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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O MILAGRE DOS SILVAS EM BELÉM E SEUS AMIGOS BANDIDOS

O Milagre dos Silvas

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A “Plataforma Cidadã de Resistência à Destruição do SNS” preocupada com as recentes declarações do Senhor Presidente da República, informa que no próximo dia 28, Sábado, às16 horas, irá repetir o histórico “milagre das rosas” à porta de Belém, evitando, assim, que o senhor Presidente passe fome.
Como de acordo com as suas recentes alegações o seu miserável rendimento é insuficiente para suportar as despesas do seu excelso agregado, aproveitamos também para lhe entregar em mão o Manifesto da Plataforma (http://www.manifestosns.tk/?page_id=31), com as assinaturas recolhidas até à data, em nome dos milhões de portugueses que nos próximos longos e negros meses ficarão impossibilitados não só de comer, como também de adoecer, na sequência da nova legislação para a Saúde, que embora totalmente alheia ao espírito da Constituição da República, o Sr Presidente não impugnou.
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Esta será uma “cerimónia” pública. Convidamos todos os utentes do SNS a participarem nela, contribuindo com a oferta de um pãozinho duro e bolorento.”
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Eu vou. Difícil vai ser arranjar o pão bolorento que cá por casa evita-se o desperdício alimentar, mas por uma boa causa até ofereço um pãozinho da véspera aos Silvas nesta hora de grande aperto. Sempre pode fazer uma açorda.
Sábado 28 Janeiro às 16 Horas

E QUE SEJAM MUITO FELIZES E MUITAS CRIANCINHAS!



Luciana Abreu: “Ainda não faltou comida na mesa” 
(Actualizada)A Ferver: 26.1 - 22h Por:  
Vânia Nunes
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Sem projectos em televisão e com Yannick Djaló ainda sem clube, Luciana Abreu revela que têm gerido da melhor maneira o dinheiro que amealharam, já que neste momento não têm fonte de rendimentos.
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"Sempre fizemos poupanças e gerimos bem o nosso dinheiro. Não somos pessoas de esbanjar. Somos poupados, por isso é que conseguimos ter a vida que queremos, com a casa e os carros que gostamos", revela a actriz de 26 anos, acrescentando: "Até agora, ainda não faltou comida na mesa, graças a Deus."
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E apesar de garantir que ainda não fez grandes sacrifícios, Luciana – que é mãe de Lyonce Viiktórya, de um ano, e está grávida de cinco meses e meio de outra menina – explica que já mudou alguns dos hábitos. 
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"Eu e o Yannick pensamos como todos os portugueses: em vez de irmos para o Dubai com a família, fomos para o México. Temos de ter dois dedos de testa e pensar no futuro. Mas não me posso queixar. Sou grata a Deus pela vida que tenho".
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Recorde-se que Lucy vai abdicar da carreira para acompanhar o marido, que deverá assinar por um clube estrangeiro.

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Demissão em bloco no CCB
Alcoutim: Transporte de doentes
Santo Tirso: Despiste faz ferido
Allgarve: Em vias de extinção
Rui Rio: Má gestão nas câmaras
António Costa: Comemora 5 Outubro
Coração mata bebé de um ano

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Reitor da Universidade de Coimbra promete não aumentar propinas
BES mantém a data de divulgação das contas
Conselho Directivo do CCB demite-se em bloco
Nintendo apresenta perdas e anuncia consola para o fim do ano
“Santos Ferreira vai fazer falta ao BCP”, diz o presidente do BES
Lisboa vai continuar a festejar o 5 de Outubro, diz Costa

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Presidência insustentável
Assalto a posto da Galp "rende" perto de 300 euros
Citações piratas
Deslizamento de terras faz três mortes no Tua
Investigadores da PJ não são testemunhas
"O problema é refinanciar a dívida de países como Portugal"
Diogo já pode brincar com a nova prótese da mão

