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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

TAILÂNDIA: REVIGORAR O TURISMO

 A moderna cidade de Bnguecoque, a capital do Reino da  Tailândia
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Turismo uma necessidade urgente de ajuda
Suchat Sritama,
Seetalavajit Sabayjai
The Nation
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Os setores  público e privado precisam de ajuda, urgente, do governo para reconstruir a indústria do turismo. Ministro dos Desportos, Chumpol Silapa-Archa está planeando pedir ao gabinete do Governo de considerar as taxas de visto e de estacionamento de aeronaves no aeroporto Suvarnabhumi.
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Renúncia do ano passado de visto e de taxa - introduzido para ajudar operadores de turismo recuperar suas perdas após o encerramento do aeroporto e crise política - chegou ao fim em março deste ano. A dedução do imposto corporativo para viagens e reuniões também está sendo considerada.
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O governo também está considerando outras medidas para ajudar o sector:

TCEB se move para ajudar MICE

A Convenção de Tailândia e Exposições Bureau (TCEB) planeia se reunir com operadores em reuniões, incentivos, convenções e exposições (MICE) indústria na próxima semana para calcular os danos e prejuízos causados ​​pelas inundações. O TCEB é provável que procurar ajuda urgente do governo para restaurar a confiança dos negócios internacionais.

TAT foca mercado doméstico

A Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) vai apresentar na próxima semana a primeira fase do seu plano de restauração e pacotes que irá focar no mercado interno. As autoridades vão estimular os setores público e privado para organizar viagens de reabilitação em províncias que foram duramente atingidos pelas enchentes.
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Tailândia oferece tarifas especiais
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Piyasvati Amranand, presidente da Airways International, disse que a companhia aérea poderia oferecer tarifas que são 47-58 por cento mais barato no âmbito do "sul da Tailândia Flood Relief" de promoção. A promoção, introduzido ontem, vai até 10 de dezembro.
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Tailândia vai acomodar um total de 5.039 passageiros por dia em vôos do Aeroporto Suvarnabhumi para as províncias do sul, e vai acrescentar mais vôos e aeronaves mudar se necessário. 
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Sob a promoção, os vôos de Bangkok a Surat Thani será reduzido de BT4, 290 a Bt1, 820; Bangkok-Krabi a partir de BT4, 490 para Bt1, 920; Bangkok-Phuket a partir de BT4, 675 para BT2, 015; Bangkok-Hat Yai de BT5, 155 para BT2, 255, e Bangkok-Samui a partir BT6, 360 para BT2, 930.

DEPOIS DO DILÚVIO A VIDA NA TAILÂNDIA COMEÇA ENTRAR NA NORMALIDADE

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Uma criança, colhe pequenas flores jutno à inundação que principia a crescer
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Encontramo-nos, de momento, no centro das atenções, cuja a imprensa banguecoquiana vai noticiando que a Estrada Rama II vai ser inundada e a escassos 500 metros de distância vivemos num bairro há 21 anos.
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Quem ler as notícias, divulgadas, na sua ótica analisa que a estrada está submersa, intransitável de que assim não é, por enquanto, a estrada está seca e hoje 12.11.2011, pela manhã rodamos desde o principio da rodovia até cerca de 20 quilómetros e nas proximidades da localidade de Samut Sakhorn. 
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 E lá segue o casal com um sorriso nos lábios
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Há de facto algumas baixas de terrenos, adjacentes à estrada Rama II, inundadas, mas o trânsito de viaturas ligeiras, motocicletas vai sendo feito na normalidade. Mas por mais estranho que possa acontecer, há cerca de um mês que a imprensa vai relatando que a estrada Rama II (o eixo rodoviário que liga o norte da Tailândia a Singapura) vai ser inundada o que de facto, e ainda bem, não tem acontecido.

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Foi, entretanto, um bem porque as pessoas foram-se precavendo, fortalecendo com barreiras de sacos de cimento, vedações de blocos as entradas de suas casas que até não se sabe se foram necessárias as extras despesas.   
 E o homem lança a rede para pesacr uns peixitos no canal
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De qualquer forma mais vale prevenir que remediar! Resta a esperança de que depois da tempestade chegará a bonança porque há cerca de um mês não tem chovido e isto tem ajudado, imenso, que a água ou pelo seu correr natural em direcção ao Golfo do Sião ou bombeada tenha amenizado a tragédia e aliviado a carga da pilha de nervos de todos os que vivem no terreno e vítimas, materialmente ou psicologicamente da tragédia que os homens bem poderiam ter evitado, em 16 anos, depois da última inundação que teve lugar  em 1995.
José Martins
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 Três monges budista em cima da ponte olham a cheia do canal

