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terça-feira, 24 de abril de 2012

O CANCRO CHAMADO RÁDIO TELEVISÃO PORTUGUESA (RTP)

                          
REPASSEM...NÃO PAREM!
Escândalo na RTP -
Catarina Furtado ganha mil euros por dia!!!

Repassem enviando para todos os vossos contatos.

É vergonhoso este tipo de notícias, quando o país está como está e,ainda por cima, uma funcionária de uma empresa pública (
RTP) que acumula milhões de prejuízo. Pudera!... E anda em missões humanitárias
por esse mundo fora, como Embaixadora disto e daquilo...

Façam circular. Isto tem de chegar à Troika!
Catarina Furtado ganha mil euros por dia!


Catarina Furtado, que sábado passado estreou "A Voz de Portugal" na RTP1, é a estrela mais bem paga na estação pública. A revista "Focus" assegura que ela recebe 30 mil euros por mês.
Em tempo de crise, esta notícia não caiu nada bem e não tardaram a surgir as habituais manifestações de desagrado.
No entanto, Catarina não está sozinha nestes salários milionários.



José Carlos Malato é a figura pública que se segue, ao receber 20 mil euros por mês, valor semelhante ao do seu colega Fernando Mendes.




Jorge Gabriel recebe 18 mil, seguido por Sílvia Alberto e João Baião, que recebem 15 mil. 
A bela Sónia Araújo aufere 14 mil, valor semelhante ao do director de informação Nuno Santos.



O jornalista e escritor José Rodrigues dos Santos leva para casa 13 mil euros todos os meses. 



Depois vem a apresentadora Tânia Ribas de Oliveira e a jornalista Fátima Campos Ferreira, ambas com 10 mil euros, e por fim Maria Elisa, que ganha 7 mil euros.




A polémica está, ao que parece, instalada no interior da estação pública e ameaça alastrar ao exterior. 



Num momento em que o Governo estuda a privatização de um dos canais da RTP, a divulgação destes números só vem dar força aos que consideram a RTP um "sugadouro" do dinheiro dos contribuintes. 
Dá que pensar... não??!


(Encaminhem)

FALTA-NOS O ALMADA NEGREIROS PARA DESENHAR AS COMEMORAÇÔES, DE 2012, DO 25 DE ABRIL...!!!



25 DE ABRIL UM DIA NEGRO NA HISTÓRIA, COMTEMPORÂNEA, DE PORTUGAL

Sempre estive nas tintas para os arautos, que surgiram depois do 25 de Abril, da liberdade. Igualmente se esses arautos estiveram encarcerados e levaram umas lambadas no lombo, teriam sido poucas e se perderam, aquelas, que não lhe acertaram no costelado. 
Não duvidei das boas intenções dos militares que fizeram a revolução de 25 de Abril de 1974, mas duvidei de uma "cambada" de piolhosos e bandidos que assaltaram bancos, barcos e aviões e foram recebidos em Portugal, depois da revolução, como herois. 
Antes do 25 de Abril de 1974, em Portugal havia pão, trabalho e vivia-se em harmonia. Passados 38 anos, Portugal, uma das nações mais antigas da Europa está completamente feito num oito, onde há fome, desemprego, serviço de saúde escangalhado e, agora um "palerma" de um primeiro-ministro está a vender as nossas propriedades ao preço da uva mijona. 
A nossa independência, por agora, está perdida e muito tarde   voltará a nõs. Sim, esta, voltará quando pagarmos o que devemos, aos agiotas internacionais, de que eu e os portugueses não fizemos a dívida.


ARTUR PEREZ REVERTE: "INDECÊNCIAS".





Jornalista e Arturo Perez Reverte, repórter de guerra e escritor


INDECENTE - Arturo Perez Reverte

Eu gostaria de transmitir ao Governo passado, presente e ao que pode vir a seguir:

