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quinta-feira, 24 de maio de 2012

O LUIS FILIPE E O JORGE PINTO DA COSTA NUNCA MAIS SE ACOMODAM...!!!


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"Um ladrão não deixa de ser ladrão por declamar poesia", diz Luís Filipe Vieira

O presidente do Benfica considera que o que se passou no pavilhão Dragão Caixa, no Porto, é "uma vergonha" e garante que o clube "não vai parar enquanto não limpar o desporto português".  

 Ler mais: http://expresso.sapo.pt#ixzz1vqXtEEyp

CÁ ESPERAMOS, IMPORTADA, A MODA DA "PANCADARIA" DA UCRÂNIA



A briga aconteceu entre os deputados leais ao presidente ucraniano, Viktor Yanukovych e os legisladores de partidos pró-ocidentais da oposição, que querem preservar a independência cultural e política da Ucrânia a partir do país vizinho, a Rússia. A lei em debate propõe a utilização do russo como língua oficial, assim como a ucraniana, em algumas instituições civis, como escolas, hospitais e tribunais em regiões onde a população de língua russa é a maioria. O deputado da oposição Mykola Petruk foi levado ao hospital com a camisa coberta de sangue, aparentemente de um golpe na cabeça. Visite o UOL Notícias
Atualizado em 24/05/2012 às 18h37
 
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UOL Mais > Sessão no Parlamento da Ucrânia ...

POR ONDE ANDARÁ O PAULINHO....NÃO O VIRAM POR AÍ?


Desaparecidos I – Paulo Portas


Onde pára o Paulo Portas? Este personagem que não saída das nossas televisões, que andava de feira em feira a falar dos pensionistas e dos agricultores parece ter-se desvanecido no ar.
Escolheu gente do seu partido para ministro da Segurança social e os pensionistas cada vez estão pior e também para Ministro da Agricultura cada vez mais aflita e nas mãos dos grandes merceeiros.
Das politicas do governo prefere nada dizer e esconde-se viajando por todo o lado sem que disso se vejam quaisquer resultados práticos.
Acreditem que quando sentir que estas politicas prejudicam a sua imagem ainda virá dizer que não concordava com elas, que só as aceitou porque o país necessitava de um governo com maioria e que todo o mal feito é da culpa dos ministros do PSD. É que este para se fazer de santinho só lhe falta a aura.

ACABAR COM A PRAGA PINTOS DA COSTA


Clique em cima do decreto para o ler



A directora do PÚBLICO, Bárbara Reis, reiterou nesta quinta-feira de manhã, na ERC, que Miguel Relvas “fez uma pressão” sobre o jornal com diversas ameaças,




Media

Directora do PÚBLICO reitera na ERC que Relvas pressionou o jornal

24.05.2012 - 15:12 Por Maria Lopes

Bárbara Reis foi ouvida nesta quinta-feira na ERC  
Bárbara Reis foi ouvida nesta quinta-feira na ERC (Foto: Dário Cruz/Arquivo)
A directora do PÚBLICO, Bárbara Reis, reiterou nesta quinta-feira de manhã, na ERC, que Miguel Relvas “fez uma pressão” sobre o jornal com diversas ameaças, e contou que o ministro lhe disse depois ter “humildade suficiente para pedir desculpa” pelo telefonema que fizera à editora de Política.

Bárbara Reis esteve a ser ouvida na Entidade Reguladora para a Comunicação Social durante duas horas e meia, em conjunto com o director-adjunto Miguel Gaspar.

No telefonema que fez à editora de Política depois de ter recebido por e-mail uma pergunta da jornalista Maria José Oliveira, “o ministro disse que ia fazer queixa à ERC, aos tribunais, ia dizer aos membros do Governo para não falarem com o PÚBLICO e iria revelar dados da vida privada da jornalista”. Questionada pelos jornalistas, a directora afirmou que o ministro especificou os dados, mas Bárbara Reis adiantou que não é “o momento” para os identificar.

“Na sequência dessa pressão, a direcção entendeu por correcto e importante protestar formalmente junto do ministro [dizendo-lhe] que o telefonema e a pressão tinham sido inaceitáveis”, contou Bárbara Reis. Nessa conversa, “o ministro respondeu a uma série de coisas e disse que tinha humildade suficiente para pedir desculpa à Leonete Botelho e foi o que foi fazer”.

Questionada sobre se Miguel Relvas teria razão para se sentir pressionado por a jornalista lhe ter dado 32 minutos para responder a uma pergunta, Bárbara Reis negou e respondeu que se trata de “um objectivo” temporal que a jornalista deu. O ministro acabaria por responder à pergunta colocada no prazo.

No final da sua audição desta manhã, Miguel Relvas disse aos jornalistas que a única ameaça que fez foi queixar-se à ERC e aos tribunais e deixar, ele próprio, de falar com o PÚBLICO. Bárbara Reis mantém que existiram igualmente ameaças à jornalista e de blackout de todo o Governo ao jornal. “O ministro sabe o que disse, nós sabemos o que o ministro disse”, respondeu a directora do PÚBLICO, acrescentando: “Que ninguém tenha dúvidas sobre o que se passou: que houve pressão e que nós não cedemos à pressão. Nunca nos deixámos intimidar em 22 anos.”

Sobre o facto de o telefonema de Miguel Relvas ter acontecido na quarta-feira e a reacção da direcção ter sido só na sexta-feira, Bárbara Reis disse que o jornal tem “por princípio não reagir a quente nem de forma imponderada”. “Não conseguimos, por diferentes razões, nesse dia, discutir o tema, reunir, pensar. Ponderámos que resposta, se alguma, deveria ser dada, se, oral, escrita ou uma não resposta”, descreveu, garantindo que em momento algum a direcção e o jornal se sentiram “intimidados pela pressão”.

