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sexta-feira, 8 de junho de 2012

E ASSIM A ECONOMIA DE ESPANHA EM "CUECAS"




O FMI antecipa o relatório para o socorro aos bancos de Espanha
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As informações de base de que os bancos podem precisar  ajuda superior a 40.000 milhões
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O FMI publica nas primeiras horas de sábado as estimativas,  previstas,  divulgadas, na próxima segunda-feira
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Miguel Jimenez / Sandro Pozzi Madrid / New York 9 JUN 2012 - 02:02 CET120
Arquivado  


Christine Lagarde, director administrativo do FMI / INTS Kalnins (Reuters)
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Em meio os relatos apontam para o pedido de resgate, iminente, pela Espanha, o Fundo Monetário Internacional (FMI) trouxe à tona a publicação do seu relatório sobre o sector financeiro espanhol.
 
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Os requisitos de capital dos bancos descritos neste relatório são os que levam Espanha a um resgate europeu para recapitalizar o sector financeiro.  
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A análise confirma que o fundo identificou a necessidade de 25.000 milhões no cenário base, 29.000 calculado, pelo Banco de Espanha e 37.000 do lado, mas adverte que as exigências de capital pode finalmente superar o último valor de cerca de do 40.000 milhões.

Dias do Governo de Chávez "estão contados"

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Este homem tem sido um autêntico incompetente, arruinou a indústria e a agricultura venezuelana, o povo que era pobre, agora ainda é mais pobre, é o resultado de ter mais um "Xuxialista" no poder...  João Nobre

Presidente do Banco Mundial sobre a Venezuela

Dias do Governo de Chávez "estão contados"

por LusaOntem
Dias do Governo de Chávez "estão contados"

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O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, afirmou na quinta-feira que os dias do regime do presidente venezuelano, Hugo Chávez, estão "contados" e que, sem o seu apoio, os Governos de Cuba e da Nicarágua terão dificuldade em sobreviver.
"Os dias de Chávez estão contados. E se os seus subsídios para Cuba e Nicarágua forem eliminados, esses regimes ficarão numa situação difícil. Os democratas da América Latina" deverão preparar-se, declarou Zoellick, em Washington, numa cerimónia para assinalar o 30.º aniversário do centro de análise Diálogo Interamericano.
O presidente do Banco Mundial defendeu que os "apelos à democracia para por fim às intimidações, para o retorno ao respeito pelos direitos humanos, para eleições justas e um Estado de Direito, deverão vir de todas as capitais".
O Governo de Chávez é o principal aliado da Nicarágua desde o retorno ao poder do presidente da extrema-esquerda, Daniel Ortega, em 2007, e envia para Cuba 100 mil barris de petróleo por dia.
Zoellick, que deixa o cargo de presidente do Banco Mundial no final do mês, apelou à América Latina para aproveitar a "oportunidade" de fazer do continente americano uma região "democrática", um espaço de "desenvolvimento e de dignidade" e não de "golpes de Estado, de caudilhos e cocaína".

O Pensamento de Teixeira de Pascoaes em “O Génio Português Na Sua Expressão Filosófica, Poética e Religiosa”



