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terça-feira, 5 de junho de 2012

VASCULHANDO A VIDA DO PEDRO....

A vida apaixonante do Pedro...Fantástico! Nunca vergou a mola! É político desde os verdes anos! O Pedro é o maior!

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Pedro Passos Coelho. Um miúdo sério à solta no PSD

Publicado em 03 de Abril de 2010   
Só escreveu um discurso em toda a sua vida. As outras centenas, na Assembleia da República, nas comissões políticas, nos congressos, fê-los todos - mesmo todos - de improviso. 
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E já fez centenas de discursos, intervenções, interpelações e declarações. Pedro Passos Coelho começou cedo na política. Era um menino sério, "um parvo" diziam às vezes os seus amigos do liceu Camilo Castelo Branco, em Vila Real, que não compreendiam por que raio de razão o Pedrocas gostava mais de falar com os amigos do pai do que com eles. O Tintin, o Zorro e o Mandrake passaram-lhe depressa. Mas, vamos ao início,
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Pedro Manuel Mamede Passos Coelho nasceu em Coimbra em 24 de Julho de 1964. Os pais eram de Trás-os-Montes, família de pequenos industriais de madeira. O seu pai, António Passos Coelho, 84 anos, é médico pneumologista e foi dirigente do PSD em Vila Real. E chegou aos órgãos nacionais do partido no tempo de Sá Carneiro, conta um amigo.
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A liberdade africana António Passos Coelho abandonou a direcção do sanatório do Caramulo e foi para Angola, levando com ele a família: a mulher e os filhos, Teresa, Paulino e Pedro. "Em África fui sempre um miúdo à solta", conta Passos no seu livro Mudar. Pedro saía de manhã, almoçava numa cubata, brincava com os meninos tuberculosos, lanchava noutra cubata e ia brincando, até outra família lhe dar jantar numa outra cubata. Assim, com seis anos, aparecia em casa pelas nove da noite. Já nessa altura Pedro Passos não tinha medo.
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Foi em Silva Porto, capital do Bié, que se iniciou nas tertúlias do pai. Assistia às conversas entre o pneumologista, o director do hospital, o delegado de saúde, o intendente, o administrador e o próprio governador. Ouvia e aprendia. Ainda hoje tem a mania que é médico. "Faz diagnóstico e automedica-se", brincam os amigos. 

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Em Silva Porto, Pedro não gostou do colégio de freiras em que fora matriculado. Descreve-o assim no seu livro: "Era preciso, antes da aula, passar pela capela, onde se tinha de estar de penitência, de braços abertos. Isto, para uma criança de seis anos, era uma coisa insuportável. Não gostei nada daquilo, do ambiente, dos medos que incutiam às crianças, monstros, diabos, infernos."
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Teimoso, conseguiu que os pais o mudassem para a escola pública, que ficava mesmo ao lado de casa. Saltava o muro do jardim e estava no pátio da escola. Fez a terceira classe na cama, atacado por doença renal aguda. Entretanto, entrara para os Maristas. Mas ali a religião não era obrigatória e não havia monstros nem medos. Pedro lembra-se do exame da quarta classe, nos Maristas. 

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"O meu pai ofereceu-me uma caneta de tinta permanente para fazer o exame escrito. Recordo-me também de ter feito as orais: geografia, matemática e português". A primeira personalidade que o impressionou foi a de António Soares Carneiro, então major, que também falou de improviso durante toda a sua vida. "Aquele homem não se repetia" escreve Passos, que aos 16 anos colaborou na campanha presidencial do general.
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Regressa a Trás-os-Montes deixando para trás o pai, que havia de reunir-se à família em 1975, já depois da independência de Angola. O choque de trocar as planícies africanas pela aldeia de Valnogueiras, Vila Real, misturou-se, na cabeça de Passos Coelho com a estranha surpresa de viver numa aldeia belíssima mas escura e triste. Sem electricidade, nem saneamento, nem água canalizada, nem televisão. Nem pretos. Para quem crescera na capital do Bié e convivera diariamente com pessoas de outra cor, a diferença era assinalável.
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Passos Coelho não é racista. Aliás, casou há sete anos com Laura, com quem teve a sua terceira filha, Júlia, agora com três anos. Fisioterapeuta, Laura é guineense mas está habituada a passar por cabo-verdiana porque "as pessoas pensam que todos os guineenses são pretos retintos", diz bem-humorada. E Laura é bastante clara. 

