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quinta-feira, 3 de maio de 2012

PINGO DOCE PINGOU BEM...




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Reenvio como recebi, mas que está muito bem explicado, está! 

Com o saco cheio, lá foram cantando e rindo, mas tesos para o resto do mês.

A jogada Pingo Doce

O Pingo Doce deve ter arrecadado à volta de 90 milhões de euros em poucas  horas em capitalização de produtos armazenados.
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De onde saiu o dinheiro: algum do bolso, mas grande parte saiu das contas  bancárias por intermédio de cartões. Logo, os bancos vão acusar a saída de  tanto dinheiro em tão pouco espaço de tempo, no principio do mês, em que  os bancos contam com esse dinheiro nas contas, para se organizarem com  ele. Mas, ainda ganham algum porque alguns compraram a crédito.
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Ora, se o Pingo Doce pedisse esse dinheiro à Banca iria pagar, digamos a  5%, em 5 anos, 25% da quantia. Assim não paga nada. O povo deu-lhe boa  parte do seu ordenado a troco de géneros.
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Alguns vão ver-se à rasca porque  com arroz não se paga a electricidade. O resto, 75% da quantia aparentemente “oferecida”, distribuiu-se assim:
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1 - Uma parte dos produtos (talvez 20 a 25%) devem estar a chegar ao fim  do prazo de validade. Teriam de ser amortizados como perdas e lançados ao lixo. Enquanto não fosse lixo seria material que entraria como existência,  logo considerado como ganho e sujeito a impostos. Assim poupam-se  impostos, despesas de armazenamento (logística, energia, pessoal) e o  povinho acartou o lixo futuro.
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2 – Outra parte (10 -15%) seria vendida com os habituais descontos de  ocasião e as promoções diárias. Uma parte foi ainda vendida com lucro,  apesar do "desconto".
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3 – O Pingo Doce prescinde ainda de 30 a 40 % do que seria lucro por  motivos de estratégia empresarial a saber:
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1 - Descartar-se da concorrência das pequenas empresas. Quem comprou para  dois meses, não vai às compras nesse mesmo tempo.
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2 - Aumentar a clientela que agora simpatiza com a cadeia “benfeitora”.
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3 - Criar uma situação de monopólio ao fazer pressão sobre os preços dos  produtores (que estão à rasca e muitos são espanhóis) para repor os novos  stocks em grande quantidade.
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4 – Transpor já para euros parte do capital parado em armazém e levá-lo  do país uma vez que a Sede da Empresa está na Holanda. Não vá o diabo  tecê-las e isto voltar ao escudo nos próximos tempos o que levou já J.  Martins a passar a empresa para a Holanda.
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5 – Diminuir com isto o investimento em Portugal, encurtar a oferta de
produtos, desfazer-se de algum armazém central e com isso despedir alguns  funcionários. O consumo vai diminuir no futuro e o Estado quer "imposto de  higiene" pago ao metro quadrado.
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6 – Poupança em todo o sistema administrativo e em publicidade. A
comunicação social trabalhou para eles.
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Mesmo que tudo fosse ilegal, a multa máxima para Dumping é de 15 a 30.000  Euros, para o resto não há medidas jurídicas. Verdadeiramente isto são  “Peanuts” em sacos de Pingo Doce, empresa do homem mais rico de Portugal.
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A ASAE irá só apresentar serviço.
E o governo o que faz? Até agora calou-se. Se calhar sabia da manobra…


BRASILINO GODINHO E AS VIAGENS DO PAULINHO






OS PEDIDOS DE RECONHECIMENTO DO PAULINHO NO BRASIL...!!!

