A austeridade vai obrigar também a novos cortes nas pensões - iguais aos que já são aplicados aos salários da função pública e a um aumento da contribuição dos recibos verdes para a segurança social.
À MARGEM: Eles, de vários
Governos, foram culpados da pobreza, à vista, em Portugal.
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Neste país não
vejo saída, alguma, para novos, meios novos e velhos. Pela frente espera a miséria
à gente de Portugal. Os novos fogem do país e vão procurar trabalho em outras
bandas.
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Mesmo sem
especialidade, à cabeça, sujeitar-se-ão a qualquer trabalho mesmo que esta seja o
de colectores de lixo, varredores de ruas, criados de mesa e viverão com alguma
dignidade e a que não topam na terra
onde nasceram.
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Na década
setenta, século findo, houve um surto de emigração clandestina, entre os
jovens, cuja esta não era pela falta de trabalho em Portugal, nas ex-terras de
África administradas por Portugal, mas sim para fugiram à mobilização de
incorporação no exército português e partirem, depois, para além mar e proteger
os portugueses brancos, mulatos, pretos e de outras etnias que por séculos ali
estavam fixados.
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38 anos já
foram passados, depois da “tal” implementação do sistema democrático e Portugal
de ano para ano tem empobrecido uns e engordado outros.
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Os gordos são
os que se foram amanhando nos partidos que além de se entregarem à corrupção e
conseguiram uma, duas, três e mais reformas.
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Em 38 anos
formaram-se, em Portugal, homens sem vergonha que sistematicamente se foram
entregando ao viver de habilidades oportunistas. Há muitos que não se lhe pode dar outro nome do que "LADRÕES" protegidos.
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Está provado
que o dinheiro produz vicios e quando este caido céu aos trambolhões melhor aínda.
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A Justiça não funciona porque deixa os “ladrões” de colarinho engomado à solta, senta-se ao lado deles e come na mesma mesa.
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O que a mim me
mete mais dó são os pobres velhos, reformados como eu, que no fim da vida vão
passar misérias e fome que não mereciam.
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Portugal
precisa de renascer, outra vez, do nada e que se levantem os homens bons e
arrumem a casa Portugal.
José Martins