VERGONHA estão fazendo um plano para voltar à tesouraria de bancos de biliões de euros. embalados, para aumentar os lucros aos seus acionistas e gestores, em vez de fornecer crédito às famílias e empresas, erradicar a comissão por serviços bancários e parar de cobrar ao espanhol mais humilde 30,01 €, cada vez que ele ficou sem diminuir equilíbrio.
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Coisa que acontece a cada  mês, quando carregado com as contas da escola, telefone, etc, e ainda não lhe pagaram a folha de pagamento.
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Controlar os excessos de serviços empresariais, de telefones e ADSL oferecidos ao preços mais caro da Europa e de ruim qualidade.
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Eliminar a duplicação de vários governos, agências de eliminar desnecessários, funcionários realojados para corrida e terminando com as acusações, e outros assessores de confiança nomeados para cargos de dedo, apesar de ser em grande parte desnecessárias, são cobrados  soldos da administração pública e sua função teórica pode ser mais qualificado para muitos funcionários públicos têm direito e, infelizmente, subutilizados.
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Dos políticos corruptos de seu partido a uma restituição igual ao dano que causaram ao erário público com a sua má gestão e / ou os seus malefícios, e endurecer o processo mais rápido Código Penal e punição exemplar para eles.
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Indecente, é que o salário mínimo de um trabalhador é de 624 € / mês e um suplente de 3996, mas poderia, com subsídios e outras regalias a 6.500 € / mês. E muitos mais, por várias razões que podem ser adicionados.
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Indecente, é um professor, um professor, um professor universitário ou um cirurgião da saúde pública, ganham menos do que o conselho de um celebrações terceiro município.
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Indecente, é que os políticos elevar seus salários a uma taxa que quiserem (desde que por unanimidade, é claro, e no início do prazo).
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Indecente, é que um cidadão tem de contribuir 35/40 anos para receber uma pensão e os deputados suficiente, com apenas sete anos, e que os membros do governo para recolher a pensão máxima, a necessidade só jurado.
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Indecente, é que os deputados são os trabalhadores apenas (?) Neste país que são isentos de tributação de seu terceiro imposto de renda salarial.
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Indecente, é colocado sobre a gestão de milhares de assessores = (leia companheiros com salários e gostaria de técnicos mais qualificados)
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Indecente, é o imenso dinheiro destinado a apoiar os partidos e sindicatos pesebreros aprovados pelos mesmos políticos que dependem deles.
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Indecente, é que um político não é obrigado a passar por um teste de competência mínima para exercer o cargo (ou cultural ou intelectual).
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Indecente, é o custo para os cidadãos refeições, carros oficiais, motoristas, cartões de viagem (sempre elegante) e crédito em toda parte.
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Indecente, não é que o salário congelar vossas senhorias, mas NÃO para baixo.
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Indecente, é que seus senhores têm seis meses de férias por ano.
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Indecente, é que os ministros, secretários de Estado e altos funcionários da política, quando deixam, são os únicos cidadãos deste país que pode legalmente receber dois salários de fundos públicos.
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E seja qual for a cor do governo, políticos toooooooodos beneficiar desta "droit de seigneur" moderno enquanto não mudar as leis que o regem.
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E que a mudança? São eles mesmo? JÁ.
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As empresas se juntam para ter um projeto de lei para "enfrentar e os olhos" para acabar com esses privilégios, e outros.
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Faça atinge Congresso por seus amigos!
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Sim esta deve ser uma dessas correntes que não quebre, porque só podemos colocar este remédio, e isso, se você trazer anos azar se não remediar, porque está em jogo o futuro dos nossos filhos.

Autor: Arturo Perez Reverte
Jornalista, repórter de guerra e escritor
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P.S. Tradução livre do espanhol para o português. Embora com erros técnicos dá para perceber.