 

Paulo Portas quer maior reconhecimento dos títulos académicos portugueses no Brasil

Por Agência Lusa, publicado em 3 Maio 2012 - 22:17 | 





  • paulo Portas


O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, pediu hoje um maior reconhecimento dos títulos académicos portugueses no Brasil, numa conversa com o ministro brasileiro da Educação, Aloísio Mercadante, em Brasília.
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Nalgumas áreas, como a arquitetura e a engenharia, atualmente pode ser necessário o reconhecimento do título por uma universidade brasileira, o que inclui a exigência de adaptações curriculares, antes de o profissional começar a exercer a profissão no Brasil.
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O ministro português ficou "otimista" com os resultados da reunião, segundo o seu porta-voz, Miguel Guedes. O Ministério da Educação brasileiro não se manifestou, afirmando apenas que o encontro foi "fechado".
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Paulo Portas, que estava no Brasil desde terça-feira para atrair investimentos e encontrar-se com autoridades do país, também visitou hoje no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, para discutir as exportações de vinho português.
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Numa reunião com o diretor do Departamento de Defesa Comercial da Secretaria de Comércio Exterior, Felipe Hees, Paulo Portas apresentou uma posição contrária às medidas protecionistas que estão a ser estudadas pelo governo brasileiro para ajudar produtores locais.
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A adoção de salvaguardas, como o aumento do imposto de importação no Brasil, poderia prejudicar as exportações portuguesas para o país. Hoje, entretanto, não houve nenhum novo acordo sobre o tema.
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Segundo a assessoria do Ministério do Desenvolvimento, Hees explicou a Paulo Portas como está a decorrer o estudo sobre a necessidade de implementação das novas medidas, além de ter discutido trocas bilaterais.
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O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros esteve no Brasil entre terça-feira e hoje. Miguel Guedes afirmou que Paulo Portas ficou "muito satisfeito com a visita" e que esta "abriu a porta para mais investimentos entre os países".
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Na terça-feira, Paulo Portas visitou o Museu da Língua Portuguesa e almoçou com a comunidade luso-brasileira na Casa de Portugal.
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No dia seguinte, apresentou a empresários o programa português de privatizações e as possibilidades de investimento em Portugal, tendo ainda mantido encontros com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e com o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado.
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Ainda na quarta-feira, o ministro participou na abertura das comemorações do centenário da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil.
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Hoje, Paulo Portas viajou para a Brasília, onde se encontrou com as autoridades do governo e, ao fim da tarde, embarcou rumo a Lisboa.
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P.S. Qual será o próximo destino, turístico, do Paulinho?

KAOS:Não há destinos traçados, só caminhos e escolhas

A tempestade está aí, mas este país, qual Titanic, continua em frente na direcção do seu trágico destino. Hoje soube-se que em Março o desemprego já ia nos 15,3%, a terceira maior taxa da Zona Euro.
Em quanto já irá hoje e até onde irá chegar, se até o Primeiro Ministro, no dia dos trabalhadores, nos veio dizer que o aumento do desemprego irá continuar.
Vais deixar ou vais finalmente assumir a tua indignação e exigir a mudança? Está na hora de Portugal ter uma Primavera que lhe renove a esperança e construa o futuro.

"...A SEGURANÇA SOCIAL É A MAIS PERIGOSA DAS BOMBAS-RELÓGIO QUE O GOVERNO TEM NAS MÃOS...."



As estatísticas do primeiro trimestre confirmaram o que já se suspeitava: a Segurança Social é a mais perigosa das bombas-relógio que o Governo tem nas mãos, pois a sua sustentabilidade assenta no delicado equilíbrio entre uma série de variáveis tão voláteis como o desemprego, inflação, envelhecimento da população, esperança de vida e crescimento da economia. De Janeiro a Março, o buraco da Segurança Social agravou-se à razão de 3,3 milhões de euros/dia, devido ao efeito conjugado da quebra de 2,5% nas contribuições e do aumento de 23% nas despesas com reformas e subsídio de desemprego.


