Todos se arranham como sete cães a um osso para ocupar o lugar do Alberto. Mas para nós o indicado seria o "bacano" Zé Manel Coelho.
Somos aquilo que sempre hajamos sido. Não mudaremos mesmo com o ladrar dos cães.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Ó DIACHO PASSOU-ME ESTA PEÇA,,,,MAS COM 2 DIAS DE ATRASO ESTÁ NO TEMPO CERTO!
Terça-feira, 20 de Setembro de 2011
Ainda a Madeira – Afinal...
Primeiro, num assomo da arrogância que lhe permite a eterna impunidade, Jardim gritou que sim senhor, tinha sonegado as contas aos socialista, em “legítima defesa”, para mais tarde se vir a entender com o governo do PSD. Ao ver o péssimo efeito do que disse, teve uma brusca recaída na “còragem” (como lhe chama) e deu o dito por não dito, ou melhor... por “manipulado”.
Neste momento, já não sei o que me provoca mais asco. Se o bailinho de Jardim, se o tom repugnantemente falso e demagógico dos argumentos e "exigências" de António José Seguro, o qual, a ser coerente com o que diz, neste momento já devia estar a pedir mandados de captura para Sócrates e quase todos os seus ministros.
Como ainda há poucas horas dizia o deputado comunista António Filipe, independentemente do apuramento total da verdade e de possíveis responsabilidades no caso do buraco, criminoso ou não, no orçamento da Madeira, o destino político a dar a Jardim e aos seus cúmplices, é uma decisão que cabe ao povo e aos eleitores madeirenses que, no dia 9, devem votar livremente os seus representantes na Assembleia Regional. Ora, aí é que está o busílis.
1. Tenho as maiores dúvidas (há muitos anos) quanto ao carácter livre das eleições madeirenses.
2. Até ao dia do voto, já Jardim terá convencido quase todos os votantes de que o que fez, se o fez, foi para defender a Madeira e os madeirenses do sinistro continente, dos cubanos, dos colonialistas, dos comunistas, da maçonaria, dos ingleses... até da “puta que pariu”, como diria Saramago, que dominava muitíssimo melhor do que eu a língua de Camões.
Entretanto, não vale a pena escandalizarmo-nos com o silêncio do génio Aníbal Cavaco Silva, nem com o facto de ele, afinal, já saber do caso há meses e “moita carrasco”. Silêncio. Népia. Nada.
Quem é que manda estarem constantemente a entupir o homem de bolo-rei?
Etiquetas: Alberto João Jardim, António José Seguro, Cavaco, demagogia, política de circo, vigaristas
ALBERTO DURA LEX SED LEX - ACONSELHA-SE O ALBERTO, DESANCAR E IR PARA FRANÇA ESTUDAR FILOSOFIA
Este blogue nunca nutriu simpatia pelo Alberto, embora se tenha divertido com suas palhaçadas e bocas albertinas no carnaval da Madeira porém não está de acordo que o Alberto esteja a pagar as favas das asneiras do Governo socretino... Todos, agora, surgem na praça pública a criticar. matar e esfolar o Alberto e o Sócrates a polir o fundo das cadeiras dos café de Paris foi esquecido.
PSD não comentou o Inquérito crime do PGR sobre a dívida oculta da Madeira
2011-09-21 20:52:05
E NINGUÉM CRITÌCA O SÓCRATES QUE LIXOU A VIDA AOS PORTUGUESES!!!
Personalidades políticas e académicas censuram Alberto João Jardim
publicado 16:35 21 setembro '11
Jardim numa inauguração ontem, na Ribeira Brava Gregório Cunha/Lusa
A ocultação de dívidas na Madeira e uma eventual responsabilização criminal de Alberto João Jardim continuam a suscitar reações dos mais variados quadrantes da vida política e académica. Da ministra da Justiça e António Capucho, passando por Mário Soares, Campos e Cunha ou o economista Silva Lopes, ouvem-se palavras de censura.
A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, defendeu hoje que quem comete atos de gestão danosa no sector público deve ser responsabilizado, à semelhança do que já acontece no sector privado.
.
