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terça-feira, 4 de setembro de 2012

As capas dos jornais e as principais notícias de Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012.


Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Bivalves: Proibição de apanha
Tavira: Câmara recebe ciclistas
Convidada no Douro
Cem mil precários
Forcados elogiam
Porto: Rui Rio ao ataque
O. do Bairro: Jurados escolhidos

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
McDonald’s vegetariano? Sim, na Índia
Mário Soares apoia Seguro contra mais medidas de austeridade
Aqui vivem pessoas, gritam os cartazes no Bairro de Santa Filomena
E se em vez de se financiarem passes escolares se oferecesse aos alunos uma bicicleta?
Propostas socialistas permitiam aliviar sacrifícios e cumprir o défice em 2012, diz Seguro
Conferência internacional discute em Lisboa a experiência do bosão de Higgs

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

Equívocos com a 'troika'
São perguntas que me assaltam
Mais de 5.000 operacionais combateram 262 incêndios
600 processos em tribunal contra os cortes salariais
Recolha de amostras suspensa mas "é para continuar"
Helena Alves cessa funções como responsável do Lusocord
FENPROF: Falhas na colocação devem-se a "incompetência técnica"

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Vitória e Criciúma empatam a duas bolas em Salvador
Quase sete mil operacionais combateram 328 fogos em 24 horas
Rui Rio diz que aeroporto do Porto será protegido na privatização da ANA
Obama admite resultados "insuficientes" na economia
Ténis de mesa português entra a ganhar na qualificação para o Euro2013
Burocracia provoca caos na compra do passe de estudante
Peixes que voam da ponte para o rio

Capa do i i

Suiça. Substância não identificada leva a evacuação de estação de correios
Propostas socialistas permitiam aliviar sacrifícios e cumprir o défice em 2012, diz Seguro
Cristiano Ronaldo nega que tristeza se deva a questões financeiras
Nogueira Leite e Francisco Lacerda saem da EDP Renováveis
Paraolímpicos. Lenine Cunha medalha de bronze no salto em comprimento F20
Rui Rio. Governo comprometido a blindar interesses do Porto na privatização da ANA -
Hollywood nega estrela no Passeio da Fama a Kim Kardashian

Capa do Diário Económico Diário Económico

Governo ainda não oficializou nomes para administração da RTP
Maioria poupa Relvas mas quer ouvir Guilherme Costa no Parlamento
Benfica e Porto vão equilibrar as contas com milhões do Zenit
“Há que manter as capacidades operacionais das Forças Armadas”
‘Troika’ empurra responsabilidade das soluções para os partidos
Saúde pede à troika mais 500 milhões para pagar dívidas
CIP defende redução das empresas estatais para alargar privatizações

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

Dívida federal dos EUA ultrapassa os 12,7 biliões de euros
Suíça: Centro de distribuição postal evacuado após descoberta de pó branco desconhecido
A primeira página do Negócios da edição de hoje
Coligação continua a funcionar "de forma notável"
BES ganha 7,5 milhões de euros com compra e venda de acções da PT
MonteAdriano na Vallis: "É a única estratégia"
Il faut qu?on parle français!

Capa do Oje Oje

Apple apresenta novo Iphone a 12 de setembro
Banca com rácio core tier 1 de 9,4% em 2011
Euro desce face ao dólar em vésperas de reunião do BCE
Comissão Europeia abre processo contra empresa de gás russa Gazprom
PSI 20 fecha a perder 0,28% em linha com a Europa
TIMWE recruta 33 para sede em Lisboa
Lenovo prepara expansão recorde no Brasil

Capa do Destak Destak

NASA vai homenagear Neil Armstrong no dia 13 em Washington
Uma pessoa morta a tiro durante discurso da recém-eleita PM
Dominado fogo no concelho de Carregal do Sal ao fim de mais de 30 horas
Michelle Obama pede "confiança" no Presidente que quer "melhorar a vida das pessoas comuns"
Discurso de vitória da recém-eleita PM do Quebeque interrompido por incidente
Hillary Clinton reafirma apoio à ascensão
Partido independentista regressa ao poder no Quebeque sem maioria