Jorge Fiel, Jornal de Notícias

OS BONS RAPAZES, QUE NADA DE MAL HAJAM FEITO E DE BOM: "MILHO AOS POMBOS NA PRAÇA DO MARQUÊS"

Divergências nos depoimentos

Mário Lino volta a tribunal por causa do Face Oculta

03.05.2012 - 18:57 Por Mariana Oliveira - Público

Lino garantiu só ter falado duas vezes com Pardal sobre Godinho  
Lino garantiu só ter falado duas vezes com Pardal sobre Godinho (Foto: Carlos Lopes)
O ex-ministro socialista das Obras Públicas Mário Lino vai voltar a depor no julgamento do processo Face Oculta, em Aveiro, na próxima quinta-feira, após o procurador Marques Vidal ter solicitado que fossem ouvidas em audiências a gravação das declarações prestadas pelo antigo governante durante a instrução do caso, que decorreu no início do ano passado, em Lisboa, por causa de "divergências" com o que testemunhou hoje.

A sessão de hoje, onde Mário Lino foi ouvido, terminou perto das 18h00, sem que o tribunal tenha conseguido ouvir totalmente a gravação das declarações prestadas em Janeiro de 2011. Em causa está, por exemplo, a determinação do número de vezes e das datas em que Mário Lino pediu ao presidente da Refer, Luís Pardal, para receber o empresário das sucatas Manuel Godinho. Lino garantiu hoje só ter falado duas vezes com Pardal sobre Godinho, ambas em meados de 2008, uma antes e outra depois de ter recebido o empresário de Esmoriz. Mas em Janeiro de 2011, o ex-ministro indicava que tal teria ocorrido em 2008 ou no início de 2009, algo que rejeitou ontem.


Luís Pardal contou em tribunal há menos de um mês que duas semanas após o telefonema do então ministro em Julho de 2009, o último de dois ou três dedicados a esse assunto, a O2 enviou uma carta a formalizar o pedido de reunião, que ocorreu a 18 de Agosto.


A disparidade fez o advogado de Armando Vara, Tiago Bastos, solicitar a presença de um antigo adjunto de Lino, Pedro Abreu, que terá presenciado o início de um encontro entre a então secretária de Estado, Ana Paula Vitorino, e o presidente da Refer, no gabinete de Lino. O ex-assessor vai ser notificado para estar em tribunal na próxima quinta-feira, devendo ser ouvido a seguir ao ex-ministro.


No depoimento de hoje, Mário Lino voltou a negar qualquer tipo de pressões exercidas quer por Armando Vara quer pelo empresário Lopes Barreira, ambos arguidos no processo, repetindo que não sabia sequer que estes conheciam Manuel Godinho.

AINDA CAMARATE - SILÊNCIO ABISMAL


Clique na barra vermelha onde está desigmada a confissão

CONFISSÃO DO CHACAL: "ATENTADO QUE MATOU SÁ CARNEIRO E AMARO DA COSTA"

