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sábado, 25 de agosto de 2012

O verdadeiro Che Guevara



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Vale a leitura, embora o texto seja um pouco longo, pois mostra fatos pouco divulgados da vida dessa controvertida e sinistra figura... "
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Há quase 42 anos, Ernesto "Che" Guevara recebeu uma grande dose de seu próprio remédio.  Sem qualquer julgamento, ele foi declarado um assassino, posto contra um paredão e fuzilado.  Historicamente falando, a justiça raramente foi tão bem feita.  Se o ditado "tudo o que vai, volta" expressa bem uma situação, é esta.
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"Execuções?", gritou Che Guevara enquanto discursava na glorificada Assembléia Geral da ONU, em 9 de dezembro de 1964.  "É claro que executamos!", declarou o ungido, gerando aplausos entusiasmados daquele venerável órgão.  "E continuaremos executando enquanto for necessário!
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Essa é uma guerra de morte contra os inimigos da revolução!" De acordo com *O Livro Negro do  Comunismo<http://www.google.com.br/search?q=%22livro+negro+do+comunismo%22&sourceid=navclient-ff&ie=UTF-8&rlz=1B3GGGL_pt-BRBR254BR254>,escrito por estudiosos franceses de esquerda (ou seja, dificilmente uma mera publicação "direitista" ou de "fanáticos anticastristas de Miami"), ocorreram 14.000 execuções por fuzilamento em Cuba até o final de década de 1960.  (Slobodan Milosevic, não custa lembrar, foi a julgamento por ter ordenado 8.000 execuções.  
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A mesma ONU que aplaudiu delirantemente a orgulhosa declaração de Che Guevara condenou Milosevic por "genocídio"). "Os fatos e números são incontestáveis", escreveu ninguém menos que o *New York Times*, ícone da esquerda, sobre o "Livro Negro do Comunismo".  Jose Vilasuso, um cubano que à época era promotor dos julgamentos comandados por Guevara, fugiu horrorizado e enojado com o que presenciou.  Ele estima que Che promulgou mais de 400 sentenças de morte apenas nos primeiros meses em que comandava a prisão de La Cabaña.  Um padre basco chamado Iaki de Aspiazu, que sempre estava à mão para ouvir confissões e fazer a extrema unção, diz que Che pessoalmente ordenou 700 execuções por fuzilamento durante esse período.  Já o jornalista cubano Luis Ortega, que conheceu Che ainda em 1954, escreveu em seu livro "Yo Soy El Che!" que o número real de pessoas que Guevara mandou fuzilar é de 1.892.
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Em seu livro, *Che Guevara: A Biography*<http://www.amazon.com/Che-Guevara-Biography-Daniel-James/dp/0815411448/lewrockwell/>, o autor Daniel James escreve que o próprio Che admitiu ter ordenado "milhares" de execuções durante o primeiro ano do regime de Fidel Castro. Felix Rodriguez, o agente cubano-americano da CIA que ajudou a caçar Che na Bolívia e que foi a última pessoa a interrogá-lo, diz que Che, em sua última conversação, admitiu "algumas milhares" de execuções.  Mas fez pouco caso delas, dizendo que todas as vítimas eram "espiões imperialistas e agentes da CIA".
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"Eu não preciso de provas para executar um homem", gritou Che para um funcionário do judiciário cubano em 1959.  "Eu só preciso saber que é necessário executá-lo!"
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As vítimas do regime fidelista, os "inimigos da revolução", foram uns dos mais empreendedores e valentes lutadores do século XX, junto com os Guerreiros da Liberdade Húngaros.  Eles lutaram valente e desesperadoramente, mesmo sabendo que praticamente não tinham chances.
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Eles lutavam até a última bala; e, normalmente, lutavam até a morte.  No final, eram capturados, amordaçados e fuzilados por Che e seus seguidores.
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Os poucos sobreviventes vivem hoje em lugares como Miami e Nova Jersey, e podem ser considerados os prisioneiros políticos mais longevos e sofridos da história moderna.  Porém, se você procurar sobre a história deles na grande mídia, sua empreitada será em vão.  Afinal, eles lutaram contra a fina flor do esquerdismo chique.  Sendo assim, o heroísmo deles não é considerado um drama politicamente correto. Por outro lado, a revista *Time*, por exemplo, classificou honrosamente Che Guevara como uma das "100 Pessoas Mais Importantes do Século".  
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Não satisfeitos com tão incompleto louvor, também o colocaram na seção "Heróis e Ícones", ao lado de Anne Frank, Andrei Sakharov, Rosa Parks e Madre Teresa.  Daqui em diante, as ironias vão ficando mais ricas.
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A mais popular versão da camiseta e do pôster de Che, por exemplo, ostenta o slogan "Lute Contra a Opressão" sob sua famosa face.  Essa é a face de um homem que fundou um regime que encarcerou mais de seu próprio povo do que Hitler e Stalin, e que declarou que "o individualismo deve desaparecer!".
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Em 1959, com a ajuda dos agentes soviéticos da GRU, o homem celebrado naquela camiseta ajudou a fundar, treinar e a doutrinar a polícia secreta cubana.  "Sempre interrogue seus prisioneiros à noite", ordenava Che a seus capangas.  "A resistência de um homem é sempre menor à noite".  Hoje, um mural com o retrato de Che — o maior do mundo — adorna o Ministério do Interior, que é o quartel-general da KGB cubana — a polícia secreta treinada pela STASI.  Nada poderia ser mais apropriado.
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O boxeador Mike Tyson costumava comemorar suas vitórias erguendo seus braços em triunfo.  Em 2002, ele visitou Cuba e tatuou uma enorme imagem de Che em seu torso.  Desde então, ele tem sido horrível e impiedosamente surrado em absolutamente todas as suas lutas, um processo que é uma mímica perfeita do histórico de combate de seu ídolo.  
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Que Mike Tyson aprenda: Che era de fato muito proficiente em castigar seus inimigos, milhares deles, mas somente após estes estarem devidamente amarrados, amordaçados e vendados — e creio que a Federação Nacional de Boxe não vai permitir isso. Quando a *intelligentsia* e todo o *beautiful people* presente no Festival de Cinema de Sundance (que incluía variedades como Al Gore, Sharon Stone, Meryl Streep e Paris Hilton) explodiu numa extasiante ovação ao filme *Diários de Motocicleta<http://www.amazon.com/gp/product/B00005JNCZ/104-8208774-0223107?ie=UTF8&tag=lewrockwell&linkCode=xm2&camp=1789&creativeASIN=B00005JNCZ> , eles estavam aclamando um filme que glorificava um homem que havia encarcerado ou exilado os melhores escritores, poetas e cineastas independentes de Cuba, ao mesmo tempo em que transformava a imprensa e o cinema — tudo sob a mira de metralhadores tchecas — em agências de propaganda do regime stalinista.
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O produtor executivo do filme, Robert Redford (que sempre inicia os festivais discursando longamente sobre a importância da liberdade artística), foi obrigado a exibir o filme para Fidel Castro e para a viúva de Che (que chefia o Centro de Estudos Che Guevara, em Cuba) antes de seu lançamento oficial, para ver se ambos aprovariam o resultado.  