"Na campanha eleitoral do PSD, defendemos que deve haver uma responsabilização pelos atos de gestão danosa, tal como de resto já sucede no setor privado", disse Paula Teixeira da Cruz quando questionada sobre a ocultação de dívidas na Madeira.
.
A ministra lembrou, a propósito, que "há uma lei que já criminaliza condutas que autorizem despesas que não estejam devidamente orçamentadas, contabilizadas".
.
Porém, sublinhou que "há muitos mecanismos de responsabilização a aperfeiçoar, para dignificar todo o sistema".
.
Paula Teixeira da Cruz reiterou que essa "é uma aposta para quem intervém na coisa pública e na atividade política", mas reconheceu que é "uma tarefa dura e difícil".
.
"Porém, o sistema como está não fica", garantiu a ministra, que falava aos jornalistas à margem da assinatura de um protocolo para facilitar a obtenção de passaportes, em Lisboa.
Mário Soares vê com "preocupação" défice nas contas do arquipélago
Já o ex-Presidente da República Mário Soares disse em Coimbra, que vê com "preocupação" o défice nas contas públicas da Região Autónoma da Madeira.
.
Mário Soares deslocou-se à Universidade de Coimbra para participar na cerimónia de doutoramento ‘honoris causa' do neurocientista António Damásio
.
"Vejo com preocupação, como é evidente", afirmou Mário Soares, quando instado a comentar o ‘buraco financeiro' nas contas da Madeira, mas escusando-se a fazer mais considerações sobre o assunto.
.
Capucho defende que Jardim devia estar sujeito à lei que limita mandatos
Também o ex-conselheiro de Estado e antigo presidente da câmara municipal de Cascais, António Capucho diz que as derrapagens nas contas públicas madeirenses não existiriam se Alberto João Jardim estivesse sujeito à lei que limita os mandatos.
.
Em declarações à TSF, o social-democrata afirmou que há contradições na lei porque os presidentes de câmara já estão obrigados a essa regra.
«É de uma injustiça enorme e de uma flagrante contradição os responsáveis políticos pelas autarquias terem a limitação de mandatos e os outros não», afirmou.
Almeida Santos considera que Alberto João Jardim ultrapassou todos os limites
.
Almeida Santos, o presidente honorário do PS, comentou por outro lado o comportamento de Alberto João Jardim, considerando que o presidente do Governo Regional da Madeira ultrapassou todos os limites e tem que ser responsabilizado.
.
Em Coimbra, onde participou na cerimónia de doutoramento do neurocirurgião António Damásio, o presidente honorário dos socialistas, Almeida Santos, declarou estar preocupado coma situação da Madeira.
.
«Acho que ele foi longe demais e não sei bem como é que vai ser responsabilizado. Acho que é muito grave e vamos ter que ajudar a Madeira a superar o seu problema», adianta.
.
Em Janeiro de 2010, Almeida Santos mesmo admitindo que não concordava com a maneira como Alberto João Jardim fazia política, elogiou a «obra positiva» na Madeira, adiantando que o governante era «economicamente sério».
Campos e Cunha diz que está nas mãos da AR e do Governo impedirem repetição
.
O antigo ministro das Finanças Campos e Cunha diz que é importante que o que aconteceu na Madeira não volte a acontecer e que está nas mãos da Assembleia da República (AR) e do Governo impedi-lo.
.
O 'buraco' nas contas da Madeira corresponde a mais de um por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o que é "uma brutalidade para uma pequena localidade, uma região autónoma com trezentos e tal mil [269 mil] habitantes. Estamos a falar de muito dinheiro", declarou o economista à margem do fórum da Plataforma Ativa da Sociedade Civil, a decorrer na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
.
"O que é importante é que, com este regime ou outro que se venha a apurar, que isto nunca mais possa acontecer. Está nas mãos da Assembleia da República e do Governo em particular alterar o regime para que isto não possa voltar a acontecer", declarou o economista.
.
Silva Lopes: com uma Lei das Finanças Públicas "a sério" João Jardim "já não era reelegível há mais de 30 anos"
.
