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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Mário Lino sai da Caixa por acumular pensão e salário

 Mais um "gajo" a entrar na reforma, pró-caralho, dourada

Maria Ana Barroso  

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Lino foi um dos ministros mais polémicos do governo de José Sócrates. Saiu do executivo PS em 2009.
Lino foi um dos ministros mais polémicos do governo de José Sócrates. Saiu do executivo PS em 2009.
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O antigo ministro de José Sócrates abandonou os órgãos sociais das seguradoras da Caixa.
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Mário Lino abandonou o cargo de presidente do conselho fiscal da Fidelidade Mundial e da Império Bonança, seguradoras da CGD actualmente em processo final de fusão. 
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O Diário Económico sabe que a saída se deve ao facto de o antigo ministro das Obras Públicas de José Sócrates estar a acumular a reforma que recebe com o salário relativo ao cargo que desempenhava no órgão social das companhias do grupo Caixa.
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A nomeação de Lino para o conselho fiscal das seguradoras do banco estatal gerou polémica quando foi noticiada, em 2010. 
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Só que a entrada em vigor, entretanto, das novas regras de acumulação de pensões e salários pôs em causa a continuação de Mário Lino no cargo de presidente do conselho fiscal das seguradoras do grupo estatal. 
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O fim de mandato das equipas de gestão e fiscalização das seguradoras (Fidelidade e Império têm as mesmas chefias) teve como consequência natural a saída de Lino.
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Desde a entrada em vigor das novas regras que, quem exerça funções no Estado e receba, em simultâneo, uma pensão, deve pedir a suspensão do pagamento dessa subvenção enquanto estiver nesse cargo. 
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Lino saíra do governo de Sócrates em 2009, altura em que o executivo de então foi remodelado, tendo entrado António Mendonça para o cargo de ministro das Obras Públicas.

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