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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A "LOUCURA" DE UM GAJO E FALSO "INGINHEIRO". QUE DELICIAVA O JORGE COELHO DA MOTA ENGIL!




Que nos ia obrigar a embarcar numa loucura semelhante...
TGV = Transporte Geralmente Vazio.
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Falta de passageiros leva Espanha a suspender algumas ligações na alta velocidade
Ligações que vão terminar a 1 de Julho tinham nove passageiros por dia.
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Espanha vai suspender os três trajectos do comboio de alta velocidade que ligam Toledo, Cuenca e Albacete.
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A partir de 1 de Julho, a Renfe, empresa concessionária da rede ferroviária em Espanha, anunciou a suspensão dessas ligações por falta de passageiros. As ligações foram iniciadas em Dezembro último.
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Ao mesmo tempo que suspende essas ligações, a Renfe aumentará de onze para treze as frequências do serviço entre Avant e Toledo e Madrid.
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O director-geral da área de passageiros da Renfe, Enrique Urkijo, citado hoje pelos jornais espanhóis, falou mesmo em seis meses de serviço como "um desastre", já que contava com apenas nove passageiros por dia, dos 2.190 'viajantes potenciais' em ambos os sentidos.
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Mas atenção que as obras para o TGV continuam em várias zonas do País...
( é só ir ao final da av. que liga o Relógio à zona da Expo..e confirmar)
quem vai pagar isto, quem é ? o ZÉ PACÓVIO ..claro !!

UMA HISTÓRIA EM QUADROS GRANDES - O FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO

Seu nome foi Vitória, de estatura, pequenina, grande de alma e com sentido de senhora do Mundo. O expansionismo, moda na  Europa, arreigado de alma coração e pedra. Expediu um rapaz, de nome Livingstone  seu contemporâneo para descobrir novas terras e bons negócios, para África.
Seguiu então de barco até ao Chinde (Moçambique) a foz do rio Zanbeze, navegou por canoa e caminhou pelas margens até às cataratas, mais arriba de Tete, que lhe daria o nome de Vitória, em honra de sua rainha, a quem jurou, antes de partir, toda a fidelidade. Livingstone deu a Portugal problemas do "camanho" em  envenenar os "pretos" das margens do Zambeze que problemas viriam a dar a Paiva Couceiro para a pacificação. O Livingstone enviou uma mensagem para a Raínha que em África havia um bom negócio à vista, a venda de sapatos, pois toda aquela gente caminhava descalça.
Pronto e no Reino Unido nada mudou desde o tempo da Rainha Vitória e há pouco tempo um tritaneto da raínha casou e... ó larilas foi mais uma das outras anteriores loucuras... Houve tanta ordineirice nos convites que não foi convidado o nosso Rei de Portugal o Dom Duarte Pio de Bragança, mas convidado um gajo que canta, de nome Elton, que dizem um "panilas" convicto e casado com o "pilinhas" David. 
Mas o Livingstone não encontrou só, em África, o negócio bom de sapatos para vender aos pretos... viu também que esta raça humana de cor negra seria boa para levar da selva, africana e fazer serviços que não eram dignificantes para os ingleses o limpar as retretes e os esgotos que despejam toda aquela mercadoria, suja, no Thames. Aquilo não era nada escravidão e esta era a outra de carregar, pretos, porões inteirinhos de Cabo Verde e outros portos da costa ocidental de África, para as américas do norte e do sul. Pois o indios eram f********** de p*********** não trabalhavam nem a poder de tiro e mestres na arte do arco e da flecha de pontas venenosas que por via disso lerpavam muitos bifes e irlandeses. O preto era bom de domar com uma meia dúzia de missangas. Os tempos mudaram e virou-se o feitiço contra o feiticeiro... Chegou a internet, o Facebook, os telefones móveis ao preço da uva mijona e, então os pretos, entre eles: Ei men vamos a eles e f*********** os bifes, porque já nos f********* bastante."
José Martins (numa hora de bom humor)

O MILITAR ERRANTE ACABOU EM POBREZA EXTREMA...!!!

EM TODOS OS CIRCOS ACTUAM PALHAÇOS... NA NOSSA ARENA POLÍTICA TIVEMOS O NOSSO MAIS AMADO...

E O NOSSO MAIS AMADO ODIOZINHO DE ESTIMAÇÃO CONTINUA A MANDAR BOCAS!


