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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

UM SISTEMA, ESCOLAR, DE ATENDIMENTO TELEFÓNICO, EFICAZ, PARA PORTUGAL

Atendedor de chamadas de uma escola pública na austrália 

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ASSIM COMO O SENHOR "JAQUIM", DO MARCO, O DESEJAVA DEVE HAVER MORAL NAS CÂMARAS MUNICIPAIS.

INUNDAÇÕES DA TAILÂNDIA: " A BENÇÃO DAS ÁGUAS"

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A Tailândia a braços, presentemente, com inundações, cuja estas, como outras mais ou menos com estragos. Fui vizinho por quase 30 anos do Rio Chao Prya e enfrentei cheias extremas e inundações que penetraram nos jardim da embaixada e meio metro acima do rés do chão da "Nobre Casa", a residência dos Embaixadores de Portugal. 
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Mas sobre várias cheias da Tailândia, talvez tenha tempo de escrever uma história interessante e com alguma hilaridade. Há nos meus arquivos umas largas dezenas de fotografias que documentam essas cheias que a 2002 intitulei o artigo abaixo a "Benção das Águas" e escrito há 9 anos em 13 de Outubro de 2002. - José Martins

Portugal na TailândiA
Na Peugada dos Portugueses
A Bênção das Águas
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No passado mês de Setembro choveu torrencialmente por toda a Tailândia. Advinhei que o rio Chao Praiá iria transbordar e as terras baixas de Ayutthaya (Aiútaia) iriam ser alagadas e consequentemente as escavações da Paróquia de São Domingos no “Bangue Portuguete”. Em Banguecoque os barcos já navegavam a um metro e meio de altura do solo do jardim da Embaixada de Portugal, este protegido com um forte muro de uns 60 centímetros, de largura, para evitar infiltrações.
Ruas nas duas margens da cidade de Banguecoque, durante a maré cheias no Golfo da Tailândia, ficaram completamente inundadas com as entradas das casas, empilhadas, com sacos de areia. Entretanto as bombas,mecânicas e eléctricas de saída de grande caudal, nas margens, freneticamente projectam gigantescos jorros de água para o Chao Praiá. A vida na cidade segue igual sem mudança do viver quotidiano ou alarmes. A benção das águas que trás fartura à Tailândia.
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Não escondia a minha preocupação sobre o que se estaria a passar na Paróquia de São Domingos no Bangue Portuguete. Os jornais de Banguecoque, havia uns oito dias mostravam fotos, nas primeiras páginas, da cheia e os inconvenientes na população na
margens dos três rios  de Aiútaia: Chao Praiá, Pasak, vindo das terras do antigo império Khmer e o Lopburi, um pouco mais, ao Norte do nordestino Pasak. Rios, com larga história, por eles navegaram, reis, exércitos, mercadores e piratas sem conta.
O nosso Fernão Mendes Pinto nos conta histórias, maravilhosas aventuras nesses três rios, cujas àguas o levaram a conhecer as terras dos Khmers, os Reinos de Chiang Mai, Lampang, Lumpum que nos dão conta de factos históricos, contados com uma simplicidade impressionante . 
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Destes relatos foi extraída o filme, épico, de mais de três horas de exibição, da Rainha Suriyothai, que disfarçada de homem lutou,para salvar a honra da morte de seu marido, contra o Rei de Pegú. Suriyothai é hoje um símbolo da resistência e luta da mulher tailandesa. A sua memória, além da grande metragem do realizador Principe Chatri Chalerm Yukol ficará para sempre, num monumento, dourado, junto ao palácio onde viveu e na margem do Chao Praiá.
Parti de Banguecoque ao fim da tarde de sexta feira, o tráfego automóvel começava a empapar as ruas da Cidade dos Anjos e, ziguezagueando por todos os espaços disponíveis entrei na auto-estrada que me levaria, passado uma hora e vinte minutos, à segunda capital que foi da Tailândia, Ayutthaya. A cidade da minha paixão, dos meus amores e quando nela vivo, por uns dias, sinto-me como se em Portugal estivesse.
Alguém me disse um dia que eu tinha vivido no Campo Português há séculos quando ali existiu uma comunidade portuguesa que chegou atingir uma três mil almas lusas e tailandesas. Bem, quem mo afirmou professa a religião budista e dentro da sua credulidade que depois da morte existe a reencarnação. Não acreditei tão-pouco desacreditei o pensamento da senhora devota de sua Santidade o Lorde Buda.
Mas imaginei que se assim tivesse sido, certamente, teria sido amigo do Fernão Mendes Pinto, colocado à distância o pirata António Faria; abominar o “Galego” ao serviço do Rei do Pegú que por algumas vezes o fizemos dar às “Vila de Diogo” para lá das paliçadas, que fortificavam Ayuthaya, quando eu e o Pinto fomos camaradas de espingardas, arcabuzes e artilharia pesada ao serviço de Sua Majestade o Rei do Sião.
