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terça-feira, 8 de maio de 2012

MUITO SE ENGANA QUEM CUIDA

Um gajo que por nojo (por ora) não lhe designo o nome que se promove, esfarrapa-se para atingir objectivos e escreve no seu blogue de “merda” as pontes, longe demais, que lhe fez escorrer o suor, em bica, durante 1640 dias de sua vida.
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Não sou só eu que conhece este aldrabão que vagueou, durante três anos, pelo Reino da Tailândia e apregoa ao mundo e arredores ser o “gajo” mais entendido em cima da história de Portugal na Tailândia. 
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Localizou (pura galga) mais de 1000 documentos que nunca foram lidos e suponho relativos à passagem de Portugal na Tailândia. Não sei aonde este “gajo” foi descobrir esta documentação, certamente numa arca, propriedade de uma família, cujos descendentes foram amigos Fernão Mendes Pinto e lhes deixou à guarda de quando passou pelo Reino do Sião, como há  anos, assim noticiei e a minha mentira de 1 de Abril.
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Todos os vigaristas têm o seu auge de glória e sua queda aos trambolhões e o reino que eles pensaram criar desmoronou-se. Este “gajo” com todas as pessoas que se relacionou e lhe deram a mão os “quilhou” e eu, um deles, que lhe abri a porta da minha humildade e hospitalidade o filho da mãe traiu-me, com grande prejuízo, moral e material.
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Hoje este “merdas” de gajo (não tem onde cair morto) já ninguém lhe liga por estas paragens e uns poucos que ainda lhe passam cartão, volta imbecil e um lambe botas em procura de asilo.
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Há tempos, num colóquio, em que estive presente ele foi um dos que subiu à mesa dos conferencistas, numa universidade de prestígio da capital tailandesa e quando o narciso, antes de proferir a sua conferência, de tão bem olhado que está nestas paragens, o representante de Portugal levantou-se e saiu da sala com 120 cadeiras, cuja ocupação (contando com os conferencistas) estava nas 70 lugares ocupados. Bem fez o representante de Portugal porque a matéria que o narciso tratou era de pobreza, extrema, histórica.
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Não sei nem faço ideia quem lhe irá patrocinar a impressão de 500 páginas de plágios (sopa da pedra) cozinhados, que demorou 1640 dias, quatro anos creio, parte, à "pala" da Fundação Calouste Gulbenkian e armar-se depois em, carapau de corrida e foi graças ter enrolado e lixado o embaixador Lima Pimentel que o abonou à Gulbenkian como sabichão das coisas, históricas, de Portugal na Tailândia. Embaixador Lima Pimentel sabia tanto da história de Portugal na Tailândia como eu de lagares de azeite.
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Poderia aqui inserir uma vasta correspondência travada entre mim (desde 2002/2008) e este gajo, julgando-o pessoa de bem, mas ficará para depois porque não poderá ficar calada sem ser divulgada e dar a conhecer o gajo “reles”, chantagista/difamador e colocar de aviso os que poderão, no futuro, cair na esparrela  de palavras de vigarista de baixo estofo.
José Martins 

KAOS:O Delfim de Wolfgang Schäuble


Jean-Claude Juncker pretende deixar a liderança do Eurogrupo em Junho e a discussão sobre a sua sucessão à frente do Eurogrupo foi ontem relançada pelo ministro alemão das Finanças. Wolfgang Schäuble, assumiu, pela primeira vez, que não descarta a hipótese de ocupar o cargo mas sublinha que há outras pessoas capazes, como por exemplo, o português Vítor Gaspar. 
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“Pessoalmente, aprecio muito o ministro das Finanças de Portugal, Vítor Gaspar”, disse o político conservador alemão, embora considere “que seria difícil” explicar semelhante nomeação devido ao facto de Portugal ser um país intervencionado.
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Porra, se a Europa está como está e o Vitor Gaspar só é Ministro das Finanças de Portugal, o que seria dela se ele mandasse nas políticas económicas de todo o espaço Europeu. 
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Para nós, que nos livrávamos  dele seria uma lufada de esperança, mas deixar um ditador ficar à frente do Eurogrupo, sobretudo sabendo como no caso do Durão Barroso que acabam por ser “mais papistas que o papa”, acabaria inevitavelmente por colocar toda a Europa a pão e água.