E O NOSSO MAIS AMADO ODIOZINHO DE ESTIMAÇÃO CONTINUA A MANDAR BOCAS!


OS FALSOS HEROIS DE UMA PÁTRIA FALIDA...!!!

E AGORA O QUE VÃO FAZER AOS EDIFÍCIOS QUE O "VELHOTE" MANDOU EDIFICAR.... UMAS "TASCAS" DE JOGAR A SUECA OS REFORMADOS E BEBER UNS COPOS?

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Pobre país que o destruiram... Escolas encerradas, degradação de uma demografia desertificada. A sina do nosso Portugal que foi povoado por várias etnias com a Lusitana a extinguir-se e dar lugar  a outra em próximo futuro.
2011-08-11 21:20:11 
Ministério da Educação encerra quase 300 escolas do básico

Política : Ministério da Educação encerra quase 300 escolas do básico

E AGORA O QUE VÃO FAZER AOS EDIFÍCIOS QUE O "VELHOTE" MANDOU EDIFICAR.... UMAS "TASCAS" DE JOGAR A SUECA OS REFORMADOS E BEBER UNS COPOS?

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Pobre país que o destruiram... Escolas encerradas, degradação de uma demografia desertificada. A sina do nosso Portugal que foi povoado por várias etnias com a Lusitana a extinguir-se e dar lugar  a outra em próximo futuro.
2011-08-11 21:20:11 
Ministério da Educação encerra quase 300 escolas do básico

Política : Ministério da Educação encerra quase 300 escolas do básico

E TODOS OS PAÍSES TÊM O MURO DAS LAMENTAÇÕES QUE MERECEM

Com a devida vénia do blogo o Palhetas

À DESGRAÇA A QUE CHEGAMOS AO DE SER GOVERNADOS POR ESTRANGEIROS...TERRÍVEL FADO O NOSSO!

“Os desafios mais difíceis ainda estão para vir”, avisa troika

publicado 11:36 12 agosto '11
“Os desafios mais difíceis ainda estão para vir”, avisa troika
Os representantes da troika defendem um corte de 7 por cento na Taxa Social Única, muito acima da proposta do Governo Tiago Petinga,
Lusa

O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta para a concretização do programa ainda por implementar e que visa garantir o crescimento económico. Apesar do “bom começo”, as medidas de contenção de despesas públicas devem ser aplicadas e as empresas estatais devem reduzir sua dependência do crédito para que este seja dirigido para “as partes mais produtivas da economia”.


“O novo Governo não só aprovou totalmente o programa como sublinhou que pretende implementar medidas chave antecipadamente. Mas deixem-me falar dos desafios que nos esperam. E não há dúvida que, embora tenha sido uma boa partida, uma partida forte, os desafios mais difíceis ainda estão por vir”, declarou Poul Thomsen, em conferência de imprensa conjunta com os representantes da missão da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu.

O chefe da missão da troika em Portugal do FMI nota que a antecipação de medidas pelo Governo “deixam-nos confiantes que os objectivos” de redução do défice de 5,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) “serão alcançados", até porque “há desenvolvimentos que estão de acordo com aquilo que esperávamos”.

Thomsen alerta que as medidas de contenção das despesas públicas devem ser aplicadas, de modo a que “as necessidades de crédito das empresas públicas” sejam “contidas”, a sua dependência de crédito seja reduzida e este dirigido para as áreas “mais produtivos da economia.

Esta ideia já tinha sido preconizada pelo representante do Banco Central Europeu, Rasmus Ruffer, que advoga um "setor bancário estável e sólido como pré-requisito para o fortalecimento da economia". É por isso que o programa internacional contempla uma parte dedicada ao setor financeiro.

“As autoridades portuguesas deram passos relevantes no sentido de reforçar a solidez do sistema bancário” e deram passos significativos para “controlar e avaliar” o setor, através do Banco de Portugal, diz Ruffer.

Reforma das instituições e desvalorização fiscal
A reforma das instituições será “claramente uma área em que esperamos que o programa apresente mais desafios”, devendo o Governo voltar a ganhar o controlo sobre as parcerias público-privadas.