MIGUEL PORTAS MORREU - POLÍTICO, JORNALISTA E HISTORIADOR



Óbito

Fundador do BE Miguel Portas morreu hoje ao fim da tarde

Miguel Portas faleceu vítima de cancro do pulmão, doença que lhe foi diagnosticada em 2010  
Miguel Portas faleceu vítima de cancro do pulmão, doença que lhe foi diagnosticada em 2010 Imagem: MANUEL DE ALMEIDA / LUSA
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Miguel Portas faleceu esta tarde, aos 53 anos, vítima de cancro do pulmão, e de acordo com um comunicado assinado pelo Bloco de Esquerda "encarou a sua própria doença como fazia sempre tudo, da política ao jornalismo: de frente e sem rodeios".
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Nesta nota da Comissão Política do BE lê-se ainda que Miguel Portas "teve uma vida intensa e viveu-a intensamente. Durante toda a sua doença continuou sempre a cumprir as suas responsabilidades e estava, neste preciso momento, a preparar o relatório do Parlamento Europeu sobre as contas do BCE."
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Em declarações à SIC Notícias, o historiador Fernando Rosas deu conta da determinação de Miguel Portas tanto na política como na sua vida pessoal: "Achou que a mudança era possível assim como achou que era possível vencer esta doença".
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João Semedo, deputado do Bloco de Esquerda, também em declarações à SIC, deixou um testemunho emocionado dizendo que "o património do Miguel não morre com ele. No Bloco, na Esquerda, deixa um património não apenas de luta mas também de amizade e sobretudo de ideias".
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A nota da Comissão Política do Bloco de Esquerda é acompanhada de notas biográficas de Miguel Portas, onde se lê que o "fascínio pelas culturas do mediterrâneo levou-o a viajar e a conhecer profundamente esta região, sobre a qual escreveu dois livros e realizou um documentário."
"Encarou a sua própria doença como fazia sempre tudo, da política ao jornalismo: de frente e sem rodeios" Bloco de Esquerda
Licenciado em Economia, pela Instituto Superior de Economia e Gestão, em 1986, enveredou pela carreira de jornalista, passou pelo Expresso, foi repórter da revista Vida Mundial, além de cronista no Diário de Notícias e no semanário Sol.
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Detido pela PIDE aos 15 anos pela participação no Movimento Associativo dos Estudantes do Ensino Secundário de Lisboa, aderiu à União dos Estudantes Comunistas do PCP (1973), chegando à Comissão Central um ano depois.
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Presidiu à Associação de Estudantes do Instituto Superior de Economia e coordenou o Secretariado da Reunião Inter-Associações. Abandonou o PCP em 1989, na sequência do primeiro processo de expulsões do partido desencadeado pela Perestroika. Entre 1990 e 1991 foi assessor do presidente da Câmara Municipal de Lisboa para as questões culturais e urbanísticas.
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Foi um dos fundadores da Plataforma de Esquerda, dissolvida dois anos depois.
Em 1994 cria a Política XXI, que agrupava membros da Plataforma de Esquerda, do MDP e independentes das manifestações contra às propinas no ensino superior. A Política XXI foi uma das formações, juntamente com PSR, UDP e independentes, que deu origem ao Bloco de Esquerda (BE), em 1999.
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No BE foi cabeça de lista às eleições europeias, em 1999, obtendo 1.74% dos votos e candidato à Câmara Municipal de Lisboa, em 2001. Foi eleito ao Parlamento Europeu, em 2004, com 4.92% e reeleito, em 2009, com 10.73%, elegendo três eurodeputados. É membro da Comissão de Orçamento e vice-presidente Comissão Especial do Parlamento Europeu para a Crise Financeira, Económica e Social.
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Miguel de Sacadura Cabral Portas nasceu em Lisboa a 1 de Maio de 1958, filho do arquitecto Nuno Portas e da economista Helena Sacadura Cabral. É irmão de Paulo Portas e de Catarina Portas. Miguel Portas faleceu hoje ao final da tarde vítima de cancro no pulmão, doença que lhe tinha sido diagnosticada em 2010.

Notícia atualizada às 18h56
Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.

KAOS:Exibicionismo policial


«PSP prepara tolerância zero nas «manifs» do 25 de Abril. Com o 38º aniversário do 25 de Abril a aproximar-se, assim como a celebração do 1º de Maio, a PSP recebeu orientação de impedir todos os desfiles ou acções de rua que não obedeçam aos procedimentos legais para a sua realização.É uma reacção ao que sucedeu a 22 de Março, dia da última greve geral.
Quem tem de assumir a tolerância zero contra a repressão e o fascismo somos todos nós. Este clima de intimidação publica e de criminalização dos protestos mais “ruidosos” e incómodos é que têm de ser banidos e não aceites por ninguém.
Em Portugal não existem factos que comprovem nem que justifiquem este clima de opressão criado por um exagerado e visível corpo de segurança policial e muito menos de repressão activa. Não é aceitável que numa sociedade que se reclama democrática e livre se utilize a provocação e a força para calar protestos e indignação perante as mentiras e o abuso de poder que este governo representa e corporiza.
A criação artificial pública do medo e a justificação antecipada da repressão que pretendem praticar sobre vozes incomodas que contestam, não só as politicas assassinas deste governo, mas o próprio sistema de ditadura dos mercados exigindo uma democracia verdadeira em que o poder esteja centrado nas pessoas e não na criação e sustento dos grandes grupos económicos.
Mas, a indignação não se silencia e cada vez mais pessoas sentem na pele que o roubo aos seus salários e aos seus direitos só serve para alimentar a gula e a ganância dos mercados, mesmo que isso signifique que sejam atiradas para a pobreza e a miséria. A mudança faz-se na rua com ou sem exibicionismo policial porque a única coisa de que devemos ter medo é de ter medo.

