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domingo, 19 de fevereiro de 2012

PRÓ "NABO" PASSOS COELHO: ATÃO O ACORDO ORTOGRÁFICO É MESMO PARA CUMPRIR?


HAJA ALGUÉM QUE NÃO VERGUE A ESPINHA, JÁ QUE NÓS DIVULGADORES DA LINGUA MÃE ACEITAMOS TUDO E NOS VERGAMOS A TUDO E TODOS. PARA SERMOS AMIGOS/IRMÃOS NÃO É PRECISO DIZER QUE SIM A TUDO. 
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TENHO TRÊS FILHOS E TODOS TÊM CARACTERÍSTICAS DIFERENTES E POR ISSO NÃO DEIXAM DE SER IRMÃOS E AMIGOS.
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Date: Sun, 19 Feb 2012 19:34:43 +0000

À Vossa atenção! Espero que o Malata possa ler.

*Património em risco

08 de Fevereiro, 2012

Os ministros da CPLP estiveram reunidos em Lisboa, na nova sede da organização, e em cima da mesa esteve de novo a questão do Acordo Ortográfico que Angola e Moçambique ainda não ratificaram.
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Peritos dos Estados membros vão continuar a discussão do tema na próxima reunião de Luanda. A Língua Portuguesa é património de todos os povos que a falam e neste ponto estamos todos de acordo. 
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É pertença de angolanos, portugueses, macaenses, goeses ou brasileiros. E nenhum país tem mais direitos ou prerrogativas só porque possui mais falantes ou uma indústria editorial mais pujante.
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Uma velha tipografia manual em Goa pode ser tão preciosa para a Língua Portuguesa como a mais importante empresa editorial do Brasil, de Portugal ou de Angola. O importante é que todos respeitem as diferenças e que ninguém ouse impor regras só porque o difícil comércio das palavras assim o exige. Há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais respeitáveis que sejam, ou às "leis do mercado". Os afectos não são transaccionáveis. 
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E a língua que veicula esses afectos, muito menos. Provavelmente foi por ter esta consciência que Fernando Pessoa confessou que a sua pátria era a Língua Portuguesa.
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Pedro Paixão Franco, José de Fontes Pereira, Silvério Ferreira e outros intelectuais angolenses da última metade do Século XIX também juraram amor eterno à Língua Portuguesa e trataram-na em conformidade com esse sentimento nos seus textos. Os intelectuais que se seguiram, sobretudo os que lançaram o grito "Vamos Descobrir Angola", deram-lhe uma roupagem belíssima, um ritmo singular, uma dimensão única. 
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Eles promoveram a cultura angolana como ninguém. E o veículo utilizado foi o português. Queremos continuar esse percurso e desejamos que os outros falantes da Língua Portuguesa respeitem as nossas especificidades. Escrevemos à nossa maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das nossas Línguas Nacionais. 
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Sabemos que somos falantes de uma língua que tem o Latim como matriz. Mas mesmo na origem existiu a via erudita e a via popular. Do "português tabeliónico" aos nossos dias, milhões de seres humanos moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas.
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Intelectuais de todas as épocas cuidaram dela com o mesmo desvelo que se tratam as preciosidades. Queremos a Língua Portuguesa que brota da gramática e da sua matriz latina. Os jornalistas da Imprensa conhecem melhor do que ninguém esta realidade: quem fala, não pensa na gramática nem quer saber de regras ou de matrizes. 
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Quem fala quer ser compreendido. Por isso, quando fazemos uma entrevista, por razões éticas mas também técnicas, somos obrigados a fazer a conversão, o câmbio, da linguagem coloquial para a linguagem jornalística escrita. É certo que muitos se esquecem deste aspecto, mas fazem mal. 
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Numa entrevista até é preciso levar aos destinatários particularidades da linguagem gestual do entrevistado. Ninguém mais do que os jornalistas gostava que a Língua Portuguesa não tivesse acentos ou consoantes mudas. O nosso trabalho ficava muito facilitado se pudéssemos construir a mensagem informativa com base no português falado ou pronunciado. 
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Mas se alguma vez isso acontecer, estamos a destruir essa preciosidade que herdámos inteira e sem mácula. Nestas coisas não pode haver facilidades e muito menos negócios. E também não podemos demagogicamente descer ao nível dos que não dominam correctamente o português.
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Neste aspecto, como em tudo na vida, os que sabem mais têm o dever sagrado de passar a sua sabedoria para os que sabem menos. Nunca descer ao seu nível. Porque é batota! Na verdade nunca estarão a esse nível e vão sempre aproveitar-se social e economicamente por saberem mais. 
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O Prémio Nobel da Literatura, Dário Fo, tem um texto fabuloso
sobre este tema e que representou com a sua trupe em fábricas, escolas, ruas e praças. O que ele defende é muito simples: o patrão é patrão porque sabe mais palavras do que o operário!
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Os falantes da Língua Portuguesa que sabem menos, têm de ser ajudados a saber mais. E quando souberem o suficiente vão escrever correctamente em português. Falar é outra coisa. O português falado em Angola tem características específicas e varia de província para província. 
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Tem uma beleza única e uma riqueza inestimável para os angolanos mas também para todos os falantes. Tal como o português que é falado no Alentejo, em Salvador da Baía ou em Inhambane tem características únicas. 
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Todos devemos preservar essas diferenças e dá-las a conhecer no espaço da CPLP.
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A escrita é "contaminada" pela linguagem coloquial, mas as regras gramaticais, não. Se o étimo latino impõe uma grafia, não é aceitável que através de um qualquer acordo ela seja simplesmente ignorada. Nada o justifica. 
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Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes do mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras.

