Líder do Camboja acolhe Thaksin Shinawatra, poucos dias depois de conversações com sua irmã, o primeiro-ministro tailandês.
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Última modificação: 17 de setembro de 2011 07:59

Yingluck Shinawatra, primeiro-ministro da Tailândia, à direita, reuniu-se com Hun Sen primeiro-ministro do Camboja, na passada quinta-feira cuja finalidade foi o estreitamento dos laços de amizade [AFP]
Líder do Camboja acolheu o exilado ex-primeiro-ministro tailandês, Thaksin Shinawatra, para conversações, em Phnom Penh, capital do Camboja, enquanto os governos, dos dois países, se movem para estreitar relações.
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Hun Sen e Thaksin Shinawatra, que têm sido aliados, se abraçaram e tratando-se como "irmãos" quando se encontraram hoje, sábado, de manhã no gabinete do primeiro-ministro, cambodjano, informou agência de notícias Associated Press.
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A reunião aconteceu apenas dois dias após Hun Sen manteve conversações com Yingluck Shinawatra, primeiro-ministro da Tailândia, que também é irmã de Thaksin Shinawatra, sobre o comércio questões de cooperação, de fronteira e a libertação de dois presos tailandeses.
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Thaksin, chegou a Phnom Penh, na noite de sexta-feira e deverá permanecer até 24 de setembro e também, programada, para proferir uma palestra sobre desenvolvimento econômico.
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Hun Sen, disse na segunda-feira que o propósito da visita de Thaksin não foi para discutir a disputa da fronteira ao redor do templo Preah Vihear, mas sobre o reivindicar reservas de petróleo e offshore no Golfo da Tailândia e em agenda a possibilidade da libertação, antecipada. de dois de nacionalistas, tailandeses, ativistas servindo penas de prisão no Camboja por espionagem.
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A relação, calorosa, entre os dois homens contrasta com laços agrestes entre os dois países desde que Thaksin foi deposto em um golpe militar em Setembro de 2006.
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Houveram vários confrontos recentes fronteira sobre o território disputado entre Camboja e Tailândia, e o abraço Hun Sen e Thaksin foi a certificação das excelentes relações do ex-líder tailandês, que dizem ser fugido à Justica por acusação de corrupção.
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Yingluck Shinawatra tornou-se primeiro-ministro em agosto, passado, depois de liderar um partido pró-Thaksin à vitória em uma eleição geral e ela deve ajudar a impulsionar os laços entre os dois países.
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Durante sua visita a Phnom Penhon na quinta-feira, Yingluck Shinawatra e Hun Sen concordaram que as tropas ao longo da fronteira em disputa devem reúnir-se regularmente para aliviar as tensões e retirar-se de uma área do templo como o ordenado por um tribunal internacional, em julho.
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Yingluck também espera tentar reabilitar Thaksin pela obtenção de um indulto ou anistia para que possa voltar para casa sem cumprir pena na prisão.
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Thaksin fugiu da Tailândia em 2008 antes de ser condenado a dois anos de prisão sob a acusação de corrupção. O bilionário ex-líder mantém uma casa em Dubai e freqüentemente viaja na Ásia e África em viagens de negócios.
Fonte:
Agências