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Varzim à pesca de talentos chineses
1633 operários perderam a vida na última década
Kuduro dos Buraka Som Sistema em Guimarães
22 países da União Europeia já assinaram o ACTA
Jerónimo Martins vence prémio de melhor desempenho na Bolsa
Desabamento no centro do Rio de Janeiro deixa quatro mortos
Idoso morto em casa há varios dias em Miragaia

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Accionistas convidam Santos Ferreira para ‘adviser’ da internacionalização
Novo líder do Santander Totta poderá ser espanhol
Santos Ferreira defende mudança de estatutos
Mercado aplaude alteração na gestão do banco
Nuno Amado será o novo presidente do BCP
Governo muda regras para comparticipar medicamentos
Empresas obrigadas a adoptar novos modelos de negócio

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Santos Ferreira promete transição "tranquila" no BCP
A capa do Negócios da edição de dia 27 de Janeiro
Rajoy avança com plano para combater o desemprego
A longa marcha do banco mal amado
Valham-nos Draghi e Bernanke!
Preço baixo ameaça avaliação das PPP pedida pela troika
Estado de excepção justifica actos de excepção

Capa do Oje Oje

Angolanos impõem nova gestão no BCP
Groundforce irá manter os 2 mil efetivos
Regime de tributação de holdings é "dos piores" da União Europeia
Nokia bate estimativas nos smartphones
easyJet ganha com segmento corporate
Contribuintes arriscam nova penalização
Benfica e FC Porto em missão fora de portas

Capa do Destak Destak

Número de mortos em desabamento de prédios sobe para seis, buscas prolongadas por 48 horas
Portugal está a recuperar competitividade apesar de "ventos contrários" -- Carlos Moedas
Bolsa de Tóquio fechou sessão de hoje em ligeira baixa
Cerca de 200 pessoas exigem libertação de presos pelas FARC
Disparados 'rockets' contra academia militar perto da casa onde Bin Laden foi morto
Obama acusa Chávez de usar EUA como "desculpa para o fracasso" das suas políticas
Justiça vai processar ex-ditador Ríos Montt por genocídio

Capa do A Bola A Bola

Palermo: Presidente diz que Pinilla tem problemas de caráter
Liga recusou mudança do Feirense-Benfica para Aveiro
Danubio também quer punição do Peñarol por causa de Rodrigo Mora
Aldeia Olímpica começa a ser mobilada
Dínamo Kiev: Betão marca primeiro golo ao fim de três anos no clube
Ex–árbitro acusado de assédio sexual
Messi na capa da Time

Capa do Record Record

Fenómeno James
Inter ainda quer Guarín
Targino ruma ao Servette
Defesa sofredora
Filha do talento
Ivanildo ainda à espera
Pedro Moreira: «Podemos recuperar os pontos perdidos»

Capa do O Jogo O Jogo

Valência ruma às meias-finais da Taça do Rei
Ricky Rubio: "Sou o Xavi do basquetebol"
Estoril goleia Atlético (5-0)
AC Milan afasta Lázio da Taça
Hulk continua no ginásio
CAN 2012: Costa do Marfim apurada; Angola bem encaminhada
Varela: "Não podemos facilitar"

NEM TUDO QUE RELUZ É OURO DE LEI! NA CHINA AS COISAS NÃO VÃO COMO POR AÍ SE PENSA


Impressionante...

 
 A BOLHA CHINESA ?...

Clique a seguir

PASSOS COELHO FOI ONTEM SURPREENDIDO POR UMA MANIFESTAÇÃO DE MULHERES DAS PERNAS ABERTAS

 
 

E O PORTAS NÃO PARA DE VENDER PEIXE PODRE - CONTINUA UM CACAS


E o Cágado do Portas lá vai seguindo apregoar a sua demagogia baratucha e a facturar as ajudas de custo. Este "cacas" vão ultrapassar o Luis Amado em viagens... Acabo de saber de minhas fontes, informativas, do Palácio das Necessidades que o "cacas" do Porta está a f............ o resto que por lá havia de bom!