**" A palavra escrita é um elemento cultural, a falada apenas social
"* (Fernando Pessoa)

AS FARPAS,POLÍTICAS, DO KAOS DE 20.02,2012

Retrato de um Ministro, imagem de uma desgraça anunciada


É um Artista português

Ainda não o fui ver, mas já me disseram que é um grande filme e é considerado o favorito a ganhar o Oscar deste ano. Já deste “remake” à portuguesa duvido que ganhe seja o que for.

O MINISTRO DA ECONOMIA ÁLVARO SANTOS O REI DO PASTEL DE NATA


O Rei do Pastel de Nata.
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Não sabe que existe uma empresa em Portugal que exporta pastéis de nata há 19 anos.

TENHAM PENINHA DO SENHOR SILVA...JÁ NÃO GANHA PARA CALÇAS E SÓ PARA CUECA


FREGUESIASLEAKS VAI REBENTAR COMO UMA BOMBA


UM EXCLUSIVO DESTE BLOGUE

Em breve vai ler aqui no PPTAO como o Património Nacional Natural tem sido roubado sob a responsabilidade das Juntas de Freguesias e com o conluio das Câmaras Municipais.
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Um processo escandaloso a comprovar como os baldios pertencentes ao Património Nacional Natural têm sido paulatinamente sugados para dar lugar ao lucro infame e ao desbarato da construção civil.
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Neste trabalho que está a ser finalizado, o leitor vai perceber a razão maior pela qual os grandes interesses ligados ao roubo do Património Nacional Natural tudo têm feito para que o número de Freguesias não seja reduzido.

AS MACHADADAS POLÍTICAS DO CANTIGUEIRO

Passos Coelho – Será que sabe, realmente, alguma coisa?

O miserável mentiroso, trafulha e catavento Pedro Passos Coelho, prepara-se para começar a “suavizar” a sua enérgica negação sobre o precisarmos ou não de mais dinheiro e mais tempo para cumprir o programa de austeridade imposto pela troikaAgora já diz não saber se vamos precisar “disso”.
Eu também não sei... mas sei que uma coisa não teremos certamente: a oportunidade de ouvir da boca deste calhordas, como não ouvimos da boca de outros antes dele, um pedido de desculpas a todos aqueles que foram sendo insultados, por defenderem  que este programa de austeridade é errado na sua essência, profundamente injusto na sua forma, impossível de cumprir nos prazos impostos.
Mas também... já tivemos razão “antes do tempo” em tantas outras coisas...