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Até onde se sabe, não houve gritos e protestos de "censura!" e "vendido!" para Redford. As tietes de Che são muitas e variadas.  Christopher Hitchens, por exemplo, se maravilha com a "indomável rebeldia" de Che e nos assegura em seu mesmo artigo no *New York Times* que "Che não era um hipócrita".  "1968 na verdade começou em 1967, com a morte de Che", reconta Hitchens.  "Sua morte significou muito pra mim, e para muitos como eu, na época.  Ele era um modelo para todos".
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Johnny Depp gosta de ostentar o rosto de Che em seus pingentes, blusas e bandanas.  Tivesse ele nascido duas décadas antes em Cuba e tentasse ostentar esse estilo rebelde que lhe é peculiar, certamente teria sido enviado para um campo de concentração, onde seria obrigado a cavar fossos e túmulos — um sistema que foi criado pela primeira vez na América Latina exatamente pelo homem glorificado em seus adornos. Já o célebre historiador Benicio Del Toro, que acaba de estrelar um filme no papel de seu herói, diz que "Che foi um daqueles caras que falavam e faziam.  
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Era coerente.  Sempre tem algo de *cool* em pessoas assim.  Quanto mais vou conhecendo Che, mais o respeito". Aparentemente Del Toro se entusiasmou tanto com a imagem *cool* de Che que esqueceu-se de examinar seu histórico, como comprova esse constrangedor<http://youtu.be/v1YiVBFux4k> vídeo<http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v= cf3g64dYli8&feature=related>em que uma jornalista cubana radicada em Miami humilha Del Toro, expondo toda sua ignorância sobre o passado de Che.
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Nenhuma pessoa em seu perfeito juízo vestiria uma camiseta estampando o rosto de Che.  E nenhuma pessoa decente toleraria essa camisa em seus arredores.  Porém, a gravura de Che Guevara é considerada a imagem mais reproduzida do século, embelezando desde camisetas e pôsteres, até biquínis e skates, passando por celulares e fraldas.  Hollywood o glorifica em grandes produções e a revista *Time* o celebra como um ícone da mesma grandeza de 
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Quem foi Che Guevara?
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Mas como um sujeito horrendo, vazio, estúpido, sádico e epicamente idiota
conseguiu um status tão icônico?
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A resposta é que esse nômade psicótico e completamente inexpressivo chamado
Ernesto Guevara teve a magnífica sorte de associar-se ao maior assessor de imprensa da história moderna, Fidel Castro, que por meio século sempre foi capaz de manter toda a imprensa mundial diligentemente à espera de diretivas, correndo para ele a cada chamado seu, como pombos treinados. Caso Ernesto Guevara De La Serna y Lynch não tivesse se juntado a Raul e Fidel Castro na Cidade do México naquele fatídico verão de 1955; caso ele não tivesse se associado, um ano antes, a um exilado cubano na Guatemala chamado Nico Lopez, que mais tarde o apresentou a Raul e Fidel Castro na Cidade do México; tudo indica que Ernesto continuaria vivendo sua vida de viajante vagabundo, mendigando e molestando mulheres, dormindo em albergues inabitáveis e escrevendo poesia ilegível.
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"Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue", escreveu Che para a sua esposa abandonada em 1957.  "Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar", escreveu logo depois.   O detalhe é que essa matança de que ele gostava muito raramente era feita em combate; o que ele gostava mesmo era de matar à queima-roupa homens e garotos amarrados e vendados. "Quando você via aquele olhar extasiado em sua face, enquanto as vítimas eram amarradas aos postes e logo em seguido estouradas", disse a esse escritor um ex-prisioneiro político, "você percebia que havia algum distúrbio seriamente grave em Che Guevara".  
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De fato, a única façanha genuína na vida de Che Guevara foi o homicídio em massa de homens e garotos indefesos.  De sua própria arma, dezenas morreram.  Sob suas ordens, milhares foram aniquilados.  Em tudo o mais que fez, Che fracassou abismalmente, até hilariamente.  (Em um episódio cômico, durante a invasão da Baía dos Porcos, Che e seus homens estavam em um lugar completamente diferente da parte da ilha em que estava ocorrendo a ação.  
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Mesmo assim, alguns exilados cubanos mandaram em sua direção um pequeno barco carregado de fogos de artifício, uma mera tática de distração.  O despreparado Che, liderando seus homens para uma ofensiva contra um barco completamente vazio, conseguiu a façanha de atirar em si próprio, acertando sua mandíbula.  Deve ser um caso raro de um soldado que se fere sozinho com sua arma quando não há inimigo algum por perto...) Seus escritos revelam um jovem severamente problemático.  "Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue.  Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos!  Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!"
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O termo "ódio" era uma constante em seus escritos: "Ódio como um elemento
de luta";  "um ódio que é intransigente"; "um ódio que é tão violento que impulsiona um ser humano para além de suas limitações naturais, fazendo dele uma violenta e fria máquina de matar." Dentre suas perturbadas fantasias, a mais proeminente era a implementação de um reino continental stalinista.  Para atingir esse ideal, o jovem problemático almejava "milhões de vítimas atômicas". O perturbado jovem argentino também era arredio e desprezava todos ao seu redor: "Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos.  Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu".
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Felizmente para ele, quando ainda era um vagabundo na Cidade do México, teve a sorte de encontrar um homem cujo julgamento sobre a psique humana era extremamente perspicaz.  Este homem, um exilado cubano, diagnosticou corretamente a psicose do argentino e fez uma "intervenção" no momento certo, canalizando os talentos e anseios deste jovem problemático para fins considerados construtivos pela *intelligentsia* mundial: o estabelecimento do stalinismo.
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Rapidamente o argentino se viu lucrativamente empregado em Cuba.  Seu intenso desejo por sangue foi amplamente satisfeito no extermínio de cubanos anticomunistas, uma espécie mamária que os iluminados de todo o mundo consideram uma peste insuportável. De início, o perturbado jovem argentino assumiu o papel de principal executor dos homicídios em massa de cubanos indefesos, estraçalhando os crânios de suas vítimas — que jaziam convulsionadas no chão — com tiros de sua própria pistola.  Mas dado o aumento no volume de serviço, a tarefa acabou se tornando fatigante, o que fez com que o argentino designasse alguns capangas cubanos para o trabalho, facilitando dessa forma a matança em série.