Inundações na Tailândia – Água diminui em 11 distritos



The Nation - 12 novembro de 2011 08:02


Em 11 distritos água diminui de volume
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Bombas que funcionam, sem parar, para escoar a água de pequenos canais e atirando-a para o principal que a vai escoar no Golfo do Sião.
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Níveis de inundação permanecem acima de 80 centímetros em 560 locais abrangendo 12 distritos; Bangkok vice-govenador informa . Principais estradas da cidade voltarão secas dentro duas semanas
 

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Água da inundação  diminuí em 11 distritos de Banguecoque dado que a drenagem está em andamento a todo vapor, enquanto os níveis de água são estáveis ​​em Phasi Charoen e distritos Bang Khae, subindo em Min Buri e Sam Klong Wa.
 

A vida de cão, com as cheias, não é nada fácil... A casa do patrão, agricultor, já inundada.

Governador de Banguecoque Sukhumbhand Paribatra disse a barreira de grandes sacos de areia junto à estrada Vibhavadi Rangsit via que não funcionou bem e foi violada em três locais. Ele disse que a água da inundação em Phetkasem Road, uma alternativa à Estrada Rama II, como uma rota para o Sul do país, estava sendo drenada.
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Opinião de Sukhumbhand sobre a eficácia da barreira dos grandes sacos estavam em desacordo com uma declaração de seu vice-governador Theerachon Manomaiphibool, que teria dito havia funcionado bem. O deputado disse que o nível da água entre os dois lados dos grandes sacos foi 30 centímetros, e continuaria a diminuir. Os grandes sacos  fez aumentar o nível da inundação  das estações do BTS (comboio aéreo) Chit Mor por 5cm e Lat Wat Phrao por 2cm.
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"Dentro de duas semanas, as principais estradas em Banguecoque estarão secas", acrescentou.
 

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Uma declaração mais cedo pelo centro de “Bangkok Metropolitan Administration” do aliviamento   das inundações disse que a água havia diminuído em Don Muang, Lak Si, Mai Sai, Watthana Thawee, Chan Taling, Phlat Bang, Sue Bang, Chok Nong, Lat Krabang , Na Khan Yao e distritos Lat Phrao.
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O nível continua acima de 80cm a 560 localidades em 12 distritos.
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A secção de estrada Phaholyothin na intersecção Kamphaeng Phet está seca, bem como uma secção da estrada Charan Sanitwong da Bang Phlat para Boromratchonani. A rede de estradas conectando a próxima ArunAmarin estrada pelo rio Chao Phraya ainda está inundada, mas os veículos pequenos podem agora usá-la.
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Em Pathum Thani, o nível de enchente em três bairros inundados recuou fortemente, embora Route 345 ligue esta província a Banguecoque permanece sob a água,  em conjuntos habitacionais de luxo muitos ainda com intensidade.
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Dam Bhumibhol agora está liberando 26 milhões de metros cúbicos de água, muito menor do que durante o pico da inundação em províncias centrais. A drenagem foi condenada a fazer uma corrida de barco no possível Tak e províncias Kamphaeng Phet. Nakhon Sawan também viu correntes mais baixas em três grandes rios e níveis mais baixos em áreas urbanas, embora uma das principais estradas está sob um metro de água.
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Enquanto isso, o Grupo Cineplex Maior vai reabrir duas salas de cinema em Pinklao, como o nível de inundação na área retrocede.
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Em um comunicado, a empresa disse que o ramo autónomo será retomado o serviço normal amanhã, começando com um show de 10:00.
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Enquanto isso, dentro de seu ramo cineplex Central Plaza Pinklao reabrirá suas portas na segunda-feira.
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Uma vez que as inundações atingiram Banguecoque, a empresa que opera cerca de 70 por cento dos cinemas na Tailândia fechou as operações de 12 agências - MajorRangsit, FutureRangsit, Big C Nava Nakorn, Lotus Nava Nakorn, Chaeng Wattana, Fashion Island, Thanyaburi, MajorPinklao, CentralPinklao, Petchkasaem, Salaya e Ratchayothin. Ele também fechou sete ramos de boliche.

Central Pinklao também vai abrir amanhã.