Para Teixeira de Pascoaes, o génio lusíada é essencialmente um criador e por isso, o mais belo representante do espírito humano em acção poética a “dilatar a obra de Deus”.
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A alma lusíada é no filósofo a matéria e o espírito, misturando-se harmoniosamente, em uma constante actividade criadora de novas formas de vida, eternamente originais.[1]
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Para Pascoaes o homem educado fora da sua “raça” não a conhece e portanto não a pode amar.[2] Despertar na mocidade o génio nacional através do ensinamento dos poetas, escritores e artistas representativos da língua, das lendas, da paisagem e da história de Portugal é o primeiro dever dos educadores. O autor considerava mesmo que não conhecia “pior erro do que esse de cultivar num povo qualidades estranhas que lhe não pertencem por natureza”.[3]
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O indivíduo desnacionalizado perde a sua presença viva, dilui-se num fantasma inerte. O assim chamado “génio aventureiro” dos portugueses que hoje muitos desprezam, assim como o “temperamento messiânico” que ainda é mais desprezado, são as duas grandes qualidade que Pascoaes atribuiu ao povo português.[4]
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Teixeira de Pascoaes considerava que aqueles que julgam o sentimento de amor à Pátria como sendo inimigo do progresso moral da Humanidade, das modernas ideias de justiça social, etc… são pessoas que desconhecem por completo a “natureza humana”.[5]
A justiça social, para Pascoaes só poderia realizar-se dentro de cada Pátria. Pois querer criar uma justiça comum para toda a Humanidade é um sonho chimérico; equivale a pedir um rosto igual para todos os homens. Algo que Pascoaes eufemísticamente descreve como um puro “absurdo”![6]
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As pátrias diferem «por natureza» umas das outras, assim como os indivíduos. Elas resultam da união, por parentesco de sangue de um certo número de indivíduos num determinado território.[7] O amor à Pátria é por isso a própria saúde moral de um povo: “o sinal de que vive”.[8]
Pascoaes considerava que numa nação ainda atrasada como era Portugal, seria patriótico chamar a atenção de um povo para a sua alma revelada a fim de que ela encontre em si própria, uma luz guiadora dos seus actos e a energia que os provoque e lhes garanta sucesso.[9]
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Dar à Pátria portuguesa a consciência do seu ser espiritual é dar mais relevo, nitidez e vida à sua presença entre as outras nações e prepará-la sobretudo para o cumprimento de um alto destino.[10]
A renascença italiana opõe para Pascoaes o génio português à sua criação da «Saudade». A renascença italiana foi criada, exteriormente por alguns artistas geniais e a saudade concebeu-se por sua vez no íntimo espiritual de uma «raça».[11]
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O poeta português é um interprete da sua «raça» em ascensão divina; o estrangeiro é o interprete de este ou aquele livro de filosofia.[12] O “saudosismo panteísta”, revelador e criador dos aspectos viventes e misteriosos da criação, é escultural na sua essência.[13]
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O génio lusíada é essencialmente um criador e por isso, o mais belo representante do espírito humano em acção poética a “dilatar a obra de Deus”.[14]
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A palavra “medo” na língua portuguesa encerra um sentido profundo, não materialista, mas anímico. Ela significa o primeiro estremecimento do homem perante a presença inesperada de Deus ainda envolto em névoas misteriosas…[15] O “medo” é portanto uma coisa sagrada.[16]
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O homem gera constantemente vida espiritual, assim como a terra gera vida vegetal.[17] Pascoaes destaca que: “quando esta vida psíquica se tornar interpretativa das imperfeitas vidas anteriores e com elas se casar, construindo um universo ideal dentro da realidade do universo, teremos a verdadeira religião saudosista”.[18]
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Pascoaes considerava que o povo português deu sempre uma feição própria ao Cristianismo e só pela força das circunstâncias politicas e da vontade dos reis se sujeitou à igreja romana. A república deveria portanto de resolver a questão religiosa reconstituindo a nossa igreja e dotando-a de um clero esclarecido e virtuoso, restituindo-lhe então todos os seus bens.[19]
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O povo acredita em Deus, mas não se importa com o Papa, nem com os Bispos. O «Saudosismo» é um novo credo religioso que não responde apenas à ansiedade mística da alma lusíada, mas a muito mais.[20]
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Pascoaes sentia que na realidade, o espírito humano está desejoso de se libertar do cárcere estreito, escuro e asfixiante em que o materialismo o enclausurou. Ele acreditava que as forças que iriam operar a próxima grande transformação do mundo seriam as forças religiosas de natureza espiritual, talvez até mesmo reencarnadas num novo Cristo.[21]
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É necessário que o poder mudando de mãos se transcendentalize. A Humanidade nada poderá lucrar se a justiça mudar apenas de local passando do primeiro andar para o rés do chão. É essencial que a justiça exista em todos os andares. Pascoaes ía ao ponto de afirmar que para ele “o renascimento religioso é inegável”. “Estamos à beira de uma nova era”. “É o reino saudosista que se anuncia”…[22]
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O pensamento de Teixeira de Pascaes é claramente dominado por uma tremenda carga de nacionalismo que hoje fará sem dúvida confusão a muitos, porém, é necessário ter-se em conta que o autor viveu e escreveu numa época em que o sentimento nacionalista estava no auge e a própria mentalidade da época era aberta a este tipo de linguagem ultra-nacionalista. 
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No entanto, se colocarmos de lado os apelos patrióticos de Pascoaes que são em larga medida exagerados e analisarmos a sua obra do ponto de vista estritemente filosófico, constataremos que esta está recheada de ideias extremamente ricas em conteúdo e sobre as quais nunca é tarde demais para reflectir.
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P.S. – João José Horta Nobre é um, dos vários, colaboradores deste blogue