Paulo Portas garante que a situação de Portugal é muito diferente da Grécia

Paulo Portas garante que a situação de Portugal é muito diferente da Grécia

2012-01-25 20:28:06

Portas pede ao PS que olhe para o exemplo espanhol sobre o limite ao défice na Constituição

2012-01-25 17:22:44
 
 

CARTA ABERTA AO VENERANDO CHEFE DO ESTADO A QUE ISTO CHEGOU

Senhor Presidente,

Há muito muito tempo, nos dias depois que Abril floriu e a Europa se abriu de par em par, foi V.Exa por mandato popular encarregue de nos fazer fruir dessa Europa do Mercado Comum, clube dos ricos a que iludidos aderimos, fiados no dinheiro fácil do FEDER, do FEOGA, das ajudas de coesão e mais liberalidades que, pouco acostumados,  aceitámos de olhar reluzente, estranhando como fácil e rápido era passar de rincão estagnado e órfão do Império para a mesa dos poderosos que, qual varinha mágica, nos multiplicariam as estradas, aumentariam os direitos, facilitariam o crédito e conduziriam ao Olimpo até aí inatingível do mundo desenvolvido.
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Havia pequenos senãos, arrancar  vinhas, abater barcos, não empatar quem produzisse tomate em Itália ou conservas em Marrocos, coisa pouca e necessária por via da previdente PAC, mas, estando o cheque passado e com cobertura, de inauguração em inauguração, o país antes incrédulo, crescia, dava formação a jovens, animava a construção civil , os resorts de Punta Cana e os  veículos topo de gama do momento. 
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Do alto do púlpito que fora do velho Botas, V.Exa passaria à História como o Modernizador, campeão do empreendedorismo, símbolo da devoção à causa pública, estóico servidor do povo a partir da marquise esconsa da casa da Rua do Possôlo.
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Era o aplicado aluno de Bruxelas, o exemplo a seguir no Mediterrâneo, o desbravador do progresso, com o mapa de estradas do ACP permanentemente desactualizado.
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O tecido empresarial crescia, com pés de barro e frágeis sapatas, mas que interessava, havia  pão e circo, CCB e Expo, pontes e viadutos, Fundo Social Europeu e tudo o que mais se quisesse imaginar, à sombra de  bafejados oásis  de leite e mel,  Continentes e Amoreiras, e mais catedrais escancaradas com um simples cartão Visa.
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Ao fim de dez anos, um pouco mais que o Criador ao fim de sete, vendo a Obra pronta, V.Exa descansou, e retirou-se. Tentou Belém, mas ingrato, o povo condenou-o a anos no deserto, enquanto aprendizes prosseguiam a sanha fontista e inebriante erguida atrás dos cantos de sereia, apelando ao esbanjamento e luxúria.
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No início do novo século, preocupantes sinais do Purgatório indicaram fragilidades na Obra, mas  jorrando fundos e verbas, coisa de temerários do Restelo  se lhe chamou.
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À porta estava o novo bezerro de ouro, o euro, a moeda dos fortes, e fortes agora com ela seguiríamos, poderosos, iguais.
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Do retiro tranquilo, à sombra da modesta reforma de servidor do Estado, livros e loas  emulando as virtudes do novo filão foram por V.Exa endossados , qual pitonisa dos futuros que cantam, sob o euro sem nódoa, moeda de fortes e milagreiro caminho para o glorioso domínio da Europa.
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Migalha a migalha, bitaite a bitaite, foi V.Exa pacientemente cozendo o seu novelo, até que, uma bela manhã de nevoeiro, do púlpito do CCB, filho da dilecta obra, anunciou aos atarantados povos estar de volta, pronto a servir. Não que as gentes o merecessem, mas o país reclamava seriedade, contenção, morgados do Algarve em vez de ostras socialistas.
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Seria o supremo trono agora, com os guisados da Maria e o apoio de esforçados amigos que, fruto de muito suor e trabalho, haviam vingado no exigente mundo dos negócios, em prol do progresso e do desenvolvimento do país.
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Salivando o povo à passagem do Mestre, regressado dos mortos, sem escolhos o conduziram a Belém, onde petiscando umas pataniscas e bolo-rei sem fava, presidiria, qual reitor, às traquinices  dos pupilos, por veladas e paternais  palavras ameaçando reguadas ou castigos contra a parede.
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E não contentes, o repetiram segunda vez, e V. Exa, com pungente sacrifício lá continuou aquilíneo cônsul da república, perorando homilias nos dias da pátria e avisando ameaçador contra os perigos e tormentas que os irrequietos alunos não logravam conter.

