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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

OS SENHOR PASSOS E OUTROS QUE GOVERNAM PORTUGAL DEVERIAM LER MAIS A HISTÓRIA DO PAÍS ONDE FORAM PARIDOS

Quadro desenhado por caricaturista inglês a parodiar a fuga da família real portuguesa para o Brasil

Os ingleses dão grande chacota à fuga e apelidam Napoleão de "Boney". Na imagem Napoleão puxa a peruca de Junot por não ter conseguido impedir a fuga da família real, para o Brasil, e chama-lhe: "seu grandessíssimo patife".
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Quando as tropas, sifilíticas, "farrapilhas" e bêbedas , de Napoleão Bonaparte,  invadiram Portugal. A canalha da família real, os nobres e a padralhada. fugiram, enceleirados de merda para o Brasil. Carregaram, nas naus todo que poderam roubar e deixaram a "arraia miúda" abandonada e os funcionários públicos por pagar.  
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Um excerto do livro El-Rei Junot de Raul Brandão: "Os  governadores erguem-se num sobressalto e ele de pé, junto à mesa lê à pressa um papel que os outros mal atendem. É a última ficção que se esvai, o fim de Portugal como reino, outra regência nomeada. Ninguém dá por Hermann entre as fardas aparatosas - e Hermann é a mola-real  do governo a que Junot preside: o resto são bonecos: é Lhuite, ministro da Guerra, Venz Vaublane, o Principal Castro, Melo Breyner, o conde de S.Paio. Fora a artilharia salva: <>. - Mais papeis, mais papeis: promessas de administração, de canais no Alentejo, um Camões para a Beira, um Camões para o Algarve, e logo a 2 esta realidade: o decreto de Napoleão, datado de Milão aos 28 de Dezembro de 1807, em que impõe ao país a contribuição de 40 milhões de cruzados, como resgate das propriedades particulares, e a aplicação do decreto dizendo que Portugal será dessa data em diante administrado em nome doi Imperador dos Franceses. O grande homem, a quem os papeis nunca detiveram, faz do Tratado de Fontainebleau um farrapo. Aí está outra vez sem coroa a pobre rainha de Etrúria: lá vai o principiado de Godoy; inútil a moeda nova acabada de fundir em Madrid, Algarbiorum Dx de um lado e do outro a vera efígie do amante de Maria Luisa. Talvez por essa ocasião distribuem-se em Lisboa estes versos resignados:"

O PASSOS A PASSOS SEGUE A VENDER-NOS - O SENHOR SILVA E A LIÇÃO AO BOM ALUNO.



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Defesas oficiosas

por © 2011 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Ministério considera atual modelo insustentável e já detetou mais de 3 mil irregularidades

publicado 18:34 16 setembro '11

O Ministério da Justiça (MJ) considera "insustentável" o atual modelo de apoio judiciário devido à despesa que representa e revelou que, na auditoria que está a decorrer, já foram detetadas mais de três mil irregularidades.

Em comunicado hoje divulgado, o Ministério tutelado por Paula Teixeira da Cruz considera que "o atual modelo de apoio judiciário não é, por razões substantivas, sustentável", designadamente "pelo volume de despesa" que representa "e que equivale a cerca de 10% do montante do Orçamento de Estado atribuído" ao MJ.
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O documento recorda que está a decorrer uma auditoria conjunta da Ordem dos Advogados e da Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) e que incide sobre a totalidade dos 42.143 pedidos de pagamento referentes ao primeiro trimestre de 2011 e relativos a atos realizados por advogados que prestam apoio judiciário.
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Até ao dia 12 deste mês, foram analisados 19.596 pedidos de pagamento e até à mesma data foram detetadas 3.205 "desconformidades", o que corresponde a cerca de 16% de todos os pedidos analisados, segundo o comunicado.
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A auditoria engloba processos que correm nos tribunais judiciais, nos tribunais administrativos e fiscais e em outros processos, nomeadamente os relativos a meios alternativos de litígios ou processos de consulta jurídica.
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Segundo a Ordem dos Advogados, a dívida existente no âmbito do apoio judiciário é de 29,7 mil euros, tendo o MJ pedido já um reforço orçamental para fazer face a despesas de funcionamento de curto prazo e inscrito nas suas prioridades o pagamento da dívida resultante do apoio judiciário.
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Atualmente, estão inscritos no sistema de acesso ao Direito cerca de 9.800 advogados que defendem pessoas com poucas posses, responsabilizando-se o Estado pelo respetivo pagamento.