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De pele também. E simpática, diga-se. Do seu anterior casamento, com Fátima Padinha - a Fá das Doce - tinha já duas filhas, Joana e Catarina. Pedro Passos é um pai dedicado. Sempre fez questão de dar banho às filhas e de brincar com elas. E não poucas vezes é ele quem dá o jantar "à garotada toda", como costuma dizer.
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Da aldeia do avô, a família mudou-se para Vila Real. Por pouco Pedro não teve como professor o famoso Padre Max, morto durante o Processo Revolucionário Em Curso (PREC). O padre da UDP dava aulas de francês ao Tó Mané, um dos colegas de quem Pedro ficaria amigo. Tó Mané, ou melhor, António Manuel Correia Dias, hoje empresário de sucesso em Vila Real, tem mais três anos do que Pedro. 

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Fala do miúdo que viera de Angola e tinha o descaramento de concorrer à associação de estudantes contra os mais velhos. E de ganhar. Vila Real era palco de uma guerra política extremada naqueles tempos revolucionários. "Até Franck Carlucci, [antigo director da CIA e depois embaixador dos Estados Unidos da América em Lisboa], lá foi", lembra Correia Dias. 
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"Não sei de onde lhe vinha aquela postura. Ele andava sempre com pessoas mais velhas. Cresceu muito mais depressa do que nós. E sempre soube o que queria: queria ir para Lisboa", diz Tó Mané. E reforça "o Pedro era visto pelas pessoas como um 'jovem adulto', não como um miúdo, mesmo aos 15 anos!" O amigo conta que Pedro tinha mais de 20 apaixonadas "as transmontanas não são cegas!". Nem suspeitou de muitas delas. Teve a primeira namorada aos 16. Ela tinha 20 anos. "O discurso dele era muito adulto. E gostava mesmo de acompanhar pessoas mais velhas.", lembra Correia Dias.
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Outro que se lembra bem de Passos é o antigo jornalista Alexandre Parafita, que trabalhou em "O Comércio do Porto" e dirigiu o semanário transmontano "A Região". Foi lá que Parafita escreveu um curto artigo sobre o jovem vila-realense, estudante de Matemática, que acabara de ser eleito Secretário-Geral da JSD. O título era: "Pedro Passos Coelho, um jovem que promete..." Alexandre Parafita diz que tentou levar Pedro para o jornalismo, "aproveitando as suas qualidades vocais, que já então eram notáveis". O rapaz, porém queria era a política.
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E foi a politica que o trouxe a Lisboa Veio para estudar Matemática. Mas a JSD tomava-lhe todo o tempo. Foi secretário-geral aos 20, e presidente aos 26. Eleito deputado em 1991, viria a integrar a Comissão Política Nacional (CPN) do PSD de Cavaco Silva. Muitos se lembram de o jovem Pedro ter feito frente a Cavaco Silva. Um dos motivos era a política de Educação. Era então ministra, curiosamente, Manuela Ferreira Leite. Passos Coelho teve como secretário-geral Miguel Relvas, que ainda hoje é o seu braço direito. Mas havia outros. Como Jorge Moreira da Silva, que também foi seu secretário-geral e lhe sucedeu na após três mandatos na Jota. 

