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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CORTICEIRA AMORIM ATINGE MÁXIMOS - À MARGEM

Corticeira Amorim atinge máximos
Negócios
28/02/12, 01:06
OJE

A Corticeira Amorim atingiu, em 2011, o melhor ano de sempre em termos de vendas e de resultados. A unidade de negócios das rolhas teve um papel crucial ao nível das vendas consolidadas.
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A empresa revela que a rolha de cortiça ganhou quota de mercado em relação aos vedantes de plástico e de alumínio, o que levou as vendas a máximos de 494,8 milhões de euros, mais 8,3% do que no período homólogo, enquanto o resultado líquido se situou nos 25,274 milhões de euros. Este valor representa uma subida de 23,1% em face do exercício anterior.
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A inovação também foi relevante nas vendas, pois a unidade de negócios de revestimento registou um crescimento de 10% devido ao aumento da procura do novo conceito de pavimento flutuante LVT.

Em contraste, a unidade de isolamento, que está muito dependente dos mercados europeus de construção e de reconstrução, não aumentou as vendas. A segunda metade do ano foi complicada para a Europa e a faturação no Médio Oriente não foi suficiente para compensar as quebras.
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Entre os indicadores relevantes regista-se a subida de 9,7% do EBITDA corrente, para os 72,4 milhões de euros, enquanto o rácio EBITDA/Vendas revelou uma subida ainda mais expressiva, de 14,6%, tendo atingido um dos melhores rácios de sempre da empresa.
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No EBITDA consolidado tiveram impacto a unidade de rolhas, com 37,4 milhões de euros, e as matérias--primas, com 19,6 milhões de euros. Em termos comparativos entre os dois últimos exercícios, a subida mais expressiva aconteceu com a unidade de revestimentos, tendo o EBITDA aumentado de 6,3 milhões para 10,3 milhões de euros.
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A margem bruta operacional atingiu os 5,12%, revelando uma ligeira descida face ao exercício anterior. A influenciar este valor esteve o aumento das matérias-primas e o efeito cambial desfavorável. A margem bruta subiu 7,7% para os 18 milhões de euros.
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Presença em 103 países
A Corticeira Amorim está presente em 103 países e gerou, no ano passado, vendas superiores a 490 milhões de euros. Esta indústria tem um impacto relevante na conservação e preservação da biodiversidade na bacia do Mediterrâneo.
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Gastos operacionais sobem
Os gastos operacionais correntes aumentaram 6,2%, tendo sido afetados pelo crescimento dos fornecimentos e serviços externos, que subiram 10,5%. Este item foi afetado pelo aumento do preço dos combustíveis, eletricidade e transportes.
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À MARGEM: Estou ligado à Corticeira Amorim há 28 anos. 
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Quando o embaixador Mello Gouveia, foi acreditado representante de Portugal no Reino da Tailândia (1982) pretendeu activar as relações comerciais entre Portugal e a Tailândia, convidando várias empresas portuguesas para se instalarem na chancelaria da embaixada e utilizar seus meios de comunicação. 
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Nessa altura as comunicações eram o telefone e o telexe (o faxe aparecia depois de 5 anos) e a Tailândia, era ainda uma bela adormecida ainda não tinha espirrado para o progresso e isso veria acontecer, em grande escala na década 90 do século passado. 
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A Corticeira Amorim desde logo enviou um seu representante, o Fernando de Oliveira que se instalou na chancelaria e a base de suas deslocações para outros países da Ásia.  O sr. Américo Amorim, embora já grande empresário, mas não com a dimensão actual e o homem mais rico de Portugal. 
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As vendas de cortiça na Ásia atingiram quantidades astronómicas, graças ao dinamismo de Fernando Oliveira que ainda hoje, embora já não resida em Banguecoque, viaja à Ásia e ao Oriente duas vezes por ano a vender cortiça e seus afins. 
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Continuamos a ser bons amigos e de Portugal me carrega, sempre que vem a Banguecoque, 5 quilos de Bacalhau, porque neste Reino não há à venda, seco, o fiel amigo. 
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O sr. Américo Amorim que já não vejo há 13 anos, quando passava por Banguecoque gostava de conversar comigo. Era um homem simples e bom conversador. 
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De quando o ICEP encerrou a representação em Banguecoque e eu tinha sido, por 5 anos, o representante depois de saber a "desgraça" o senhor Américo Amorim que o ICEP deixava de existir, escreveu e assinou por sua mão, uma carta, informando que não deveria ser encerrado e deu as melhores referências de minha pessoa como um elemento útil ao desenvolvimento no comércio na Tailândia. 
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Nada já haveria a fazer... O ICEP deixava de existir, criado em seu lugar o AICEP e a diplomacia económica que foi a maior "cavalada" do ministro dos Estrangeiros, de má memória,  embaixador Martins da Cruz de ser criada uma floreira (espaço de boys) de rosas mal-cheirosas. Voltaremos ao assunto em altura oportuna.
José Martins

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