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E-MAIL RECEBIDO DE PESSOA QUE ÉTICAMENTE NÃO REVELAMOS

Aqui reencaminho esta "peça" sobre Camarate, que me foi enviada por terceiros, que consiste numa declaração de culpa, digamos, uma confissão e esclarecimento do comportamento e acção do suposto principal operacional organizador do atentado de camarate.
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Li isto com atenção e, aparentemente, com tanto detalhe e pormenor, datas, locais, nomes, etc, etc, parece ter fundamento.
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O que estranho - apesar de ter estado ausente do país nestes últimos 5 dias - é a ausência de reacções a tão graves denúncias, ou seja, a esta explicação daqueles  factos.
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É que se tem autenticidade, não só a A.R deve inquirir, em sede de Comissão Parlamentar, ou outra qualquer criada para o efeito, mas o próprio Ministério Público e a PJ deveriam, posteriormente, ou paralelamente, proceder a uma investigação e averiguação destes factos - que, como digo, a serem verdade, saõ de uma enorme gravidade.
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Naturalmente que, para que haja uma investigação judicial, ter-se-ia que, ou alterar o Artº do CP sobre a prescrição, ou introduzir uma qualquer excepção, que teria de ser a A.R a fazer aprova-la, visto que já passaram mais de 20 anos sobre o caso (cerca de 31 e meio).
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A ter fundamento, isto é incrível, avassalador, e verdadeiramente increditável. E miseravelmente criminoso. E repugnante no que respeita a quem esteve directa, mas também, indirectamente envolvido, como militares (de Abril!), políticos (Balsemão!), magistrados e polícias - para além de diversos(alguns Altos)  representantes dos EUA.
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Sobre este último ponto, isto acrescenta uma nota ainda muito mais grave, pois nenhum Embaixador actua sem instruções superiores, sobretudo os dos EUA. Houve, ou terá havido, a ser verdade tudo isto, uma acção directa, organizada meticulosamente, premeditada, de diversos represenatntes dos EUA neste atentado.
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Elementos destacados do Departamento de Estdo norte-americano, da CIA e, incrível, do Embaixador dos EUA em Lisboa (Carlucci), etc actuaram com vista a eliminarem um 1ª Ministro português, um Ministro da Defesa e diversos outros elementos  a eles ligados, e outros civis. Ora, Portugal e os EUA mantêm excelentes relações diplomáticas e até são parceiros na Nato.
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Uma acção desta natureza, a ter veracidade, é muito grave para as relações entre nós e os EUA, obrigaria a um pedido de desculpas públicas e dilomáticas pelo actual governo norte-americano, uma indemnização ás famílias e ao próprio Estado português e quem sabe, uma revisão das relações bilaterais, que poderia passar, por exemplo, pelo fim da utilização das Lages (ou a um pagamento elevado pela sua utilização futura, visto actualmente ser de graça).
Abraço

A luta do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE).




 
Número de Documento: 14252534


Lisboa, Portugal 03/05/2012 11:59 (LUSA)

Temas: Política, Diplomacia 
  

Consulados: Sindicato considera proposta de alteração do regime jurídico dos funcionários consulares um recuo
 
Lisboa, 03 mai (Lusa) – O sindicato dos trabalhadores consulares considera que o projeto apresentado pelo Governo para a alteração do regime jurídico dos trabalhadores dos serviços externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros representa um recuo nos direitos consagrados, disse hoje um responsável sindical.
 
 “No fundo, este projeto de diploma, que ainda está a ser estudado a nível sindical e jurídico, numa primeira avaliação e mesmo lendo em diagonal, aponta para um recuo de direitos consagrados de mais de duas décadas”, disse à agência Lusa Manuel Silva, da comissão executiva do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE).
 
A comissão executiva do STCDE foi recebida na quarta-feira pelo secretário de Estado adjunto e dos Assuntos Europeus, Morais Leitão, pelo secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, e pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.
 
Na reunião, segundo o sindicato, foi apresentado pelo Governo “um projeto de decreto-Lei que visa estabelecer o regime jurídico dos trabalhadores dos serviços periféricos externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE)”, incluindo os trabalhadores das residências oficiais do Estado português.
 
De acordo com a estrutura sindical, “embora este projeto de 48 artigos esteja em fase de avaliação sindical e jurídica, a verdade é que frustra toda e qualquer expetativa de resolução de problemas do setor como carreiras, segurança social, níveis remuneratórios e perdas cambiais, precariedade de emprego, entre muitos outros”.
 
“Há algumas alterações que são de todo inaceitáveis, como os familiares dos senhores embaixadores sejam considerados superiores hierárquicos dos funcionários que trabalham nas residências”, avaliou Manuel Silva.
 
“O chefe de posto, segundo esta proposta apresentada, tomaria a decisão, por exemplo, de indicar quais os feriados nacionais os funcionários poderiam ou não gozar”, sublinhou, acrescentando que o sindicato também não concorda com tal mudança.
 