E, quando eu e o Pinto fomos artilheiros de peças de boca larga, no fortim do porto internacional de Pom Phet e, sem a suspeita de piratas e peguanos nas águas, rumávamos de almadia até ao Bangue Portuguete onde ali viviam duas siamesas que por elas nós arrastávamos a asa. Mas depois da visita aos nossos dois amores, sempre haveria, a
cavaqueira com os colegas, de folga, guardas do palácio real, de sua Majestade o Rei de Ayutthaya e uma caneca, de bambú, cheia vinho português, meio avinagrado, que o missionário dominicano nos oferecia, dentro de uma botelha trazida da dispensa e nos afagava as saudades da pátria lusa.
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Ainda não eram 5 da tarde quando me acomodei no Grande Hotel de Ayuthaya. Não se pense, por aí, que sou um maníaco dos hotels de 5 estrelas, isto porque não dá o magro salário, mensal, para tamanha estravagância. A primeira frase do nome do hotel “grande” mede-se pelo tamanho e não pelo luxo cuja diária estás nos 600 bates (tailandeses) que em euros fica por menos de uns 15.
                Quando viajo para Aiútaia senti-me pássaro fora da gaiola. Depois de abrir a janela do meu quarto do hotel, vislumbrei os campos de arroz alagados, onde a verde estava submersos, para além da margem do rio Chao Praiá. Os templos budistas com os pinos, sagrados, a espelhar na àgua na movimentação do sol na rota do poente. “Barges” ,mergulhadas na água até ao convés navegam puxadas por um reboque que delizam ora para uma margem depois para outra para vencer a força da corrente da época das chuvas. Um reboque,puxando três negras e enormes embarcações metálicas, o piloto atreveu-se a passar debaixo da ponte e encalhou a primeira no tabuleiro.Há que esperar que a maré desça e siga o norte.
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Antes do pôr do sol, fui dar uma espreitadela à outra banda do rio e no Campo Japonês, Yamada, onde pouco depois de os missionários dominicanos se terem instalados, os cristãos japaneses e convertidos por Francisco Xavier, perseguidos pelos samurais fixaram-se, em frente ao Bangue Portuguete, onde poderam praticar livremente o catolicismo e conviver espiritualmente com a comunidade, cristã, portuguesas. 
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Ali, embora não haja documentos que nos afirmem a veracidade, se crê ter nascido a lusa/japonesa Maria Guiomar, senhora de uma extrema honorabilidade que bem pode ser, sem favor algum, um símbolo da lusa/descendência em toda a Ásia. Católica ferverosa, esposa do grego Constantino Falcão, personalidade influente na Corte do Rei Narai, em Lopburi e aproveitado pelos enviados de Luis XIV de França, cujos desígnios seria o de colonizar o Reino do Sião. Custou ao Falcão o ter servido o Rei do Sião e o França a morte por degolamento. Maria, durante a sua viuvez e com filhos, foi cozinheira da Corte e deixou na Tailândia, várias especialidades de doçaria portuguesa e a mais popular é o fio de ovos.
Do Campo Yamada olhei o ancoradoiro submerso e apenas via o cimo da armadura com bandeiras do Vaticano e da Tailândia. Mirei e remirei de todos ângulos o pedaço de Portugal em Ayutthaya. Fiquei mais ou menos tranquilo porque atrás daquela forte corrente de água lodosa, havia algo que me indicava que a área estava protegida.
Viajei, depois,  como em peregrinação e romagem,habitual ao  “Bangue Portuguete” onde por 250 anos viveu uma comunidade lusa/tailandesa a duas braçadas de barco, do Yamada, mas a uns 12 quilómetros por estrada. Encontrei os lados da via,reforçadas com um muro de terra e sacos de areia nas entradas para as casas. Moradias penduradas em estacas, de madeira, mergulhadas até à varanda. Os moradores, permaneciam nas bermas da estrada, pescando e, como as cheias além de trazer inconvenientes, também, trazem fartura, de colheitas, muito peixe e pesca abundante.
Pelo caminho e antes de atingir o Campo Português passei junto ao espaço da comunidade muçulmana de origem malasiana, residente, praticamente, desde a fundação de Ayuthaya em 1350. 
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A tolerância dos Reis da Tailândia permitiu que étnias de credos diferentes vivessem no seu reino dentro da maior harmonia. Os seguidores de Muhammed, os homens, em grupos, conversavam na borda da estrada, o gado bovino, rumina a palha seca em cima de pequenos montes, enquanto que os búfalos de água repousam, mergulhados no grande lago,fugindo, assim às picadelas dos insectos. 