O representante do FMI destaca que o programa de empréstimo a Portugal contempla “um amplo conjunto de medidas para que haja crescimento da economia”, no sentido de se tornar “muito mais aberta e competitiva”, caso contrário “haverá só cortes”. “Ou saímos daqui ficando mais pobres ou saindo mais produtivos”, nota Thomsen. Para isso, é preciso “assegurar que os bancos conseguem atingir as exigências mínimas atraindo novos parceiros dinâmicos”, constituindo um dos objetivos do Banco de Portugal.

Notando que a maior parte das medidas que devem promover este crescimento “ainda está por vir”, Thomsen destaca a “desvalorização fiscal”. “Acreditamos que é fundamental que o Orçamento de Estado de 2012 faça reflexo desta medida”, no debate de outubro. Uma medida que do ponto de vista técnico “não é difícil, mas não será pacífica”.

"O Governo tem de lançar uma reforma estrutural no sistema fiscal que permita um maior controlo sobre as empresas privadas, sector público e também a nível local", sublinhou ainda Poul Thomsen.

Troika e Governo ainda sem acordo na TSU

O corte da taxa social única (TSU) deve aplicar-se a todas as empresas e sectores. Desta forma, a troika pronuncia-se de forma crítica sobre um estudo divulgado ainda esta semana pelo executivo. No documento são apresentados vários cenários para reduzir a TSU, todos inferiores a 4 por cento, em que eram compensados com o aumento do IVA.

A missão internacional considera importante que a redução da taxa para pelos empregadores por cada trabalhador seja "arrojada e ousada", argumentando que permitirá um maior crescimento do PIB e do emprego.

"Temos algumas propostas que reduziriam a Taxa Social Única em seis pontos ou sete pontos. Isso pode ser conseguido de diversas maneiras. Fizemos algumas propostas nesse sentido", comentou aos jornalistas o representante do FMI, que é o principal defensor da descida da TSU no âmbito da troika.

Sem entrar em pormenores, Poul Thomson defende que o corte na TSU deve ser "algo simples, não seletivo, sem escolhas entre setores ou empresas (...) É importante que seja ousada, não é uma questão de o Governo escolher vencedores, decidindo quem deve beneficiar e que não deve".

LONGA VIDA PARA SUA MAJESTADE A RAINHA SIRIKIT DA TAILÂNDIA


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Hoje é o dia do aniversário de Sua Majestade a Rainha Sirikit da Tailândia que completou 79 anos. Tudo aconteceu, como anos anteriores, minha filha Maria Martins, mulher Kanda e eu dedicamos este dia a Sua Majestade a Rainha Sirikit da Tailândia. Tudo aconteceu como o descrevi em outros anteriores. Para o  próximo ano, 12 de Agosto de 2012, o dia será, mais uma vez, dedicado a Sua Majestade.



Uma Rainha cuja figura me tem fascinado ao longo das três décadas que já levo vivendo na Tailândia, onde constituí família, investi os meus “ganhos”, fruto das minhas mãos e há pouco mais de um mês uma filha minha, luso tailandesa obteve a licenciatura, pela prestigiosa Universidade de Chulalongkorn, de Banguecoque, em “Novas Tecnologias de Comunicações”. Hoje o dia da celebração do aniversário de 77 anos de vida de Sua Majestade a Rainha Sirikit, sou um homem tranquilo.