FALTA DE SENSO DIPLOMÁTICO E O ABANDONO DE UMA MISSÃO DIPLOMÁTICA

Da esquerda para a direita: o último Chanceler Chalerm (de nacionalidade tailandesa) embaixador Tadeu Soares e o Alipio Monteiro, de nacionalidade canadiana e a quem Tadeu Soares, além de emprego, lhe concederia, abusivamente, privilégios diplomáticos.


Nós sabemos que muita coisa segue mal na Embaixada de Portugal em Banguecoque. Temos conhecimento que pela força da circunstância o embaixador teve de se deslocar a Lisboa em missão de serviço e deixou a representá-lo um indivíduo, de nome Alípio Monteiro, de nacionalidade canadiana, contratado localmente e admitido pelo embaixador José Tadeu Soares em Julho de 1999.
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Infelizmente a Embaixada de Portugal tem quadros administrativos que não foram preenchidos: Vice-cônsul, chanceler, assistente administrativo principal e outros lugares que conforme os funcionários sairam, os lugares não foram ocupados. Entretanto desde 1999 sempre teve um número 2 que ficaria a representar o chefe de missão como Encarregado de Negócios a.i, na ausência deste.
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O número 2 partiu para Lisboa e quem fica a representar o chefe de missão é o Alípio Monteiro de nacionalidade canadiana.  
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Mas o mais estranho que nos possa parecer é que na embaixada de Portugal em Banguecoque, existe uma senhora licenciada Adida Cultural/Leitora de Português, ligada ao Instituto Camões, sob a tutela do Ministro dos Negócios Estrangeiros que pode muito bem representar o Chefe de Missão em casos de Missões de Serviço, como aconteceu agora.
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Ora acontece que temos uma prova de vida para ser assinada por um diplomata de carreira, para enviar à Caixa Geral de Aposentações que nós estamos vivos, que já deveria ser entregue até 31 de Janeiro passado que me chegou só ha dias.
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Temos dúvidas se um funcionário contratado localmente, canadiano, a quem o embaixador lhe legou poderes (Encarregado dos Arquivos) se por Lei poderá assinar a nossa Prova de Vida.
José Martins

PORTUGAL A NAÇÃO DE POLÍTICOS "CAPADOS"

Isto foi em 1974 e depois da revolução da liberdade. São passados  38 anos e os políticos portugueses não conseguiram resolver o problema da economia portuguesa. Assim nem daqui a outros 38, cuja soma é igual a 76 anos e o problema económico desta pobre nação estará resolvido. Somos um país de políticos sem "tarecos" e capados.

LIXO NAS ESCADARIAS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA


 

 cLique a seguir para o video

Colocados frente à Assembleia da República mais de 200 sacos de lixo


Mais de duzentos sacos de lixo foram colocados frente à Assembleia da República.

P.S. Os sacos do lixo nas escadarias da Assembleia da República dão deram por aí grande "sainete", mas o que dá mesmo é o de atirarem, à passagem, do Passos Coelho, de Paulo Portas e sua comitiva, umas baldadas de merda, bem fermentada, que empeste o lugar de cheiro insuportável que vai obrigar a fugir os não atingidos e os borrifados com "merda" liquida e mal-cheirosa ficam por ali  a sacudir a farpela, envergonhados. Como a merda não produz ferimentos a pena será mínima, aplicada pela Justiça aos atiradores da mercadoria fecal.
José Martins

PASSOS COELHO O "CACAS" A IMPOR-SE PARA ACABAR COM AS TRADIÇÕES,SECULARES, DE PORTUGAL

Vale a pena ouvir o "merdas" do ditadorzeco no video. Ninguém conhecia o "merdas", mas o "cacas" escreveu um livro e lá está o "gajo" a impor-se. Se advinha, desde já, que vai mesmo ter um bonito enterro com música e missa cantada.