O QUE SERIA O PASSEIO DO SENHOR SILVA AOS ESTADOS UNIDOS SEM A DAMA DE HONOR PAULO PORTAS

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Absolutamente defender a virgem... Como esta "merda" da política é...!!! Paulo Portas de quando jornalista, irreverente e de pouca credibilidade o que publicava no Independente, era então inimigo, figadal, do senhor Silva e agora, unha e carne!

Passos Coelho defendeu Paulo Portas na discussão do Orçamento

SEM COMENTÁRIOS DAQUI...FAÇAM-OS AÍ!

SEM PALAVRAS…
PUBLICADO NO DIÁRIO DA REPÚBLICA DE HOJE!!!!!!!!
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COMO DIRIA ÂNGELO CORREIA, O CRIADOR DA CRIATURA: OS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E DE NATAL PARA UNS MANTÉM-SE COMO DIREITOS ADQUIRIDOS, PARA OS OUTROS, HÁ QUE TER PACIÊNCIA, QUE SÓ EMPOBRECENDO É QUE LÁ VAMOS …
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Diário da República, 2.ª série — N.º 217 — 11 de Novembro de 2011
Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Despacho n.º 15296/2011
Nos termos e ao abrigo do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de
23 de Julho, nomeio o mestre João Pedro Martins Santos, do Centro de Estudos Fiscais, para exercer funções de assessoria no meu Gabinete, em regime de comissão de serviço, através do acordo de cedência de interesse público, auferindo como remuneração mensal, pelo serviço de origem, a que lhe é devida em razão da categoria que detém, acrescida de dois mil euros por mês, diferença essa a suportar pelo orçamento do meu Gabinete, com direito à percepção dos subsídios de férias e de Natal. O presente despacho produz efeitos a partir de 1 de Setembro de 2011.
9 de Setembro de 2011. — O Secretário de Estado dos Assuntos
Fiscais, Paulo de Faria Lince Núncio.
205324505

MAIS UM "MADURO" DE MANGA DE ALPACA DOS CLAUSTROS DAS NECESSIDADES







   Número de Documento: 13334061
 
   São Paulo, Brasil 11/11/2011 01:19 (LUSA)

  Temas: Trabalho, Conflitos laborais, Salários e pensões, Política, Diplomacia, relações internacionais
   
   
Brasil: Ex-funcionário protesta em frente ao Consulado de Portugal em São Paulo

São Paulo, 11 nov (Lusa) - Um ex-funcionário do Consulado Geral de Portugal em São Paulo, no Brasil, protestou quinta-feira em frente à representação diplomática, acusando o Governo de não lhe pagar verbas alegadamente garantidas numa ação judicial.
José Roberto Moreira, 62 anos, entrou com um processo na Justiça brasileira, contra o Estado português, em 2006, no qual pediu o pagamento dos depósitos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além de outros direitos laborais.
Depois de ter ganho o processo em setembro de 2010 e de a ação ter transitado em julgado em outubro, Moreira ainda não recebeu o dinheiro que reclama e estima em um milhão de reais (420 mil euros).
Sem o registo dos depósitos para a segurança social, Moreira, que trabalhou durante 38 anos no consulado português, viu o seu pedido de reforma negado e diz ter entrado “em desespero”, já que o salário foi cortado.
Desde 1993, Moreira é portador de VIH-Sida. Mais recentemente, descobriu que está com hepatite C. O manifestante disse ainda que, quando deixou de receber o salário, a sua esposa tinha acabado de engravidar por inseminação artificial.
As contribuições para o INSS (segurança social) e o FGTS (espécie de “poupança compulsória” do trabalhador) são obrigatórias no Brasil.
Em declarações à Agência Lusa, o ex-funcionário disse que os depósitos que lhe faltam são antigos. Os documentos que apresentou mostram que a dívida inclui todos os anos 70, 80 e 90. Segundo Moreira, os novos funcionários do consulado estão com a situação regularizada, mas parte dos mais velhos ainda tem pagamentos pendentes.
Questionado, o consulado de Portugal reconheceu que a Justiça brasileira deu ganho de causa ao ex-funcionário. No entanto, afirmou que o pagamento não foi feito porque o processo está na fase de discussão do valor da dívida.
Os cálculos, que incluem a atualização monetária de todo o período trabalhado, são feitos por um perito judicial e podem ser questionados por qualquer uma das partes.
A advogada do ex-funcionário consular reconheceu que os cálculos ainda esperam a palavra final da Justiça, mas acusou o consulado de adiar o pagamento por meio de recursos judiciais.
Sobre o corte no salário, o consulado declarou que o pedido para o fim do contrato de trabalho foi feito pelo próprio funcionário na sua ação.
“O consulado cumpriu totalmente a sua obrigação com relação ao salário do senhor José Roberto Moreira até ao mês passado”, quando a ação transitou em julgado, disse, em comunicado, o cônsul-geral de Portugal em São Paulo, José Guilherme Queiroz de Ataíde.
Pela legislação brasileira, o trabalhador que comprovar 35 anos de vínculo de trabalho formal tem direito à reforma, mesmo se a empresa não entregou os descontos corretamente.
Isso porque se estabeleceu a jurisprudência de que a obrigação de cobrar aos devedores é do Estado, que falhou na fiscalização sobre o empregador.
Ou seja, em caso de não pagamento das contribuições, o governo brasileiro deveria conceder o benefício ao trabalhador e assumir a cobrança da dívida.
No entanto, é comum que o direito não seja automaticamente reconhecido nos balcões do INSS, órgão que responde a milhares de processos na Justiça Federal do Brasil, o que ocorreu no caso de Moreira.
Apesar de estar obrigado a pagar ao ex-funcionário do consulado português, o Brasil não pode cobrar a dívida de Portugal na Justiça brasileira, devido à imunidade diplomática garantida pela Convenção de Viena.
GL.
Lusa/fim

