Uma proprietária de uma loja tailandesa, de Banguecoque, em um mercado inundado perto do rio Chao Phraya.O volume de água que flui de áreas ao norte de Bangkok se estabilizou com barragens que reduziu o montante a ser libertado. Fotógrafo / Joan Manuel Baliellas / AFP / Getty
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Não temos noticiado, praticamente nada em cima das inundações que afectam várias províncias da Tailândia, principalmente, as terras marginadas pelo grande rio o Chao Prya e o eixo fluvial que parte das terras altas da Tailândia, recolhendo as águas de outros afluentes, ao longo do percurso, de uma centenas de quilómetros despejando-as na Barra do Sião.
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Não temos saído de casa embora a uns escassos 6 quilómetros do Rio Chao Prya. O céu de Banguecoque, encontra-se cinzente, todos os dias, e com descargas periódicos de grande chuvadas e trovoadas que nos deixa apreensivos se a nossa casa também não será inundada como milhares delas, já em Banguecoque e a seu norte.
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Hoje pela manhã, ao abrir o correio electrónico, um e-mail de um amigo português e empresário na Tailândia, dava-me conta que uma de suas fábricas tinha sido inundada e os seus mais de uma centena de empregados ficaram com suas casas destruídas.
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Encontrava-se stressado pelo acontecido e se eu já me encontrava sob esse mesmo stresse mais fiquei.
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Que o Lorde Buda nos proteja e que este inferno chegue ao fim e volte a brilhar o sol e os campos de arroz voltem à cor verde de esperança e o símbolo das terras, da Tailândia, fartas de comida.
José Martins