A REVOLTA EUROPEIA

Os franceses  revoltados e os gregos, também, ao mesmo tempo.
 Paul Kugman -
The New York Times
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Ambos os países realizaram eleições no passado domingo de que estavam em referendo sobre o efeito da estratégia europeia, actual, de conjuntura económica, e em ambos os países os eleitores compareceram com dois polegares para baixo.
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Está longe de ser claro o quão breve os votos vão levar a mudança na política real, mas o tempo está a esgotar-se, claramente, para a estratégia de recuperação através de austeridade - e isso é uma coisa boa. 
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Escusado será dizer, não é isso o que as pessoas ouviram, dos suspeitos do costume, em vésperas das eleições. Foi realmente engraçado ver os apóstolos da ortodoxia que tentam retratar o cauteloso e bem-educado François Hollande como uma figura de ameaça. Ele é "bastante perigoso", declarou o The Economist, que observou que ele "realmente acredita na necessidade de criar uma sociedade mais justa." Quelle horreur!
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O que é verdade é que a vitória do Sr. Hollande significa o fim da "Merkozy", o eixo franco-alemão que impôs o regime de austeridade dos últimos dois anos. Este seria um desenvolvimento "perigoso" se essa estratégia estavam operando, ou mesmo teve uma chance razoável de trabalho. Mas não é e agora é hora de seguir em frente. Os eleitores europeus, ao que parece, são mais sábios, brilhantes e melhores do que os do Continente.
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O que há de errado com a prescrição de cortes de gastos como o remédio para os males da Europa?
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Uma resposta é a fada confiança que não existe - isto é, afirma que cortar os gastos do governo, de alguma forma incentivar os consumidores e empresas a gastar mais foram esmagadoramente refutado pela experiência dos últimos dois anos. Assim, os cortes de gastos em uma economia deprimida apenas provocam uma depressão mais profunda.
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Além disso, parece haver pouco ou nenhum ganho em troca da dor. Considere-se o caso da Irlanda, que tem sido um bom soldado nesta crise, impondo cada vez mais duras medidas de austeridade, numa tentativa de reconquistar a favor dos mercados de títulos. De acordo com a ortodoxia dominante, isso deve funcionar.
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Na verdade, a vontade de acreditar é tão forte que os membros da elite, política, da Europa mantém-se proclamando que a austeridade irlandesa de facto funcionou e que a economia começou a recuperar.
Mas ela não tem sido isso. 
As pessoas nunca sabem, a totalidade, da da cobertura da imprensa, os custos dos empréstimos irlandeses continuam muito superiores aos de Espanha ou Itália, e muito menos na Alemanha. Então, quais são as alternativas?
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Uma resposta - que faz mais sentido do que quase ninguém na Europa está disposta a admitir - seria quebrar o euro, a moeda comum da Europa. A Europa não teria essa correção se a Grécia ainda tivesse a sua dracma, Espanha sua peseta, Irlanda a sua moeda e assim por diante, porque a Grécia e a Espanha teria o que eles agora não têm: uma forma rápida para restaurar a competitividade das exportações custo e impulso, ou seja, desvalorização.
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Como contraponto à triste história da Irlanda, considere o caso da Islândia, que era o marco zero para a crise financeira, mas foi capaz de responder por desvalorizar sua moeda, a coroa (e também teve a coragem de deixar seus bancos falhar o pagamento de suas dívidas ). Com certeza, a Islândia está experimentando a recuperação Irlanda deveria te-la  mas não tem.
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No entanto, quebrando o euro seria altamente perturbador, e também representa uma grande derrota para o "projecto europeu", o esforço de longo prazo para promover a paz ea democracia através de uma maior integração.Existe outra maneira?
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Sim, existe - e os alemães têm mostrado como a forma que pode funcionar. Infelizmente, eles não entendem as lições de sua própria experiência.
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Fale com os líderes de opinião alemães sobre a crise do euro, e eles gostam de apontar que a sua própria economia estava estagnada nos primeiros anos da década passada, mas conseguiu se recuperar.
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O que eles não gostam de reconhecer é que esta recuperação foi impulsionada pelo surgimento de um enorme superávit comercial alemã vis-à-vis outros países europeus - em particular, vis-à-vis as nações agora em crise - que foram crescendo, e experimentar a inflação acima do normal, graças a juros baixos.
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Países da Europa de crise podem ser capazes de emular o sucesso da Alemanha se enfrentaram num ambiente comparativamente favorável - isto é, se desta vez foi o resto da Europa, especialmente na Alemanha, que estava experimentando um pouco de um boom inflacionário.
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Assim, a experiência da Alemanha não é, como os alemães imaginam, um argumento para a austeridade unilateral no Sul da Europa, é um argumento para muito mais políticas expansionistas em outros lugares, e em particular para o Banco Central Europeu para soltar sua obsessão com a inflação e foco no crescimento.
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Os alemães, escusado será dizer, não gostam dessa conclusão, nem a liderança do banco central. Eles se apegam a suas fantasias de prosperidade através da dor, e vai insistir que continuar com sua estratégia não é a única coisa responsável a fazer.
Mas parece que eles já não terá apoio incondicional do Palácio do Eliseu. E isso, acredite ou não, significa que ambos o euro e o projecto europeu agora tem uma chance melhor de sobreviver do que fez há poucos dias.
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P.S. Tradução livre com erros, técnicos, de ortografia, mas dão para entender o que o Paul Krugman nos diz.  