PAPAI ADÃO E MAMÃ EVA SÃO PORTUGUESES!

A NACIONALIDADE DE ADÃO E EVA

Descrição: cid:5A4EC8292D02448BAC77931FDF14F4C5@AcerPC
Um alemão, um francês, um inglês e um português apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.

O alemão comenta:
- Olhem que perfeição de corpos:
Ela, esbelta e espigada;
Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados.
Devem ser alemães.

Imediatamente, o francês contesta :
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras:
Ela, tão feminina,
Ele, tão masculino,
Sabem que em breve chegará a tentação.
Devem ser franceses.

Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta :
- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto.
Só podem ser ingleses.

Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa,
o português declara :
- Não concordo. Olhem bem:
não têm roupa,
não têm sapatos,
não têm casa,
tão na merda,
Só têm uma única maçã para comer.
Mas não protestam ,
só pensam em sexo, e pior,
acreditam que estão no Paraíso .
Só podem ser portugueses

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011.

Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Encontra 2100 euros e devolve-os
Papa Bento XVI visita Cuba e México
Olavo Bilac: Pedido de insolvência
Rodrigo: Hat-trick em Espanha
Alentejo: Morre electrocutado
F. C. Rodrigo: Detido com armas
Faro: Lidera no poder de compra

Capa do Público Público

Não passa sem as notícias do Público? Torne-se assinante!
Wall Street fecha no verde depois de conhecido novo primeiro-ministro grego
Juiz de 1ª instância mantém prisão preventiva de Duarte Lima
Portugal goleia Moldova na corrida ao Europeu sub-21
Redução de quatro feriados é um absurdo, defende Carvalho da Silva
França investiga divulgação errada de corte de rating
Protestos frente à AR mobilizam cerca de 100 pessoas

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Porto é o campeão das quebras populacionais
Um plano alvar
Comboios parados a partir das 10.00
Portugueses têm 25 mil armas de defesa pessoal
Ministério estuda fim de aulas extras de Inglês e Música
Almofadas de contrafacção
Assim se semeia uma fileira mundial de plantas biológicas

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Comerciantes da Ribeira ameaçam fechar ponte de D. Luís I
Grupo de feministas corta trânsito em rua de prostituição
GNR detém empresário que encomendou assalto
Empresário do Algarve encomentou roubo a rival de Vila do Conde
Polícia foi ver estragos em garagem e encontrou 140 quilos de haxixe
Justiça brasileira rejeita pedido de "habeas corpus" para Duarte Lima
Sub-21 portugueses goleiam Moldávia

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

“Vale a pena comprar acções do BCP”
As respostas dos bancos ao cliente mistério
Cliente mistério: o que os bancos recomendam aos clientes
Cimenteira de Champalimaud ilibada e Cimpor acusada de cartel no Brasil
Bruxelas já não conta com mudanças no Orçamento
“Principal risco do país é externo”, alerta a Fitch
Portugal regressa em 2012 ao nível de riqueza de 2002

