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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Vamos de mal a pior by Kaos



Numa votação em real time no site do Económico que juntou mais de 11.000 votos válidos, José Sócrates foi votado como o melhor primeiro-ministro. Mário Soares pode ter conseguido estabilizar o país no período pós-revolucionário, 
Cavaco Silva ter sido o primeiro a conseguir completar um mandato, Durão Barroso até pode ter saído de São Bento para a presidência da Comissão Europeia, mas foi José Sócrates o escolhido, pelos leitores do Económico, como o melhor primeiro-ministro do país. Passos Coelho e Santana Lopes fecharam o pódio.
Isto nem o valor de uma sondagem tem e sabemos bem o valor que elas têm, mas num país de "alterne político", não me admira nada o resultado desta votação. Sócrates foi um aldrabão que nos lixou a todos, e quando saiu do poder saiu quase escorraçado, mas esta corja que lá está agora consegue estar a fazer ainda pior. Continua o compadrio, a existir os "amigos"e os negócios pouco transparentes com a agravante de não mostrarem qualquer vergonha, competência, respeito pelas pessoas ou pesar pela miséria que criam, destruindo direitos, o estado social e a economia.
 
Não estará na hora de não olharmos para a governação como um jogo em que agora governa um, depois governa o outro mas decidirmos que esta gente que está ao serviço dos grandes grupos económicos e dos mercados não nos serve e só nos cria mais problemas que aqueles que resolve? 
Não está na hora de dizer que, se aqueles que nos têm governado nos colocaram na situação em que estamos, os que governam agora nos dizem que todos temos uma divida para pagar, então que digamos nós que não queremos continuar num sistema que permitiu que isso acontecesse e que a partir de agora assumimos o controlo das decisões que dizem respeito ao nosso futuro? Se vivemos numa democracia temos direito a exigi-lo.

EXTRAÍDO DO BLOGO "FIO DE PRUMO"

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Apenas, daqui, o que é bonito é para ser visto... Gaita não é por aí além notícia que tenha grande relevo... Zero pontos à redacção do Diário de Notícias - JM

Assunção Esteves descansa de biquíni na praia

  Fonte:Diário de Notícias

Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012


Há limites...


Hoje interrompo a crónica de férias porque quero fazer eco da minha indignação. 
Todos temos direito à privacidade, mesmo que ocupemos lugares públicos. E o direito à imagem é inalienável nesse campo.
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Ora numa notícia publicada no Diário de Notícias, no dia 9 de Agosto - de que só ontem tive conhecimento -,  que tem por título "Assunção Esteves descansa em biquíni na praia", a Presidente da Assembleia da República é "apanhada" em várias fotos suas, em traje de banho de duas peças, naquilo que considero uma intromissão na esfera da sua vida privada. O texto da notícia é também passível de insídia, mas já nem falo nisso. Apenas lamento a falta de qualidade.
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Não conheço pessoalmente Assunção Esteves. Sei quem é e, pela notícia, verifico que estava no pleno uso das suas férias. Portanto, com os direitos que daí lhe advêm. E sem estar a conceder qualquer entrevista que justificasse o abuso jornalístico.
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O que pretendeu, então, o jornal? Menorizar a segunda figura da nação? Menorizar a mulher que desempenha essa função? Insidiar algo? O quê?!
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Eu sei que estamos na silly season. Mas até neste campo há limites à parvoeira nacional, sobretudo em jornais cujo passado nos faz pensar que continuam a merecer o nosso respeito. Lamentável!

HSC  
 

PORTUGAL É UM PAÍS ESPANTOSO.....


Portugal é um país espantoso, com um povo capaz de feitos únicos e maravilhosos. Em compensação, o País está há séculos dotado de uma elite pedante, mesquinha e medíocre. Esse grupinho de iluminados tem sempre no bolso a salvação nacional e, atingindo o poder, tudo faz para arruinar o País. Os desastres de 1834, 1890, 1910, 1916, 1926, 1961, 1978, 1983 e 2011 não são azares externos, mas efeito directo das soluções milagrosas da elite, que depois compõe uma magna falsificação histórica para se desculpar e acusar os adversários. Vemos isso hoje, com a crise.
João César das Neves, Diário de Notícias

NALGADA NO TRASEIRO DELA

E a invejosa!
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KAOS:Até os dedos nos levam



Os números positivos das exportações portuguesas estão a ser empurrados pela evolução muito favorável de dois produtos: combustíveis e ouro. A venda destas duas categorias de bens representou 41% do aumento das exportações nacionais nos primeiros seis meses do ano.
Segundo os números do Instituto Nacional de Estatística (INE), Portugal exportou 1855 milhões de euros em combustíveis e lubrificantes no primeiro semestre. Mais 612 milhões que no mesmo período de 2011 (mais 49%). Ao mesmo tempo, a venda de ouro cresceu de 208 para 382 milhões de euros (83%). As exportações de ouro estão a aumentar há cinco anos consecutivos. Entre janeiro e junho, as empresas ganharam 132 vezes mais dinheiro com a venda de ouro que em 2007.
A soma dos dois produtos resulta num incremento de 786 milhões em relação ao ano passado. Uma fatia decisiva dos 1903 milhões de aumento das exportações. Sem combustíveis e ouro, as vendas de bens ao exterior estariam a crescer “apenas” 5,7%, em vez dos 9,1% registados desde o início do ano.
O ritmo de crescimento das exportações tem sido muito elogiado por economistas e responsáveis políticos. No entanto, alguns temem que esta evolução seja pouco sustentável.
O facto de grande parte do aumento ter origem na venda destes dois produtos parece dar razão a essas preocupações.
“Não se pode dizer que esteja a acontecer algo de muito importante ou estrutural nas exportações”, explica Ana Costa, economista do ISCTE. “O saldo da balança comercial está a melhorar principalmente devido à contração do mercado interno.”
Este governo que tem estado a destruir toda a economia tem tido no aumento das exportações e no saldo comercial a bandeira com que nos tentam convencer que estamos a ir no bom caminho.
A primeira grande mentira é a de que tenham sido as suas politicas que tenham contribuído para esse aumento pois já antes no tempo do Engenheiro e dos seus Socretinos esse aumento era uma realidade e, como agora se prova, muito à custa da venda dos anéis dos portugueses, sejam eles os de família ou do país nas privatizações.
A segunda porque o saldo comercial é conseguido à custa da redução de consumo interno proveniente do desemprego e da pobreza criada.
Mas nem era necessário o INE apresentar estes números porque a pobreza do país e proporcional ao aumento brutal aos número de lojas de compra de ouro que vão surgindo por todo o lado.