Que  preciso era voltar à terra e ao arado, à faina e à vindima, vaticinou V.Exa, coveiro das hortas e traineiras; que chegava de obras faraónicas, alertou, qual faraó de Boliqueime e campeão do betão;  que chegava de sacrifícios, estando uns ao leme, para logo aconselhar conformismo e paciência mal mudou o piloto.
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Eremita das fragas, paroquial chefe de família, personagem de Camilo e Agustina, desprezando os políticos profissionais mas esquecendo que por junto é o profissional da política há mais anos no poder, preside hoje V.Exa ao país ingrato que, em vinte anos, qual bruxedo ou mau olhado, lhe destruiu a obra feita, como vil criatura que desperta do covil se virou contra o criador, hoje apenas pálida esfinge, arrastando-se entre a solidão de Belém e prosaicas cerimónias com bombeiros e ranchos.
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Trinta anos, leva em cena a peça de V.Exa no palco da política, com grandes enchentes no início e grupos arregimentados e idosos na actualidade.
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Mas, chegando ao fim o terceiro acto, longe da epopeia em que o Bem vence o Mal e todos ficam felizes para sempre, tema V.Exa pelo juízo da História, que, caridosa, talvez em duas linhas de rodapé recorde um fugaz Aníbal, amante de bolo-rei e desconhecedor dos Lusíadas, que durante uns anos pairou como Midas multiplicador e hoje mais não é que um aflito Hamlet nas muralhas de Elsinore, transformado que foi o ouro do bezerro em serradura e  sobrevivendo pusilâmine como cinzento Chefe do estado a que isto chegou, não obstante a convicção, que acredito tenha, de ter feito o seu melhor.
Respeitoso e Suburbano,  devidamente autorizado pela Sacrossanta Troika
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António
Maria dos Santos
Sobrevivente (ainda) do Cataclismo de 2011
 

JM CORREIA PINTO: CAVACO E A FALTA DE TRANSPARÊNCIA


A POLÍTICA DAS MEIAS VERDADES
Como se disse no post anterior, Cavaco tem uma irreprimível tendência para se “meter na boca do lobo”. Mas isso não acontece por acaso. Cavaco usou frequentemente a demagogia quando era Primeiro ministro. Muito "bem acompanhado" por gente que ficará tristemente assinalada na história desta democracia portuguesa, Cavaco usou durante dez anos os meios de comunicação com mestria, tendo recorrido para isso a todos os Moniz de serviço que para ai existiam.

Agora, muito desacompanhado e até relativamente distanciado daqueles que na sua área política vêem nele um estorvo, Cavaco comete erros sobre erros, inaceitáveis para quem anda na política há tanto tempo.

Mas há em todos eles um pecado original que tem acompanhado Cavaco desde o início e que é a verdadeira causa das reacções indignadas que as suas palavras, ou as explicações que as sucedem, têm gerado entre os portugueses: a falta de transparência.