Capa do A Bola A Bola

Barcelona quer oferecer contrato vitalício a Messi
O leão tem nova casa em Bruxelas
Proposta para Adrien segue dentro de momentos
Expulso o guarda-redes, médio foi defender penalty
Grosjean pediu desculpa a Alonso...por sms
«Gostava de ver mulheres a falar de futebol» - Teresa Guilherme
Adriana Lima desfila e gosta de afundar

Capa do Record Record

Witsel: «Queria novo desafio»
Izmailov: «De certeza que vou poder jogar»
Canal Sporting arranca em 2013
Compras do Zenit entram na história
Tempo de Michel
Addy ganha rotinas para o campeonato
Maus resultados tramam João Alves

Capa do O Jogo O Jogo

Servette despede João Alves... de novo
Portugal tem campeão na luta greco-romana
Caso Bruno com novos dados
Azarenka vence entre a chuva
"Uma linda oportunidade"
Adriano já anda a pedir desculpa
Cedência de Kardec travou no salário

CIGANOS: " HERANÇA DE MERDA"


 "Nunca eu vi em minha vida (já longa) um cigano a trabalhar a terra, mas vivendo de vigarice a enganar e ameaçar pessoas e com isto foi, sem ponta de dúvida, uma herança de merda de gente" - José Martins

Sentença. Grande Juiza

Haja DEUS !!!!

SENTENÇA INÉDITA DE JUÍZA: CIGANOS SÃO «TRAIÇOEIROS» E «SUBSÍDIO-DEPENDENTES
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No acórdão que exarou a propósito do julgamento de cinco elementos de etnia cigana que agrediram militares da GNR em Felgueiras, a juíza Ana
Gabriela Freitas referiu-se de forma surpreendente, para o que é a
norma corrente nestes casos, à etnia cigana como «pessoas mal vistas
socialmente, marginais, traiçoeiras, integralmente subsídio-dependentes de um Estado a quem pagam desobedecendo e atentando contra a integridade física e moral dos seus agentes».
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Ana Gabriela Freitas generalizou ainda os comentários a toda a comunidade cigana, afirmando que «está em causa o desrespeito da autoridade e, por arrastamento, a própria administração da Justiça» como o demonstram «os recentes acontecimentos da Cova da Moura, Azinhaga do Besouro, Quinta da Fonte e ainda culminando com a agressão selvática dos agentes da PSP em Felgueiras». A magistrada do Tribunal de Felgueiras condenou os cinco elementos de etnia cigana acusados de agredir militares da GNR , aplicando-lhes penas de prisão efectiva e ao pagamento de indemnizações.
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Na sentença, deu como provado que, durante os acontecimentos, os cinco homens agrediram os militares, e «as mulheres e as crianças guincharam selvaticamente, bateram e chamaram nomes» aos guardas.
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A juíza escreveu no processo que as condições habitacionais dos ciganos «são fracas, não por força do espaço físico em si, mas pelo estilo de vida da sua etnia (pouca higiene)».
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O acórdão termina com a juíza a assumir não vislumbrar «a menor razão para acolher a rábula da ‘perseguição e vitimização dos ciganos, coitadinhos!» Relativamente aos réus que condenou, salientou que são «todos conhecidos dos agentes da GNR de Felgueiras por serem ‘clientes’ do posto e aí se deslocarem em virtude de desacatos, desordens, e ilícitos de variada natureza».