O sindicalista também alertou para a eliminação dos postos de vice-cônsul e chanceler, que seriam substituídos por um chefe de chancelaria, sendo que tal mudança impossibilitaria aos funcionários consulares uma progressão na sua carreira.
 
“O diploma aponta para a criação de um chefe de chancelaria por nomeação para uma comissão de três anos e ficaria ao critério do secretário-geral do ministério (MNE) a sua nomeação”, acrescentou.
 
No dia 11 de maio, o STCDE terá uma nova reunião com o Governo para apresentar a contraproposta do sindicato ao projeto já apresentado pelo executivo.
CSR.
        Lusa/Fim
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NORTE CÁUSTICO:Luís Filipe Menezes, ainda acredita nele?


AFOGUE-SE!
Luís Filipe Menezes, que retirou os subsídios às associações culturais, desportivas e recreativas de Vila Nova de Gaia, anda armado em mecenas com a projeto “Es.Col.a” da Fontinha, na sua ansia de chegar à Câmara do Porto ele promete tudo. Desconhece que o projeto “Es.Col.a” foi programado para um local e população específica, será que Menezes é tão burro e acredita que a gente da Fontinha se iria deslocar à Afurada? Claro que não, ele sabe-a toda, parece no entanto não saber que os dinamizadores da iniciativa não são parvos e não vão na letra dele, não lhe passam cartão, espero que nas próximas autárquicas os tripeiros procedam da mesma maneira.

Filomena Mónica: " Sócrates foi um deliquente político"


 
Como avalia o desempenho da oposição?
A oposição desapareceu. 
O PS não existe, nem sei o que é aquilo. O líder não tem carisma, não sabe o que há-de fazer, está condicionado pelo acordo com a troika. 
E sucede a um delinquente político chamado Sócrates, o pior exemplo que jamais, na História de Portugal, foi dado ao país: ir para Paris tirar um curso de “sciences po”, depois daquela malograda licenciatura – à qual não dou a menor importância, pois há muitos excelentes políticos que não são licenciados. 
O engenheiro Sócrates foi o pior que a política pode produzir. Depois de tantos processos em que mentiu, aldrabou, não depôs, ninguém percebeu o que se passou com o Freeport, os portugueses perguntam-se onde foi ele buscar dinheiro para estar em Paris. 
Quem é que lhe paga as despesas e o curso? 
A esquerda socialista tem ali este belo exemplar a viver no 16ème, e um sucessor que não inspira ninguém. 
O PCP vive num mundo antes da queda do Muro de Berlim, e o Bloco de Esquerda habita em Marte.

GRANDE CABRÃO, A GOZAR OS PORTUGUESES




Gasta 15 mil euros por mês...pudera não lhe custou a ganhar
Sócrates gasta 15 mil euros por mês em Paris