É a falta de transparência que está base do episódio das escutas; é a falta de transparência que nunca lhe permitiu explicar as particulares condições de compra e venda das acções da SNL; é a falta de transparência que o fez cair naquela trapalhada explicativa da permuta da qual resultou a “casa da Coelha”; e é também a falta de transparência que o enredou no episódio das reformas.

O que indignou os portugueses no triste episódio das reformas foi, por um lado, a omissão de recusa do ordenado de Presidente da República por opção por um rendimento mais vantajoso e, por outro, a insistência despropositada numa pensão obtida por trabalho em part-time, deixando implícito um rendimento mensal que estava muito longe de corresponder ao realmente auferido.

Como também aqui já se disse o que estava a perturbar Cavaco era a hipotética perda dos subsídios de férias e de Natal da pensão do Banco de Portugal, numa altura em que via outros amigos seus acumularem pensões e ordenados obscenos sem que lei alguma se oponha a isso.

Estas manifestações contra Cavaco, além de saldarem velhas contas (dez anos de arrogância à frente do Governo), são também a expressão do profundo mal-estar que grassa na sociedade portuguesa e que somente precisa de um pretexto para se manifestar.

Infelizmente, não estão a atingir o elo mais forte, nem o alvo que interessava abater. Pelo contrário, o Governo até pode tirar vantagem de um Presidente mais enfraquecido e menos credível.
1 comentários

O KAOS E SEUS BONECOS POLÍTICOS... O MELHOR DE PORTUGAL NA INTERNET!

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«Durante séculos, a majestosa cidade de Braga especializou-se na produção de um produto: padres. Basta percorrer as monumentais ruas da cidade para perceber a importância que a religião e a Igreja Católica têm para a região. 
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São edifícios e mais edifícios (muitos deles de grande dimensão) dedicados à produção e formação de sacerdotes. Hoje em dia, a indústria de produção de sacerdotes bracarenses está em declínio”. (…) 
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Porquê? (…) A grande causa do declínio da Igreja Católica em Portugal é simplesmente a falta de competitividade. A indústria de produção de padres perdeu competitividade, pois os custos de produção de novos sacerdotes são demasiado altos e o preço do sacerdócio é extremamente elevado.»
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Álvaro Santos Pereira, O Medo do Insucesso NacionalForam “pérolas” como esta que levaram o Passos Coelho ir  buscar este Álvaro a uma desconhecia universidade canadiana e promove-lo a Super-Ministro da Economia. 
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Quando alguém fala de uma industria de produção de padres e conclui que a grande causa do declínio da Igreja Católica em Portugal é simplesmente a falta de competitividade entramos num mundo de infinitas possibilidades de abordagem do assunto. 
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É como entrar numa outra dimensão, num mundo de loucura, um mundo em que tudo pode ser imaginado e a relação entre tudo o que existe pode ser alterada ao ponto de envergonhar o próprio surrealismo. 
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Talvez até se possa propor o “franchising ” de Padres Bracarenses semelhante ao dos Pasteis de Belém. Este governo sem este Álvaro não teria graça nenhuma.

CAMILO LOURENÇO ESCREVEU: "O FMI VEIO ONTEM DIZER......"