Trinta anos num país, aqueles que acima escrevi, encerrei em mim um amor profundo que poderei afirmar com toda a convicção que não saberia responder, se me perguntassem se gostaria mais de Portugal ou da Tailândia.
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Quando cheguei, pela primeira vez, à Tailândia, em 1977, Sua Majestade a Rainha Sirikit , era uma jovem senhora de 45 anos e considerada a mulher mais bela do Mundo. O seu sorriso cativava todos que a observavam no televisor, durante as funções que diariamente levava a cabo junto aos tailandeses. Sempre elegantemente vestida, com tecido de seda tailandesa (que nunca abdicaria) e na cabeça o inseparável chapéu inspirado nos modelos usados pelas mulheres, campesinas, tailandesas.
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Olhava atentamente a Rainha no televisor e, minha mulher Kanda, traduzia as palavras de Sua Majestade transmitidas ao povo que a ouviam com todo respeito que uma Rainha merece.
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Umas das muitas palavras de Sua Majestade a Rainha, dirigidas à multidão, sentada sobre as pernas no solo, umas que me chegaram ao coração foi de quando aconselhou os campesinos para que não vendessem as leiras, onde cultivavam o arroz, aos especuladores e se as vendessem que não usassem o dinheiro da venda na compra de televisões, frigoríficos e outras tentações de mercadoria que a modernidade no seguimento da vida oferece.
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Sua Majestade a Rainha vivia em constante preocupação, dado à crise do desenvolvimento urbanístico a crescer de rompante, na década de oitenta, do século passado, em Banguecoque. O dia 12 de Agosto, de cada ano, além de ser o aniversário de Sua Majestade foi lhe dado o Dia da Mãe.
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Ontem destinei que hoje eu minha mulher e filha Maria iríamos visitar O "Centro de Formação de Artes e Ofícios de Sua Majestade a Rainha Sirikit”, na província de Ayuthaya, com a finalidade de lhe prestarmos homenagem. Saímos de casa pelas 7 horas da manhã e passado uma hora estávamos a passar o portão de um dos três centros.
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A primeira vez que o visitei, foi há 14 anos e de quando a RTP enviou a realizadora Cristina Antunes para rodar um filme, relativo à história de Portugal e a Tailândia, que lhe viria a dar-lhe o genérico “À Beira do Canal”.
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Desde então nunca mais deixei de o visitar e a último vez foi em 2005, no mesmo dia de hoje que viria a escrever duas peças onde descrevia a visita de Suas Majestades os Reis da Tailândia, a Portugal em 1960 e outra sobre a vida e obra de Sua Majestade a Rainha www.aquimaria.com/html/aboutth.html .
É difícil descrever todo o conteúdo que existe no “Centro de Formação de Artes e Ofícios em Bangsai”, dado que tudo que os nossos olhos vislumbram é de tal magnificência que não pode ficar despercebido a quem o visita. Ora ali vai se encontrar uma extensão enorme de terreno, entre lameiros onde o arroz cresce ou já amarelecido à espera da ceifa e o mundo de verdura que o envolve.
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Mas junto aos três centros está a margem do rio Chao Pray, com o leito espraiado onde a corrente corre preguiçosamente em direcção ao Golfo do Sião. O Bangsai Artes e Ofícios “O Centro de Formação de Artes e Ofícios” foi fundado por Sua Majestade a Rainha em 3 de Junho de 1980.
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Seu objectivo foi o de proporcionar uma formação, complementar, aos agricultores (depois da colheita do arroz e a espera para nova sementeira) ou de pessoas de baixos rendimentos, ensinando-lhe várias artes e onde, entre várias, se inclui o artesanato. Com isto o artesanato na Tailândia continua vivo e manter a história de suas raízes seculares.
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O centro de formação para os agricultores e outras pessoas interessadas, está dividido em 23 secções distintas, tais como: corte e costura e bordado à máquina, artigos de couro, pintura, escultura em vidro fundido, tecelagem de seda e sua confecção.
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Depois dos cursos, os instruendos, recebem um diploma e o privilégio, se assim o desejarem, de continuar a exercer sua nova profissão no centro. Porém estão preparados para a vida e com colocação certa, no exterior ou fundarem a sua empresa de família.

Todos que frequentem os cursos de formação o alojamento é gratuito e uma “bolsa” para despesas pessoais. A produção de artesanato de alta qualidade é enviada para a loja do Palácio Real que fará a distribuição para outras sucursais, estabelecidas, no país.
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Todas as construções (excepto as oficinas de formação) são do estilo arquitectónico, ancestral, tailandês, onde o visitante vai encontrar a beleza e harmonia na posição. Em várias visitas de Suas Majestades o Rei Bhumibol Adulyadej, a Rainha Sirikit e membros da Família Real optaram por ficar hospedados no centro por uns dias.