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Entre os seus companheiros contou-se Pedro Pinto, outro antigo presidente da JSD que muito ajudou Pedro nesta campanha interna. E Jorge Paulo Roque da Cunha, médico, que esteve com Pedro Passos nas bancadas do Parlamento. Um dos episódios em que Passos mostrou a sua frieza passou-se com o seu amigo Luís Nobre, hoje advogado. Manuel Dias Loureiro, então braço direito de Cavaco Silva no PSD, apresentou a Passos e lista da CPN a qual incluía apenas um representante da JSD, o próprio Pedro. 
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Passos foi inflexível: ou Luís Nobre entrava na lista ou ele saía. A lista, que já estava pronta, foi mesmo alterada. E ninguém soube que houvera um braço de ferro e que este fora ganho por Passos. A mesma discrição foi usada, muitos mais tarde, quando abandonou a CPN presidida por Marques Mendes. Passos deixou de ser vice-presidente e ninguém soube os motivos pelos quais se zangara com Mendes. Mais: ninguém chegou a saber que se zangara, mas apenas que saíra. 
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Manteve a lealdade até ao fim. Sem comentários. Outro episódio que retrata bem Pedro Passos é a sua recusa de receber a subvenção vitalícia da Assembleia. Foi o único deputado que a recusou. E fê-lo por uma questão de princípio. de professor a administrador Quando abandonou o Parlamento, em 1999, decidira terminar a Faculdade. Mudou de Matemática para Economia, que terminou como melhor aluno, com média de 16. Ainda no Norte vir para Lisboa dera aulas de matemática em Vila Pouca de Aguiar. Em Lisboa, foi consultor da Tecnoforma. 
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Daí passou para a Quimibro, uma empresa da área química que fazia uma incursão na área imobiliária. Esteve na Tecnoforma e entrou em 2000 no grupo Tecninveste, onde preside a várias associadas. Acumulou o trabalho com a docente de Economia Aplicada. "Não perco tempo com o que é acessório, só com o que é importante". Mas, com o importante, perde muito tempo. "A política nunca acaba às seis ou às sete horas!" E há muitas coisas na política em que é preciso perder tempo.
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O miúdo que há 40 anos saía de casa de manhã e aparecia de noite não mudou de feitio. Continua determinado, leal, livre e destemido. Defeitos, não tem? Sim, diz quem melhor o conhece: é teimoso, formal no trato e distante. "E quando se aborrece isola-se muito". Ficam as palavras do amigo Tó Mané: "Ele acredita mesmo que vai mudar isto. Nosso Senhor o ajude".

"Para cumprir Portugal, falta a independência dos Açores e da Madeira"

José de Almeida
O líder da Frente de Libertação dos Açores criticou "a sobranceria portuguesa a dizer que dá esmolas aos açorianos", na véspera do 37.º aniversário da manifestação popular de 6 de junho de 1975.
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8:32 Terça feira, 5 de junho de 2012

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O líder histórico da Frente de Libertação dos Açores (FLA), José de Almeida, acusou hoje o Estado português de omitir quanto vale o arquipélago para o país e para a sua visibilidade internacional.
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"Portugal nunca deu conta da forma como governa internacionalmente os Açores. Nós não participamos no secretismo das negociações, apenas na injúria da esmola", afirmou José de Almeida, em declarações à Lusa, nas vésperas do 37.º aniversário da manifestação popular de 6 de junho de 1975, data que a FLA defende que deveria ser assinalada como o Dia dos Açores.
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José de Almeida frisou que "os açorianos estão alienados deste processo", pelo que "não têm consciência de qual é efetivamente o valor dos Açores nas várias áreas da economia e finanças (portuguesas)".
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"O que há de mais odioso é a sobranceria portuguesa a dizer que dá esmolas aos açorianos. Inaceitável. Nem se quer é inteligente e dá sempre a ideia que estão por cima", afirmou.

Independência dos Açores é viável

A FLA pretende provar aos açorianos que a independência dos Açores é economicamente viável, pelo que, segundo José de Almeida, vai promover a realização de um estudo, que deverá ser feito por economistas do norte da Europa.
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O mar e os fundos marinhos, o corredor aéreo açoriano e os impostos sobre importações cobrados no arquipélago foram alguns dos fatores que, segundo o líder histórico da FLA, podem assegurar a independência financeira dos Açores.
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"Nós fomos escondidos historicamente para que ninguém se apercebesse da importância que temos", denunciou, acrescentando que "a autonomia não é uma caminhada para a independência", antes representa "um estatuto aceite de dependência." 
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José de Almeida recordou que os Açores foram cobiçados por grandes potências mundiais, considerando que uma parte do problema resulta da "auto marginalização que os açorianos fazem do seu próprio projeto político e histórico".