A INOCÊNCIA - DURAS PALAVRAS DE MIGUEL SOUSA TAVARES


QUE VANTAGENS E INTERESSE EXISTE, ATUALMENTE,  PARA VIVER EM PORTUGAL? LAMENTÁVELMENTE PENSO QUE JÁ NÃO SERÁ NOS MEUS DIAS DE VIDA QUE A SITUAÇÃO MELHORARÁ, PODE MODIFICAR-SE E ACREDITO QUE, EM BREVE,  SE MODIFICARÁ PORQUE NÃO É JUSTO QUE TANTOS ESTEJAMOS A SOFRER POR CAUSA DO DESGOVERNO QUE UMAS DEZENAS DE INCOMPETENTES, VIGARISTAS E CORRUPTOS NOS TÊM OBRIGADO A CUMPRIR DE HÁ UNS 15 ANOS PARA CÁ COM O OBJETIVO ÚNICO DE SE SERVIREM A ELES MESMO. È ALTURA DE DIZER BASTA A ESTES SACANAS E NÃO É A MURRO, PONTAPÉ E ESTALO QUE SE CONSEGUE O SEU AFASTAMENTO... A ALTERAÇÃO TERÁ DE VIR DE QUEM TEM A FORÇA DAS ARMAS. - Autor desconhecido
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Se te interessa a nossa vida diária, lê o artigo do M.S.Tavares a seguir

A Inocência.  Duras palavras de MIGUEL SOUSA TAVARES
No Expresso de hoje, um longo texto, violentíssimo, de Miguel Sousa Tavares.

Há alguns incompetentes, mas poucos inocentes

O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado?
Como caixa de ressonância daqueles que de quem é porta-voz (tendo há muito deixado de ter voz própria), o presidente da Comissão Europeia, o português Durão Barroso, veio alinhar-se com os conselhos da troika sobre Portugal: não há outro caminho que não o de seguir a “solução” da austeridade e acelerar as “reformas estruturais” — descer os custos salariais, liberalizar mais ainda os despedimentos e diminuir o alcance do subsídio de desemprego. 
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Que o trio formado pelo careca, o etíope e o alemão ignorem que em Portugal se está a oferecer 650 euros de ordenado a um engenheiro electrotécnico falando três línguas estrangeiras ou 580 euros a um dentista em horário completo é mais ou menos compreensível para quem os portugueses são uma abstracção matemática. Mas que um português, colocado nos altos círculos europeus e instalado nos seus hábitos, também ache que um dos nossos problemas principais são os ordenados elevados, já não é admissível. Lembremo-nos disto quando ele por aí vier candidatar-se a Presidente da República.
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Durão Barroso é uma espécie de cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra: se os srs. Monti, Draghi, Van Rompuy se mostram vagamente preocupados com o crescimento e o emprego, lá, no alto do edifício europeu, o cata-vento aponta a direcção; se, porém, na semana seguinte, os mesmos senhores mais a srª Merkel repetem que não há vida sem austeridade, recessão e desemprego, o cata-vento vira 180 graus e passa a indicar a direcção oposta. 
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Quando um dia se fizer a triste história destes anos de suicídio europeu, haveremos de perguntar como é que a Europa foi governada e destruída por um clube fechado de irresponsáveis, sem uma direcção, uma ideia, um projecto lógico. Como é que se começou por brincar ao directório castigador para com a Grécia para acabar a fazer implodir tudo em volta. 
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Como é que se conseguiu levar a Lei de Murphy até ao absoluto, fazendo com que tudo o que podia correr mal tivesse corrido mal: o contágio do subprime americano na banca europeia, que era afirmadamente inviável e que estoirou com a Islândia e a Irlanda e colocou a Inglaterra de joelhos; a falência final da Grécia, submetida a um castigo tão exemplar e tão inteligente que só lhe restou a alternativa de negociar com as máfias russas e as Three Gorges chinesas; como é que a tão longamente prevista explosão da bolha imobiliária espanhola acabou por rebentar na cara dos que juravam que a Espanha aguentaria isso e muito mais; como é que as agências de notação, os mercados e a Goldman Sachs puderam livremente atacar a dívida soberana de todos os Estados europeus, excepto a Alemanha, numa estratégia concertada de cerco ao euro, que finalmente tornou toda a Europa insolvente. 
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Ou como é que um pequeno país, como Portugal, experimentou uma receita jamais vista — a de tentar salvar as finanças públicas através da ruína da economia — e que, oh, espanto, produziu o resultado mais provável: arruinou uma coisa e outra. E como é que, no final de tudo isto, as periferias implodiram e só o centro — isto é, a Alemanha e seus satélites — se viu coberto de mercadorias que os seus parceiros europeus não tinham como comprar e atulhado em triliões de euros depositados pelos pobres e desesperados e que lhes puderam servir para comprar tudo, desde as ilhas gregas à água que os portugueses bebiam.
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Deixemos os grandes senhores da Europa entregues à sua irrecuperável estupidez e detenhamo-nos sobre o nosso pequeno e infeliz exemplo, que nos serve para perceber que nada aconteceu por acaso, mas sim porque umas vezes a incompetência foi demasiada e outras a inocência foi de menos.
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O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? 
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Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito — de há muito! — se sabia existirem no BPN? 
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E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a economia 4%”? Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros?
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O que poderemos nós pensar quando descobrimos que à despesa declarada e à dívida ocultada pelo dr. Jardim ainda há a somar as facturas escondidas debaixo do tapete, emitidas pelos empreiteiros amigos da “autonomia” e a quem ele prometia conseguir pagar, assim que os ventos de Lisboa lhe soprassem mais favoravelmente?
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O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? 
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Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? 
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Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo?
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A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva — sim, retroactiva — que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem correspondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? 
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Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários.
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Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos.
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Mais uma? Escrevam uma lei que estabeleça que todas as empresas de construção civil, que estão paradas por falta de obras e a despedir às dezenas de milhares, se possam dedicar à recuperação e remodelação do património urbano, público ou privado, pagando 0% de IRC nessas obras. Bruxelas não deixa? Deixa a Holanda ter um IRC que atrai para lá a sede das nossas empresas do PSI-20, mas não nos deixa baixar parte dos impostos às nossas empresas, numa situação de emergência? OK, Bruxelas que mande então fechar as empresas e despedir os trabalhadores. Cumpra-se a lei!
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Outra? Proíbam as privatizações feitas segundo o modelo em moda, que consiste em privatizar a parte das empresas que dá lucro e deixar as “imparidades” a cargo do Estado: quem quiser comprar leva tudo ou não leva nada. E, já agora, que a operação financeira seja obrigatoriamente conduzida pela Caixa Geral de Depósitos (não é para isso que temos um banco público, por enquanto?). O quê, a Caixa não tem vocação ou aptidão para isso? 
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Não me digam! Então, os administradores são pagos como privados, fazem negócios com os grandes grupos privados, até compram acções dos bancos privados e não são capazes de fazer o que os privados fazem? E, quanto à engenharia jurídica, atenta a reiterada falta de vocação e de aptidão dos serviços contratados em outsourcing para defenderem os interesses do cliente Estado, a troika que nos mande uma equipa de juristas para ensinar como se faz.
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Tenho muitas mais ideias, algumas tão ingénuas como estas, mas nenhumas tão prejudiciais como aquelas com que nos têm governado. A próxima vez que o careca, o etíope e o alemão cá vierem, estou disponível para tomar um cafezinho com eles no Ritz. Pago eu, porque não tenho dinheiro para os juros que eles cobram se lhes ficar a dever.

