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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

ATÉ ERA "PORREIRO" METER UM GAJOS NA CADEIA QUE ANDARAM POR AÍ NA ROUBALHEIRA!

Otelo admite novo golpe militar em Portugal

09.11.2011 - 16:52 Por Lusa

Otelo diz que os militares devem reagir se forem ultrapassados os limites  
Otelo diz que os militares devem reagir se forem ultrapassados os limites (Rui Gaudêncio)
Otelo Saraiva de Carvalho é contra manifestações de militares, mas defende que, se forem ultrapassados os limites, com perda de mais direitos, a resposta pode ser um golpe militar, mais fácil do que em 1974.

"Para mim, a manifestação dos militares deve ser, ultrapassados os limites, fazer uma operação militar e derrubar o Governo", defendeu Otelo, em entrevista à Agência Lusa, num comentário à “manifestação da família militar”, no sábado, em Lisboa.

“Não gosto de militares fardados a manifestarem-se na rua. Os militares têm um poder e uma força e não é em manifestações colectivas que devem pedir e exigir coisas”, disse.

Mas diz compreender as suas razões e considera que as mesmas podem conduzir a “um novo 25 de Abril”.

“Os militares têm a tendência para estabelecer um determinado limite à actuação da classe política”. Esse limite, considerou, foi ultrapassado em 1974 e culminou com a “revolução dos cravos".

Hoje, Portugal está “a atingir o limite”, disse, corroborando o que há seis meses dissera à Lusa: “Se soubesse o que sei hoje não teria possivelmente feito o 25 de Abril”.

O coronel na reserva acredita que há condições para os militares tomarem o poder e vai mais longe: “bastam 800 homens”.

Em comparação com o golpe de 1974 – do qual afirma ser um “orgulhoso protagonista” –, Otelo considera que um próximo seria até mais fácil, pois “há menos quartéis, logo menos hipóteses de existirem inimigos” da revolução.

Questionado sobre a real possibilidade dos militares tomarem o poder, como há 37 anos, Otelo responde peremptório: “Não tenho dúvida nenhuma que sim”.

“Os militares têm sempre essa capacidade, porque têm armas. É o último bastião do poder instituído”, afirmou.

“Estou convicto que, em qualquer altura, se os militares estiverem dispostos a isso, podem avançar sempre para uma tomada de poder”, adiantou.

O estratega do golpe do 25 de Abril faz uma análise crítica dos últimos 37 anos: “Se eu adivinhasse que o país ia gerar uma classe política igual à que está no poder, e que está a passar a certidão de óbito ao 25 de abril, eu não teria assumido a responsabilidade de dar essa alvorada de esperança ao povo”.

“Estabelecemos com o povo português um compromisso muito forte que era o de criar condições para um acesso a nível cultural, social e económico de um povo que tinha vivido 48 anos debaixo de ditadura”, acrescentou.

“Assumimos esse compromisso, não o cumprimos e não o estamos a cumprir porque entregámos o poder a uma classe política que, desde o 25 de Abril, tem vindo a piorar”, afirmou.

Otelo considera mesmo que, à medida que o tempo corre, tem-se registado “um retrocesso enorme”.

“Gozamos da liberdade de reunião, de manifestação e de expressão, mas começa a haver um caminho para trás”, frisou.

Para Otelo Saraiva de Carvalho, a revolução “está agonizante” e há quem disso beneficie.

“A classe política – sobretudo o que podemos abstractamente chamar de direita – está a retomar subtilmente tudo aquilo que eram as suas prerrogativas antes do 25 de Abril e a passar a certidão de óbito" à revolução.

“A minha mágoa é essa”, adiantou, sem esconder o pessimismo em relação ao futuro: “Perdemos o compasso da história”.

As associações sócio-profissionais de militares têm marcada para sábado uma concentração nacional em protesto contra as "medidas duríssimas" apresentadas pelo Governo na proposta do Orçamento para 2012, nomeadamente a redução de remunerações e pensões, cortes nos subsídios de férias e de Natal e o aumento generalizado dos impostos.