A vida milionária do ex-primeiro-ministro José Sócrates em Paris

José Sócrates gasta em média 15 mil euros por mês em Paris, cidade para onde foi estudar Ciência Política. 
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Sem emprego nem poupanças conhecidas, o ex-primeiro-ministro mantém uma vida de luxo numa das cidades mais caras da Europa, com despesas mensais que rondam sete mil euros na renda de casa, num dos bairros mais caros da cidade, mil euros nas propinas da faculdade, dois mil euros no colégio particular do filho e cem euros por refeição em restaurantes.
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Um estilo de vida caro, quando José Sócrates nunca referiu ter poupanças nas declarações de rendimentos que entregou no Tribunal Constitucional desde 1995, ano a partir do qual esses documentos podem ser consultados. 
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Segundo essas declarações, Sócrates obteve, entre 1995 e 2010, rendimentos acumulados de 1,19 milhões de euros, a que se somam quase 50 mil euros por seis meses de salário, despesas de representação e subsídio de férias em 2011. 
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O CM contactou José Sócrates para obter uma reacção, mas o ex-primeiro ministro desligou o telefone e não respondeu à mensagem enviada.
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Como foi possível constatar em Paris, Sócrates arrendou um apartamento no 16º Bairro parisiense, uma das zonas nobres da cidade. A dez minutos a pé da Torre Eiffel, as casas mais baratas têm uma renda de quatro mil euros. 
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Só que, como explicaram ao CM diferentes imobiliárias parisienses, na rua onde reside Sócrates "os preços sobem para os sete mil euros mensais", dada a exclusividade conferida a essa rua pela vizinhança de embaixadores e milionários.
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Quando o ex-primeiro-ministro sai de casa pela manhã, dirige-se à Sciences Po, onde está a estudar Ciência Política. De propinas, paga 1083 euros por mês. Mas, antes, Sócrates faz uma paragem obrigatória no Le Diplomate: é nesse café, à porta de casa, que emigrantes portugueses lhe servem uma bica ao balcão e onde aproveita para comprar tabaco.
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O ex-líder do PS frequenta com regularidade alguns dos melhores restaurantes de Paris, onde a factura ultrapassa facilmente os 100 euros/dia ou 3000 por mês. A famosa Brasserie Lipp, favorita de antigos presidentes franceses, tem pratos a 60 euros e garrafas de vinho entre os 70 e os 220 euros. 
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No La Divina Commedia, outro dos locais de eleição, os pratos com entrada e sobremesa rondam os 50 euros. Os vinhos, de que Sócrates é grande apreciador, não são mais baratos.
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A viver com Sócrates está o filho mais velho, que frequenta uma escola privada cujo custo atinge os 2186 euros por mês.

KAOS:_Alexandrita no 1º de Maio


Tinha pensado não falar mais  sobre a vergonhosa campanha orquestrada pelo Pingo Doce no 1º de Maio, que procurou transformar o  Dia do Trabalhador no dia do consumidor. Aceitou vender tudo a metade do preço para ter as lojas a abarrotar e criou as condições para a violência do desespero nestes tempos em que a pobreza alastra. Apelou ao pior de cada um e com isso trazer ao de cima o irracional que existe em todos nós. 

Lutas por um sabonete ou um pacote de bolachas que provavelmente nem fazia muita falta a ninguém. Policias, conflitos, confusão e desespero para uns e alegria vitoriosa de quem conseguia sair ileso com um carrinho cheio de compras. 

Como disse no principio tinha pensado não referir mais este assunto pois há muito que já deixei de consumir ou respeitar o Merceeiro com sede fiscal na Holanda, mas ouvir um orgulhoso gestor, ou chefe ou qualquer coisa do Grupo Pingo Doce a fazer-se santinho, a falar de tudo isto como se a data do 1º de Maio fosse um acaso, tinha de ser no dia 1 porque é quando as pessoas fazem as compras do Mês, porque as pessoas não compram no dia 30 nem no dia 2, só compram no dia um, que tudo foi feito só para ajudar os seus clientes, que foi uma acção de ajuda social, fazendo inveja a qualquer Madre Teresa de Calcutá, meteu-me nojo. Nem vergonha têm na cara.

UM FILME, ANTIGO; COM A REALIDADE PRESENTE DE PORTUGAL

"Bom Povo Português" (1981 - 135m)

SINOPSE
Inclui até 45' de Extras Inéditos
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O filme procura traçar a história entre o 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975, tal como ela foi sentida pela equipa que, ao longo deste processo, foi ao mesmo tempo espectador, actor, participante, mas que, sobretudo, se encontrava totalmente comprometida com o processo revolucionário em curso. PRÉMIOS