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A miudagem, de barretes brancos, na cabeça, brincam por ali chutando a água enquanto outros, em cima de uma pequena canoa de plástico lançam fios com anzol pendurados numa vara para pescar algum peixito.  As mulheres preparam  a ceia. Mais além e junto à margem do Chao Praiá a mesquita, a casa de oração está com água até ao meio das paredes.
Nesta minha ida, ao Ban Portuguet não observei a tradicional vida campesina das gentes tais; trabalhando dentro do mesmo método do princípio da fundação do Reino de Ayuthaya pelo Rei U-Thong. As mulheres de pele tisnada, na monda do arroz ou na apanha da batata doce,dos amendoins, dos lótos de flor branca para vender no mercado e o ornamento dos altares do deus Buda aguardavam por ali esperando que o rio desça o nível da água.
Todo o mundo campesino, as casas das almas que protegem os frutos dos campos, das almas penadas que vagueiam na noite quedam-se por esses altares a comer algo que ali foi colocado por aqueles que acreditam no sobrenatural. Quedavam-se submerso e sob a benção das cheias do Chao Praiá que fará fartas as novas colheitas.
A dois quilómetros da área muçulmana está o Bangue Portuguete. Á entrada e onde está uma placa, que perpetuará por várias gerações, a Obra que foi iniciada pelo Embaixador Melo Gouveia, em 1982 e o Doutor José Blanco Administrador Fundação Calouste Gulbenkian, cujo parte de dois financiamentos pertenceram à Gulbenkian que duou um montante muito significativo, em dólares que permitiu que o passado de Portugal no Antigo Reino do Sião esteja vivo. Junto a essa placa uns poucos católicos do campo,conversavam, esperando que as águas do Chao Praiá desçam e as suas vidas volte à normalidade.Gente que me é familiar há 20 anos.
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Não pode ficar de forma alguma esquecido o contributo e o entusiasmo nas escavações do Bangue Portuguete do Governo da Tailândia que através do Departamento de Belas Artes (Fine Arts Department). Nele estiveram envolvidos dezenas de estudantes, universitários, de arqueologia animados impressionantemente no projecto  e o Arquitecto Eduardo Kol de Carvalho (Conselheiro Cultural da Embaixada de Portugal em Tóquio) que foi um dos grandes animadores na reconstituição da Igreja de São de Domingos.
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Encontrei o Bangue Portuguete protegido da bênção das águas. Uma barreira de peças de cimento, longitudinais, em forma de cutelo encaixavam numa fenda aberta a toda a largura do campo que não permitia força imparável da corrente do Chao Praiá penetrar com campo e no cemitério,coberto, onde descansam os ossos de lusos/tailandeses que viveram e morreram em Ayutthaya.
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Dois homens, os guardadores das águas, estavam por ali a tomar conta de duas pequenas bombas e escoando, penetrando da grandeza do caudal, uns pingos que entraram, talvez, pelas rotas das topeiras. Cheguei ao Grande Hotel de Ayutthaya junto às 8 da noite.
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Procurei a esplanada  “bargue”/restaurante para jantar. À minha frente estava o porto internacional de Pom Phet. Via as luzes das almadias navegavam do fortim, portuguessímo, Pom Phet para o templo que ficava no outra margem do Pasak.
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Levei, comigo, de Banguecoque uma garrafa de tinto e um sacarrolhas para abrir a Grão Vasco e acompanhar com o nectar do Dão, meia dúsia de lagostins, do Chao Praiá, grelhados, pela módica quantia de 140 bates, uns 6 euros. Ao fim da ceia. em cima do Chao Praiá estava alegre, não só pelos 75 centilitros do tinto ingeridos mas também pela beleza que tinha observado durante o fim da tarde em Ayutthaya.
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Debaixo da minha fantasia imaginei o meu camarada de armas Fernão Mendes Pinto, caminhando em direcção à paliçada Pom Phet onde o luar da noite fazia brilhar, as ameias lusas, espelhando-as na água que cobria a pequena parada.
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Mais tarde o baluarte é modernizado e arquitectado, na década de 1660, pelo missionário,Jesuita, do Padroado Português do Oriente, Tomás de Valguarnera. Hoje conservado e conhecido como uma peça de defesa, de raizes lusas, em Ayutthaya e guardião do porto de Pom Phet contra a infiltração de piratas, o controle das navegações do Chao Praiá e na defesa dos exércitos, invasores, peguanos.
José Martins
Ayutthaya, 13 Outubro de 2002.