Outro economista, o ex-ministro das Finanças José Silva Lopes, considera que se em Portugal existisse "uma Lei de controlo das Finanças Públicas a sério", o atual presidente do Governo Regional da Madeira já não era reelegível há mais de 30 anos".
.
Em entrevista ao Jornal de Negócios, Silva Lopes adiantou que se estivesse "na Madeira, provavelmente, votava no Alberto João Jardim porque ele é a máquina mais eficiente a subtrair dinheiro ao Continente que se viu até hoje"
.
A ministra lembrou, a propósito, que "há uma lei que já criminaliza condutas que autorizem despesas que não estejam devidamente orçamentadas, contabilizadas".
.
Porém, sublinhou que "há muitos mecanismos de responsabilização a aperfeiçoar, para dignificar todo o sistema".
.
Paula Teixeira da Cruz reiterou que essa "é uma aposta para quem intervém na coisa pública e na atividade política", mas reconheceu que é "uma tarefa dura e difícil".
.
"Porém, o sistema como está não fica", garantiu a ministra, que falava aos jornalistas à margem da assinatura de um protocolo para facilitar a obtenção de passaportes, em Lisboa.
Mário Soares vê com "preocupação" défice nas contas do arquipélago
Já o ex-Presidente da República Mário Soares disse em Coimbra, que vê com "preocupação" o défice nas contas públicas da Região Autónoma da Madeira.
.
Mário Soares deslocou-se à Universidade de Coimbra para participar na cerimónia de doutoramento ‘honoris causa' do neurocientista António Damásio
.
"Vejo com preocupação, como é evidente", afirmou Mário Soares, quando instado a comentar o ‘buraco financeiro' nas contas da Madeira, mas escusando-se a fazer mais considerações sobre o assunto.
.
Capucho defende que Jardim devia estar sujeito à lei que limita mandatos
Também o ex-conselheiro de Estado e antigo presidente da câmara municipal de Cascais, António Capucho diz que as derrapagens nas contas públicas madeirenses não existiriam se Alberto João Jardim estivesse sujeito à lei que limita os mandatos.
.
Em declarações à TSF, o social-democrata afirmou que há contradições na lei porque os presidentes de câmara já estão obrigados a essa regra.
«É de uma injustiça enorme e de uma flagrante contradição os responsáveis políticos pelas autarquias terem a limitação de mandatos e os outros não», afirmou.
Almeida Santos considera que Alberto João Jardim ultrapassou todos os limites
.
Almeida Santos, o presidente honorário do PS, comentou por outro lado o comportamento de Alberto João Jardim, considerando que o presidente do Governo Regional da Madeira ultrapassou todos os limites e tem que ser responsabilizado.
.
Em Coimbra, onde participou na cerimónia de doutoramento do neurocirurgião António Damásio, o presidente honorário dos socialistas, Almeida Santos, declarou estar preocupado coma situação da Madeira.
.
«Acho que ele foi longe demais e não sei bem como é que vai ser responsabilizado. Acho que é muito grave e vamos ter que ajudar a Madeira a superar o seu problema», adianta.
.
Em Janeiro de 2010, Almeida Santos mesmo admitindo que não concordava com a maneira como Alberto João Jardim fazia política, elogiou a «obra positiva» na Madeira, adiantando que o governante era «economicamente sério».
Campos e Cunha diz que está nas mãos da AR e do Governo impedirem repetição
.
O antigo ministro das Finanças Campos e Cunha diz que é importante que o que aconteceu na Madeira não volte a acontecer e que está nas mãos da Assembleia da República (AR) e do Governo impedi-lo.
.
O 'buraco' nas contas da Madeira corresponde a mais de um por cento do Produto Interno Bruto (PIB), o que é "uma brutalidade para uma pequena localidade, uma região autónoma com trezentos e tal mil [269 mil] habitantes. Estamos a falar de muito dinheiro", declarou o economista à margem do fórum da Plataforma Ativa da Sociedade Civil, a decorrer na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
.
"O que é importante é que, com este regime ou outro que se venha a apurar, que isto nunca mais possa acontecer. Está nas mãos da Assembleia da República e do Governo em particular alterar o regime para que isto não possa voltar a acontecer", declarou o economista.