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Não que ele tenha se distanciado da carnificina.  Na realidade, ele se deliciava tanto com o processo que uma janela especial foi construída em seu escritório, permitindo que ele visse e se regozijasse com a orgia sangrenta no campo logo abaixo de sua janela. Em um famoso discurso em 1961, Che denunciou o "espírito de rebeldia" como sendo algo "repreensível".  "A juventude deve abster-se de questionar de modo ingrato as ordens governamentais", ordenou Guevara.  "Em vez disso, ela deve se dedicar completamente aos estudos (*marxistas*), ao trabalho (*para o governo*) e ao serviço militar (*para matar os desobedientes*)". E ai daqueles jovens "que ficarem acordados até tarde da noite e chegarem atrasados para o trabalho (forçado pelo governo)".  
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Os jovens, escreveu Guevara, "devem aprender a pensar e a agir como uma massa única".  "Aqueles que escolherem o próprio caminho" (como deixar o cabelo crescer e ouvir música imperialista ianque) serão denunciados como "dejetos" e "delinquentes".  Em seu famoso discurso, Che Guevara até mesmo jurou "fazer com que o individualismo desapareça de Cuba!  É criminoso pensar como indivíduos!" Dezenas de milhares de jovens cubanos aprenderam que as ameaças de Che Guevara eram mais do que mera linguagem bombástica.  Centenas de soviéticos da KGB e "consultores" da STASI da Alemanha Oriental, que inundaram Cuba no início da década de 1960, encontraram em Guevara um acólito extremamente zeloso.  
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Já em meados dos anos 60, o crime de se parecer com um "roqueiro" ou ter um comportamento efeminado fez com que a polícia secreta cubana retirasse das ruas e parques de Cuba milhares de jovens e os jogassem em campos de concentração que tinham os dizeres "O Trabalho Fará de Você um Homem" em seu portão principal, bem como homens com metralhadoras localizados estrategicamente em torres de observação.  As iniciais desses campos eram UMAP <http://es.wikipedia.org/wiki/UMAP>, mas eles em nada diferiam de um GULAG. Cuba antes da revolução. O mito popular é que Cuba era um país com uma economia desintegrada e que Fidel melhorou a vida dos cubanos.  Será?
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Nos meses seguintes à revolução cubana, por exemplo, o economista tcheco Radoslav Selucky visitou Cuba e tomou um susto:  "Pensávamos que Cuba fosse um país subdesenvolvido que tivesse apenas algumas refinarias de açúcar!", escreveu quando voltou a Praga.  "Mas não!  Quase 25% da força de trabalho de Cuba estava empregada na indústria, onde os salários eram iguais aos salários pagos nos EUA!"
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Agora, eis as palavras do próprio Che Guevara em 1961, após retornar a Cuba, junto com seus subordinados, de uma longa viagem ao Leste Europeu: "Não podemos dizer que só vimos maravilhas naqueles países", admitiu Che. (Considerando-se a natural propensão do povo cubano para o sarcasmo, é provável que Che tenha dito isso em resposta às zombarias e risadas de seus subalternos, que possivelmente ridicularizaram as — para eles — patéticas condições socioeconômicas das principais capitais do Leste Europeu — as quais Cuba deveria emular!)
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"É natural que, para um cubano do século XX, acostumado a todos os luxos que o imperialismo lhe deu", escreveu Che Guevara, "muito do que ele viu (no Leste Europeu) parecesse-lhe algo típico de países subdesenvolvidos". Mas não se intimide!  Logo após se tornar ministro da economia de Cuba, Guevara já tinha planejado como tirar aquele sorriso de escárnio do rosto dos cubanos.
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Como o Czar da economia cubana, Che transformou uma nação que tinha uma
renda per capita maior do que metade dos países da Europa, a menor taxa de inflação do Ocidente, uma classe média maior que a da Suíça, um enorme fluxo de imigrantes e cujos trabalhadores desfrutavam a oitava maior taxa salarial do mundo, em uma nação que causa repúdio até nos haitianos.  E isso mesmo após receberem abundantes subsídios dos soviéticos, cujo total foi igual a dez Planos Marshall (isso para uma nação de apenas 6,4 milhões de habitantes) — um feito econômico que desafia não somente as leis econômicas mas que também parece desafiar a física.  Se tem uma coisa com que os exilados cubanos concordam inteiramente com Fidel e Che é que eles são ícones do Terceiro Mundo.  Afinal, ambos certamente conseguiram o feito aparentemente impossível de converter Cuba em uma nação do Terceiro Mundo.
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Utilizemos agora um estudo da ONU (ninguém menos!) sobre Cuba, de 1958.
"Cuba possui uma enorme vantagem em sua integração nacional — em comparação aos outros países da América Latina — por causa de sua enorme e homogênea base de imigrantes espanhóis brancos.  A pequena população negra de Cuba também é culturalmente integrada.  Aqueles modos de produção feudal que existem no resto da América Latina não existem em Cuba.  O camponês cubano não se parece com o camponês do resto da América Latina, que está preso à terra, é tradicionalista e se opõe às inovações que o levariam a uma economia de mercado.  O camponês cubano, em todos os aspectos, é um homem
moderno.  Ele possui um nível educacional e uma familiaridade com métodos modernos que não é vista no resto da América Latina".
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Outra verdade escondida: "os trabalhadores pobres" não tiveram participação
alguma na Revolução Cubana.  A rebelião anti-Batista foi liderada e composta predominantemente por membros da classe média cubana, principalmente da classe média alta.  Em agosto de 1957, o movimento rebelde liderado por Fidel organizou uma "Greve Nacional" contra a ditadura de Batista — e ameaçou matar os trabalhadores que aparecessem para trabalhar.  A "Greve Nacional" foi completamente ignorada. Outra greve foi organizada para o dia 9 de abril de 1958.  E novamente os trabalhadores cubanos ignoraram solenemente seus "libertadores", comparecendo em massa para trabalhar.
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Eis um outro relatório, agora da UNESCO, sobre Cuba, em 1957: "Uma característica da estrutura social de Cuba é sua *grande classe média*", começa o relatório.  "Os trabalhadores cubanos são mais sindicalizados (proporcionalmente à sua população) do que os trabalhadores americanos.  O salário médio para uma jornada de 8 horas diárias em Cuba em 1957 é maior do que para os trabalhadores da Bélgica, Dinamarca, França e Alemanha.  
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A mão-de-obra cubana recebe 66,6% da renda interna bruta.  Nos EUA, esse valor é de 70% e na Suíça, 64%.  44% dos cubanos são atendidos pela legislação social, uma porcentagem maior que a dos EUA." Em 1958, Cuba tinha uma renda per capita maior que a da Áustria e do Japão.  Os trabalhadores da indústria cubana recebiam o *oitavo maior salário do mundo*.  Na década de 50, os estivadores cubanos ganhavam mais por hora do que seus equivalentes em Nova Orleans e em São Francisco.  Cuba já havia estabelecido a jornada de 8 horas diárias em 1933 — cinco anos antes de Roosevelt e seu New Deal imporem a mesma regra.  E mais: um mês de férias pagas.  
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As tão aclamadas (pela esquerda) socialdemocracias da Europa só conseguiram implementar esse sistema 30 anos depois. A mortalidade infantil em 1958 era a 13ª mais baixa — não da América Latina ou do Ocidente, mas do mundo.  O analfabetismo já estava quase erradicado. Cuba era o país que mais gastava (23% do orçamento) com educação pública em toda a América Latina.  Mais ainda: os cubanos não eram apenas alfabetizados; eram também cultos.  Podiam ler George Orwell e Thomas Jefferson, bem como a arrebatadora sabedoria e cintilante prosa de Che Guevara.