NÃO FOI POR MERO ACASO QUE ELE...SIM ELE, VOASSE ASSIM TÃO ALTO!



A não perder o clique a seguir, ir para Notas Verbais e apreciar as palavras de Paulo Portas, junto à Senhora Clinton. Ora viva o luxo!
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Marco António e Sacadura Cabral, adeus Gago Coutinho

Ele diz "I would love to express"?

A PEDALADA DO DURÃO BARROSO VAI SER A NOSSA SALVAÇÃO.. DESTE SÓ F************ OU CANELADA!

Comissão Europeia ajuda Lisboa a agilizar fundos estruturais

publicado 17:20 07 outubro '11
Comissão Europeia ajuda Lisboa a agilizar fundos estruturais
A carta de resposta do presidente da Comissão Europeia chegou na quinta-feira ao gabinete de Passos Coelho Olivier Hoslet, EPA

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Bruxelas aceitou criar, a pedido de Pedro Passos Coelho, uma estrutura para “agilizar a utilização dos fundos comunitários em prol dos objetivos” definidos no pacote de resgate da troika, confirmou esta sexta-feira o Governo. Foi em resposta a uma carta do primeiro-ministro que o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, anuiu à formação de uma “estrutura flexível, de pequena dimensão e de assessoria técnica” que vai trabalhar em concertação com o Ministério das Finanças e a Estrutura de Acompanhamento dos Memorandos.

A carta de Durão Barroso chegou na quinta-feira ao gabinete de Passos Coelho. O presidente da Comissão Europeia deu “resposta favorável à proposta efetuada pelo Governo português no sentido de se estabelecer uma pequena estrutura destinada a assessorar o Executivo na agilização dos fundos comunitários”. A luz verde de Bruxelas é confirmada numa nota do Governo citada pela agência Lusa.

Trata-se, segundo o comunicado, de uma “estrutura flexível, de pequena dimensão e de assessoria técnica” que vai ser composta “por um núcleo de coordenação sediado em Bruxelas” e uma “equipa avançada de cinco funcionários” a funcionar junto do gabinete do ministro das Finanças, Vítor Gaspar, e da ESAME – Estrutura de Acompanhamento dos Memorandos, liderada pelo secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas. Haverá ainda “uma rede de correspondentes nos relevantes serviços da Comissão”.


Com a designação de “Grupo de Apoio a Portugal”, a nova estrutura será chefiada pelo antigo diretor-geral do Eurostat Hervé Carré, que desempenhou também as funções de subdiretor-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia. O português José Palma Andrés, da Direção-Geral de Política Regional do Executivo comunitário, será o “número dois” na hierarquia.