DÁ-LHE, DÁ-LHE LENHA ALBERTO JOÃO!

Em verdade eu não tenho simpatia nenhuma pelo Alberto João e pelas "barracadas" políticas...Mas agora estou do lado dele... Claro que estou! Estão a fazer do Alberto  João o bode expiatório para esquecer outras mais fraudes políticas.
2011-09-16 19:52:06
Jardim acusa Lisboa de gastar à tripa-forra

Jardim acusa Lisboa de gastar à tripa-forra


EM PORTUGAL SÓ HÁ O BURACO DA MADEIRA? E AS OUTRAS BURACADAS POR AÍ?

PORTUGAL O PAÍS DE FECHADURAS... PORTAS VAI ENCERRAR PORTAS DE EMBAIXADAS

HENRIQUE CALISTO ENTREVISTA PUBLICADA NO SEMANÁRIO CLARIM DE MACACAU

HENRIQUE CALISTO, TREINADOR QUE CONQUISTOU O VIETNAME, APONTA O CAMINHO PARA O FUTEBOL DE MACAU

«Amadorismo não é a solução»

Henrique Calisto, fazendo-se valer da sua experiência no mundo do futebol internacional, afirma categoricamente que o amadorismo faz há muito tempo parte do passado. Por isso, os treinadores de Macau devem aproveitar as relações privilegiadas com Portugal. «Há também que mudar a mentalidade e criar centros de formação de talentos».Acima de tudo – acrescenta – é preciso muito trabalho e saber o que se está a fazer. Calisto, depois de ganhar fama ao serviço do Dong Tam Long An e da selecção do Vietname, abriu o livro a’O CLARIM sobre a sua ainda curta experiência no futebol tailandês, ao serviço do Muangthong United, o mesmo clube onde actua a antiga estrela do Liverpool, Robbie Fowler.
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O CLARIM –Treinou as equipas portuguesas do Boavista, do Salgueiros, do Varzim, do Leixões, do Penafiel, do Chaves, do Rio Ave, da Académica de Coimbra e do Paços de Ferreira. Em 2001 passou a orientar o Dong Tam Long An, clube fundado em 2000 e que ascendeu consigo à V-League, com o qual venceu, em 2005 e em 2006, o principal campeonato do Vietname. Como foi trabalhar num país onde o futebol não é assim tão evoluído, como por exemplo na Tailândia, na Malásia e em Singapura?
HENRIQUE CALISTO – O treinador precisa de tempo. E o tempo faz com que haja uma aprendizagem. Na Europa, os jogadores têm uma aprendizagem mais precoce, fruto da competição sistemática que há todos os Domingos, logo a partir dos dez anos. Na Ásia, mais concretamente no Vietname e na Tailândia, isso acontece. Só a partir dos 18 anos é que começam a ter uma competição profissional. Quer isto dizer que o trabalho de formação é mau. É baseado só no treino, pois a competição é pouca.
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CL –Em 2008, como seleccionador do Vietname, venceu de forma surpreendente, contra a Tailândia, o campeonato do Sudeste Asiático, ou seja, a AFF Suzuki Cup (antiga Tiger Cup). Mais recentemente, em Março do corrente ano, iniciou uma nova etapa da sua carreira profissional no clube tailandês do Muangthong United. Como avalia o futebol que é praticado nos dois países?
H.C. – Os jogadores do Vietname são rápidos, embora não muito evoluídos em termos físicos. A partir da vinda de treinadores estrangeiros, a selecção deu um grande salto qualitativo nos últimos anos. Na Tailândia, os futebolistas têm maior envergadura e são mais fortes. É nestes dois países – seguidos pela Malásia – onde estão as melhores infra-estruturas do Sudeste Asiático. No entanto, a qualidade do treino ainda é fraca.
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CL –Há treinos bidiários?
H.C. – Os jovens, muitas vezes, fazem bidiários. Depende sempre do momento da época. São todos jogadores estritamente profissionais, mesmo aqueles, por exemplo, com 16 anos. Neste caso, são juniores e juvenis que treinam, estudam e dormem no centro de estágio do Muangthong United. Contudo, falta depois o essencial. Treinar é importante, mas mais importante do que isso é a competição. Infelizmente, o campeonato deles tem poucos meses de duração.
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CL –É verdade que rescindiu o contrato com a federação do Vietname porque não aguentou a pressão da imprensa, após a derrota com a Malásia, na primeira mão da meia-final, na 2010 AFF Suzuki Cup?
