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Em Banguecoque e na zona onde resido há a "guerra" silenciosa de nervos à espera da inundação lenta. Todos, conforme, vão podendo se confortam com a desgraça e se vão ajudando uns aos outros. A atmosfera pesada e um cheiro nauseabundo a combustível que é expelido dos escapes das viaturas. Todos, por aqui e outros vítimas, em pontos diferentes da capital, procuram colocar seus carros em lugares elevados. Enquanto houver corrente eléctrica e Internet daremos conta da situação na área onde resido. José Martins
Empilham-se os livros nas prateleiras superiores.
Sobem-se o mais que se pode as minhas recordações de uma vida dedicada à história entre Portugal e a Tailândia. Depois de terminadas as cheias vou dar-lhe o caminho certo para que a memória não se perca.
No interior de minha casa tudo praticamente normal embora já retirados muitos "tarecos" para lugares elevados.
A frente da minha casa e garagem à espera de sacos de areia. Nesta altura já estão 100 amontoados para serem colocados ao fim da tarde.
Aglomerados, habitacionais, modernos perto da minha casa já protegidos com barreiras de sacos de areia.
O canal junto ao templo, perto de minha casa, ainda corre, em direcção ao Golfo do Sião, normalmente. Moderadamente vai aumentando de volume e subir acima do solo (possivelmente) mais de um metro.
O templo budista perto de minha casa o solo ainda não está inundado, mas vai estar dentro de dois dias.
Traseiras de minha casa. Para cá dela há o pântano, normalmente seco, onde vivem cobras lagartos e sapos. Nunca me molestaram, mas agora e quando inundado o pantanal, certamente, que terei de ter cuidado, porque estes animais, vítimas como eu, procuram a sobrevivência no teto de casas.






