MARILIN MONROE E SUA ESTÁTUA EM CHICAGO


























 

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Celito Lindo

CARLOS ALBINO: PONTO CRÍTICO 40: A VISITA DE CAVACO

PONTO CRÍTICO 40 : A visita de Cavaco



Será mais um exercício efémero
se a lassidão de Lisboa
voltar no dia seguinte
sobretudo na diplomacia pública
    É EXCESSIVO afirmar-se que a ida de Cavaco aos EUA marca uma nova fase nas relações transatlânticas de Portugal. Essas relações nunca estiveram em crise e foram sempre pautadas pelo relativo interesse do EUA cuja administração conhece muito bem a situação portuguesa pelos meios que aciona – o país não lhe longínquo sabendo também Washington as servidões que o quadro da União Europeia deixa sugerido nos dossiers por ventura mais melindrosos no plano político. Também no contexto da crise económica e financeira e quanto a esse já chavão de que “Portugal é diferente da Grécia”, a visita de Cavaco acrescentará muito pouco ao que os EUA sabem porque a diplomacia norte-americana pode ser tudo menos distraída – sabe. Como também sabe pela doutrina dos factos o que vale a credibilidade de Portugal e as descompensações de percurso. E sendo expectável que a natureza das relações político-diplomáticas não vai dar saltos com esta visita, caso se invoque alguma lassidão nas relações económicas, designadamente no plano das trocas comerciais, em virtude da continentalização ditada pela UE, essa lassidão não pode ser assacada aos EUA mas aos agentes portugueses que se distraíram no trabalho de casa por certos fiados de que a indefinida união continental teria um denominador comum – não tem como se verifica quando a fração é a doer. Naturalmente que a visita, como todas as visitas minimamente programadas, vale a pena, pode e deve ser bem aproveitada, mas o êxito não depende do discurso e muito menos do simbolismo protocolar. Depende do trabalho de casa. Todos os governos que Portugal tem conhecido não se têm poupado nas loas ao transatlantismo quando as circuntâncias aconselham a que invoque esse nome algumas vezes em vão, mas no dia seguinte a continentalização entra pela casa como destino silenciosamente irreversível. Numa Europa sem crise essa toada não cheirava bem a falso mas via-se que também não era de grande convicção ou que provinha de uma convicção comprometida, já numa Europa em crise a mesma toada pode cheirar a verdadeiro mas é Portugal, agentes e decisores, que têm que fazer o que lhes compete para a cura da ferida económica e nesse importantíssimo domínio que se chama diplomacia pública. Neste campo, a visita de Cavaco pode detonar algum fogo de artifício mas será mais um fogo efémero se a lassidão de Lisboa voltar no dia seguinte.
    Carlos Albino

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AS NOSSAS ESPECIALIDADES CULINÁRIAS... BOM APETITE!
























 

Discursos e impressões ("Ditosa Pátria donde brotam tão ilustres filhos")


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«Comemora-se em todo o país uma promulgação do despacho número Cem da Marinha Mercante Portuguesa, a que foi dado esse número não por acaso mas porque ele vem na sequência de outros noventa e nove anteriores promulgados....»
Presidente da República Portuguesa, Américo Thomaz.
- in revista Opção, ano II, n.º30
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«Hoje reparei no sorriso das vacas, que estavam satisfeitíssimas, olhando para o pasto. Fiquei surpreendidíssimo por ver que as vacas avançavam, uma atrás das outras...»
Presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva.
 - in jornais e rádios.Açores

E PARA O SENHOR SILVA A CRISE PASSA AO LARGO...- LÁ SEGUE O CASAL SILVA NA BUÉ NOS ESTADOS UNIDOS!



publicado 08:01 10 novembro '11

O Presidente da República prossegue hoje a visita aos Estados Unidos, com passagem por aquele que é já um dos lugares mais emblemáticos da cidade, o memorial em honra das vítimas do 11 de Setembro.

Depois de no primeiro dia ter privilegiado a vertente política da viagem, com uma deslocação às Nações Unidas para presidir a uma sessão plenária do Conselho de Segurança e um encontro com o Presidente Barack Obama na sala oval da Casa Branca, Cavaco Silva terá hoje um dia mais calmo.
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A agenda da manhã irá começar com uma breve intervenção na mesa redonda "Caminho das Exportações", organizada pelo semanário Expresso num hotel de Nova Iorque.
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À mesma hora, cerca das 09:00 (hora local), será transmitida pela CNN Internacional uma entrevista que o Presidente da República concedeu na terça-feira àquela cadeia de televisão americana.
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Depois, a meio da manhã, o chefe de Estado irá chegar ao Memorial Plaza, o memorial em honra das vítimas do 11 de Setembro, depositando uma coroa de flores junto à "árvore da sobrevivência", na presença de um grupo de representantes da comunidade portuguesa envolvida nas operações de salvamento e reconstrução no pós 11 de Setembro.
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Depois de visitar o memorial, Cavaco Silva seguirá para um almoço com cidadãos de origem portuguesa envolvidos nas operações de resgate e reconstrução no pós 11 de Setembro.
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Já ao final da tarde irá decorrer uma receção no University Club em honra de Cavaco Silva, organizada pela câmara de comércio Portugal-EUA e pela câmara de comércio luso-americana de New Jersey.
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Naquele que será o último ponto de agenda da passagem do chefe de Estado por Nova Iorque, já que na manhã de sexta-feira a comitiva presidencial irá partir para Washington, Cavaco Silva irá oferecer um jantar aos representantes permanentes dos países da CPLP junto das Nações Unidas.