O FMI veio ontem dizer que a redução do défice orçamental português, em 2011, ficou aquém do previsto. 
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Agora compare-se o que diz o Fundo com o discurso reinante em Portugal: o Governo foi mais longe do que exigia a Troika (lenga-lenga muito frequente na boca de PS, PCP e BE); os cortes na despesa vão paralisar alguns sectores (versão dos sindicatos); estamos próximos de um ponto de viragem (versão do Governo).
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O que o FMI fez foi despejar-nos um balde de água fria na cabeça, alertando para o essencial: fizemos progressos em 2011 mas não fizemos o que devíamos ter feito. A instituição está a ser injusta? 
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Não. Não fomos buscar o fundo de pensões da banca para tapar buracos (erro de que nos vamos arrepender daqui a uns anos)? E não estamos a "aguar" algumas medidas que devíamos tomar na frente orçamental (v.g. reforma das autarquias, redução de organismos públicos, fusão de institutos públicos sem dispensar quem fica redundante...)?
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O alerta do Fundo é muito bem-vindo. Porque ainda não iniciámos a parte mais dolorosa do programa de ajustamento (corte de despesa corrente e adopção de regras que permitem o crescimento contínuo dessa despesa) e já estamos a cantar vitória. Como se o Estado tivesse deixado de gastar o equivalente a 51,3% do Produto Interno Bruto... 
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E depois admiramo-nos que as taxas de juro de longo prazo estejam acima de 12%. Estão porque têm de estar; porque não estamos a fazer o suficiente para tornar as Finanças Públicas sustentáveis (no pain, no gain).
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É esta pedagogia que o Presidente da República devia estar a fazer, em vez de se descredibilizar com declarações idiotas sobre as suas despesas. camilolourenco@gmail.com

VIVA O BENFICA E O EUSÉBIO TAMBÉM!

OS "BURACOS" POLÍTICOS PORTUGUESES QUE ESBURACARAM A ECONOMIA DE PORTUGAL - SANTANA LOPES



 
 
Não se pode, por aí além, afirmar que o Pedro tenha sido grande buraco ou buraquito. O Pedro foi um político charmoso, engatatão e conquistou as mulheres que desejou. Outras amaram-no e até seriam capazes de se ajoelhar a seus pés. O Pedro tem largos anos na política, PSD e nos seus meandros principiou muito jovem. 

O Pedro foi ministro, primeiro-ministro, presidente de duas câmaras e sei lá que mais o Pedro teria sido. Obra não se conhece ao Pedro, até nem será necessário... Pró Pedro, bom vivante, gajas, gajas, praias e carros topo de gama. Hoje o Pedro é provedor da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa que o primeiro-ministro Passos Coelho o arrumou, antes que por aí andasse a chatiá-lo. 
Em baixo está, parte, do curriculum do Pedro.


Referências

  1. http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389794&idCanal=12
Precedido por
Durão Barroso
Precedido por
Sousa Cintra
Sucedido por
José Roquette
Precedido por
Aguiar de Carvalho
Precedido por
João Soares
Sucedido por
Carmona Rodrigues
Precedido por
Durão Barroso
Sucedido por
José Sócrates
Precedido por
Carmona Rodrigues
Sucedido por
Carmona Rodrigues

A PEÇA A SEGUIR DEVE SER LIDA.....OS HOMENS DE BEM EM PORTUGAL SENTEM-SE DEFRAUDADOS...!!!

 

As miseráveis reformas do Cabrão de Boliqueime, analisadas pela medíocre pena de António Sousa Bicha, perdão, Sousa Homem