  • Prémio do Público e Prémio da Crítica para o "Melhor Filme" na 4ª Mostra Internacional de São Paulo, 1980.
  • Prémio "Imagens e Documentos" no Festival Internacional da Figueira da Foz, 1980.
  • Prémio Especial do Júri no Festival Internacional de Cartagena das Índias (Colômbia), 1981. Interpretação: Augusto Figueiredo, Cecília Guimarães, Helder Costa, Manuel Martins, Adérito Lopes, Dina Mendonça, João Vaz, Manuela Serra, Maria Angelino Oliveira
    Realização, Argumento e Produção: Rui Simões
    Texto: Teresa Sá
    Narrador: José Mário Branco
    Imagens: Gérard Collet, Acácio de Almeida, José Reynes, Mário Cabrita Gil, Russell Parker, José Luís Carvalhosa
    Som: Luís Martins Saraiva, Rui Simões, Richard Verthé, Carlos Alberto Lopes, Paola Porru, José Loupa
    Banda Sonora: Luís Martins Saraiva
    Montagem: Dominique Rolin
    REALIZADOR Rui Simões

    INTÉRPRETES
    Augusto Figueiredo, Cecília Guimarães, Helder Costa, Manuel Martins, Adérito Lopes, Dina Mendonça, João Vaz, Manuela Serra, Maria Angelino Oliveira.


  • Clique na barra vermelha e aprecie esta obra e a fraude, política, portuguesa.

    Bom povo português | Indignados Lisboa

    Bom povo português. O filme procura traçar a história entre o 25 de Abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, tal como foi sentida pela equipa que, ao longo ...

    JUAN CARLOS DE ESPANHA E AMANTE CORINNA



    quinta-feira, 3 de maio de 2012 
    Juan Carlos. O problema chama-se Corinna
     
    2 de fevereiro de 2006: o primeiro encontro entre o Rei Juan Carlos e Corinna Sayn-Wittgenstein, durante um jantar em Stuttgart. | Imprensa Ação Photo / ABACA

    O rei da Espanha ainda está a ser falado sobre sua lista de conquistas ... Sua paixão por uma princesa alemã irrita o país novamente.

    Flora Olive - Paris Match

    Seu nome já é conhecido: Corinna Sayn-Wittgenstein.
    Princesa loira, tem 47 anos, olhos brilhantes, uma boca cercada de sorrisos, ela acompanhou o rei durante à caçada de elefantes,  na qual ele caiu. 

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    É a revelação que vem, novamente, abalar a confiança que o Juan Carlos tenta restaurar. O rei não só enganou a rainha, sua esposa, mas um país inteiro. Um país à beira de crise económica e fortalecer, ainda mais, as suas medidas de austeridade.