Manifestação de 6 de junho foi mal planeada

O líder histórico da FLA admitiu que o seu maior sonho é os Açores sejam independentes, frisando que a independência é a forma de "usar a soberania para negociar dependências".
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Os acontecimentos ocorridos em Ponta Delgada a 6 de junho de 1975, que, segundo a
FLA, pretenderam unir os açorianos em torno da independência, foram "mal planeados", confessou o líder. "Não foi um acontecimento falhado. 
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O que aconteceu é que, por razões diversificadas, foi mal planeado", defendeu José de Almeida, acrescentando que "foi pensado por alguns como sendo a hora de assumir o poder definitivo", mas "houve amadorismo em não pensar no depois do adeus (a Portugal)".
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Há 37 anos, a 6 de junho de 1975, cerca de 10 mil pessoas manifestaram-se nas ruas de Ponta Delgada, num protesto que reuniu vários setores da sociedade em defesa de soluções para problemas na agricultura e nos transportes, mas que a
FLA sempre reivindicou como sendo de apoio à causa da independência dos Açores.
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Fundada a 8 de abril de 1975, o movimento reivindicou desde sempre a separação dos Açores do resto do país e é suspeito de ter perpetrado ações violentas contra partidos políticos de esquerda durante o Verão Quente.

"Para cumprir Portugal, falta a independência dos Açores e da Madeira"

José de Almeida, que se encontrava nos EUA para internacionalizar o movimento quando se deu o protesto popular, afirmou estar convencido de que quem desencadeou os acontecimentos estava "embebedado com informações". 

"Não sei se internacionalmente estava tudo preparado como esteve, por exemplo, em 1978 (para se materializar a independência dos Açores)", frisou, salientando que, entre uma data e outra, "a FLA teve três anos de amadurecimento no relacionamento internacional".

José de Almeida não revelou que países manifestaram apoio ao movimento independentista açoriano, mas reafirmou que, desde sempre, houve dois países privilegiados na definição dos Açores livres, por um lado, Portugal, "por razões históricas", e, por outro, os EUA, "por razões geoestratégicas".
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"A portugalidade nos Açores chama-se açorianidade. É a nossa fronteira maior contra cobiças estranhas de absorção dos Açores", afirmou, frisando que, "para cumprir Portugal, falta a independência dos Açores e da Madeira".
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Apesar de, na altura, ter sido "surpreendido pelos acontecimentos", José de Almeida reconheceu que "foi bom" ter ocorrido o 6 de junho de 1975, considerando que "é tudo uma questão de contexto".
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Passados 37 anos sobre esse dia, a FLA volta este ano à rua para comemorar a data, admitindo José de Almeida que o contexto em que Portugal está mergulhado poderá "motivar os açorianos para a causa da independência". 
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"O objetivo (da celebração) é exactamente alertar a consciência açoriana, motivar, enriquecer e dizer-lhes que vale a pena pensar os Açores a caminho da independência", afirmou o líder histórico da FLA

MAUS VENTOS SOPRAM POR ESPANHA:"CAVERNAS EM ESPANHA E A PRESSÃO DO MERCADO"


A chanceler alemã exortou a prosseguir com planos para uma maior união fiscal para enfrentar a crise
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Cavernas em Espanha, a pressão do mercado e pede à Europa resgate bancário
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Fonte: Tony Paterson  - Berlim
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Espanha abandonou a sua oposição ao financiamento externo e pela primeira vez ontem  apelou à Europa para a ajudar a superar sua crise financeira que piora, depois da Alemanha propôr a união bancário para estabilizar a economia na zona euro.
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Apelo de Madrid sinalizou um afastamento da posição anterior do governo conservador Mariano Rajoy, que havia rejeitado a idéia de financiamento externo para ajudar o país a recapitalizar seus bancos, em dificuldade, por causa de temores de que tal medida iria comprometer a confiança do mercado em Espanha.
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Ontem, no entanto, Cristobal Montoro, ministro das Finanças, apareceu para quebrar fileiras com o primeiro-ministro quando ele fez um apelo direto às instituições europeias para ajudar a escorar os bancos do país.

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"A porta para o mercado não está aberta para nós no momento", disse ele, em uma admissão de que os custos da Espanha de empréstimo eram muito altos. "O futuro do euro está em jogo."



Ele disse à emissora Onda Cero: "Os bancos não precisam de quantidades excessivas de recapitalização É por isso que é tão importante que as instituições europeias se abrir e nos ajudar a alcançar, facilitar esse número, porque não estamos a falar de quantias astronómicas.".


Ontem, os ministros das Finanças do grupo G7 de nações industrializadas realizaram uma teleconferência, de emergência, para discutir a crise em que se apoiaram as propostas da chanceler alemã Angela Merkel para uma união bancária europeia que traria grandes bancos do continente sob maior controle central. Ela também anunciou planos alemães para acompanhar a austeridade com medidas para incentivar o crescimento europeu.