H.C. – Não foi bem assim. Fomos derrotados na Malásia por dois a zero, sem podermos contar com seis jogadores principais. Empatámos depois em casa a zero golos. Não fomos à final. Acabámos em terceiro lugar. Estive cerca de dez anos e meio no Vietname. Já estava saturado. Ser seleccionador é mais fácil do que treinar um clube. A Comunicação Social vietnamita é extremamente exigente e orgulhosa. As condições que [os dirigentes federativos] estipulam nos contratos é que há sempre motivo para rescisão por justa causa com o treinador, caso a selecção não seja campeã ou não vá à final da Suzuki Cup. É de uma arrogância que não se vê em lado nenhum. Na última edição, as selecções da Tailândia e de Singapura foram eliminadas na fase de grupos; mas o Vietname ficou em primeiro lugar, no Grupo B. Isto aborrece-me. Sei que sou bastante acarinhado pela população, o que não acontece com alguma imprensa vietnamita, os tablóides, que passam a vida a dizer mal do seleccionador e dos jogadores.
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CL –Quer concretizar?
H.C. – O Arsenal não ganha um título há cerca de cinco anos, mesmo com o Fabregas [transferiu-se há pouco tempo para o Barcelona] e com o Nasri. Só agora é que há alguma contestação. Contudo, é uma equipa que joga bem. Ninguém ganha sempre. O importante é ir vencendo alguns títulos. A selecção de Portugal nunca ganhou um título nos seniores; mas tem vindo a apurar-se para as grandes finais [mundial e europeu]. Nos últimos anos tem estado sempre no «top ten» do ranking da FIFA. No Vietname, uma selecção que nunca venceu nada, a exigência é a de ganhar sempre. Durante os cerca de dez anos em que trabalhei neste País nunca fiquei abaixo do 3º lugar.
Mudança de mentalidade
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CL – Macau disputou, há cerca de dois meses e meio, – precisamente contra o Vietname, – a 1ª pré-eliminatória de apuramento da Confederação Asiática de Futebol (AFC, na sigla inglesa) para o Mundial de 2014. Que comentário à prestação da equipa da Flor de Lotus?
H.C. – Vi o resumo dos dois jogos aqui na Tailândia, pela internet. Macau tem pouca consistência organizativa. Uma equipa, mesmo que seja fraca, não pode perder em casa, por sete a um. Isto é do submundo do futebol. Se os jogadores de Macau tivessem mais organização táctica e técnica que pudesse suster o Vietname... Mas não!
CL –A selecção que já treinou apresentou-se na máxima força?
H.C. – Jogou com algumas deficiências, em termos dos dois centrais e do guarda-redes. Faltavam quatro ou cinco jogadores. Por outro lado, Macau não teve consciência organizativa, nem táctica, nem uma mentalidade positiva. Por isso, sofreu sete golos em casa, depois de ter perdido fora, por seis a zero.
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CL –Falta qualidade?
H.C. – Pelo que vi, falta muita qualidade à selecção de Macau. É preciso começar pelo conhecimento táctico, pela estrutura e pela consistência táctica, para que os jogadores possam depois ter uma outra atitude dentro do campo.
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CL –Qual a sua sugestão?
H.C. – Escolhia três ou quatro treinadores de Macau e colocava-os num clube português, onde ficariam durante dois ou três meses, por exemplo, no FC Porto, no SL Benfica, no Sp. Braga, no Sporting CP ou noutro clube mais pequeno. É extremamente fácil. Aprendiam com os treinadores portugueses e podiam também frequentar cursos de formação. Depois, é necessário que haja infra-estruturas em Macau, bem como um plano de desenvolvimento, ou seja, criar centros de formação de talentos, onde os futebolistas possam treinar com grandes treinadores para lhes transmitir, assim, uma atitude competitiva.
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CL –Há muitos amadores e alguns semiprofissionais que actuam no principal campeonato de Macau. Esta é uma mentalidade que deve ser alterada?
H.C. – Não há evolução com o amadorismo. O futebol não é uma ilha no mundo; é um reflexo da sociedade. Na sociedade, as grandes empresas e as grandes escolas não são amadoras; há dedicação exclusiva. Se quisermos fazer qualquer coisa na vida, tem de haver disciplina, rigor e saber. Caso contrário, não há hipótese de sucesso.