 

Política 

 

Mais de 100 municípios não acatam fim da tolerância de ponto no Carnaval


Mais de 100 municípios do país não vão respeitar a decisão do governo de acabar com a tolerância de ponto na terça feira de Carnaval.

E ASSIM O "PAULINHO" COM MAIS UMA BATATA QUENTE NO BOLSO...!!!

PS embaraça Paulo Portas com iniciativa sobre Olivença

legenda da imagem
Manuel de Almeida, Epa



PS embaraça Paulo Portas com iniciativa sobre Olivença


Seis deputados do PS endereçaram ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, uma pergunta que parece destinada a causar-lhe embaraços sérios. Para os deputados interpelantes, Portas deveria intervir contra as comemorações planeadas em Espanha para assinalar a anexação daquela antiga cidade portuguesa.

A pergunta, citada pela Agência Lusa, admite nos seus considerandos que a controvérsia bi-secular sobre aquela cidade é assunto "reconhecidamente delicado e tem-se revestido de cuidados especiais, de forma a evitar ferir suscetibilidades históricas e nacionais".

Mas, segundo os seis subscritores (Maria de Belém Roseira, Alberto Martins, Paulo Pisco, Basílio Horta, Gabriela Canavilhas e Laurentino Dias), dá-se agora a circunstância de que, "após as últimas eleições autárquicas em Espanha, realizadas em maio de 2011, o
Ayuntamento de Olivença passou a ser dirigido pelo Partido Popular, tendo o novo executivo decidido realizar em junho próximo uma megaprodução que consiste na reconstituição da Guerra das Laranjas, facto histórico que ocorreu em 1801, e que assinala a anexação de Olivença por parte de Espanha".

O texto invoca também o Direito Internacional, sublinhando que o Ato Final do Congresso de Viena, ao dar por conlcluída a guerra entre Portugal e Espanha, dispõe "que Espanha procederia à retrocessão [de Olivença] para Portugal", mas que isso "nunca veio a acontecer, até hoje", havendo portanto um problema de fronteiras ainda por acordar.


A planeada comemoração inclui um conjunto de atracções ao longo de 18 dias - por isso lhe chamam "megaprodução" - que, do ponto de vista dos seis deputados celebra a "derrota da população oliventina". E, tratando-se alegadamente de uma tal afronta à população da cidade, seria, segundo o teor da missiva enereçada a Paulo Portas, "avisado uma intervenção no sentido de impedir a realização da reconstituição da Guerra das Laranjas, para evitar melindres diplomáticos e nas populações de Olivença e nas de outros municípios vizinhos em Portugal".


Na conclusão mais incisiva do texto, os deputados perguntam se o ministro considera ou não os planeados festejos como coisa  "inadequada, dado que Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre Olivença". E sugerem que seria aconselhável o Governo português "intervir, pelo menos diplomaticamente, para que tal reconstituição não se produza".


O deputado Paulo Pisco, ouvido pela Lusa sobre a iniciativa da área socialista, declarou que o seu objectivo é "tentar sensiblizar" o Governo para o problema e, ao mesmo tempo, reatar com "uma tradição de aproximação e cooperação entre as populações de Olivença e do outro lado da fronteira, em Portugal". E remata que "jJulgamos que é um pouco desnecessário avançar com uma reconstituição que fere a sensibilidade dos portugueses e dos oliventinos".