“Utilização mais eficaz” de verbas estruturais
Ainda de acordo com a nota do Governo, ao “Grupo de Apoio” caberá a missão de “apresentar propostas e sugestões” e “garantir uma maior agilidade e celeridade nos processos entre Portugal e a Comissão Europeia”. Terá também entre as suas tarefas o apoio às autoridades portuguesas no “cumprimento dos objetivos orçamentais estabelecidos no quadro do programa de assistência económica e financeira”.

“No quadro da revisão dos regulamentos relativos aos fundos comunitários, a Comissão Europeia propôs a diminuição da contrapartida nacional na utilização daqueles fundos”, enfatiza o Executivo de coligação, para reivindicar “o reconhecimento”, pelas instituições comunitárias, “do enorme esforço desenvolvido por Portugal no sentido de alcançar na íntegra os objetivos do programa de assistência económica e financeira e realizar as reformas estruturais necessárias ao aumento da competitividade e ao crescimento económico sustentado e gerador de empregos”.


A edição
on-line do Diário Económico noticiara esta sexta-feira que o primeiro-ministro havia enviado uma carta a Durão Barroso a solicitar o envio de uma task-force para acompanhar “em permanência”, no Ministério das Finanças, as reformas estruturais impostas pela missão do Fundo Monetário Internacional, do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia.

O jornal assinalou o facto de a decisão ter surgido depois de o Presidente da República ter apelado ao Governo, por duas ocasiões, para que se focasse no crescimento da economia, a par das medidas de austeridade. No entanto, “fontes conhecedoras do processo” indicaram ao Diário Económico que a carta de Pedro Passos Coelho foi remetida a Bruxelas no início de setembro, antes da entrevista do Chefe de Estado à TVI. Cavaco Silva defendeu então uma combinação da austeridade com políticas para o crescimento económico.

POR TERRAS DE ESPANHA E ITÁLIA DE MAL ANTES PARA PIOR AGORA

Fitch rebaixa nota da Itália e da Espanha pelo pior dentro crise
 

07 de outubro de 2011 • 13h35 •  atualizado 15h23

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A agência de classificação de risco Fitch cortou nesta sexta-feira o rating soberano da Itália em um degrau e o da Espanha em dois níveis, citando a piora da crise de dívida na zona do euro e um risco de um deslize fiscal nos dois países.