O centro é um dos locais mais aprazível que tenho visto na Tailândia, o turista estrangeiro além de ter acesso às oficinas de formação e ver os artesões a produzir as peças de artesanato, intricadas, que se possam imaginar, poderá visitar um parque de aves raras, um aquário de várias espécies de peixes. Além do mais, por pouco dinheiro, despendido, pode levar para o seu país peças de artesanato raras e grande qualidade, assim como roupas de homem ou senhora.
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Para a visitar O “Centro de Formação de Artes e Ofícios de Bangsai” é acessível, quer por um carro através da Estrada 37, ao norte de Banguecoque ou de autocarro desde o terminal do Norte (Mohchit 2 junto ao “Weekend market).
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Os visitantes podem ainda tomar um barco para Chaiyuth Pier. Dista do centro de Banguecoque cerca de 60 quilómetros. Mas antes de se meter ao caminho informe-se na recepção do hotel onde se hospedou a melhor forma de lá chegar.
José Martins
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MEMÓRIAS DOS TEMPO IDOS - SUA MAJESTADE A RAÍNHA SIRIKIT NA RESIDÊNCIA DOS EMBAIXADORES DE PORTUGAL NA TAILÂNDIA
Não poderíamos deixar no rol do esquecimento e como homenagem a Sua Majestade a Rainha Sirikit, que hoje (12 de Agosto) faz 76 anos de vida. Uma Raínha que nunca nos cansamos de admirar e por diversas vezes já relatamos suas obras em prol dos humildes de seu país. Habituamo-nos a ver a Rainha Sirikit, desde os anos de 1977, juntando-se aos seus súbditos, em remotos lugares, da Taiândia. Na sua cabeça. abrigando-a do sol um chapéu, tradicional, da mulher camponesa, tailandesa. E na altura em que o desenvolvimento, galopa, na Tailândia, numa sua alocução, acautela os pobres para que não vendam as suas terras para adquiriem os bens de consumo, modernos: "as televisões, as motorizadas e outros tentações". A Raínha Sirikit da Tailândia tem sido, durante os quase trinta anos, que vivemos no seu Reino, uma figura que nos apaixona e até já contamos, por várias vezes, a sua vida e obra. Fizemos projectos, hoje o dia do seu aniversário, viajarmos a Bangsai (vidé www.aquimaria.com/html/aboutth-rainha-2005-2.html e a visita a Portugal em 1960 www.aquimaria.com/html/aboutth-rainha-2005-1.html mas em vez dessa deslocação, que já conhecemos bem e a divulgamos, nos pareceu, melhor, descrevermos o que aconteceu naquela maravilhosa noite. foi no dia 14 de Maio de 1994, um dia muito especial para nós e para a Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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No princípio da noite Sua Majestade a Raínha Sirikit a Real consorte de Sua Majestade o Rei da Tailândia, iria ser recebida pelos Embaixados de Portugal, Maria Luisa e Sebastião de Castello-Branco, na histórica residência a "Nobre Casa".

Foi no dia 14 de Maio de 1994 uma data muito especial, para mim e para a Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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No princípio da noite a Rainha Sirikit a Real consorte de Sua Majestade o Rei da Taiândia, iria ser recebida pelos Embaixadores de Portugal, Maria Luisa e Sebastião de Castello-Branco na história residência, a "Nobre Casa", para o convite lhe fora feito, para um jantar, pelos Representantes de Portugal e, depois deste, assistir a um serão e sarau de arte que se prolongou até junto à meia-noite.

Estiverem presentes cerca de 70 convidados entre os quais: membros da Família Real, do Conselho Privado de S.M. o Rei e do Corpo Diplomático acreditado no Reino da Tailândia. Jamais imaginaria de quando, em 1960, vi através do "ecran" as imagens a preto e branco, difundidas pela recente fundada RTP, a visita a Portugal dos Reis da Tailândia e que passados 34 anos iria fotografar, a escassos metros de distância, a Raínha Sirikit que foi considerada uma das mulheres mais belas do Mundo daquela época.
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Preparei a minha Nikon F3. Apesar de estar bastante familiarizado com o seu funcionamento, programei na minha mente a abertura das lentes e intensidade da luz do "flash", para que nenhuma foto falhasse e se perdesse uma imagem daquele e único especial evento real.

Uns dias antes e quando a Embaixatriz Maria Luisa de Castello-Branco me convidou para ser o fotógrafo oficial da Embaixada; recomendou-me para que não usasse, demasiadamente, o "flash" e que, compassadamente, premisse o disparador da máquina durante o percurso do serão e sarau de arte.
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Com todo rigor, protocolar, que a ocasião merecia cumpri à risca as ordens recebidas da dinâmica embaixatriz que durante por vários anos foi a presidente da Organização das Esposas dos Diplomatas, em Banguecoque, para os eventos de caridade em favor da cruz vermelha Internacional da Tailândia com o patronato de S.M. a Rainha Sirikit.