Antes de conhecer o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, em Berlim, na segunda-feira à noite, Merkel disse que iria discutir a possibilidade de colocar os grandes bancos sob a supervisão na Europa. "Isso é para se certificar de que os requisitos nacionais não jogam muito grande papel", disse ela.
 
Durão Barroso disse que um sindicato bancário com mais supervisão financeira integrada e de garantia dos depósitos foi um "passo necessário", que iria consolidar a união monetária com a união económica. Os europeus devem fazer "o que for necessário para garantir a estabilidade da nossa moeda", insistiu.
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Em Madrid, o Sr. Montoro também deu seu apoio à ideia de uma união bancário europeia como um meio de salvaguardar a moeda única. Até ontem, a Espanha insistiu que não precisava de ajuda externa apesar das estimativas de que os seus bancos precisam de até € 90 biliões  em empréstimos para sobreviver à crise atual.

Alemanha, foi relatado esta semana, ter colocado pressão sobre Espanha a aceitar o financiamento do Fundo Europeu de Estabilidade (FSE) para ajudá-lo a resolver seu dilema bancário. Madrid com relutância em aceitar financiamento do FSE tem causado ver suas taxas de empréstimos a subir.
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Na semana passada, a Espanha foi obrigada a oferecer 6,7 por cento de taxas de juro dos títulos de 10 anos - assustadoramente próximas à taxa de 7 por cento o que obrigou Portugal e Irlanda a aceitar o financiamento do FSE resgate em 2010 e 2011, respectivamente.
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Alemanha também foi relatado ontem a elaboração de um pacote europeu de crescimento global. O jornal Handelsblatt afirmou que o plano envolvia estocando as reservas de capital do Banco Europeu de Investimento, com uma injeção de capital de € 10 biliões.

Espanha em números

€ 27 biliões o valor a ser cortado no orçamento mais recente de Espanha.

11 O número de dias custos de financiamento da Espanha ter sido pelo menos 5 pontos percentuais maior que a da Alemanha. Grécia sobreviveu por 16 dias sem um resgate no mesmo limiar

366.000 o número de pessoas que perderam seus empregos na Espanha até agora este ano.

€ 19 biliões O socorro necessário para salvar o banco espanhol Bankia do colapso.

62 por cento A queda no valor do índice do mercado de ações espanhol de referência, o Ibex, desde 2007.

51,1 por cento A taxa de desemprego entre os jovens espanhóis com idade inferior a 25.

15 por cento de contração A esperada nos preços dos imóveis durante o próximo ano.

9,8 por cento a quantidade pela qual as vendas no varejo caíram ano a ano, em Abril de 2012.
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Fonte Independent - Tradução livre, com possíveis erros técnicos de ortografia. A grafia é da responsabilidade deste blogue.

KAOS:Estes mereciam by Kaos




Um ano de governo e o que gostava mesmo de ver era essa gente na fila do desemprego para ganharem um ordenado mínimo ou trabalharem para uma empresa de trabalho temporário. Não merecem mais que isso.
PS: Estes hipócritas ainda vão comemorar um ano de governo.

"...SE FOSSE EM PORTUGAL ERA ANOS E ANOS EM TRIBUNAL,..."


"Por aqui se vê a qualidade do sistema judicial norueguês, o julgamento começou há 2 meses e daqui a 1 mês já acabou, se fosse em Portugal era anos e anos em tribunal, com macacadas e palhaçadas terceiro-mundistas para no fim fazer o mesmo que a noruega faz em menos de 6 meses..." - João Nobre
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Lisboa
16º 
Breivik está a ser julgado desde Março
Julgamento de homicida confesso norueguês

Sentença de Breivik pode ser conhecida a 20 de Julho

A justiça norueguesa deve divulgar o veredicto do julgamento do autor confesso dos ataques de Julho de 2011 na Noruega, Anders Behring Breivik, a 20 de Julho ou a 24 de Agosto, anunciou esta terça-feira o tribunal de Oslo.