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A rebelião anti-Batista (e não *revolução*), como dito, estava apinhada de universitários e profissionais liberais.  Advogados desempregados abundavam (Fidel Castro, por exemplo).  Observe a composição do primeiro gabinete da "revolução camponesa", composta pelos líderes do movimento anti-Batista: 7 advogados, 2 professores universitários, 3 estudantes universitários, 1 médico, 1 engenheiro, 1 arquiteto, 1 ex-prefeito e coronel que desertou do exército de Batista.  Um grupo notoriamente "burguês", como poderia dizer Che. Já em 1961, entretanto, operários e campesinos formavam a grande maioria dos rebeldes anti-Castro, principalmente as guerrilhas das montanhas Escambray.  Quem é que já ouviu falar de camponeses pobres lutando contra seus benfeitores Fidel e Che?
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Antes de Castro tomar o poder, Cuba recebia mais imigrantes (principalmente
da Europa) em proporção à sua população do que os EUA.  E mais americanos
vivam em Cuba do que cubanos viviam nos EUA.  Ademais, naquela época, pneus, barris e caixas de isopor eram apenas isso, e não itens estimados no mercado negro para serem utilizados como dispositivos de flutuação marítima, sujeitando seus usuários — ingratos que fogem de seus libertadores — a tubarões e intempéries da natureza. Em 1958, Cuba passava por uma *rebelião*, não uma revolução.  Os cubanos queriam mudanças políticas e não um cataclisma socioeconômico.
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É uma questão de história o fato de que em janeiro de 1959 os EUA deram seu
reconhecimento diplomático ao regime de Fidel/Che mais rapidamente do que
reconheceram o de Batista em 1952.  Os arquivos do Departamento de Estado
americano também mostram que os EUA impuseram um embargo de armas ao
governo Batista e se recusaram a enviar armas pelas quais o governo cubano *já havia pagado*.  Os arquivos oficiais também documentam que o embaixador americano Earl T. Smith avisou pessoalmente Batista que ele não mais tinha o apoio do governo americano, que recomendava fortemente que ele deixasse Cuba.  Batista teve seu asilo político negado nos EUA.
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Em 2001, em uma visita a Havana para uma conferência com Fidel Castro, Roberto Reynolds, o agente da CIA para o Caribe, responsável pelo gerenciamento da Revolução Cubana entre 1957 e 1960, declarou orgulhosamente que "Eu e toda a minha equipe éramos fidelistas". Robert Weicha, ex-agente da CIA lotado em Santiago de Cuba declarou que "Todos na CIA e todos no Departamento de Estado eram pró-Castro, exceto o embaixador Earl Smith." Não obstante, você aprendeu em seus livros de história que "Che Guevara ajudou a derrubar o ditador cubano Fulgencio Batista, que era apoiado pelos EUA".
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A Cuba de Fidel
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A influência que Fidel Castro exerce sobre a *intelligentsia* só pode ser descrita como mágica, o que torna qualquer avaliação pública de seu regime por esses iluminados completamente despida de lógica.  A saber: Ele encarcerou e torturou a uma taxa maior do que Stalin e se recusa (diferentemente da África do Sul do apartheid, do Chile de Pinochet e da Nicarágua de Somoza) a permitir que a Anistia Internacional ou a Cruz Vermelha inspecionem suas prisões.  
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Não obstante, Cuba ocupou a cadeira do Comitê de Direitos Humanos da ONU, e quando de sua visita a Nova York como o palestrante principal em 1995, a revista *Newsweek* aclamou Castro como "O Ticket Mais Quente de Manhattan", e a Time  disse que ele era "A Celebridade de Manhattan", em referência ao enxame de pessoas da alta sociedade que o rodeavam e bajulavam pedindo autógrafos. Seu código penal ordena 2 anos de prisão para qualquer um que seja ouvido fazendo uma piada qualquer sobre ele.  Não obstante, Jack Nicholson e Chevy Chase constantemente cantam-lhe glórias.
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Ele aboliu o habeas corpus e o seu principal executor (o próprio Che Guevara) declarou que "evidências jurídicas são um arcaico detalhe burguês".  Não obstante, a Escola de Direito de Harvard convidou-o como palestrante de honra e constrangedoramente irrompia em aplausos estrepitosos e ovações tumultuadas a cada três frases dele. Ele expulsou uma maior porcentagem de judeus de Cuba do que o Czar Nicolau da Rússia.  Entretanto, o fundador da Shoah Foundation, Steven Spielberg, considera o jantar que teve com Fidel "as oito horas mais importantes da minha vida".
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Ele é o filho de um soldado europeu, branco como o lírio, que forçosamente derrubou um governo cubano em que negros ocupavam os cargos de presidente do Senado, ministro da Agricultura, ministro do Exército e Chefe de Estado (Fulgencio Batista, neto de escravos, nasceu em uma choupana com teto de palmeira).  Ele encarcerou um prisioneiro político negro pelo período mais longo da história moderna (Eusebio Penalver, que sofreu mais tempo na masmorra de Castro do que Nelson Mandela sofreu nas masmorras da África do Sul).  
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Hoje, de toda a população presa na Cuba stalinista/apartheidiana, 90% é composta por negros, ao passo que apenas 9% dos integrantes do partido stalinista dominante são negros.  Ele sentenciou outros negros (Dr. Elias Biscet, Jorge Antunez) a 20 anos de prisão apenas por terem citado frases de Martin Luther King em praça pública.  Não obstante, é tido como herói por negros como Danny Glover, Jesse Jackson e Charles Rangel, que não hesitam em dar-lhes fortes abraços.
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Apesar de ter transformado uma nação que tinha uma renda per capita maior do que metade dos países da Europa, a menor taxa de inflação do Ocidente, uma classe média maior que a da Suíça e um enorme influxo de imigrantes em uma nação que causa repúdio até nos haitianos, Colin Powell e o *London Times* reconhecem "as conquistas sociais da revolução fidelista". Hoje, trata-se de um regime que prende qualquer um que tente viajar de uma província de Cuba a outra sem os devidos "papeis" fornecidos pelo estado policial, e que metralha qualquer um que tentar sair do país.
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Os feitos de Che Ernesto "Che" Guevara era o vice-comandante, o carrasco-chefe e o principal contato da KGB em um regime que proibiu eleições e aboliu a propriedade privada.  A polícia desse regime, supervisionada pela KGB e empregando a tática da "visita da meia-noite" e do "ataque pela manhã", capturou e enjaulou mais prisioneiros políticos em proporção à população do que Stalin e executou mais pessoas (em uma população de apenas 6,4 milhões) em seus primeiros 3 anos no poder do que Hitler (que comandava uma população de 70 milhões) em seus primeiros 6 anos.
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O regime que Che Guevara ajudou a fundar confiscou a poupança e a propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e tornou refugiada 20% da população de uma nação até então inundada de imigrantes e cujos cidadãos haviam atingido um padrão de vida maior do que o padrão daqueles que residiam em metade da Europa.  O regime de Che Guevara também destroçou — por meio de execuções, encarceramentos, expropriação em massa e exílio — virtualmente