CANDIDATO PANELEIRO PARA SINTRA


"Os paneleiros unidos jamais serão vencidos"

«José Castelo Branco garante que quer substituir Fernando Seara na autarquia de Sintra e diz que já recolheu assinaturas para se candidatar à câmara como independente. "Já tenho as cinco mil assinaturas e vou ser o próximo presidente. Tomei esta decisão porque há muita gente que me tem pedido para me candidatar", começa por contar o socialite, enumerando, de seguida, as medidas que está a traçar para angariar votos.
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"Quero transformar Sintra num ponto turístico a nível mundial e prometo uma postura muito interventiva. Já me estou a imaginar aos gritos na Assembleia da República", refere o rei do jet set nacional. Divertido, José Castelo Branco diz que vai vestir-se "tal e qual uma primeira-dama" e que "vai arrasar" no mundo da política.
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"Tenho muitos políticos na família, já há uma tradição, e tenho a certeza de que vai correr muito bem. Vou transformar um sítio num ponto turístico da moda, uma coisa muito chique, e vou acabar com as injustiças sociais", disse, como se já estivesse a discursar.
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Enquanto as eleições não chegam – Outubro de 2013 –, José Castelo Branco tem dado nas vistas por um assunto totalmente diferente. O vídeo da orgia em que participou, com um casal de Famalicão, está a fazer furor num site de pornografia a nível mundial.»