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A Fitch cortou a nota da Itália para "A+", ante "AA-", e reduziu a da Espanha para "AA-", ante "AA+". A agência manteve ainda a perspetiva negativa para os dois países, respetivamente a terceira e quarta maiores economias da zona do euro, sugerindo que mais rebaixamentos podem vir no futuro.
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Itália e Espanha estão no meio da crise de dívida na zona do euro e dependem do Banco Central Europeu (BCE) para comprar seus títulos públicos, para evitar que os rendimentos subam a níveis insustentáveis."Uma solução crível para a crise (da zona do euro) é política e tecnicamente complexa, e levará um tempo para entrar em vigência", informou a agência.O rating italiano está agora no mesmo patamar dos de Malta e Eslováquia.
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A Fitch, a terceira agência de classificação de risco a reduzir a Itália - depois de Standard & Poor's e Moody's - também informou que a confiança do mercado na Itália se deteriorou em razão da hesitante resposta do governo ao aumento dos rendimentos dos bônus do país.O euro caiu ante o dólar e as bolsas americanas caírem depois da redução nesta sexta-feira, mas analistas disseram que o rebaixamento da Itália já estava especificado."As motivações da Fitch não diferem muito das outras duas agências. 
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Não vejo grandes movimentos nos mercados em reação", disse o estrategista do BNP Paribas Alessandro Tentori.O analista do ING Paolo Pizzoli disse que o movimento pode ser visto como uma pressão adicional para o governo adotar reformas estruturais."Houve um coro de apelos de BCE, UE (União Europeia) e FMI (Fundo Monetário Internacional). Todos eles pediram reformas estruturais para o crescimento e isso (Fitch) é outro elemento nessa direção.
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"O governo do italiano Silvio Berlusconi pretende apresentar um pacote de medidas para estimular o crescimento neste mês, mas a coligação do Governo está tão fraca e dividida que poucos analistas confiam na habilidade do país de adotar tais reformas.Na Espanha, o governo reduziu seu deficit orçamentário com uma série de medidas de austeridade, mas grande parte da dívida vem das regiões autónomas, que ainda estão realizando cortes.Um porta-voz do Ministério da Economia espanhol disse que "respeitamos a decisão, mas não concordamos com ela".Entendam
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No auge da crise de crédito, que se agravou em 2008, a saúde financeira dos bancos no mundo inteiro foi colocada à prova. Os problemas em operações de financiamento imobiliário nos Estados Unidos geraram biliões em perdas e o sistema bancário não encontrou mais onde emprestar dinheiro. 
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Para diminuir os efeitos da recessão, os países aumentaram os gastos públicos, ampliando as dívidas além dos tetos nacionais. Mas o estímulo não foi suficiente para elevar os Produtos Internos Brutos (PIB) a ponto de garantir o pagamento das contas.A primeira a entrar em colapso foi a Grécia, cuja dívida pública alcançou 340,227 biliões de euros em 2010, o que corresponde a 148,6% do PIB. Com a luz amarela acesa, as economias de outros países da região foram inspecionadas mais rigorosamente. Portugal e Irlanda chamaram atenção por conta da fragilidade económica. 
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No entanto, o fraco crescimento económico e o aumento da dívida pública na região já atingem grandes economias, como Itália (120% do PIB) e Espanha.Um fundo de ajuda foi criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Central Europeu (BCE), com influência da Alemanha, país da região com maior solidez económica. Contudo, para ter acesso aos pacotes de resgates, as nações precisam se adaptar a rígidas condições impostas pelo FMI. 
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A Grécia foi a primeira a aceitar e viu manifestações contra os cortes de empregos públicos, programas sociais e aumentos de impostos.Os Estados Unidos atingiram o limite legal de endividamento público - de US$ 14,3 triliões (cerca de R$ 22,2 triliões) - no último dia 16 de maio. Na ocasião, o Tesouro usou ajustes de contabilidade, assim como receitas fiscais mais altas que o previsto, para seguir operando normalmente. 
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O governo, então, passou por um longo período de negociações para elevar o teto. O acordo veio só perto do final do prazo (2 de agosto) para evitar uma moratória e prevê um corte de gastos na ordem de US$ 2,4 triliões (R$ 3,7 triliões). Mesmo assim, a agência Standard & Poor's retirou a nota máxima (AAA) da dívida americana.
Reuters News

AS SACHOLADAS DO KAOS: UM COISO QUE NÃO VALE E REENCARNAÇÃO DA POBREZA

Um coiso que não serve para nada


Medina Carreira afirmou na TVI24 que ela, Constituição, “não serve para nada [porque] não paga despesa nenhuma”. Ouvir o Medina Carreira é olhar para um túnel sem luz ao fundo. Por ele, o nosso Nostradamos prendia todos os ex-governantes pelo que fizeram ao país e fazia o que eles não fizeram, transformar o trabalho assalariado em trabalho escravo e se necessário até de chicote. Felizmente quando esteve ele no governo deste país nunca fez aquilo que acusa os outros de  não terem feito. Mas, há sempre uma desculpa, a Constituição. É uma chatice, só cria problemas e empecilhos. Felizmente, porque isso faz com que já sirva para muita coisa.
Mas, melhor que eu diz o Manuel António Pina no “JNOra a Constituição, mesmo não pagando “despesa nenhuma”, serve obviamente para alguma coisa: para Medina Carreira ter sobre que falar. Dir-se-á ainda que as circunstâncias de Medina Carreira o contradizem, já que as suas prestações televisivas não servem para nada e, contudo, pagam-lhe as despesas.»