Bárbara Reis explicou que a notícia que estava a ser escrita pela jornalista Maria José Oliveira, para a qual precisava da resposta do ministro, “não foi publicada pelo facto de num processo normal de filtro e verificação que existe nas redacções foi considerado que não tinha informação nova e relevante para ser publicada naquele dia”.

MIGUEL RELVAS: "UM GAJO SEM VERGONHA E MENTIROSO...!!!"



Audição do ministro

Relvas nega ameaças a jornalista e diz na ERC que se sentiu pressionado

24.05.2012 - 12:19 Por Maria Lopes - Público

Miguel Relvas  
Miguel Relvas (Foto: Enric Vives-Rubio)
O ministro Miguel Relvas negou nesta quinta-feira de manhã, na ERC, ter feito ameaças à jornalista do PÚBLICO que tem escrito sobre as "secretas" e disse que é ele próprio quem se sente pressionado por o jornal lhe ter dado 32 minutos para responder a uma pergunta.

Miguel Relvas esteve a ser ouvido, a seu pedido, pelo Conselho Regulador da Entidade Reguladora da Comunicação Social e no final, numa declaração à comunicação social, garantiu que nunca fez “pressões políticas”. “Não conheço a jornalista em causa, nunca falei com a jornalista em causa e não tenho conhecimentos sobre aspectos da vida pessoal da jornalista. Seria mau se isso acontecesse em Portugal”, vincou.

O ministro reconheceu que telefonou à editora de política do PÚBLICO depois de ter recebido uma pergunta da jornalista Maria José Oliveira à qual tinha “que responder em 32 minutos”. Questão para a qual, na sua opinião, “não existe urgência nem actualidade”.

“Liguei e disse: continuando a haver comportamento como este, tenho o direito de apresentar uma queixa na ERC, nos tribunais e de eu, pessoalmente, deixar de falar com o PÚBLICO.” Segundo o ministro, quando a directora do jornal, Bárbara Reis, lhe ligou a protestar “sobre o tom com que falara com a editora”, respondeu que: “Se tinha sido indelicado, pedia desculpa, sobre o tom e não sobre a matéria.”

Realçando que “de um lado há factos, do outro não existem factos”, o ministro referiu-se várias vezes à sua carreira política para realçar a boa relação com os jornalistas. “Não é ao fim de 20 anos que aparecerá alguém, sem provas, sem factos, a dizer que eu pressionei. Quem me conhece sabe que essa não é a minha atitude.”

Sobre o ex-director das "secretas", Jorge Silva Carvalho, Miguel Relvas garantiu que só o conheceu depois de Abril de 2010. “Disse-o e reafirmo-o.” Sobre o facto de se ter referido no Parlamento a uma notícia que dataria de 2007 e que contradizia esta questão, Miguel Relvas disse hoje que usou a notícia sobre a visita de George W. Bush ao México “apenas como exemplo do que era o clipping (resenha de imprensa)”. “É a minha palavra, quem tiver outra prova que apresente.”

Questionado sobre se está disponível para ir à Assembleia da República esclarecer os deputados, tal como fez no caso das "secretas", em que se ofereceu para essa audição, Miguel Relvas respondeu que “um membro do Governo está sempre disponível para ir ao Parlamento”. Mas esquivou-se a responder se considera que, depois de ter sido citado já por três vezes em casos de alegada pressão sobre a comunicação social – além deste, os episódios da crónica de Pedro Rosa Mendes na Antena 1 e do telefonema para o presidente da RTP sobre a contratação de Paulo Futre -, mantém condições para continuar no Governo.

E ASSIM, ASSIM O PINTO DA COSTA VAI SER PAI...!!!




Só pode, não é verdade?...

PINTO DA COSTA com 74 anos foi fazer o seu check-up anual.
 .
O médico perguntou-lhe como ele se estava a sentir, ao que o PINTO DA COSTA respondeu:
 .
Nunca me senti tão bem. A minha nova esposa tem 26 anos e está  grávida..., esperando um filho meu. Qual a sua opinião a meu respeito doutor?

O médico refletiu por um momento e disse:

- Deixe-me contar-lhe uma história: eu conheço um tipo que era um
caçador fanático,... nunca perdeu uma única época de caça. Mas, um dia, por engano, enfiou o seu guarda-chuva na mochila em vez da arma.
.
Quando estava na floresta, um urso repentinamente apareceu na sua frente. Ele sacou o guarda-chuva da mochila, apontou para o urso e...,BANG..., o urso caiu morto.

Disse o velhinho:

- HA! HA! HA! Isso é impossível..., algum outro caçador deve ter dado um tiro no urso por ele.

KAOS:Um Pínóquio filósofo e a falar francês



José Sócrates foi ontem acusado por Alan Perkins, administrador do Freeport entre Julho de 2005 e Dezembro de 2006, de ter recebido “pagamentos ilícitos” – cerca de 200 ou 220 mil euros – enquanto ministro do Ambiente para viabilizar o outlet em Alcochete. Segundo a testemunha, “Pinóquio” era o seu nome de código.
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“Foram tantos os pedidos, tão sinceros, tão sentidos que” lá fiz mais um Pínóquio filósofo e a falar francês. Quanto ao caso em si já pouco mais tenho a dizer que aquilo que já foi dito pois com a justiça que temos nada de muito relevante se pode esperar, mesmo sendo o Sócrates uma personagem que fez muitos inimigos. 
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Será mais um caso a juntar a tantos outros que mais cedo ou mais tarde será arquivado por erros processuais ou que prescreverá.

O MÃOZINHAS LEVES: TEUS ENVELOPES CASTANHOS.....