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    Caixa de Pandora aberta: o rei continua a vê-la vazia. O divórcio de seu genro mais velho marido de sua filha Elena, em seguida, os escândalos de corrupção, que assolaram o país, de seu genro Iñaki Urdangarin, de que ele transmitiu aos espanhóis a adoptar um "comportamento exemplar", agora estão na praça pública seus problemas conjugais.
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    O tabu está queimado. Ao mesmo tempo que endurece e modernização das empresa espanholas, que já não sabe que caminho ou como monarca a quem recorrer. O rei já não é sacrossanta. E os segredos da casa real já não tem o direito  a cidadania.
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    Os tempos são muito difíceis. Alguns comportamentos não podem ser aceites sem serem relatados. "As pessoas tinham por ele uma indulgência calorosa e afetuosa, diz Caroline Pigozzi, uma repórter sénior da Paris Match, por ela muitas vezes seguidas. Porque Juan Carlos era um monarca muito aberto, acessível, amigável, e não apenas confinada ao meio. Ele não é um chato Bourbon. Além de seu papel como estadista, seu poder era também virado para a solidariedade. "
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    O jornal italiano "La Stampa" pretende ser o primeiro a relatar o escândalo, depois de algumas alusões da rádio espanhola: "A Espanha tem duas rainhas, ele escreve. A raínha, Sofia de 73 anos, casada desde 1962 com Juan Carlos, e a informal, a loira, provocativa, princesa, Corinna [...], amante desde há quatro anos do soberano como "mulher-fatal" em toda a Europa. "Na sequência, a revista alemã" Bild "ocupa-se de Corinna.
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    Amante de desportos à vela, ela conhece o rei em 2006, durante o Prêmio Laureus Sports, em Barcelona. Nascida um plebeu, um alemão e dinamarquês, Corinna Larson, seu nome de solteira, cresceu em Ditzingen, uma pequena cidade no sul da Alemanha, de uma família rica. Seu pai é representante de toda a Europa da companhia aérea brasileira Varig.
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    Depois de seu primeiro casamento com Philip Atkins, um rico empresário britânico, ela teve uma filha, Nastásia, em 1992, ela está envolvida por um tempo com Gert-Rudolf Flick, membro da família, proprietária, dos automóveis Mercedes. Este é seu segundo casamento, em 2000, com o príncipe Casimiro zu Sayn-Wittgenstein, que Corinna adquiriu seu título de nobreza.
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    O casal se separou em 2005, três anos após o nascimento de seu filho, Alexander. Em 2007, a princesa acompanhou o rei Juan Carlos, durante uma viagem oficial a Arábia Saudita como  consultora estratégica da delegação espanhola. Desde então, ela seria a aristocrata presente na maioria das vezes quando viaja, às vezes para representar o soberano no exterior.
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    A companhia de agências de viagens CEO, a Sporting Boss, uma subsidiária da maior fabricante de armas do Reino Unido, que organiza safaris precisamente é a causa desta viagem para Botsuana.  
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    Ela vive em Madrid há muitos anos, a poucos quilômetros do centro da cidade, em uma casa na zona residencial de El Pardo, perto da montanha de mesmo nome, reserva de caça, onde os soberanos da Espanha, gostavam de ir caçar. Discrição e moderação, de contraste de Sofia, com a atitude de sua ultrajante rival
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    "Pobre Rainha Sofia! Como ela pode ter o don Juan? "Maravilhas" Bild ". Em 14 de Maio Juan Carlos e Sofia celebrarão as bodas de ouro de seu casamento. Mas o coração não bate aos espanhóis, nesta cerimónia, para celebrar a vida de um casal que, precisamente, ninguém acredita.
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    No site do jornal espanhol "El Pais", um jornal mais lido é umas poucas linhas curtas intitulado "Os quinze minutos do Queen." Quinze minutos é o tempo que passou Sofia na cabeceira de seu marido quando ele foi hospitalizado após sua repatriação para a África. Neste trabalho, "El Pais", sempre muito discreto - como todos os grandes jornais nacionais - no que diz respeito à monarquia, sugere que o rei estava "acompanhado" em Botswana, e discute a separação efetiva, mas não oficial, Juan Carlos e Sofia.
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    Sofia, cuja discrição, moderação e as poses da primeira comunhão, nas fotos oficiais, o contraste com a atitude exuberância e ultrajante da rival. Sofia, cuja dignidade é afetada. Quando os escândalos de corrupção de seu genro a afetaram , ela tinha irritado o rei, junto a sua filha Cristina, em Washington, querendo mostrar-se como uma mãe, ignorando, o afastamento oficial do monarca a seu genro.
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    Ela é a única que quer continuar a dar a imagem de uma família unida. Se eles passaram juntos véspera de Natal, o rei e a rainha estão comemorando o ano novo em separado por um longo tempo. Recentemente, o rei, que descreveu sua esposa como "muito profissional" em um livro de José Luis de Vilallonga, foi ainda permitido em público, fazer piadas sobre isso.
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    Um mês atrás, durante uma apresentação de bolsas de estudo para o Banco Central, onde ele disse que o desemprego juvenil lhe fez "perder o sono", Sofia não está presente e o rei à sua falta o rei acrescentou: "É claro que ela prefere a música" e não disse mais nada!
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    Fonte: ParisMatch em 3285, à venda nas bancas hoje, todos a história, secreta, de Juan Carlos, Rei de Espanha.
    Tradução livre