Reencarnação da pobreza

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“A crise que atravessamos é uma oportunidade para que os Portugueses abandonem hábitos instalados de despesa supérflua, para que redescubram o valor republicano da austeridade digna, para que cultivem estilos de vida baseados na poupança e na contenção de gastos desmesurados, para que regressem ao consumo de produtos nacionais, para que revisitem o seu país e aí encontrem paisagens esquecidas e um património histórico que só sendo conhecido pode ser acarinhado e preservado.”
Cavaco Silva no discurso do 5 de Outubro
Foi como se tivesse feito uma viagem no tempo e estivesse a ouvir de novo um dos velhos discursos do Botas. Ou isso ou o seu espírito reencarnou na figura do Cavaco. Ao que os ideais da Republica e as esperanças do Abril dos cravos chegaram.

INUNDANÇÕES NA TAILÂNDIA: UNESCO OFERECE AJUDA PARA O PATRIMÓNIO MUNDIAL SE AFETADO

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UNESCO oferece ajuda para as zonas atingidas pelas enchentes em Ayutthaya, relativo ao Património Mundial 

Bangcoc, 7 out - A Organização das Nações Unidas Educação Ciência e Cultura (UNESCO) na sexta-feira (hoje), ofereceu assistência de emergência às autoridades, taialndesas, para proteger a antiga cidade e capital do Reino do Sião, Ayutthaya, agora afetada por fortes inundações, se for necessário.
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Em um comunicado divulgado na sexta-feira, em Bangkok, sede da UNESCO  Regional Ásia-Pacífico disse que o Património Mundial de Ayutthaya, que ocupa  metade do interior, ocidental, da ilha de Ayutthaya, agora enfrenta a ameaça de inundação como o nível da água continuar a subir . Monumentos e templos fora do perímetro do lugar (tecnicamente não faz parte do Património Mundial-designada zona), incluindo o espectacular templo Chaiwattanaram Wat na margem esquerda do rio, já  inundado desde há dias.

A declaração, citada pelas autoridades local, informam que se o centro da cidade não for protegido as inundações podem ser ainda mais graves do que a grande inundação de 1995, e pode afetar toda a cidade, incluindo toda a propriedade classificada de Património Mundial.

O director  do patrimônio disse que após o desaparecimento da água, elas podem precisar de ajuda da UNESCO para um levantamento de danos e planos de preparação de emergência para minimizar os danos decorrentes de incidentes futuros, disse o comunicado.

Entretanto o director acrescentou que a Tailândia era elegível para se candidatar a assistência de emergência do Fundo do Património Mundial. A assistência pode ser solicitada para tomar medidas de emergência ou de elaborar um plano de emergência para a salvaguarda a propriedade cultural. (MCOT notícias on-line)


- 2011/10/07 TNA

APRENDEI VELHOS REFORMADOS A VIVER E A ENTENDER QUE MAIS DIA MENOS DIA DAIS O "BADAGAIO"!

"Filosofia de Vida"



  "Muitas pessoas perguntam-me: ‘O que é que as pessoas de idade fazem quando se aposentam?"
   Bem, eu tenho a sorte de ter alguns conhecimentos em engenharia química e uma das coisas que eu mais gosto de fazer é transformar cerveja, vinho e outras bebidas alcoólicas em urina"..............
 Pois é, a vida é curta

A FADISTA CÁTIA GUERREIRO, EM CONCERTO DE FADO, EM BANGUECOQUE

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Incluído no 13º Festival de Dança e Música, assim como na Celebração dos 500 Anos da Chegada dos Portugueses ao Reino do Sião (Tailândia) a famosa cantora, de fado Portuguesa, Cátia Guerreiro, em concerto de fado, atuará no próximo dia 13 de Outubro, pelas 19:30, no Centro Cultural da Tailândia. Este blogue divulgará em imagens e outros pormenores  a actuação da Cátia.