Imagem do Kaos

Desde que o "Concorde" voou pela última vez que estou limitado à oferta dos transportes públicos banais.
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Ora, coisa que é heráldica nos transportes públicos banais é o exercício da coprofilia física e mental dos sanitários anexos.
Português que se preza deixa suja a casinha, para o que se lhe segue, senão, não é macho, e isso de ser macho é coisa que anda a rarefazer-se, tal como a qualidade da democracia nacional. 
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Todos nós, conhecemos, pois, aquele angustiante momento da aflição, em que temos MESMO de esvaziar o intestino, e começamos a saltar de reservado em reservado, em busca daquele que ofereça melhores condições de não sairmos de lá com uma infetocontagiosa de estirpe resistente.
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Bergson estudou esta qualidade psicológica do Tempo, e Proust explorou-a depois, e só nos vêm estas referências culturais, quando, depois de percorrermos tudo, achamos mais saudável procurar uma moita, que se apreste a receber a fase terminal do nosso almoço caro...
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Como devem perceber, já estou a falar da substituição de Mega Ferreira por Vasco Graça Moura, na gestão daquela retrete de calcário caro que o Sr. Aníbal mandou prantar em Belém, e conseguiu, já na altura, o prodígio de custar, incompleta, quase o dobro do genial Guggenheim de Bilbao, mas nós cá só sabemos fazer coisas em grande, lapidares, CARAS, para deixarem, não rasto, mas dívidas, para a Eternidade.
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Mega Ferreira, uma espécie de Carrilho dos postos "culturais", fez uma carreira que ninguém percebe onde começou, mas sabe por onde passou e que teve os apoios da poia do costume.
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Para mim, sibarita e nefelibata, o momento mais alto do percurso do traste foi, quando, casado oportunisticamente com a célebre Vice Reitora e pró copofónica Clara Pinto Correia, ela um dia veio, à praça pública, estúpida, sem saber que já havia antes um juiz e os rapazinhos todos do "Bric à Bar" -- os tais do memorável apartamento de Santos -- dizer que andava a ser encornada com um célebre trapezista e médico dos "bas fond gay". 
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A crise tinha se dado em Atenas, muito antes da bancarrota, quando numa briga de bichas, o trapezista Risério saiu do carro, e deixou a Mega sozinha e parada, num engarrafamento de uma das cidades mais poluídas e corruptas do mundo... 
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O carmo e a trindade não caíram, porque, em Portugal, nada cai, nada se desmancha, tudo se integra, e ficou a pairar sempre aquela dúvida da má língua, que, ciclicamente, recai sobre figuras impolutas como Marco Paulo, Zezé Castel Branco, Cláudio Ramos e Ribeiro e Castro.
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É claro que o Mega não... "era", e a coisa passou em claro, sobretudo, quando ele começou a abastecer-se no mercado "low price" de Cuba, com os nossos dinheiros da Parque Expo: os machos vinham, faziam o que tinham a fazer, e regressavam aos arquipélagos que Colombo confundiu com as Índias Orientais, de onde veio o topónimo "Gare do Oriente", onde Mega simulava longos orgasmos, sobretudo depois da colostomia a que foi sujeito, e que, de vez, lhe limpou o nome da infâmia com que o cobriam, de ter feito a carreira toda "de empurrão".
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A verdade é que, ao longo de uma carreira realmente toda feita "de empurrão", entre outros empurrões, foi conhecendo trastes afins, como Francisco José Viegas, o futuro breve rombo, costa concordiano, deste governo: fizeram "parties" no "Expresso", na "Ler", no "Círculo de Leitores" (de lombadas), e, assim como o Viegas nunca parou muito tempo nos mesmos sítios, o Mega tinha uma estaca enterrada no cu, que o ia alçando a postos cada vez mais altos, e mais de acordo com o Princípio de Peter.
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Mal se viram em situação de se traírem, mutuamente, sabendo cada um o NADA que valia cada qual, um demitiu o outro, e, ao demiti-lo cavou a sua sepultura, pois nunca se deve pedir a quem pediu, nem servir o Pocinho de quem serviu...
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Acontece que, ao contrário dos Alpes, dos Pirenéus, do Atlas e dos Himalaias, Portugal só tem uma coisa rasteirinha, a Serra da Estrela, que as saloias costumam considerar ser uma das sete maravilhas naturais do mundo, sobretudo, depois de virem de lá com as crias a deitar ranho pelo nariz, naqueles dias de névoa e nevão, pelo que, a hierarquia dos poleiros nunca consegue alcançar grandes elevações, neste país desgraçado. 
