quase cinco meses finais na sua dor e esperança, mais que uma descida para um abismo – que também foram – transformaram-se numa escalada para além da dor, uma subida de um calvário muito particular. Um calvário de alguém que pela fé, pela entrega aos outros, pelo amor aos mais fracos, pela caridade evangélica, acabou por seguir como sempre aspirava, o caminho de Cristo.     
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Sempre sem medo, nem da doença, nem da dor, nem do fim, porque ela acreditava que esse Cristo, esse Senhor era o seu pastor, e que por isso nada lhe faltaria ao atravessar o vale das trevas.     
Não faltou.     
Falta-nos ELA a nós.
Jaime Nogueira Pinto
Julho de 2011

OS GATOS NEGROS QUE NOS ARRANHAM!

Uma caixa de gatos palaciana




A nomeação dos novo Conselho de Administração da CGD tem sido, trapalhona, com o António Nogueira Leite, que acaba de ser eleito administrador, surpreendido por não aparecer no comunicado da CGD como vice-presidente do banco: "O convite que recebi foi para vice-executivo, havendo um segundo vice-executivo. Ainda hoje confirmei isso", "Qualquer alteração a este modelo será pura política palaciana, que nem sequer comento". Trapalhona e boyista ao aumentar de sete para onze o número de administradores de administradores e recriando o cargo de "Chairman"", nome pomposo para Administrador não executivo que mais não faz que interagir com os accionistas, que no caso da CGD é só um, o estado.
Para um governo que vinha acabar com os boys, mas não resiste ao "job for the gentlemen".

IMAGEM DO PASSADO E NA MEMÓRIA PRESENTE...

As capas dos jornais e as principais notícias de Quinta-feira, 28 de Julho de 2011.

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Padre agredido por ciúmes
António Patriota: Atentoa Portugal
Manuel Alegre: Desvio de 600 mil
João Salgueiro: Modelo da Caixa
Incêndio destrói dez edifícios em Amarante
Ourique: Morre em acidente
Alverca: Idoso desaparecido

Capa do Público Público

Nove consultórios dentistas empregavam imigrantes ilegais
Autarca de Viana garante que há interessados nos Estaleiros
Deputados do PS aguardam que Seguro desfaça hoje mistério sobre líder parlamentar
National Gallery e Louvre acordam empréstimo de quadro de Da Vinci
Sorteio do Totoloto (50/2011)
Jesus diz que resultado justo seria 3-0 e elogia Luisão
Nogueira Leite e Norberto Rosa nomeados vice-presidentes da CGD

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Bombeiros sentem falta da ajuda dos governadores civis
Violência doméstica resulta em 30 investigações por dia
Gestores ganham mil euros por dia
Chefe das secretas enviou 'mails' mas não violou sigilo
Alegado importador de 52 quilos de coca em preventiva
Mais de 350 bombeiros continuam a combater 5 fogos
Entidades patronais classificam primeira reunião como positiva

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Incêndio no centro de Amarante destrói quatro habitações e três lojas
Três incêndios ainda activos
Alegada vítima de Strauss-Khan dá conferência de imprensa quinta-feira
Morreram os dois tripulantes do Boeing que se despenhou na Coreia do Sul
Ajuste de contas entre traficantes faz oito mortos no México
Nogueira Leite e Norberto Rosa na comissão executiva da Caixa
Gangue quase cegou testemunha que os denunciou

Capa do i i

Detective Costa. "Devo ser a pessoa neste país que mais ganhou com jogadores da bola"
Mesmo que fique provada a insanidade temporária, Renato Seabra não se livra da prisão
Avaliação docente. Ministro usa trunfo privado que causa inveja no público
Bragaparques diz que perde 25 mil euros por dia à espera do Tribunal
Despedimentos. Indemnizações passam de 30 para 10 dias por ano
Sónia Brazão arrisca pena de prisão entre três e dez anos
Solicitadores fazem diagnóstico do processo executivo e apresentam sugestões à troika

Capa do Diário Económico Diário Económico

Lucro do BBVA cai 7,5% mas supera previsões
Credit Suisse pondera cortar dois mil postos de trabalho
Zon com menos clientes e menores receitas nos canais premium
Lucros da Zon caem 15,4% no semestre
Chávez: “Deixem o meu cancro quieto, que estou a derrotá-lo"
Mercados "nervosos" com impasse nas negociações sobre a dívida dos EUA
Empresa da Zon em Angola chega a Moçambique