O MEU 25 DE ABRIL DE 1974 NA RODÉSIA (ZIMBABWE)



 Marimbei-me na altura de quando o Mendes, mecânico como eu, na oficina , me deu a novidade: é pá já sabes?
- Sei o quê?
- Há uma revolução em Portugal...
- Ai há....  (em linguagem rasca) estou a "cagar-me" para a revolução....
- E eu também respondeu-me o Mendes.
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Continuamos o nosso trabalho de revisar camiões “brutos” de 24 rodas e de transportes de pedras, ornamentais, da Rodésia, do rebelde Iam Smith a sua Majestade a Rainha Isabel de Inglaterra, para a África do Sul.
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A revolução nem me aqueceu nem me arrefeceu, nem o Salazar e Marcelo Caetano me haja feito mal algum. Mas a revolução de Abril sem futurar, as consequências, iria lixar a minha vida.
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Queria lá gente saber da Revolução do 25 de Abril se se ganhava suficientemente bem na Rodésia e trabalho não faltava. Em Moçambique e Angola igualmente para todos.
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Não conhecia de nome Mário Soares e outros políticos, mas já tinha ouvido falar no Álvaro Cunhal ao proprietário, português, de uma pensão em Salisbury que tinha dado duas “galhetas”, bem assentes quando o comunista lhe refilou.
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O Certo seria que a “merda” do 25 de Abril fez virar o curso da minha vida 360 graus. Eu e uns 50 mil portugueses que vivíamos e bem na Rodésia começamos a debandada após a independência de Moçambique de um país onde ganhávamos bem e fazer  a vida para sempre.
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Ainda aguentei dois anos na Rodésia e em 1976 regressei a Portugal. Não fui retornado, nem me dirigi ao IARN (Instituto criado, depois do 25 de Abril de 1974, pelo Governo Português para acudir aos regressados e desalojados de Angola e Moçambique) pedir uma esmola para viver. Comigo veio uma caixa de ferramente e o orgulho de recomeçar nova vida. E recomecei.
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Em Portugal apenas fiquei 8 meses, porque o meu país não tinha mudado nada durante a minha ausência de 16 anos.
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Portugal em 38 anos e depois da Revolução dos Cravos nada se cambiou... Portugal está repleto de problemas que não vale a pena aqui mencioná-los porque estes são sobejamente conhecidos.
José Martins – 25 de Abril de 2012

MAS QUE GRANDE "ALDRABÃO"...SE OS PORTUGUESES ESPERAM RESPIRAR À SUA CONTA VÃO MORRER SOFUCADOS!!!

Carlos Santos Neves, RTP | Publicado há 42 minutos

O primeiro-ministro reagiu hoje aos boicotes da Associação 25 de Abril e de nomes históricos do PS às cerimónias oficiais da revolução de 1974 com a ideia de que é por “ter tido necessidade de, perante o exterior, assumir a sua falência interna na gestão das finanças públicas” que Portugal pode agora ser visto como um país com “um regime menos livre do que aquele que devia”. Debaixo de severas críticas de militares da “Revolução dos Cravos”, que denunciam “condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social”, Pedro Passos Coelho alega que governa para que “os portugueses possam voltar a respirar”.


A TIA LÍDIA E A HISTÓRIA DO JOÃOZINHO



A Tia Lídia

 NUNCA devemos interromper as Crianças, saiba porquê...............
 
O Joãozinho achou tão excitante o que tinha visto, que não se conteve e correu para casa contar à mãe, o que tinha visto.
- Mãe! Mãe! 
Eu estava no pátio da escola, quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia Lídia. Fui atrás para ver. O pai estava a dar um grande beijo na tia Lídia. Depois ele ajudou-a a tirar uma blusa, depois a tia Lídia ajudou o pai a tirar as calças e depois a tia Lídia ...
Nesse ponto, a Mãe interrompeu-o e disse:
- Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que vais guardá-la para contar à hora do jantar! ... Quero ver a cara do pai, quando lhe contares tudo isso à noite.
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Ao jantar, a mãe pediu ao Joãozinho para contar a história.
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 - Eu estava a brincar não pátio da escola quando vi o carro do pai ir para o bosque com a tia Lídia. Corri para ver. 
Ele estava a dar um grande beijo à tia Lídia. 
Ajudou-a a tirar a blusa e a tia Lídia ajudou o pai a tirar as calças e, depois, a tia Lídia e o pai começaram a fazer as mesmas coisas que a mãe e o tio Jacinto faziam, quando o Pai estava na tropa!
A Mãe desmaiou!