A CORAGEM DE DANIEL DEUSDADO: VALENTIM, O INOCENTE



Valentim, o inocente

Por Daniel Deusdado


As 162 páginas do acórdão do caso "Quinta do Ambrósio" mostram ao detalhe como o "clã Valentim" aproveitou a venda de um imóvel de Gondomar para montar um grande negócio cujo dinheiro público foi parar integralmente a offshores. O "major" vai entrar na história: impossível de apanhar. É muito mais esperto que os tribunais e a Polícia Judiciária juntos. Tudo simples. Ora vejam:
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1. Ludovina Silva, com 80 anos, decide vender a "Quinta do Ambrósio", em Fânzeres. Uma das filhas consegue marcar uma reunião com Valentim Loureiro, em Junho de 2000, para lhe perguntar se a Câmara de Gondomar estaria interessada. O "major" diz que não, mas perante a aflição, encaminha-a para o seu vice-presidente, José Luís Oliveira, grande proprietário gondomarense e habitual negociador imobiliário.
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2. É já em Outubro que o vice-presidente de Valentim, José Luís Oliveira (comparsa de muitas aventuras, entre as quais as do Apito Dourado) acorda verbalmente com a filha da viúva a compra da Quinta por pouco mais de um 1 milhão de euros.
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3. Aqui entra Laureano Gonçalves, advogado, ex-inspector das Finanças e especialista em "estruturas fiscais". É comparsa de Valentim nas questões desportivas (Boavista, Federação Portuguesa de Futebol) e passa a ser ele a face destas operações, além de sócio de José Luís Oliveira. Entretanto, pouco tempo depois, ambos convidam o filho de Valentim, Jorge Loureiro, para fazer parte do negócio.
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4. A STCP andava à procura de um local para uma nova estação de recolhas de autocarros em Gondomar (está no Plano de Investimentos tornado público em 1999). A STCP aceita comprar a Quinta do Ambrósio. Por quanto? 4 milhões de euros. Quatro vezes mais do que havia sido combinado pagar à viúva poucos meses antes.
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5. Laureano monta então uma estratégia, através de empresas offshore nas Bahamas e Ilhas Caimão, para camuflar os quase 3 milhões de lucros da futura venda à STCP com a maior discrição e menos impostos possíveis.
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6. Oliveira Marques e Gonçalves Martins, na altura, respectivamente, presidente e administrador da empresa de transporte STCP, dão luz verde à compra da Quinta do Ambrósio apesar de não terem qualquer avaliação independente sobre o real valor do imóvel. Exigem também à Câmara de Gondomar que faça por desafectar a "reserva agrícola" que impendia sobre parte da quinta. A CCDRN e os organismos de Agricultura e Ambiente não param o progresso de Gondomar - as autorizações surgem ainda durante o ano de 2001. (Um parêntesis: nunca chegou a haver qualquer estação da STCP na Quinta do Ambrósio).
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7. Laureano fica entretanto com "plenos poderes de procurador" da viúva. É já ele quem trata do contrato-promessa, em Março de 2001, em nome de Ludovina, à STCP (e depois concretiza a escritura final, em Dezembro de 2001).
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8. Ludovina recebe um milhão de euros na conta do BCP (o combinado com o "vice" de Valentim), enquanto os restantes quase 3 milhões de lucro extra vão parar a uma conta no BPN que Laureano criou em nome da viúva. É este fiscalista quem os envia em nome de Ludovina para contas offshore a fim de se dividirem depois pelo filho de Valentim (Jorge), pelo "vice" de Valentim (José Luís Oliveira) e por ele próprio. Obviamente, cada um deles, com contas offshore (BPN-Caimão e Finibanco-Caimão)
Conclusão 1: depois de centenas de milhares de euros gastos em investigação policial e tribunais, vai tudo preso? Não. Nada. Além disso, o negócio só foi descoberto por acaso durante o "Apito Dourado".... Outra dúvida: por que pagaram os administradores da STCP uma verba irreal por um terreno duvidoso? Quem os pressionou? Por fim: qual a decisão do tribunal quanto ao filho de Valentim, ao vice-presidente da Câmara, e ao amigo advogado? O tribunal condenou-os apenas por branqueamento de capitais em um ano e dez meses de prisão... com pena suspensa. That's all folks!!!
Conclusão 2: com tão notável serviço público ficamos agora à espera que a filha (e vereadora) de Valentim tome o lugar do pai em Gondomar e o "major" avance sem medo para a Câmara do Porto. Como não falta dinheiro nos offshores do clã, não deve ser difícil pagar a oferta de electrodomésticos aos eleitores e obter vitórias retumbantes. 
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O populismo é filho da miséria, incluindo a moral.
JN, 09 de Fevereiro de 2012