cada família da ilha cubana.  
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Muitos oponentes do regime podem ser classificados como os prisioneiros políticos mais longevos da história moderna, tendo sofrido no Gulag guevarista — campos de concentração, trabalhos forçados e câmaras de tortura — durante um período de tempo três vezes maior do que Alexander Solzhenitsyn sofreu no Gulag stalinista. Com apenas uma semana no poder, Che já havia abolido o habeas corpus.  
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Além de afirmar que evidências judiciais eram detalhes burgueses arcaicos, ele
complementava garbosamente dizendo que "executamos por convicção revolucionária!".  Edwin Tetlow, correspondente do Daily Telegraph londrino em Havana, relatou sobre um "julgamento" em massa orquestrado por Che em
que as sentenças de morte já estavam postadas em um quadro antes do julgamento começar.
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Ele assinava seu nome como "Stalin II", professava que "as soluções para o mundo estão atrás da Cortina de Ferro", e dizia confiantemente que "se os mísseis nucleares tivessem permanecido em Cuba, teríamos disparado contra o coração dos EUA, incluindo Nova York".  Ele também afirmava que pela vitória do socialismo era válido ter "milhões de vítimas atômicas". Imediatamente após marchar vitorioso em Havana, Guevara saqueou e depois se mudou para aquela que provavelmente era a mais luxuosa mansão de Cuba. 
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O proprietário dela havia conseguido fugir do país após ser caçado por um pelotão de fuzilamento, e o repórter que escreveu sobre a nova casa de Che em um jornal cubano foi ameaçado de morte por fuzilamento.  Um ano depois, milhares de cubanos foram mandados para campos de trabalho forçado sob ordens de Che, tudo baseado em seu desejo de moldar "um novo homem".
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Comemorou efusivamente a invasão soviética e o consequente massacre de milhões de húngaros que resistiram ao imperialismo russo.  De acordo com Guevara, aqueles húngaros que lutavam pela liberdade e resistiam à escravidão eram todos "fascistas e agentes da CIA". Apesar de seus fãs dizerem pomposamente que ele foi um médico formado, ninguém até hoje, após inúmeras tentativas, conseguiu localizar qualquer histórico sobre seu diploma de medicina.  Logo após ser capturado na Bolívia, Che admitiu para o comandante da operação, o Capitão Gary Prado, que ele não era médico, mas tinha "algum conhecimento de medicina". Dois heróis Zoila Aguila
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Em sua campanha de realocação e concentração de prisioneiros — que apequenava tudo que os britânicos fizeram aos Bôeres — os garbosos comunistas saquearam centenas de milhares de cubanos, despojando-os de suas
casas e agrupando-os em campos de concentração no lado oposto de Cuba. Tive a oportunidade de entrevistar várias dessas famílias "realocadas". Uma dessas cubanas, esposa de um trabalhador rural, recusou-se a ser realocada.  Após seu marido, filhos e sobrinhos terem sido todos assassinados pelo Galante Che e seus capangas, ela conseguiu apoderar-se de uma submetralhadora e de um pente de balas e se refugiou nas montanhas. Ela acabou se tornando uma rebelde.  Os cubanos a conhecem como La Niña Del Escambray.
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Ela passou um ano embrenhada nas montanhas, fugindo dos comunistas que varreram todas as localidades à sua procura.  Até que um dia seu suprimento de munição acabou e os vermelhos a capturaram.  Espantosamente, ela não foi executada (Che deve ter tirado um dia de folga), porém, durante anos,La Niña sofreu horrivelmente nas masmorras de Fidel (você pode ler as descrições das torturas aqui<http://www.autentico.org/costumbres/cst_0021.php>). Após ser solta, refugiou-se em Miami (na década de 60 ainda se podia sair de Cuba).
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Você acha que tal história é louvada por Oprah Winfrey?  Acha que Hollywood está interessada em narrá-la, tendo Susan Sarandon no papel principal? Pense bem: temos aqui um dos temas favoritos dos produtores de Hollywood e das feministas em geral: a mulher brava e lutadora.  Dificilmente uma mulher pode ser mais aguerrida do que Zoila Aguila, seu nome verdadeiro. Se ela tivesse lutado contra, digamos, Pinochet ou Somoza, certamente Hollywood e os editores de livros estariam dedicando toda atenção a ela. Mas como ela lutou contra os garotos mais fotogênicos e queridos da esquerda, naturalmente ninguém nunca ouviu falar dela. Tony Flores.
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Após chegar a Havana em janeiro de 1959, Che Guevara imediatamente percebeu que o fosso ao redor da fortaleza La Cabaña era uma cova perfeita para jogar seus executados.  Em Babi-Yar, em Kiev, a SS de Hitler teve de cavar suas fossas.  Em La Cabaña, Che Guevara havia encontrado uma já pronta. Em 1961, um garoto de 20 anos chamado Tony Chao Flores, utilizando muletas e mancando pesadamente, chegou ao local onde seria executado.  Ele já havia tomado 17 tiros de metralhadoras tchecas quando os capangas de Fidel e Che o capturaram.  
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No caminho para esse seu local de execução, que ficava na velha fortaleza espanhola transformada em prisão e em centro de execução por Che Guevara, Tony foi forçado a descer mancando, sem quaisquer condições físicas e utilizando apenas muletas, uma longa escada feita de pedras esquadradas.  Tony tropeçou, caiu e foi rolando a longa escadaria, até finalmente chegar ao chão, debatendo-se e gritando de dor.  Uma das pernas de Tony, completamente baleada por metralhadoras, havia sido amputada, e a outra estava gangrenada e coberta de pus.  Os guardas fidelistas, gargalhando, foram na direção de Tony para amordaçá-lo para que ele parasse de gritar.
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Enquanto eles se aproximavam, Tony cerrou o punho de sua única mão que ainda estava boa.  Quando o primeiro vermelho se aproximou dele — BASH! —
Tony deu-lhe um soco bem no olho. "Nunca consegui entender como Tony conseguiu sobreviver àquela surra", disse Hiram Gonzalez, testemunha e ex-prisioneiro político, que observou toda a cena de sua cela na prisão de La Cabaña. 
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O aleijado Tony quase foi morto no espancamento que se originou a seguir, que envolveu chutes, socos e golpes de arma.  Até que finalmente seus agressores se levantaram ofegantes, esfregando seus arranhões e machucados.  Eles haviam conseguido amordaçar a boca do garoto, mas Tony conseguiu empurrar os guardas antes que eles conseguissem amarrar suas mãos.  O comandante Guevara ordenou que seus capangas se mantivessem afastados de Tony, ainda no chão e com a boca amordaçada.
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Tony começou a rastejar em direção ao já estilhaçado e ensanguentado poste de execução, que estava a uns 45 metros de distância.  Ele foi se arrastando lentamente utilizando suas mãos, enquanto o toco do que restou da sua perna ia deixando um rastro de sangue na grama.  Quando chegou perto do poste, ele parou, virou-se para seus executores e começou a bater no próprio peito.  Os capangas ficaram perplexos.  O garoto aleijado estava tentando dizer alguma coisa.  Mas sua mensagem estava abafada pela mordaça que o ídolo de Benicio Del Toro havia tornado obrigatória para suas milhares de vítimas.