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

HSBC corta recomendação da Jerónimo Martins para "neutral"
Crédit Suisse avança com 2.000 despedimentos após quebra dos lucros
Bolsas asiáticas em mínimos de duas semanas com impasse na dívida nos EUA
As notícias em foco na edição de hoje, dia 28 de Julho, no Negócios
Fábrica da Artlant em Sines entra em fase de testes
Posição da CGD na Cimpor pode ser o rastilho para a clarificação accionista
"Juros da dívida não voltarão a níveis normais antes de 2013"

Capa do Oje Oje

Biedronka impulsiona J. Martins
BCP admite sair da Polónia e da Grécia
SAP ultrapassa rival Oracle
Sismo japonês pressiona lucros da PSA
Aviação comercial e entregas impulsionam lucros da Boeing
Airbus compra Satair por 348 milhões
PME News - edição de Julho

Capa do Destak Destak

Governo brasileiro acompanha evolução da economia portuguesa e programa de privatizações
Presidência ainda acredita em compromisso com Congresso sobre limite da dívida
Entidades patronais classificam primeira reunião como positiva
“Obama não tem capacidade para negociar acordos” - Trump
“Tinha um plano para salvar Amy” – Blake Fielder
Kadhafi volta a desafiar a NATO e os rebeldes
“Desclassificação” da Cultura de Ministério é “muito mau princípio” – Sérgio Godinho

Capa do A Bola A Bola

Almeida ainda fora de Londres-12
«Sporting resolve seis casos bicudos e já só falta desatar mais três nós» - DN
Finalmente Turan
«Bendtner está perto de ser leão» - Correio da Manhã
«Falcao de novo na lista do Atlético Madrid» - JN
Kléber ganha embalagem para jogar a Supertaça
«No Sporting fica mais fácil Schaars chegar à selecção» diz agente

Capa do Record Record

Bússola aponta para Aveiro
Leandro Pimenta: «Quero afirmar-me e voltar ao Benfica»
Khedira segue viagem e fica trio de lesionados
Dedé reafirma vontade de jogar a Libertadores
Jardel no Al-Taawon não tem fundamento
Queixas multiplicam-se face ao incumprimento
Novas regras para creches

Capa do O Jogo O Jogo

Rodríguez e Carrillo já treinam esta quinta-feira com o resto do plantel leonino
Senol Günes: “O problema foram a perdas de bola a meio campo”
Comité Organizador diz que está tudo preparado para a prova
CD Fátima: Helmut é reforço para o ataque
Europeu pista sub-23 e júnior: Queda de Leonel Coutinho prejudica resultado de Portugal
Nolito: "Foi um bom resultado, foi bom não sofrer golos”
Rio Ave empata 1 - 1 no jogo de preparação frente ao Saint-Etienne

MUDARAM-SE AS MOSCAS, MAS FICOU A MESMA "MERDA"...!!!


O um bom rapaz  colocado bem na vida!
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Mais um que ainda vai ter um AVC de tanto trabalhar... 
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António Nogueira Leite vai ser vice-presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos e ganhar mais de 20 mil euros por mês.
O académico, que foi conselheiro de Pedro Passos Coelho (quem diria?), vai assumir funções executivas, ocupando o lugar de número dois do próximo presidente executivo do banco público. 
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Actualmente já é:
- administrador executivo da CUF,
- administrador executivo da SEC,
- administrador executivo da José de Mello Saúde,
- administrador executivo da EFACEC Capital,
- administrador executivo da Comitur Imobiliária,
- administrador (não executivo) da Reditus,
- administrador (não executivo) da  Brisa,
- administrador (não executivo) da Quimigal
- presidente do Conselho Geral da OPEX,
- membro do Conselho Nacional da CMVM,
 - vice-presidente do Conselho Consultivo do Banif Investment Bank,
- membro do Conselho Consultivo da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações,
- vogal da Direcção do IPRI. É membro do Conselho Nacional do PSD desde 2010.~
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Os amigos começam a ocupar os bons lugares e, mesmo quando dizem que querem poupar e reduzir nas despesas, quando aumentam impostos, quando aumentam os transportes, a saúde e anunciam qua ainda agora começaram os sacrifícios, não têm vergonha de aumentar o número de administradores da CGD de sete para onze. ~~
Há que haver lugares para todos e aos Barões não serve qualquer um. Têm de ser lugares de luxo e prestigio que são gente importante.