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CL –Macau é um território onde não falta dinheiro; com uma área terrestre a rondar os 29 km², tem três campos de futebol. A selecção está classificada no 192º lugar do ranking da FIFA. O que mudaria, caso fosse convidado para treinar a equipa da Flor de Lótus?
H.C. – Em primeiro lugar, há que treinar. Não acredito que haja talentos, sem trabalho. O talento é 15 %. O resto é trabalho. Desengane-se quem pense que o Cristiano Ronaldo nasceu com talento. Teve, isso sim, que trabalhar muito. Ainda hoje ele repete de forma sistemática a marcação de livres. Tem de haver um trabalho, não em quantidade, mas sim em qualidade. O desenvolvimento tem de ser orientado, com objectivos.
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CL – O que mudaria mais?
H.C. – Mudaria o recrutamento, ou seja, a forma de saber quem são os talentos. Não basta investir. Nos países ou territórios pequenos é preciso investir naqueles futebolistas que têm qualidade. Por outro lado, nos países de maiores dimensões há uma pirâmide de desenvolvimento, onde se pode começar com muitos para escolher os melhores.
CL –Quem estará apto para efectuar este trabalho?
H.C. – Não pode ser qualquer um. Conheço treinadores que foram grandes jogadores, mas que em termos de detecção de talentos são zero. Em Macau essa detecção tem de acontecer numa idade muito precoce. É preciso saber quem são os miúdos com capacidades para desenvolver as suas potencialidades e, obviamente, trabalhar com eles.
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CL –Há muitos emblemas de futebol que, de certa forma, sobrecarregam a carga horária das infra-estruturas desportivas. Defende a racionalização de equipas?
H.C. – Isso é importante.
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CL –Que importância atribui ao desporto escolar?
H.C. – É fundamental. Nas escolas há que «agarrar» esses jovens com potencial e levá-los para um centro de formação específico, para que possam desenvolver a suas potencialidades futebolísticas. Não há grandes escolas, sem grandes professores, sejam elas de ensino superior, de ensino não superior ou escolas de formação desportiva.
CL – Que dividendos deve Macau tirar do relacionamento com Portugal?
H.C. – Há uma relação privilegiada com Portugal. Por isso, não percebo por que razão esse factor não está a ser aproveitado por Macau.
Experiência tailandesa
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CL –O Muangthong United é o actual bicampeão da Tailândia. Está em condições para revalidar o título?
H.C. – Aqui há uma grande conexão com a política. O emblema que vai à frente é o Buriram, que é dirigido pelo líder dos «camisas azuis», ou seja, por um dissidente do grupo de Thaksin [Shinawatra]. Exige-se, à partida, que eu renove o título; mas, quando aqui cheguei, o clube estava em penúltimo lugar, entre 18 equipas. O nosso plantel encontra-se numa fase de renovação. Por isso, não se compara com o Buriram, que é muito forte. Recuperámos, entretanto, e estamos agora em 3º lugar.
CL –Que competições estão a disputar?
H.C. – Estamos em todas as frentes, ou seja, na Thai League [campeonato], na Toyota League Cup [Taça da Liga] e na Thai FA Cup [Taça da Tailândia]. Nas competições asiáticas de clubes, no próximo dia 27 de Setembro, vamos disputar em casa a segunda mão dos quartos-de-final da AFC Cup, contra o Kuwait SC [derrota por 1-0, na primeira mão]. Há, pois, um desgaste terrível.
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CL – Como vê, a contratação do ex-jogador do Liverpool, Robbie Fowler, em Março último? Trata-se de uma estratégia de «marketing»?
H.C. – Foi um jogador extraordinário na Premier League [de Inglaterra]. É uma lenda; jogou ainda dois anos na Austrália. É uma excelente pessoa. Tem 36 anos de idade. Já não é o que era como futebolista. É uma estratégia de «marketing» do Muangthong United.