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

As notícias em foco na edição de hoje, dia 11 de Novembro, no Negócios
Bancos renegados podem disparar, diz o UBS
Contratação nas câmaras "não é cedência"
Governo admite responsabilizar ministros por actos ilegais
Juncker: "Jamais aceitarei dois grupos dentro do euro"
Governo dá presente financeiro à TMN, Vodafone e Optimus
Artilharia do BCE substitui bazuca europeia no alívio da pressão sobre Itália

Capa do Oje Oje

O pior da crise em Portugal será em 2012
Portugal inicia hoje duelo final em Zenica
REN reitera interesse em Cahora Bassa
Tsonga avança em Paris e garante ida a Londres
Alemanha compra 7,5% da EADS
Ricardo Santos estreia-se como campeão luso
Grécia afunda lucro do Crédit Agricole

Capa do Destak Destak

Jovens lusos com Oliveira inspirado goleiam Moldávia
Billy Crystal 'twitta' que vai apresentar os Óscares
José Penedos nega ter dado "informações específicas" ao seu filho sobre a REN
Goleado em Angola
Olavo Bilac está falido
Tribunal condena familia ao pagamento de 72 milhões de euros ao Fisco
Crise na Europa vai afetar mobilidade de estudantes

Capa do A Bola A Bola

Liverpool ameaçador
Presidente frustrado com derrota na Taça da Liga
Hora da verdade
Edgar furioso com o seu agente
Águia sem cachet na Suíça mas com oferta para estágios
Teófilo Gutiérrez volta a ser falado
Buenos Aires: Gil e Elias defrontam-se por um lugar nas meias

Capa do Record Record

André Santos como capitão
Godinho Lopes: «Desiludido? De modo algum»
Salvador insiste na caça ao tesouro
Emílio Macedo: «Vontade de Edgar é que vai prevalecer»
Veloso é aposta para o miolo
Treinador da Bósnia impôs jogo em Zenica
Ricardo A. Pinto destaca papel social do desporto

Capa do O Jogo O Jogo

Sub-21: Portugal "cilindra" Moldávia (5-0)
Domingos Paciência: "Fizemos o possível"
Sub-21: Rodrigo faz três em seis na goleada sobre a Estónia
Play-off: Cech vai jogar com máscara especial
Brasil com "portugueses" bate Gabão
Sporting perde com selecção de Angola
Luisão capitão do Brasil frente ao Gabão

INUNDAÇÕES DA TAILÂNDIA - E A EMBAIXADA DE PORTUGAL EM BANGUECOQUE

 

Devagar, devagarinho, calada


«NINGUÉM nos contactou da embaixada [de Portugal na Tailândia]. Não recebemos, sequer, um telefonema. Era uma questão de princípio. Excluindo quem trabalha na representação diplomática, somos cerca de uma dezena de portugueses a residir em Banguecoque. Vamos estando em contacto uns com os outros».
A residência de Carlos Santos, situada no distrito de Don Mueang, não foi poupada às inundações que têm fustigado parte da capital tailandesa. Foi compreensível a apreensão por si manifestada a’O CLARIM, no sábado (5 de Novembro), até porque este português, de 52 anos, já estava retido há cerca de uma semana em sua casa.
«A água está a subir de nível. Pernoito no primeiro andar com a esposa e filha. São noites sem comer, nem dormir. Estou encurralado! Depois de ter ultrapassado a barreira de sacos de areia que estavam à entrada, a água destruiu o jardim, infiltrou-se no subsolo e inundou todo o rés-do-chão da minha casa. A situação piorou nos últimos quatro dias [entre 1 e 5 de Novembro]», descreveu.
No entanto, o seu posto de trabalho estava salvaguardado. «Tenho dispensa de serviço. Trabalho a partir de casa. Estou em contacto telefónico com os supervisores, que me vão relatando o que tem acontecido nos turnos. Vou-lhes dando instruções», acrescentou o gerente de segurança da secção de carga da empresa AFM, que opera no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi.
Ficámos ontem a saber que a água atingia 1,20 (um metro e vinte) de altura em redor da sua moradia, sendo que as barreiras de protecção compostas por sacos de areia estavam a fazer a diferença, pois no jardim havia dez centímetros e nas divisões do rés-do-chão apenas um centímetro de água. Neste caso, os danos não foram maiores, por causa de um sistema de drenagem que está constantemente a escoar a água do rés-do-chão para o jardim.
Carlos Santos – recorde-se – esteve no Delta do Rio das Pérolas, entre 1985 e 1996: «Em Macau, trabalhei nos escritórios da empresa de construção civil e projectos, Tecsan; em Zhuhai, estive na instalação de equipamentos e treino de pessoal na primeira fábrica de seringas descartáveis».
Apreensão
No final da semana passada havia um português que já permanecia há cerca de doze dias no primeiro andar da sua residência. «Não lhe tem faltado nada. Tem comida! É impossível transitar na rua onde ele reside, sem ser numa embarcação. A esposa teve que sair de casa e ficar noutro local, pois tinha que trabalhar», referiu fonte conhecedora da situação.
A razão de muitas pessoas não quererem abandonar as suas casas, mesmo estando rodeadas de água, em alguns casos com mais de um metro de altura, foi-nos explicada pelo antigo correspondente da LUSA na capital tailandesa, José Martins: «Estando os pisos térreos inundados, é natural que os bens de valor tenham sido transferidos para os andares superiores das habitações. Contudo, tem havido pilhagens. Há quem se aproxime das casas, com barcos de plástico ou com jangadas. Se notam que algumas dessas habitações estão abandonadas, serão então um alvo fácil dos “amigos do alheio”».
O também ex-funcionário da Companhia de Electricidade de Macau (CEM), entre 1988 e 1989, é daquelas pessoas que tem resistido da melhor forma possível à ansiedade: «Fiquei a saber, no dia 11 ou 12 de Outubro, que a zona onde habito estaria para ser inundada a 27 de Outubro. Estamos na sexta-feira, 4 de Novembro, e está tudo seco. Os boatos são terríveis, põem as pessoas em alvoroço. A água deve chegar dentro de alguns dias. Estou à espera dela há cerca de três semanas», salientou.
A água começou, entretanto, a invadir lentamente o alcatrão de algumas ruas da área onde reside, na noite de segunda-feira (7 de Novembro). Confirmámos ontem que a habitação de José Martins, situada no distrito de Bang Khun Thian, ainda estava a salvo da inundação.