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As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Lisboa: Oito detidos por agressão a polícia
Justiça: Wright contra extradição
Aveiro: PSP detém assaltante
Chefe da PSP julgado por matar colega
Silvio Berlusconi: Nova gaffe machista
Abusadora dos filhos vai para a cadeia
C. Beira: Acidente de tractor mata

Capa do Público Público

Críticas a Assis na Comissão Política do PS
Steve Jobs: "O maior empresário da nossa era"
Os números confirmam a consistência dos All Blacks e do País de Gales
O “bad boy” Bakkies Botha está fora do Mundial
Mais de 200 bombeiros combatem sete fogos em Portugal
Oito jovens detidos em Carnide por agressão a polícia municipal

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

O outro buraco
O homem que cuidou dos pormenores
Santana compara despesismo de Jardim ao de Cavaco
Há um terceiro suspeito no caso das secretas
Plano para salvar emprego nas empresas públicas
Advogado inventa tribunal e burla empresas e Estado
Ladrões levam cofre com quase 200 quilos

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Ban Ki-moon diz que Steve Jobs foi um visionário que mudou o mundo
Oito jovens detidos por agressão a polícia municipal
Raptores exigem 700 mil euros para libertarem português
Marques Mendes anuncia fusão de autocarros e metro em Lisboa e Porto
Oito assaltos a ourives em quatro dias
Bebés abnadonados: um deve ficar com a tia, outro foi institucionalizado
Destruiu a casa, bateu na mulher e agrediu GNR

Capa do i i

Passos Coelho e Portas vão ter de se entender sobre diplomacia económica
Tribunal absolve Livraria Barata de pagar coima à ASAE
Madeira. Campanha arrancou, ninguém imagina saída de Jardim
Carlos Moreno: "O buraco na Madeira é normal em todo o Estado"
Porque é que a um animal feroz sucede sempre um manso?
José Niza. O pai da senha da revolução
Marcelo. "António Barreto é uma hipótese possível para candidato a Belém"

Capa do Diário Económico Diário Económico

José Bettencourt na presidência da Santander Asset Management
Economia prepara plano B para travar aumento das tarifas da electricidade
Mercados internacionais já valem 10% das vendas Dyrup Portugal
Banco de Portugal diz que é preciso mais austeridade este ano
Estado aumenta recurso à banca nacional
Consumo de bens essenciais cai para mínimos históricos
Famílias com menos rendimento disponível

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

PS só comunica sentido de voto no Orçamento depois de conhecer a proposta do Governo
Assis pede que PS declare já abstenção à proposta de Orçamento do Governo
Confiança nos líderes europeus leva Ásia e Pacífico a subir 2,5%
Moody?s corta "rating" de bancos portugueses
As notícias em foco na edição de hoje, dia 7 de Outubro, no Negócios
CDS quer bolsa de casas reabilitadas para arrendar
Unimadeiras: Celuloses duplicam "pasta" da líder das madeiras

Capa do Oje Oje

Wall Street encerra em alta graças a medidas do BCE
Défice nos 5,9% só com medidas adicionais
Encaixe da 4G pode deslizar para 2012
Dupla ronda crucial abre hoje no Dragão
Vettel bicampeão caso some 1 ponto no Japão
Martifer aposta na energia solar no Brasil
Inglaterra e Croácia com apuramento para o Euro 2012 nas mãos

Capa do Destak Destak

Movimentos do Médio Tejo anunciam protestos conjuntos
Ministério Público acusa chefe da PSP por homicídio de um agente na esquadra
'Ashes & Fires' sai segunda mas já pode ser ouvido
Viúva de Kurt Cobain diz que "se ele voltasse tinha que o matar"
Saúde vai ter menos 600 milhões de euros no OE 2012
Shakira nomeada por Obama para assessora para a Educação
Coldplay apresentam 'Mylo Xyloto' em Madrid, concerto em live stream

Capa do A Bola A Bola

Chula testado como lateral
«Humberto ao lado de Gomes após recusar Benfica» - DN
Paulo Bento no ataque ao recorde de Otto Glória
Berni lançado rumo ao Jamor
«Sempre fui um duro» - Fernando Couto
Mundial de ginástica artística arranca hoje com presença portuguesa
Málaga pode avançar por Otamendi em Janeiro

Capa do Record Record

Eliseu é o escolhido para o lado esquerdo
Continuar a derreter o gelo
«O dinheiro compensa o sacrifício»
Alarme controlado
Fernando Couto: «Jogador deve estar sempre disponível para a Seleção»
Antigos titulares agora na bancada
Champions na Sport TV e na TVI até 2015

Capa do O Jogo O Jogo