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A expressão de dor e os olhos brilhantes de Tony diziam tudo.  Mas ninguém conseguia entender os murmúrios do garoto.  Tony continuava batendo no peito, fechando seus olhos com força por causa da dor intensa oriunda de seu esforço.  Seus executores ficaram nervosos, sem saber o que fazer. Levantaram e abaixaram seus rifles seguidas vezes.  Olharam para seu comandante, que deu de ombros.  Finalmente Tony levou a mão à sua face e arrancou a mordaça que o garoto propaganda de Del Toro havia mandado pôr nele.
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A voz do guerreiro de 20 anos saiu num grito forte: "Atire BEM AQUI!", urrou Tony para seus boquiabertos carrascos.  Sua voz foi um estrondo e sua cabeça se inclinou para trás como consequência do esforço.  "Bem aqui no PEITO!", gritou Tony.  "Como um HOMEM!"  Tony rasgou sua blusa, bateu em seu peito e com uma forte expressão de dor gritou para seus embasbacados executores: "Bem AQUI!".
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Em seu último dia de vida, quando estava na prisão, Tony recebeu uma carta de sua mãe: "Meu querido filho, quantas vezes havia lhe falado para não se envolver com essas coisas... Mas eu sabia que minhas súplicas eram em vão. Você sempre lutou por sua liberdade, Tony, mesmo quando ainda era uma criança.  Portanto eu sabia que você jamais toleraria o comunismo.  Castro e Che enfim pegaram você.  Meu filho, amo você do fundo do meu coração. Minha vida agora está em pedaços e nunca mais será a mesma.  A única coisa
que resta agora, Tony... é morrer como um homem".
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"FUEGO!!!", gritou Che.  As balas despedaçaram o corpo mutilado de Tony, logo após ele ter chegado ao poste, se erguido por conta própria e encarado resolutamente seus assassinos.  Mas o pelotão de fuzilamento de Che estava acostumado a matar pessoas que estavam de pé.  Por estar sem uma perna, Tony era um alvo mais difícil.  Assim, boa parte da saraivada de balas não acertou o jovem.  Ainda vivo, era a hora do golpe de misericórdia.
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Normalmente, um projétil de .45 é suficiente para esmagar um crânio.  De acordo com testemunhas, três foram despejadas no crânio de Tony.  Parece que a mão do carrasco estava tremendo muito.  Mas finalmente conseguiram matá-lo.  O homem que a revista *Time* aclama como sendo um dos "heróis e ícones do Século" adicionava mais uma vítima à sua coleção.  Mais um inimigo despachado — amarrado e amordaçado, como de costume.
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Fidel e Che tinham por volta de 35 anos quando mataram Tony.  De acordo com o *Livro Negro do Comunismo<http://www.mises.org/store/Black-Book-of-Communism-The-P551.aspx?AFID=14> , seu pelotão de fuzilamento matou outros 14.000 guerreiros da liberdade, todos devidamente amarrados e amordaçados.  Muitos (talvez a maioria) de suas vítimas eram jovens por volta de 20 anos.  Alguns eram ainda mais novos.
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O fim de Che
Durante todo esse processo, o argentino estava ajudando seu mentor cubano a
estabelecer um controle feudal e pessoal que se comprovaria bastante duradouro.  Porém, o que pouco se comenta é que a utilidade do argentino para seu mentor não era absolutamente nada duradoura — e logo seu "martírio" passou a ser habilmente planejado.
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Pena que Del Toro e Steven Sorderbergh, diretor de seu novo filme Che — O
Argentino, não tenham entrevistado os ex-funcionários da
CIA que revelaram a esse escritor como o próprio Fidel Castro, por meio do Partido Comunista Boliviano, constantemente informava a CIA sobre os paradeiros de Che na Bolívia.  As diretivas de Fidel para os comunistas bolivianos em relação a Che e seu bando eram claras. "Nem mesmo uma aspirina", instruiu o líder máximo de Cuba a seus camaradas bolivianos, o que significa que os comunistas da Bolívia estavam proibidos de auxiliar Che de qualquer forma — "nem mesmo com uma aspirina", caso Che reclamasse alguma dor de cabeça.
Ainda antes da Revolução, quando estavam em um barco decrépito navegando
nas águas turbulentas que ligam Yucatán até a província Oriente, em Cuba, um dos rebeldes encontrou Che caído inconsciente na cabine do barco.  Ele correu para avisar o Comandante: "Fidel, parece que Che está morto!" "Bom, se ele está morto", respondeu Castro, "então joguem-no ao mar".  Na verdade, Guevara estava sofrendo dos efeitos combinados de um enjôo marítimo e um ataque de asma.  Che nunca foi considerado um membro inestimável por Fidel.
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Mais do que sua crueldade, megalomania e estupidez épica, o que mais distinguia Ernesto "Che" Guevara de seus companheiros era sua manhosa covardia.  Suas tietes podem ficar zangadas o quanto quiserem, bater a porta do quarto, cair na cama, espernear e chorar abraçadinhas com o travesseiro, mas o fato é que Che se entregou voluntariamente ao exército boliviano e a uma distância segura.  Foi capturado em ótimas condições físicas e com sua arma completamente carregada.
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Um dia antes de sua morte na Bolívia, Che Guevara, pela primeira vez em sua
vida, finalmente enfrentou algo que podia ser adequadamente chamado de combate.  Então ele ordenou a seus guerrilheiros que não cedessem um milímetro, que lutassem até o último suspiro e até a última bala. Com seus homens fazendo exatamente o que ele ordenou (lutando e morrendo até a última bala), um Che ligeiramente ferido evadiu-se do tiroteio e se entregou com um pente cheio de balas em sua pistola, enquanto choramingava manhosamente para seus capturadores: "Não atirem! Sou Che! Valho mais para vocês vivo do que morto!"
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E então ele rebaixou-se desavergonhadamente, tentando desesperadamente se engraçar: "Qual é o seu nome, meu jovem?", perguntou Che a um de seus capturadores. "Ora, mas que nome bonito para um soldado boliviano!" E mais tarde: "E então, o que eles vão fazer comigo?", perguntou Che ao capitão boliviano Gary Prado.  "Não creio que irão me matar.  Certamente sou muito mais valioso vivo...  
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E o senhor, capitão Prado", adulou Che, "o senhor é uma pessoa muito especial... Andei conversando com alguns de seus homens.  Todos lhe têm em alta estima, capitão!  E não se preocupe, tudo isso aqui acabou.  Nós fracassamos."  E então, para adular ainda mais, "seu exército nos perseguiu muito obstinadamente ... agora, será que o senhor por favor poderia descobrir o que eles planejam fazer comigo?" O prazer que Che Guevara tinha em matar cubanos só era possível porque esses cubanos estavam completamente indefesos no momento.  Amarrados e vendados, de preferência.  
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E dessa forma eles eram alinhados de frente para o pelotão de fuzilamento e executados.  Porém, quando o cenário se alterou e as armas de fogo estavam em posse de outros, o argentino tremeu de medo. Compare a morte de Tony Chao Flores — "Atire bem aqui! Como um homem!" — com a captura de Guevara:  "Não atirem! Sou Che! Valho mais para vocês vivo do que morto!"
 