Ao fim da tarde, sem grandes aparatos de segurança, a Raínha Sirikit acompanhada dos membros da família real e do Conselho Privado de S.M. o Rei da Tailândia chegou à Embaixada de Portugal e esperada na arcada da "Nobre Casa", pelos Embaixadores de Portugal Maria Luisa e Sebastião de Castello-Branco.
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A soberana antes de receber as boas vindas dos anfitriões, caminhou por cima de uma cartete vermelha, estendida ao longo do centro da arcada, da "Nobre Casa" e nos lados, formando duas alas os embaixadores, e suas esposas, acreditados no reino da Tailândia.
Após um curto repouso, no Grande Salão do rés-do-chão da "Nobre Casa" e residência dos embaixadores de Portugal, S.M. a Raínha subiu ao primeiro andar para um jantar, cujo a este se associaram todos os convidados. Senti-me fascinado e como dentro de um sonho quando através do visor da Nikon F3 procurava colher o melhor ângulo de imagem e o sorriso de uma raínha que durante mais de 20 anos me foi familiar no televisor de minha casa e, por Sua majestade tenho uma enorme admiração pela sua Obra em prol da mulher tailandesa o que com isso voltou o símbolo das mesmas.
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Raínha de uma elegância incomparável, esmerada na sua forma de vestir, como que a dar o exemplo às mulheres tailandesas que a beleza feminina parte do saber e da arte do bem vestir.
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Uma dedicação, constante, às sedas tailandesas e desenvolvidos os padrões de desenhos sob a sua orientação, cuja divulgação as tornou, mundialmente famosas, que na alta sociedade ou nos meandros da moda internacional.

Sua Majestade gosta de usar chapéu, dentros das muitas digressões que efectua às mais remotas paragens da Tailândia em que os mesmos se caracterizam no estilo campesino do país. O serão e sarau de arte teve início junto às 8 da noite e prolongar-se-ia até próximo da meia-noite. Sua Majestade partiu e a seguir todos os convidades.
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A Noite Real tinha terminado e eu sentia-me feliz, apesar de ainda não saber, como teriam ficado as fotografias. A imagem digital, em 1994, ainda era uma miragem, para ser usada proficientemente (embora já houvessem máquinas no mercado), mas ainda a dúvida dado à fraca qualidade das fotografias que saiam com muito "grão".


Depois da meia noite saí da "Nobre Casa" e dirigi-me até junto do paredão do Jardim da Embaixada e olhei o meu Chao Praiá e o rio das minhas paixões. Umas poucas embarcações navegavam com luz frouxa rio abaixo/acima e para as margens de Banguecoque e Thomburi.
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O luar da noite espelhava na ondulação da corrente bonançosa do rio. Olhei os ponteiros do relógio e deram-me conta que outro dia estava a nascer e, lembrei-me, que teria ainda de escrever a peça para noticiar o evento e enviá-la, por fax, para a Agência Lusa.

O texto:
Lusa/Banguecoque 14.05.94
A Raínha da Tailândia na Embaixada de Portugal.
A histórica residência dos Embaixadores de Portugal na Tailândia abriu ontem dia 14, as suas portas de par em par, para receber sua Majestade a Raínha Sirikit, que veio jantar a convite de Sebastião e Luisa de Castello-Branco. Insigne distinçaõ Real esta, sem precedentes alguns em outras embaixadas na capital tailandesa.
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Entre os cerca de setenta convidados, contavam-se membros da Família Real e do Conselho Privado do Rei, e embaixadores, cujas mulheres presentearam a raínha com uma colecção de 29 bonecas em trajes regionais dos respectivos países.
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Depois do jantar, houve danças e cantares executados pelos anfitriões, pelos embaixadores e embaixatrizes da Argentina, Espanha, Israel, África do Sul e Peru, e pelos Conselheiros Privados do rei, com destaque do prestigioso Primeiro-Ministro na década passada, general Prem Tinsulanonda.
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Foi a segunda vez, este ano, que os Soberanos da Tailândia distinguiram Portugal e seus representantes. Em Fevereiro, a exposição do Azulejo Português fora inaugurado pela muito estimada Princesa Maha Chakri Sirindhorn, não em nome próprio, como mais habitualmente se vê e constitui já uma grande Honra, mas em representação do rei seu Pai e ao som do Hino Real.

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