KAOS: O lucro do prejuizo




Pingo Doce começou a cobrar custo da promoção de 50% a fornecedores.
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Fornecedores que não aceitem “pagar” o custo da campanha temem que os seus produtos sejam retirados dos supermercados do grupo JM.
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Os fornecedores dos supermercados Pingo Doce, detidos pelo grupo Jerónimo Martins, estão a ver os seus piores receios confirmarem-se: os custos da polémica campanha de 50% de desconto em compras a partir de 100 euros, realizada no 1º de Maio, será repercutida nas facturas que os produtores vão receber nas próximas semanas. 
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“A promoção, decidida de forma unilateral pelo Pingo Doce, será paga pelos fornecedores”.
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Tanto já foi dito sobre o Pingo Doce e do seu dono o Alexandre Soares dos Santos que acreditamos que pouco mais há para dizer, mas eles conseguem sempre surpreender. 
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Agora foi a noticia de que a cadeia de supermercados que possui na Polónia foi condenada por abuso sobre os trabalhadores locais, obrigando-os a trabalhar mais horas que as contratualizadas, muitas vezes sem pagar e proibindo mesmo que perdessem tempo a ir à casa de banho. 
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Como se não bastasse ter transferido a sua sede fiscal para a Holanda para fugir aos impostos, depois da vergonhosa promoção feita no 1º de Maio ficámos a saber que chantageiam os seus fornecedores para que o prejuízo do lucro seja passado para eles compulsivamente.
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O Pingo Doce é o único supermercado que serve a zona onde vivo, mas há já vários meses que prefiro aceitar a dificuldade de me deslocar para não lá gastar um cêntimo que seja. 
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Se outros fizessem o mesmo e os fornecedores deixassem de lhe vender os seus produtos talvez esta gente percebesse que isto do “vale tudo” tem de acabar. 
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Estou farto deste capitalismo que só pensa em engordar esquecendo que sem consumidores acabaria por falir. Muitos ainda não se deram conta disso, mas quem tem a faca e o queijo nas mãos somos nós, bastando para isso que nos unamos naquilo que queremos.