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À maneira de Cavaco Silva, que conseguiu alcançar o seu topo da base no Palácio de Belém, Mega Ferreira teve os seus quinze minutos de glória enxovalhada nos penicos da Expo e do CCB, embora toda a gente soubesse que, para criatura de tal estatura, seria necessário ressuscitar Frederico e Catarina, a Grande, para o convidarem para Potsdam e São Petersburgo, para ouvir o que a luminária teria para lhes ensinar.
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O complexo disto tudo é que o enxovalhamento que acabei de fazer de Mega (micro) Ferreira se adapta, quase ponto por ponto, ao traste que o foi substituir, no CCB.
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De Vasco Graça Moura, exceto a má catadura que tem, poderíamos ressalvar ser, como Mega, um comissário político, que frequenta a "Cultura", tal como o Mega frequentava os célebres sanitários defronte da Maternidade Alfredo da Costa, onde me chegou a assediar, mostrando uma coisinha que, deus meu, já na altura parecia um prodígio da nanotecnologia... Vasco Graça Moura, pelo contrário, é mais daquelas gajas que se recobrem de leopardos e andam com a defunta "Franco Maria Ricci" debaixo do braço, embora não percebessem peva de italiano, mas só para mostrar que gostavam de comprar dourado impresso em negro.
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As anomalias feitas por ambos os trastes valeram sempre milhões, e regeram-se, sempre, por usar os dinheiros públicos, e até estavam num equilíbrio estático dinâmico, um pouco à maneira dos movimentos brownianos, um bocado para cima, um bocado para o lado, um bocado para a frente, mas, mas, mas... nunca, nunca, nunca, para baixo, porque as lojas não deixavam, até aparecer um tubarão ainda mais medíocre, esse tal de Viegas, do Pocinho, uma Clara Ferreira Alves de calças, que, por aparecer muito na televisão, a falar de papel estragado com obras inexistentes, levou a preta de Massamá a dizer ao Passos Coelho, "querido, já temos o nosso homem na Cultura...", e tinham, um homem que frequentara tudo o que eram águas mornas das letras do Sistema, com graves omissões de passagem pelo "Correio da Manhã", como poderão confirmar na "Wikipédia", por três razões principais, e o que eu vou escrever não sou eu que sei, foi um passarinho que me contou: a de Francisco José Viegas fazer parte da terceira escolha, como Otávio Ribeiro, para a direção da choldra, em sede vacante, depois da saída de António Marcelino e de Leonor Pinhão, da "Mafia do Record" -- a mesma do Carlos Abreu Amorim, cujas "Blasfémias" não passaram de um mero pretexto e trampolim para a bancada do Sistema, versão PSD -- e de Paula Teixeira da Cruz, incurável viuvinha do homem mais sinistro de Portugal, Paulo Teixeira Pinto, do poema "Tão"; e, por fim, a de ter abocanhado a secção "Imperdível", da Revista de Domingo, com o pseudónimo de António Sousa Homem, onde se prova que um gajo que tem a alma vendida tantas vezes até consegue estar na posição de fazer "crítica" a si mesmo.
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O "judaísmo" de Francisco José Viegas, esse Secretário da "Cultura" a curto prazo não é judaísmo, é oportunismo, puro fariseísmo, e a epítome do rés do chão do estado de coisas a que chegámos. Adoraríamos saber quanto recebe por continuar a fazer "cut & past" de lugares de cultura onde nunca foi, e recomendações literárias de coisas que nunca viu, não conhece, nem verá.
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Está-lhe no sangue, e à altura da "Cultura" nacional, cujo última epifania é aquele entubamento, ligado à máquina, de "Guimarães 2012", uma coisa que se intitula "portuguesa", e estreia com os "Fura dels Baus" (!), que devem ter custado uma fortuna, e um incêndio na Sede do PSD, que, disse-me também um passarinho... não foi "inocente" :-)
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Toda a gente sabe que esta merda está por um fio, para estoirar: pode ser que estoire, desta vez, de uma forma diferente..., culturalmente..., sei lá, pela minha pena, ou de um outro qualquer..., sei lá, de alguém que, como eu, que não escrevo nem com um décimo da qualidade do António Sousa Bicha, perdão, Homem, nem tenho os 23 cms de André Wilson da Luz Viola para me consolarem, finalmente se decida a pôr a boca no trombone.
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(Quadril(h)ateramente, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")