KAOS:Espanha “colhida” pela Troika




A agência norte-americana  de notação financeira Fitch decidiu cortar o ‘rating’ da dívida espanhola em três níveis. Espanha passa assim de ‘A’ (nível máximo) para ‘BBB’, apenas dois níveis acima da classificação considerada ‘lixo’. 
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“Os custos orçamentais da reestruturação e recapitalização do sector bancário espanhol é agora estimado pela Ficth em cerca de 60 mil milhões de euros”, o que corresponde a 6% do produto interno bruto (PIB) espanhol, nota a agência em comunicado. No mesmo documento a Fitch admite que este valor possa ascender a “100 mil milhões de euros (9% do PIB) num cenário mais severo”.
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Há dois anos, pressionada pelos mercados, foi a Grécia, um ano depois Portugal e agora passado mais uma ano chegou a vez da Espanha que não deve aguentar muito mais tempo sem ter de pedir ajuda financeira e assim cair nas malhas da Troika. 
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A história repete-se, as soluções são as mesmas assim como as consequências; austeridade, ataque ao estado social e aos direitos para que os principais responsáveis pelo descalabro, a banca, seja de novo financiada

ANGELA MERKEL A CRIANÇA DEGENERADA



Seja como for, a frágil situação espanhola teve o mérito de obrigar Merkel a mexer-se. Até agora, a chanceler alemã pareceu uma criança birrenta que diz não a tudo. Eurobonds? Não. Mais intervenção do BCE contra a crise? Não. Política monetária mais expansionista? Não. Mais promoção do crescimento económico? Não. Ontem, a chanceler parece ter mudado de opinião. Merkel viu a luz e já fala em união orçamental.
Bruno Proença, Diário Económico

A CAMBADA DO NOSSO TORRÃO




A INGRATIDÃO DO BARRETO PARA COM O SR.SILVA...

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O Barreto não alinha com o sr. Silva mas..... mostra-se ainda honrado com o facto de ser condecorado no próximo domingo com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.

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Especiais

António Barreto


O sociólogo confessa à Antena 1 que não se identifica com o Presidente da República, Cavaco Silva. Entrevista de Maria Flor Pedroso.

KAOS:Um génio da treta


O que chamavam de Génio da Economia e que foram buscar a uma Universidade de segunda ao Canadá não passava de uma obra de ficção como a realidade rapidamente mostrou.
Das bandeirinhas de Portugal aos pasteis de nata foi-se desfazendo a imagem do Super-Ministro até que o governo se sentiu obrigado a distribuir as suas competências primeiro por outros Ministérios e depois tentar dar-lhe algum protagonismo mediático para não ter de fazer uma rápida remodelação ministerial.
Quando as coisas pareciam que lhe corriam melhor um peixe maior, o Miguel Relvas, necessitou de protagonismo mediático e lá se converteu o Álvaro de novo em fumaça. Mesmo sendo medidas sobre o emprego e a economia, o Programa do Impulso Jovem foi entregue ao Relvas.
Depois de ser desrespeitado por quase todos os ministros este “géniozinho” foi mais uma vez tratado como lixo, mas sem um verdadeira coluna vertebral continua a aceita-lo sem de demitir. Patético.

Artigo do Ricardo Sá Fernandes publicado a 14/5 no Público



A sua clareza dispensa comentários.
Um exemplo claro do funcionamento da Justiça em Portugal impulsionado pela corporação dos Juízes que se apoia num "partido" chamado "Associação Sindical(????) dos Juízes".
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ESTA É UMA DAS MAIS FORTES RAZÕES PARA NÃO SE PODER ERRADICAR COM A CORRUPÇÃO!
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Depois de abrirem o ficheiro anexo, depressa compreenderão que o homem teve a preocupação de escrever no fim do artigo jornalistico, a frase : "Pela justiça portuguesa, incluindo pela grande maioria dos juízes portugueses." 
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 Este procedimento deixa-me bastante apreensivo: Porque é que este cidadão (advogado), teve a preocupação de afirmar que o seu combate também se insere na superior defesa... da maioria dos juizes portugueses?  
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Quando é que os juizes precisam de alguém que os defenda?  Não têm eles sindicatos e associações de classe, para defenderem os seus direitos?  A mim parece-me que o  "Ricardo Sá Fernandes" têm medo que a corporação dos juizes o venham a lixar na sua vida profissional. É isto mesmo que transparece no seu escrito!  
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E é precisamente o que me preocupa, se um dos mais prestigiados advogados da nossa praça tem medo dos juizes: Qual a lição que os "cidadãos comuns" poderão  tirar desta história? Não estaremos nós a caminhar para a "democracia dos juizes"? 
P.S. Desconhecido o autor do texto acima.
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Clique nos documentos para ler o conteúdo
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TENHAMOS, AO MENOS, ESPERANÇA NO FUTEBOL!

A ESPERANÇA A ÚLTIMA A MORRER.