E ASSIM A RTP GASTA À TRIPA FORRA


A RTP ainda não deu conta que existe a era da internet e envia, por exemplo, a "menina" Márcia Rodrigues a Atenas para em transmissão directa (custa uma nota), dizer aos portugueses que a Grécio está sem governo. E estamos, nós os contribuintes, a pagar viagens e ocuparem-se, jornalistas, em merdas destas! Na RTP do presidente Guilherme Costa  não há crise!

PORRA PARA ISTO...."As Forças Armadas não têm poder para conquistar Cacilhas quanto mais para fazer um golpe de Estado!"!



E AINDA O NAMORADO DA VALÉRIE NÃO TOMOU POSSE...  



SATA também vai ser excepção aos cortes salariais: "salários retirados vão ser devolvidos"

07 May 2012



"O Estado social não vai acabar! O Estado social está suficientemente enraizado na cultura da maior parte dos países da Europa e não se pode chegar de repente e dizer às pessoas que vai acabar. Não podemos é ter um Estado social que não podemos pagar. Mas haverá um Estado social que nós poderemos pagar. Sei que isso implica uma arrumação diferente do que o Estado gasta, e não só ao nível do Estado social. Para que precisamos nós das Forças Armadas que temos? 
Aí os militares falam logo num golpe de Estado... 



As Forças Armadas não têm poder para conquistar Cacilhas quanto mais para fazer um golpe de Estado! São muito poucos. Os governos têm tido até agora a ideia de que é obrigação deles trazer os generais contentes. Mas não é!" (aqui)

AS MINHAS BASÓFIAS - MINHA FILHA MARIA MARTINS


Bangkok Post, matutino de grande tiragem, em língua inglesa da cidade de Banguecoque, publicou, em suplemento, a divulgar um grande salão de aprendizagem, na baixa da capital tailandesa, de danças clássicas. 
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Maria Martins, luso/tailandesa, minha filha é uma das professoras daquele centro cultural. Maria Martins é licenciada, em língua inglesa, nas novas tecnologias de comunicação pela prestigiosa Universidade de Chulalongkorn. 
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Além desta ocupação fundou a sua pequena companhia,  familiar, de roupas que ela desenha e exporta para diversos países no mundo, com a marca Arlequim.





Impasse empurra Grécia para mais perto da saída do euro




Alexis Tsipras secretário-geral do partido Syriza chega, ontem, para conversações (falhadas) com outros partidos para formar Governo

Daniel Howden - Independent

Atenas

Terça-feira 8 de maio, 2012
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Grécia falhou em seus esforços para forjar um governo "pró-europeu", noite passado, depois de uma eleição de bacias hidrográficas em que quase dois terços dos eleitores rejeitaram o programa de reformas que tem subscrito resgate internacional do país.
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A perspetiva de impasse em Atenas, novas eleições no próximo mês e uma possível saída do euro, à queda dos mercados, enquanto Angela Merkel, a chanceler alemã, alertou que a economia mais aguerrido da Europa devem manter os seus compromissos com os credores internacionais ou padrão rosto.
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Dois principais partidos da Grécia foram trancados em conversações sobre um governo de unidade nacional, mas um colapso em seu apoio os deixou com apenas um terço dos votos, uma maioria parlamentar e nenhum parceiro de coligação óbvia.
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O VELHO NEM MORRE, NEM SE CALA!