As capas dos jornais e as principais notícias de Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Lagoa: Eleições hoje no PS
João P. Coutinho: Mercado empresarial
Rui Rio: Falta de equidade
Uma centena recebe mais de 5 mil euros
Santarém: Prédio mata condutor
Idanha-a-Nova: Arrastado no rio
Fátima: Santuário reage a despejo

Capa do Público Público

Não passa sem as notícias do Público? Torne-se assinante!
Plano de sustentabilidade RTP assenta em pressupostos ilegítimos, diz CT
Cânticos “anti-Ronaldo” na chegada da selecção portuguesa à Bósnia
Cavaco garante a Obama que Portugal cumprirá metas com que se comprometeu
Opinião internacional estreia-se no PÚBLICO online
Universidades do Minho, Aveiro e Trás-os-Montes e Alto Douro lançam mestrado em Geoturismo
Wall Street encerra em queda temendo risco de contágio da crise de dívida europeia

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Santuário de Fátima justifica acção de despejo a idosa
Médico julgado por burlar Estado em 542 mil euros
Investigadores admitem que fuga partiu da PGR
DIAP investiga concurso de professores
Combate à fraude acaba com caixas registadoras
O único maluco do País conformado
Derrocada de prédio devoluto provoca um morto

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Alunos ricos conseguem bolsas de estudo altas
Federação Portuguesa de Futebol com futuro
Adepto do Benfica punido por petardo
Assassinado campeão de póquer em Vila do Conde
Novos bonecos "Caganers" já são conhecidos
Cavaco Silva diz que o euro "vai sobreviver"
Militares contestam pagamento de IRS sobre subsídio de Natal

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

As alterações que o OE introduz na sua vida para o ano
Merkel e Sarkozy pensam em euro só para ricos
Se Portugal se desviar dos objectivos “haverá problemas”
Lisboa abre processo à CGD por afixar cartazes ilegais
Pressão para resgatar Itália deixa Europa com vertigens
CP, Parque Expo e ANAM são empresas de alto risco para Bruxelas
Governo cederá ao PS, mas não no essencial

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Cavaco Silva garante a Barack Obama que Portugal cumprirá metas
Teremos instabilidade financeira para dez anos?
Em defesa de Álvaro
Nacionalização da banca? Como ?
O governo da globalização
Cavaco diz estar seguro que Itália ultrapassará os seus problemas
Cavaco: Euro vai sobreviver e a culpa não é apenas dos países com dificuldades

Capa do Oje Oje

Quatro empresas vão disputar 21,35% da EDP
Sonae Sierra tem 560 milhões em shoppings
Federer completa trio de favoritos no Masters de Paris
BNP Paribas investe 10 milhões e cria 100 empregos em Portugal
Vieirinha já treinou com grupo que rumou à Bósnia
Lucro do HSBC dispara 66%
Seleccionador bósnio optimista frente a Portugal

Capa do Destak Destak

Gerações
Novo terramoto no leste do país
Segurança foi baleado durante festejos da Semana do Caloiro
A mensagem fatal de um copianço
Quase 20 mil passam à reforma este ano, 100 recebem mais de 5 mil euros
Ministério vai abrir mais 1.129 camas em cuidados continuados até março de 2012
Alterações à lei prevê colocação de câmaras de vídeo em instalações policiais

Capa do A Bola A Bola

Djalma será o primeiro internacional a regressar
«É um grande prazer estar aqui» - Carriço
Domingos garante espectáculo e quer ganhar
Luisão no top-20
A arma secreta de Defour
«Temos condições para ganhar» - Dzeko
Duelo no areal de Zenica

Capa do Record Record

Encostados à parede
O aparelho que mudou a vida de Defour
Cursach admite Edgar em Braga
Irven Ávila foi oferecido
«Sorte ao escolher Edgar para capitão»
Sami: «Muito bom para mim e para o coletivo»
Hugo Vieira causa susto

Capa do O Jogo O Jogo

Daúto Faquirá: "Com estes jogadores, tínhamos obrigação de fazer melhor".
Taça do Rei: Barcelona vence L`Hospitalet na 1ª mão
Selecção apupada à chegada a Sarajevo
Estoril segue em frente
Hulk, Luisão, Elias e Bruno César vão ser titulares na "canarinha"
Ricardo Santos assume comando do PGA de Portugal
Inzaghi: "É difícil sair do Milan"