AINDA BEM QUE EM PORTUGAL NÃO TEMOS POLÍTICOS CORRUPTOS


Clique a seguir para ver e ouvir o video

Se houvesse corrupção em Portugal




O Presidente alemão, Christian Wulff, acaba de apresentar a demissão do cargo, por causa do seu envolvimento num caso de corrupção relacionado com a obttenção de juros de favor num empréstimo bancário
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Ainda bem que em Portugal não temos corrupção, que senão Cavaco Silva teria apresentado a sua demissão em plena campanha eleitoral assim que rebentou o escândalo Quinta da Coelha. 
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Ou até antes, em pleno mandato, pelo envolvimento no banquete BPN. Mas acabou reeleito. É também por isto que nos chamam preguiçosos. Deixamo-las acontecer, por mais escandalosas que sejam. Os corruptos e incompetentes contam com a abstenção e com uma indiferença que insiste em repetir que "eles são todos iguais" para se fazerem eleger.
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Não é por acaso que, em países a sério, onde o povo não despreza a utilização do voto, o mais ligeiro indício de corrupção tem como consequência quase automática uma demissão. É que estas coisas pagam-se caro. 
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Nas urnas de voto. Nós temos BPn e temos PSD, temos auto-estradas em PPP a juros agiotas e sem risco para o "parceiro" privado e temos PS, temos submarinos e temos CDS, que é para não dar mais exemplos. 
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E temos uma auditoria à dívida que revelaria quem pagou quanto e a quem, que está por fazer. O que nos dizem as sondagens é que, se as eleições fossem hoje, apesar de tudo isto e apesar da calamidade que varre o país, ganhariam precisamente os mesmos três de sempre. Os suspeitos são aqueles que os questionam. Somos um povo mesmo porreiro.
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Vagamente relacionado: o ex-ministro dos Governos de Sócrates Luís Amado será o novo presidente do conselho de administração do BANIF.

PAULO PORTAS MUITO POR BAIXO NA AVALIAÇÃO PÚBLICA!

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Notas Verbais ( http://notasverbais.blogspot.com ) levou a cabo uma sondagen para o minsitro Portas ser avaliado. O resultado das sondagens estão em baixo e dado, até agora, como não ser a pessoa certa no lugar exacto.

Paulo Portas, como MNE


Alta nota
6,06%
Nota suficiente
12,12%
Nota sofrível
42,42%
Baixa nota
39,39%

À MARGEM: Paulo Portas um "rapaz" com as suas ambições desde que foi jornalista "trapalhão" e de má fé com o objectivo de entrar na política. Entrou aliado ao PSD que lhe viria a dar mão e a pasta da Defesa. Logo se aprontou a comprar dois submarinos, para a Marinha Portuguesa e um mundo de corrupção. Claro que o Paulo Portas não está envolvido no negócio dos submarinos porque enquanto os outros (seus amigos) se movimentavam na Alemanha o Paulo Portas entretinha-se a dar milho aos pombos no Rossio! 
José Martins

O PÁSSARO NÃO SABE NEM LHE CONVÉM DIZER...!!!


Mira Amaral não revela o que vai acontecer aos 750 trabalhadores do BPN


Mira Amaral diz que ainda não sabe quantos funcionários precisa no BPN. Em entrevista ao DN e à TSF, o presidente do BIC não se compromete com nenhum número de trabalhadores, e lembra que a instituição diminuiu para metade o volume de negócios.

E DEPOIS DE AGOSTO DO ANO PASSADO HAVERÁ NOVIDADES DO MINISTRO PORTAS?



Paulo Portas aponta reconstrução como prioridade para a Líbia

Paulo Portas aponta reconstrução como prioridade para a Líbia

2011-08-25 20:49:57