As capas dos jornais e as principais notícias de Terça-feira, 8 de Maio de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Paderne: Ferida em despiste
Barcelos: Esfaqueou o pai
Superespião acusado de corrupção
Vítor Gaspar: Schäuble elogia
Alfredo Morais: Pena única de 10 anos
António José Seguro: Novo acto adicional
GNR: Trânsito e Fiscal no Outono

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Posições de Hollande compatíveis com interesses norte-americanos, dizem analistas
CIA desmantelou plano da Al-Qaeda no Iémen para detonar explosivo
Toda a Europa está interessada em “solução estável” de Governo
Municípios: ANMP receia “asfixia financeira” e pede reuniões a Cavaco e Passos
Pai de soldado morto em Toulouse processa Sarkozy
Sorteio da Lotaria Clássica (19º/2012)

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Circulação parcialmente interdita no túnel
Eu era tipo para ir ao Pingo Doce mas...
Caos, cisão, Eros, ligação
Levou companheira para um local ermo onde a violou
Contagem decrescente arranca com passeio no Tejo
Exploração de bombas de gasolina quase sem interessados
Noivos tiveram primeiro evento público

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Ministra do Meio Ambiente defende veto ao novo Código Florestal
Pierre do Mónaco foi curtir discoteca africana a Lisboa
Atualização das rendas antigas conta agora com um escalão intermédio
Governo quer impedir corrupção na nova BT
Tiro de partida para um ano e meio de caos
Cerâmica das Devesas ao abandono
Menino acusado de assédio sexual por cantar música a colega

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

Isabel dos Santos reforça posição no BPI para 20%
Schäuble diz que Gaspar tem perfil para liderar Eurogrupo
Vitória de Hollande acalma bolsas nervosas com indefinição grega
Hollande inicia aproximação a Merkel
Grécia incapaz de formar Governo
Flexibilidade do Pacto de Estabilidade não se aplica a Portugal
“O BCP, como principal banco português, é o espelho do País”

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

A primeira página do Negócios da edição de hoje
Um consenso de valor incalculável
Histórias da carochinha para graúdos
Bingo Doce
Uma crise em plena escalada
Lucro da Cimpor cai 15,4% no primeiro trimestre
A Europa e Portugal (2)

Capa do Oje Oje

Exterior deu 64% do lucro do BCP
Banca portuguesa pede menos ao BCE
Banca tem mais 42 450 devedores até março
Lenovo investe em nova fábrica
Bankia recebe apoio de até 10 mil milhões
“Portugal poderia beneficiar de um pilar de pensões privado mais forte”
EUA vendem 3,8 mil milhões na AIG

Capa do Destak Destak

Sexagenário condenado por lesa-majestade morreu na prisão -- Advogado
Coreia do Sul vai lançar satélite de observação
Al Jazeera encerra delegação ...
Reaberta circulação no túnel da Praça José Queirós após nove horas parcialmente interdita
Hugo Chávez rompe o silêncio e diz que assumirá "progressivamente" à campanha pelas presidenciais
Grupo de ex-prisioneiros do Iraque acusa soldados norte-americanos de torturas
Al Jazeera encerra delegação após Pequim não renovar visto de correspondente

Capa do A Bola A Bola

Man. United joga em Oslo na pré-época
Vaslui de Inácio isola-se no segundo lugar
Hugo Viana e Custódio são para renovar
Polga prepara-se para voltar ao Brasil
Ath. Bilbao: Bielsa rejeita ficar em suíte presidencial para ajudar o clube
Twente aceita baixar preço de Ola John
Receio de confrontos entre adeptos de Atl. Madrid e Ath. Bilbao em Bucareste

Capa do Record Record

Defesa para a história
Interesse em Botello revelado na Colômbia
Segunda melhor pontuação de sempre
Mourinho e Paulo Bento ganham prémios do CNID
Nilson pode sair se tiver propostas
Parceria com o Man. City
Veteranos do plantel em final de contrato

Capa do O Jogo O Jogo

Vaslui de Augusto Inácio isola-se no segundo lugar
Ex-Beira-Mar salva Wigan da despromoção
Montpellier recupera liderança com vitória em Rennes
Três meses de ordenado em atraso
Portugal a uma vitória de vencer Torneio de Moscovo
Grécia: Jesualdo perde dérbi com AEK
Mauricio Pellegrino é o novo treinador do Valência