CHEFE DA FORÇA AÉREA ISRAELITA RECUSA TER CARRO ALEMÃO

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Até eu já evito os produtos alemães, prefiro dar o dinheiro aos chineses do que encher o cu à Merkel... 
João Nobre
Sequelas do holocausto

Chefe da Força Aérea israelita recusa ter carro alemão

por DN.PTOntem
Chefe da Força Aérea israelita recusa ter carro alemão

O holocausto ainda está bem presente na memória dos israelitas e até mesmo quem recuse consumir produtos alemães. É o caso do novo chefe da Força Aérea israelita que se recusa a andar no Volkswagen que lhe foi atribuído.

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O posto de general associado às funções de novo chefe da Força Aérea israelita dá direito a Amir Eshel passar a andar num Volkswagen. Ao ter conhecimento de que iria ter à sua disposição um carro de fabrico alemão, Amir Eshel informou que se recusava a aceitar e continuou a utilizar o seu Chevrolet Malibu. "É uma decisão pessoal tomada de forma instintiva mas, é claro, também com a cabeça", terá dito, segundo o jornal Maariv, o general aos seu amigos.
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O holocausto está ainda muito presente na vida de Eshel, que perdeu a sua mãe e grande parte da sua família no genocídio comandado por Adolf Hitler. Os amigos sabem disso e compreendem-no.
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"É uma decisão pessoal legítima. Algo sentimental que lhe custa muito. Amir não se sente confortável a conduzir um veículo de fabrico alemão e por isso recusa-se a andar nele", dizem os amigos, adiantando no entanto que o seu profissionalismo não é afetado pelas questões pessoais. "Quando há assuntos relacionados com o Exército israelita na Alemanha, ele cumpre a sua missão", garantem.
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Durante muito tempo, sobretudo nos anos posteriores à criação de Israel (1948), os israelitas recusavam-se a comprar produtos alemães. Viajar para a Alemanha ou ir de férias para lá estava totalmente fora de questão. As dramáticas memórias deixadas pelos Holocausto do regime nazi são mais profundas do que a qualidade das marcas alemãs.
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Passados 64 anos este sentimento já não está tão enraizado. Mas nem toda a gente reage assim, Amir Eshel é um israelita a quem a dor ainda não permite ver com bons olhos tudo aquilo que vem da Alemanha.

GUARDAR E FAZER GUARDAR A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA



Manuel José acusa selecção portuguesa de passar a vida em festas

Por André Vinagre, publicado em 5 Jun 2012 -

 


Manuel José vê com desconfiança a participação portuguesa no Euro-2012 porque considera que a preparação “não foi profissional”.
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O ex-treinador do Al-Ahly afirma que “não fizeram nada para concentrar os jogadores por forma a que Portugal fizesse bons jogos de preparação”.
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Em entrevista à TSF, Manuel José afirmou ainda que “isto não é profissional, anda um país inteiro atrás da selecção que passa a vida em festas e mais festas, é um circo autêntico”.
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Manuel José encontra-se actualmente sem clube, já que deixou o Al-Ahly do Egipto por causa da difícil situação política e social que se vive no país.
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P.S. - A Festa do futebol" "os ´chulos´ que acompanham a equipa, uma companhia de "tropa" da RTP para a transmissão, o preço exorbitante do hotel etc.etc. e depois a vergonha de ter ficado pelo caminho e não ter jogado "porra" nenhuma". Entretanto a gente (contribuintes) pagam essa merda toda...!!!

Barómetro Católica/DN/RTP/Antena 1


PSD e PS empatados e esquerda de novo maioritária

por Miguel MarujoHoje
Fotografia © Infografia DN



Queda de sociais-democratas não beneficia partido de Seguro. É à esquerda dos socialistas que mais se sobe. Desempenho do Governo é cada vez mais negativo.