.
Silva Lopes: com uma Lei das Finanças Públicas "a sério" João Jardim "já não era reelegível há mais de 30 anos"
.
Outro economista, o ex-ministro das Finanças José Silva Lopes, considera que se em Portugal existisse "uma Lei de controlo das Finanças Públicas a sério", o atual presidente do Governo Regional da Madeira já não era reelegível há mais de 30 anos".
.
Em entrevista ao Jornal de Negócios, Silva Lopes adiantou que se estivesse "na Madeira, provavelmente, votava no Alberto João Jardim porque ele é a máquina mais eficiente a subtrair dinheiro ao Continente que se viu até hoje"
MAU TEMPO NAS NECESSIDADES... APOSTO, O MOTIVO, NA GREVE DOS FUNCIONÁRIOS NA SUIÇA...!!!
Lisboa, Portugal 20/09/2011 20:15 (LUSA)Temas: Política, Parlamento
Secretário de Estado falta a audição parlamentar para espanto…
Lisboa, 20 set (Lusa) – O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, faltou hoje à audição na Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, ausência que foi justificada com preparativos que envolvem a visita oficial que o primeiro-ministro realizará a Angola.
A ausência de José Cesário na comissão parlamentar provocou alguma estranheza e críticas de vários deputados presentes, que, não tendo possibilidade para ouvir o governante, passaram para a segunda parte dos trabalhos.
O presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, Alberto Martins, adiantou aos deputados que José Cesário dirigiu uma carta à comissão para justificar a sua ausência.
De acordo com o documento lido por Alberto Martins, a ausência do governante prendeu-se com preparativos que têm a ver com a visita oficial que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, realizará a Angola.
À saída da comissão parlamentar, Alberto Martins escusou-se a prestar mais declarações sobre a ausência de José Cesário.
O deputado do Bloco de Esquerda Pedro Filipe Soares considerou “completamente inaceitável” a ausência de José Cesário, sobretudo numa audição em que deveriam ter sido discutidas “questões urgentes, como a greve dos funcionários consulares na Suíça e o ensino do Português no estrangeiro”.
O deputado bloquista criticou o facto de a maioria dos deputados, com exceção dos parlamentares do PSD, terem “tomado conhecimento da ausência do governante em plena reunião”.
“Não se faz – no tratamento entre Governo e Assembleia da República – o anúncio no próprio dia de que o secretário de Estado não pode estar presente para prestar contas (…) Isto é inaceitável e revela que não há aqui um patamar de respeito entre os órgãos de soberania”, afirmou à Lusa Pedro Filipe Soares.
Já o deputado do PSD Carlos Gonçalves relativizou o facto de o governante não ter estado presente, vincando que José Cesário informou a comissão parlamentar com a devida antecedência, designadamente na sexta-feira passada.
“Foi uma explicação que foi transmitida, como é evidente, à comissão. E penso que o Presidente [Alberto Martins] também terá falado com o próprio secretário de Estado, pelo que não compreendo algumas intervenções que decorreram aqui”, afirmou.
O deputado do PSD considerou ser “normal e regular” que – sobretudo na área da política externa – os governantes tenham compromisso à última da hora, e lembrou que também já houve ausências destas “no passado”.
“Acreditou-se sempre na boa fé dos membros do governo, pelo que estranhamos realmente a atitude de alguns deputados (…) O meu receio é que não seja a área da política externa também palco de alguma luta político-partidária”, acrescentou Gonçalves, lembrando que “nunca o PSD pôs em causa os argumentos e justificações apresentadas”.
Uma explicação que não satisfez o deputado Pedro Filipe Soares: “Há questões importantes que nós queríamos ver respondidas e que agora vão ser adiadas para frente. Não queremos acreditar que é para fugir a estas respostas que o secretário de Estado não tenha estado presente, já que isso seria ainda mais grave que a falta de respeito que demonstrou para com AR”, afirmou.
A Lusa tentou, sem sucesso, obter reações PS, CDS e PCP.
SK
Lusa/Fim



