PEDRO DANIEL OLIVEIRA em Muang Thong Thani (Tailândia)

ESPEREM PELAS BOCAS DO ALBERTO...COMEÇOU A CAMPANHA PARA A INDEPENDÊNCIA

O "TINO" DE OEIRAS METIDO NOUTRA CALDEIRADA....!!!

Clique em baixo e vá para a caldeirado do Tino


Isaltino morais e a sua caldeirada - YouTube

País

Isaltino Morais julgado por difamação de quatro jornalistas

Isaltino Morais começa hoje a ser julgado.O presidente da Câmara de Oeiras está acusado de quatro crimes de difamação agravada, por declarações consideradas ofensivas CONTRA quatro jornalistas do "Sol". O presidente da Câmara de Oeiras chamou "pasquim" ao semanário e acusou os jornalistas de serem pagos pelo então líder do PSD, Marques Mendes. O julgamento tem início hoje, no Campus da Justiça, em Lisboa.

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País

Isaltino Morais julgado por difamação de quatro jornalistas

Isaltino Morais começa hoje a ser julgado.O presidente da Câmara de Oeiras está acusado de quatro crimes de difamação agravada, por declarações consideradas ofensivas CONTRA quatro jornalistas do "Sol". O presidente da Câmara de Oeiras chamou "pasquim" ao semanário e acusou os jornalistas de serem pagos pelo então líder do PSD, Marques Mendes. O julgamento tem início hoje, no Campus da Justiça, em Lisboa.

PODEROSOS À "PORRADA" SÃO PIOR QUE COICES DE BURRO...!!!

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Mora acusa Balsemão de criar poder dinástico na Impresa
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Rafael Mora diz que presidente da Impresa violou a lei com o não lançamento de uma OPA após a criação da Balseger.
A Ongoing acusa Francisco Pinto Balsemão, presidente da Impresa, de criar um "poder dinástico" na Impresa, alegando que o controlo da "holding" é da "família com o dinheiro vindo de fora". As palavras são de Rafael Mora, vice-presidente da Ongoing, que referiu ao Negócios: "cria a Balseger, por cima e em cascata, fica com o controlo da Impresa e os accionistas ficam reféns da família Balsemão".





As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Albufeira: Ferido em despiste
Portimão: Bilhetes para GT Open
Faro: Urbanismo investigado
Porto: Homem encontrado morto
V. Verde: Grávida ferida em colisão
Matosinhos: Assalto armado
H. Thorning-Schmidt: Dinamarca vota mulher

Capa do Público Público

Chefia militar lamenta declaração de Macário Correia
Jardim garante que vai continuar a fazer obras e não despede ninguém
Ministro da Educação garante que há mais escolas para fechar
Jogo 100 do melhor jogador do mundo pelos All Blacks adiado
PSD, CDS, PCP e BE unidos nas críticas à Parque Escolar
Europa tem de falar a uma só voz, diz Passos Coelho
Wall Street fecha no verde animada com anúncio de novas injecções de liquidez