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O PSD e o PS empatariam nas eleições legislativas, se estas tivessem hoje lugar, depois de uma queda significativa dos sociais-democratas em relação a idêntico barómetro realizado em setembro passado. 
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Mas os que ganham com esta queda - apesar do empate técnico -, não são os socialistas, que mantêm a estimativa do resultado eleitoral face ao anterior estudo. 
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É mais à esquerda - CDU(a coligação eleitoral que congrega PCPe Verdes) e Bloco de Esquerda - que crescem as intenções de voto, numa tímida comparação com o que se passou nas eleições na Grécia, a 5 de março.
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Olhemos para os números: o PSD recolhe 36% dos votos dos inquiridos que manifestaram vontade em votar (há 22% que diz que não votaria e 10% que não sabe se iria votar). O PS tem 33% de estimativa, mas a diferença encontrada pode atribuir-se ao erro da amostra. 
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Este empate resulta da descida acentuada dos sociais-democratas, que tinham 43% no barómetro passado, apesar do partido de Seguro não capitalizar a queda.
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A CDU e o BE somam cada um 9% de votos (tinham 7% e 6% antes), da estimativa obtida calculando a percentagem de intenções diretas de voto em cada partido em relação ao total de votos válidos (excluindo abstenção e não respostas) e redistribuindo os indecisos com base numa outra pergunta sobre a sua intenção de voto. 
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O CDS - que é por regra subestimado nestes estudos - mantém a sua votação face a setembro: 6% (só 2% referem o partido de Portas como intenção direta de voto).
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No final, um Parlamento saído destas eleições teria uma maioria à esquerda (a soma das partes dá à atual maioria governamental - PSD e CDS - 42%, face aos 51% que somariam PS, CDU e BE.¬
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Estas intenções de voto acabam por corresponder à avaliação que o barómetro apresenta do desempenho do atual Governo. 
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O trabalho de campo foi efetuado de 26 a 28 de maio, no final de um mês marcado pelas polémicas que envolveram o ministro Miguel Relvas ou da afirmação do primeiro-ministro de que o desemprego é "uma oportunidade", numa altura em que o número de desempregados atinge recordes históricos. 
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E de setembro até agora piorou a imagem que os portugueses têm do Executivo de Passos.

KAOS: O sucesso do Gaspar


Ontem todos pudemos ver o Vitor Gaspar muito satisfeito por ter passado em mais um exame da Troika, mesmo que esta lhe tenha exigido que o tempo do subsidio de desemprego e os direitos laborais devam ser ainda reduzidos.
Uma estranha satisfação para quem vê a recessão, a precariedade, o desemprego, a pobreza, a miséria, a subirem rapidamente enquanto a economia, os direitos laborais e sociais, a saúde, e educação e a segurança social são destruídos.
Que raio de sucesso é este?
Só se for por ir receber mais um cheque de quatro mil milhões no mesmo dia em que "ofereceu" mais sete mil milhões à banca.

KAOS: Porque não cai o Relvas?


Marcelo Rebelo de Sousa, antigo líder do PSD e membro do Conselho de Estado, considera que Miguel Relvas “é um peso nas costas do primeiro-ministro”. “Está descredibilizado”.
A questão é saber quem está às costas de quem e se cair o Miguel Relvas não cai o Passos Coelho com ele. Por mim bom era que a queda fosse grande…para os dois

PERTENCEMOS A UM PAÍS DE MORCÕES....COMEM-NOS AS PAPAS NA CABEÇA!

-CRISE EM PORTUGAL????? Sim.....mas nao é para todos!!!!

   
                       E   S   C     N   D   A   L   O
 Euro 2012- já gánhamos no hotel
O Euro 2012 vai ter lugar na Ucrânia e na Polónia, sendo que a selecção comandada por Paulo Bento vai ficar hospedada num hotel polaco de Opalenica.

O diário espanhol quis perceber quanto é que as várias selecções em competição vão gastar com o alojamento, e o resultado acabou por ser surpreendente se tivermos em consideração as constantes medidas de austeridade que têm vindo a ser aplicadas em Portugal.
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Assim, a selecção nacional vai gastar cerca de 33 mil euros por dia e ocupa o primeiro lugar da tabela. Já a selecção espanhola vai ser a que menos vai gastar em hotéis, 4.700 por dia. A Rússia é a segunda selecção a gastar mais com 30.400 euros diários.

Selecção e custo de hotel:
1. Portugal – Opalenica 33.174 euros
2. Rússia – Varsovia 30.400 euros
3. Polónia – Varsovia 24.000 euros
4. Irlanda – Sopot 23.000 euros
5. Alemanha – Gdansk 22.500 euros
6. Rep. Checa – Wroclaw 22.200 euros
7. Inglaterra – Cracóvia 19.000 euros
8. Holanda – Cracovia 16.200 euros
9. Italia – Wieliczka 10.500 euros
10. Croácia – Warka 8.300 euros
11. Dinamarca – Kolobrzeg 7.700 euros
12. Espanha – Gniewino 4.700 euros
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E mais um, blogue, a dar conta da extravagância danosa

Uma Selecção Nacional acima das nossas possibilidades?