E então pergunte a si próprio: quem deveria ter sua face exposta em camisetas vestidas por jovens que gostam de fantasiar, se imaginarem rebeldes, bravos e adoradores da liberdade?  Quem merece um filme de Hollywood?







OS CORREDORES DE CADA NAÇÃO

All around the world
.Imagem intercalada 1

SUBMARINOS E O VIGARISMO PREMEDITADO


Calma! É o Ministério Público que investiga...
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por PEDRO TADEU
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O Governo de António Guterres decidiu, em 1998, comprar três ou quatro
submarinos. O Governo de Durão Barroso reduziu a compra para dois.
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A compra foi adjudicada em 2003 pelo Ministério da Defesa, liderado por
Paulo Portas, ao German Submarine Consortium (GSC).O GSC fez o preço de 712 milhões de euros mais 133 milhões em logística.
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Total: 845 milhões?... Não. Portas pede desconto.
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A logística diminui para 57 milhões. Total: 769 milhões?... Sim e não.O Estado procura financiamento. Um consórcio do BES e do Credit Suisse First Boston avança mas, na verdade, o Estado paga, afinal, 1001 milhões de euros face às condições desse empréstimo.
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Com o CSG o Governo, entretanto, negociara contrapartidas no valor de 1210 milhões de euros a realizar até este ano. Os alemães, segundo o JN, só cumpriram cerca de 31,5% dessa parte do contrato. Se não o fizerem pagarão ao Estado apenas 121 milhões de euros, o que, na realidade, é 700 milhões de euros mais barato do que assegurar as contrapartidas em falta.
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Na Alemanha dois gestores de uma das empresas do consórcio GSC confessam-se culpados, em troca de uma pena suspensa, de terem subornado responsáveis em Portugal e na Grécia na obtenção de vários negócios.
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O DN noticiou que no processo judicial alemão os corruptores confessos disseram que entregaram a Jürgen Adolff, cônsul honorário português em Munique (entretanto corrido),1,6 milhões de euros.
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Jürgen contou às autoridades alemãs que manteve encontros com Durão Barroso, Paulo Portas e um assessor deste para discutir o tema. Os visados negaram ao DN esses contactos.
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O Ministério Público português abriu investigação, liderada pela inevitável Cândida Almeida, em agosto de 2006. Do processo principal, seis anos depois, ela informa que espera resposta de cartas rogatórias enviadas para a Alemanha.
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Há três anos que ela
espera.De outro processo resultará um julgamento de burla e fraude fiscal que acusa sete portugueses e três alemães. Nenhum poderoso.De um processo lateral, instaurado a um advogado que assessorou o negócio, resultou o arquivamento e a conclusão, escrita em despacho citado pelo JN, de que desapareceram documentos do Ministério da Defesa relativos à intervenção da equipa de Paulo Portas no negócio.
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O departamento de Cândida Almeida, que se saiba, ainda não manifestou interesse em ouvir o atual ministro dos Negócios Estrangeiro ou o presidente da Comissão Europeia.
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É coerente. Afinal, também nunca quis ouvir Jose Sócrates sobre o caso Freeport. 
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Fiquemos, portanto, descansados.

KAOS:Subsídios há muitos…seus palermas



Alguns assessores do Governo contratados e pagos pelos gabinetes ministeriais no sector privado receberam o pagamento do subsídio de férias.  Contrariamente a todos os outros funcionários públicos, que viram o subsídio de férias a ser retirado, alguns assessores receberam o pagamento pelas férias adquiridas e vencidas em 2011. 
Podia começar este post de muitas maneiras. Por exemplo dizendo que se o Natal é quando o homem quiser então também o Vitor Gaspar considera que pode ser Pai Natal quando quiser.  
Ou podia falar de portugueses de primeira, os governantes, os seus assessores, os gestores da CGD ou os funcionários e pensionistas do Banco de Portugal e de segunda que são os funcionários públicos, os professores, os médicos, os enfermeiros, os trabalhadores de empresas públicas e muitos outros, em que uns recebem os seus subsídios de férias e Natal como recebiam todos os anos enquanto aos outros é roubado inconstitucional mente.  
Podia chamar mentiroso a este governo, primeiro por ter mentido na campanha eleitoral dizendo que não ia cortar nos subsídios depois por ter negado esse pagamento aos boys que ia contratando para assessores, chefes de gabinete ou até motoristas quando o Diário da Republica publicava as suas contratações com direito a esses subsídios. 
Podia começar este post de qualquer uma destas maneiras ou até de outra qualquer assim como o podia vir a acabar chamando-lhes aldrabões, ladrões, mentirosos, filhinhos da mãe deles mas parece-me que só a notícia e o que ela representa é suficiente para não ter de fazer post nenhum.

PRONTO O TRATADO (PASTEL DE BELÉM) DE LISBOA DEU MERDA!





Merkel pede novo tratado para melhor integração dos 27


Merkel pede novo tratado para melhor integração dos 27
legenda da imagem
Stephanie Pilick/EPA

A chanceler alemã, Angela Merkel, quer que os líderes da União Europeia (UE) cheguem a acordo ainda este ano sobre um grupo de trabalho para um novo tratado que reforce a integração dos 27 países-membros.

À margem: O Tratado de Lisboa afinal deu merda.... e para lembrar clique a seguir http://www.youtube.com/watch?v=QCtLWowmtTs



BATEMOS PALMAS A ESTA PEÇA

Cavaco Silva – E se fosse lamber sabão?!