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Promessas: continuar a fazer obras e não despedir ninguém
Fenprof sai à rua contra o desemprego docente
Gastar palavras
Opinião contra visita do Papa custa lugar a professor
Mais de 80% dos médicos são objectores
Homem perdoa brasileira que lhe ficou com 300 mil euros
"Espero que PR continue atento" na defesa do SNS

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Portugal e a Irlanda estão no "bom caminho" na consolidação das suas finanças
Jardim vai continuar a fazer obras e não despede ninguém
Gangue asfixia idoso e sequestra família
Duas mortes por legionela foram arquivadas
Criança de cinco anos usa peito falso em concurso de beleza
Egipto afirma que tratado de paz com Israel não é sagrado
Um clássico que se recusa a envelhecer

Capa do i i

Rastreios falsos. Multiópticas no topo da lista de fraudes com crianças
Assis irrita-se com "novo PS" e critica estreia do líder parlamentar
Mais de 1,5 milhões de crianças regressaram esta às aulas
A triste história de Saul: não conseguia tirar a carta porque bateu com a cabeça na parede
Governo quer reduzir salários dos funcionários públicos excedentários
Saúde. Coordenadores nacionais não conheciam extinção anunciada ontem
Governo quer reduzir salários dos funcionários públicos excedentários

Capa do Diário Económico Diário Económico

Crato quer descentralizar colocação de docentes
Bruxelas ainda aguarda por dossier de venda do BPN
‘Troika’ avisa que venda dos seguros pode não bastar para reforçar CGD
Accionistas portugueses lideram participação nas assembleias gerais
Federação gasta 20 mil euros na competição em França
Regulador quer subir preço da electricidade em 30% para 2012
UBS sofre fraude de 1,4 mil milhões de euros e afunda mais de 10%

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Super-polícia passa para a dependência directa de Passos Coelho
Gordon Brown: Crise da dívida pior que crise financeira de 2008
Bolsas asiáticas avançam após acção coordenada do BCE
As notícias em foco na edição de hoje, dia 16 de Setembro, no Negócios
SG recomenda trocar acções por obrigações
Mora acusa Balsemão de criar poder dinástico na Impresa
Multas mais elevadas para obras que avancem sem visto prévio

Capa do Oje Oje

Passos Coelho em Paris para discutir crise europeia
Barril de Brent abre a valorizar para os 112,80 dólares
Bolsa de Tóquio fecha a valorizar 2,25%
Governo acelera resolução de litígios fiscais
Sonae reforça na Turquia com nova loja Zippy
Teixeira Duarte ganha contrato na Venezuela
UBS perde 2 mil milhões com fraude

Capa do Destak Destak

As couves do quintal
Só falta um ministro para fim da Educação
Sporting de Braga vence em Birmingham
PSD, CDS, PCP e BE unidos nas críticas à Parque Escolar
Passos Coelho recusa 'eurobonds' mas compreende posição de Durão Barroso
Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, já tem banco comunitário e moeda própria
Passos Coelho: Europa tem de falar a uma só voz

Capa do A Bola A Bola

Christian para agitar águas
«Ganhar a Liga Europa» - Onyewu
O momento mais produtivo da carreira de Cardozo
Hulk com paragem estratégica
«Tem de se proteger jogadores como o Cristiano» - Ricardo Carvalho
É preciso retocar a imagem
Bodyboard: Ericeira recebe Circuito Nacional

Capa do Record Record

James: «Quero manter-me a este nível»
O meu querido pé direito
O Canhoto Maravilha que encanta sir Alex
Confiança em jogo
Capitão passou a soldado raso
Reforços em ebulição
Queixas apresentadas a Vítor Pereira na Liga

Capa do O Jogo O Jogo

Mundial sub-20: Favoritos garantem meias-finais
Resultados e Classificações da 1ª jornada
Nuno Gomes: ”Resultado traduz a nossa superioridade”
Hélder Barbosa: “ A equipa está bem”
Leonardo Jardim considera que o SC Braga “venceu e dominou o encontro”
Ricardo Carvalho fala em "amor" por Portugal e lembra que "toda a gente erra"
Sporting e SC Braga entram a ganhar na 1ª jornada da fase de grupos