As capas dos jornais e as principais notícias de Terça-feira, 5 de Junho de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Silves: Orçamento por aprovar
Porto: Médico julgado hoje
Amarante: Incêndio em sauna
Renato Seabra: Julgamento por marcar
Pedro Mantorras: Cerimónia na Luz
Olli Rehn: Esforço dará frutos
Mulher detida por ataque a cineasta

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
Consolidação das contas públicas devia ser mais lenta, diz Manuela Ferreira Leite
Sismo de magnitude 4.0 na Terceira sem estragos nem vítimas
Alqueva quer pôr turistas "a ver estrelas" no melhor céu do mundo
Sorteio da Lotaria Clássica (23º/2012)
Rainha de Inglaterra assiste a concerto de estrelas pop
CGTP acusa Governo e troika de afastarem sindicatos dos locais de actividade

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Calem lá essa boquinha caros doutores e sábios
Celebração do 10 de junho condiciona trânsito em Belém
Alunos de Direito preocupados com acesso à advocacia
Boaventura Sousa Santos recebe 'honoris causa'
Suspeita de assaltar Fonseca e Costa detida pela PSP
Cemitério de Rio de Mouro vandalizado
Juiz-chefe decide se Renato Seabra é julgado em julho

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

De Gondomar para a Rússia com a Parfois
Petição online para Pimenta
Menina de 11 anos queimada com óleo a ferver obrigada a fazer nova cirurgia
Confrontos na Irlanda do Norte 'mudam' percurso da tocha
Sismo de magnitude 4.0 fez abanar a Terceira
Menino doa viagem à Disney a filha de soldado morto
Sai do Público jornalista que foi alvo de pressões

Capa do i i

Capa do Diário Económico Diário Económico

S&P avança que há 33% de hipóteses da Grécia sair do euro
BESI prepara caderno de encargos dos Estaleiros de Viana
BPI tem garantia dos accionista para aumento de capital
Banca dispara em bolsa à excepção do BCP
Apoio do Estado custa 375 milhões aos bancos só no primeiro ano
“A questão é mais complicada do que cortar os salários nominais”
“As empresas estão demasiado endividadas”

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Sismo de magnitude 4.0 na Terceira sem estragos nem vítimas
Groundforce mantém licença para operar nos aeroportos até conclusão do concurso
Manuela Ferreira Leite: Consolidação das contas públicas devia ser mais lenta
Passos Coelho: "Portugueses já não estão perante o abismo"
A primeira página do Negócios da edição de hoje
Portugal, a Política Fiscal e o PAEF
"The Amateur"

Capa do Oje Oje

Bancos pedem 6,6 mil milhões
Dívida pública vai atingir 118% do PIB em 2013
Associação de investidores admite impugnar OPA sobre a Cimpor
Investir no Brasil é principal prioridade para Santander
Ford prepara marcas locais na China
Valores de desemprego e dívida das famílias a descer
Gestão de Contactos - Networking

Capa do Destak Destak

PR pede que legislativas decorram "sem sobressaltos" como as presidenciais
Governo suspende autorização para construção de mina de carvão devido ao impacto ambiental
Exército testa míssil com capacidade nuclear
Banco central baixa taxa de juro para 3,5%
China prepara plano para eventual saída da Grécia -- imprensa
Seleção portuguesa cumpre primeiro treino em Opalenica
Avião "Solar Impulse" partiu de Madrid com destino a Marrocos

Capa do A Bola A Bola

Nápoles pensa em Baines
Corinthians só conversa com Liedson após Libertadores
Juventus quer roubar Adriano ao Barcelona
Jorge Vital regressa ao clube
Época do Leão começa a 9 de julho
Sporting já tem adversários na NextGeneration
Red Bull Street Style: faltam cinco dias para o fecho das inscrições

Capa do Record Record

Dossiês a fechar
Futuro de Wolfswinkel avança ao ritmo do Euro
Chelsea lança o isco a Hulk
Rolando usado para chegar a Van Persie
Lviv à luz de um gerador
Vital também volta
Meyong: «Só falta assinar»

Capa do O Jogo O Jogo