Como vai sendo uso dizer-se, o diabo está nos detalhes. Convenhamos que a mais recente borrada, ou burrada, se preferirem, da autoria do cidadão Aníbal Cavaco Silva é um primor no que ao detalhe diz respeito... ainda que tenha conseguido passar algo despercebida. Senão vejamos:
Quando lhe perguntaram o que tinha a comentar sobre o esperado corte de mais duzentos milhões de euros no orçamento da saúde pública, respondeu que não fazia comentários... por estar de férias.
O “detalhe” é que, quando bolsou esta resposta, Cavaco Silva estava exactamente a interromper as benditas férias para inaugurar um hospital privado, logo, um estabelecimento comercial, propriedade de uns senhores que fazem fortuna com a doença alheia... praticamente “subsidiados” pelos sucessivos cortes com que os bandalhos do seu partido estão a arruinar o Serviço Nacional de Saúde, empurrando os cidadãos que ainda podem pagar, para os braços dos negociantes da morte, negociantes que já empregaram, empregam à socapa e voltarão, certamente, a empregar o lacaio que têm no Governo a fazer o papel de Ministro da Saúde.
Decididamente, aquilo que seria o prestigiado e prestigiante lugar de Presidente da República... está vago! O cidadão que o ocupa, não presta! Começou a sua vida activa «perfeitamente integrado no actual regime», isto no tempo do fascismo... e pouco avançou desde então. 
Ah... e não vale a pena cansarem-se (como eu fiz) a procurar atalhos que levem até à ficha da PIDE em que ele se declarou "perfeitamente integrado"... pois todos os links que tentei estão apagados e as páginas "não existem". Acidente informático muito conveniente!
Já não se trata de ter ou não vergonha na cara. Trata-se, desgraçadamente, de alguém que nem cara tem para ter vergonha!

KAOS: Está na hora de ser lobo



Todos os dias, quer seja nos blogues, nas redes sociais ou nos cafés, transportes, um pouco por todo o lado se ouve a indignação contra a roubalheira e o compadrio que este governo representa e contra estas politicas que conduzem o país à miséria e os portugueses ao desespero da precariedade no trabalho,  no desemprego e na vida.
Todos dizem que isto assim não vai lá e que é necessário correr esta escumalha toda a pontapé (os mais moderados). Todos dizem, mas todos olham para o lado à espera de ver quem o vai fazer, à espera de um qualquer Dom Sebastião ou talvez de um milagre.
O vizinho do lado também está a olhar para o lado, o Dom Sebastião há muito que é poeira nos desertos bem a sul do Rio Tejo e o melhor mesmo é deixarmos os milagres para Fátima. A solução não passa por olhar para o lado mas olhar em frente e assumirmos cada um de nós os nossos destinos nas nossas mãos.
Quando vou a uma manifestação contra o desemprego e a precariedade e estão lá três mil pessoas como é possível mudar seja lá o que for? Quando vou a reuniões de indignados e somos vinte ou trinta pessoas a discutir alternativas que deveriam ser debatidas e decididas por todos como podemos apresentar soluções?
Só, como agora está na moda dizer, saindo do nosso espaço de conforto e participando activamente na busca das alternativas e na ocupação das ruas exigindo a mudança poderemos ser donos do nosso futuro. Há reuniões de indignados um pouco por todo o lado, (onde não houver criem-nas), há um movimento global que há mais de um ano tenta incorporar essa necessidade de mudança e dar-lhe corpo.
O que faz falta é que todos assumamos a nossa responsabilidade na sua forma e no seu conteúdo. Vamos todos juntar-nos e fazer a diferença. Vamos ocupar os parques, as ruas e exigirmos um mundo melhor, mais justo, mais solidário e não um em que uns que podem querem e mandam têm tudo e outros quase nada.
Não olhes mais para o lado, olha em frente e faz a diferença. Afinal está tudo nas tuas mãos.

E EU A PENSAR QUE OS MILAGRES SÓ ACONTECIAM EM FÁTIMA!!!

Chegada da Austrália de um "gajo" meu amigo 


IH! IH! IH!

O marido da Idalina...
Idalina trabalhava na casa de um médico em Lisboa. Durante anos foi o anjo da guarda da família. Cuidava da limpeza, da cozinha e da roupa. E ajudou a criar os filhos que, como todos, a adoravam.

Um dia, muito sem jeito e com os olhos cheios de lágrimas, Idalina  anunciou que ia embora. O médico, a mulher, os filhos ficaram em pânico:

- O que é que aconteceu, Idalina? Algum problema? Salário pequeno? > Vamos conversar. Quem sabe a gente aumenta seu ordenado?
- Não é nada disso não, doutor. É a igreja. Nós somos da IURD, a nossa igreja transferiu meu marido para Viseu e eu tenho que ir com ele.

- Seu marido é pastor?

- Não, doutor. O pastor é que vai nos levar com ele.

- Se seu marido não é pastor, pode muito bem ser substituído por outro.

- Não pode não, doutor. O pastor só confia em meu marido.

- O que é que ele faz?

- Ele é o aleijado que levanta e anda...

Moçambique. Paulo Portas quer "dar ânimo aos empresários portugueses e não melancolia"







Em primeiro à margem: O "maricas" não tem feito outra coisa (desde que foi empossado MNE) se não viajar por este mundo. Este ´paneleirote´ o que pretende é somar farfalhudas ajudas de custo à custa do desfalcado erário público. Qual será o empresário português que se acredita nas palavras de ânimo de um ´panasca´ cheio de rabos de palha! José Martins
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Por Agência Lusa, publicado em 24 Ago 2012 - 20:19 |
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O ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, disse hoje em Maputo que está em Moçambique "para dar ânimo aos empresários portugueses, e não melancolia", aludindo aos números da execução orçamental em Portugal.
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"Os empresários portugueses que aqui estão, estão a ganhar todos os dias a sua luta para exportarem mais, para defenderem postos de trabalho, portanto, eu vou dar-lhes uma palavra de ânimo e não de melancolia", disse Portas à Lusa.
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O ministro respondia a uma pergunta sobre a mensagem que vai levar aos empresários portugueses, durante um encontro no domingo, em Maputo, com empresas que participam na FACIM, numa altura de derrapagem dos números da execução orçamental relativos a julho.
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"Os empresários portugueses, os quadros portugueses que conseguem triunfar, arriscando, internacionalizando, exportando mais, colocando os seus produtos, fazendo investimento, estão a dar um contributo extraordinário à nossa economia e por isso mesmo, eu vou, não só dar-lhes ânimo, como vou ouvir os problemas deles", acrescentou.
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Paulo Portas que recusou falar de assuntos de política nacional, como a privatização da RTP, por se encontrar "no exterior", chegou hoje a Maputo para participar na abertura, na segunda-feira, da FACIM 2012, a mais importante feira económica de Moçambique, que este ano tem um número recorde de empresas portuguesas, cerca de 140.
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"As trocas comerciais entre Portugal e Moçambique estão a viver um momento extraordinário, nunca antes conhecido", disse o ministro, após um encontro com o seu homólogo moçambicano Oldemiro Balói.
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Como exemplo desse momento, referiu que no primeiro semestre deste ano Portugal já exportou para Moçambique mais 30% do que em 2011, que tinha sido um ano recorde de vendas nacionais ao país do Índico.
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"A minha prioridade é a diplomacia económica, é ajudar as empresas, as marcas e os produtos portugueses a ganharem mercados no exterior, a internacionalizarem-se, isso significa defender postos de trabalho em Portugal", disse Paulo Portas.