Vida normal
O único português contactado pel’O CLARIM, que não passava por grandes sobressaltos, era o transmontano Osvaldo Ochoa. «Vivo num 6º andar, no distrito de Bang Sue. Está tudo sequinho, no apartamento e na área de residência. Levo uma vida normal; vou ao supermercado e treino no ginásio», disse-nos, no Domingo (6 de Novembro), este lutador profissional de Muay Thai.
Quanto à representação diplomática em solo tailandês, explicou-nos Ochoa, de 31 anos: «Não houve qualquer telefonema da embaixada portuguesa; mas recebi um e-mail, há cerca de duas ou três semanas, com informação sobre a situação na Tailândia e em Banguecoque».
No e-mail que lhe foi enviado – continuou – havia algumas recomendações, tais como: «1– evitar as zonas inundadas; 2– ter água potável e alimentos em casa, com alguma abundância; 3 – ter dinheiro, porque algumas caixas de multibanco deixaram de funcionar». Os seus hábitos diários não mudaram, até porque – como nos disse ontem – «as ruas continuam a estar secas».
Carlos Santos, por seu lado, não se recorda de ter recebido qualquer e-mail com tal conteúdo: «Talvez tenha recebido, mas se calhar já foi há algumas semanas. Se assim aconteceu, tinha a informação que todos nós conhecíamos, até porque estamos atentos às notícias dos jornais e da televisão. É preciso notar que a situação piorou».
José Martins alinhou pela mesma bitola: «Não telefonaram a ninguém e não recebi qualquer e-mail». Quanto à embaixada portuguesa, frisou: «Está protegida por um muro reforçado, do lado do rio Chao Phraya. Havia um sistema automático de drenagem, que foi construído no tempo do embaixador Melo Gouveia, em 1983. Espero que ainda esteja em funcionamento».
Embaixador Torres Pereira mudo
O CLARIM enviou, no passado dia 29 de Outubro, um e-mail ao diplomata Jorge Torres Pereira a solicitar informação sobre a situação dos portugueses, na qualidade de turistas, residentes em Banguecoque, ou no resto do País. Contudo, até ao fecho desta edição não nos foi dada qualquer resposta pelo embaixador de Portugal na Tailândia. Ficámos, entretanto, a saber que a água tinha ultrapassado as barreiras de protecção da embaixada. Pelo menos, no dia 31 de Outubro, uma área próxima ao portão da entrada principal estava alagada. O interior do edifício, porém, tinha sido poupado.
PEDRO DANIEL OLIVEIRA - Em Banguecoque (Tailândia)