O PAULINHO PORTAS E OS CAMBALACHOS SUBMARINADOS


Alemães que forneceram submarinos não queriam pagar a uma offshore

Por Sílvia Caneco, publicado em 4 Set 2012 - 03:10
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Numa conversa telefónica em 2009, Paulo Portas diz que contrato de compra dos submarinos tinha de estar no Ministério da Defesa
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Os alemães do German Submarine Consortium (GSC) – o consórcio que contratualizou a venda de dois submarinos ao Estado português em 2004 – tinham receio de fazer pagamentos a uma offshore porque isso poderia trazer problemas com as entidades fiscais alemãs. 
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A mensagem de preocupação dos alemães foi passada à ESCOM – a empresa do Grupo Espírito Santo que fez a sua assessoria na negociação das contrapartidas e que terá criado a offshore – pelo advogado português que estava em contacto com o GSC.
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 “A 1 de Abril de 2003, a ESCOM recebe uma mensagem (...) indicando que os alemães estavam com algumas reservas em efectuar pagamentos para uma empresa offshore, uma vez que esse pagamento poderia não ser aceite pelas entidades fiscais alemães”, lê-se numa cronologia que consta do processo agora arquivado pelo DCIAP em que era arguido o advogado Bernardo Ayala, e que o i consultou. 
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Para convencer os alemães, a ESCOM terá, através do seu advogado, apresentado “uma explicação sobre o Grupo Espírito Santo e as relações entre as várias empresas do grupo”. 
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Meses antes, a 21 de Janeiro, a ESCOM terá assinado um acordo com o Feltree Investment Fund: “caso vencesse o concurso dos submarinos”, diz o processo, cederia créditos ao Feltree Fund “num valor entre os 13 e os 20 milhões de euros”. 
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O DCIAP enviou cartas rogatórias, ainda sem resposta, a pedir para serem desbloqueadas no estrangeiro contas bancárias que poderão explicar se houve ou não subornos no negócio. 
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Uma das suspeitas do Ministério Público é de que um pagamento de 30 milhões feito pelo GSC à ESCOM “tenha sido utilizado para pagamentos indevidos e como contrapartidas a decisores políticos e a grupos políticos envolvidos nas negociações”, conforme o “DN” adiantou ontem.
Portas “nervoso” com escutas 
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As conversas interceptadas e que foram transcritas para o processo mostram que, em 2009, Paulo Portas desconfiava que estava sob escuta e andava tão obcecado que até as secretárias tinham ordens para fazer e passar determinadas chamadas apenas para o fixo. 
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Pedro Brandão Rodrigues, ex-presidente da Comissão de Contrapartidas, chegou a aplicar os adjectivos “nervoso” e .“maluco” para falar desta obsessão de Portas. 
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Em Outubro de 2009, Portas chegou a dizer-lhe que agora tinha percebido que um dos dois estava sob escuta, porque na tentativa de ligação anterior tinha dado sinal de interrompido. Brandão Rodrigues teve de explicar-lhe que isso acontece sempre que duas pessoas tentam ligar uma para a outra ao mesmo tempo.
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A 29 de Setembro, na sequência de uma notícia sobre as buscas aos escritórios de advogados, quer o ministro quer Pedro Brandão Rodrigues manifestaram a certeza de que o contrato de compra dos submarinos deveria estar no ministério, “nos arquivos do Estado”. 
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“Basta pedirem ao ministério, não?”, questionava Portas. No despacho de arquivamento do inquérito redigido em Agosto deste ano, o procurador do DCIAP alega que documentos relacionados com os contratos desapareceram do Ministério da Defesa.

O PAULINHO PORTAS ESTÁ PERDOADO PELO MP


MP diz que não há indícios contra Paulo Portas


O Ministério Público terá informado Paulo Portas de que, no “processo dos submarinos”, no que lhe diz respeito, não terão sido “recolhidos indícios da prática de ilícito de natureza criminal”.

KAOS:Há quem se veja Grego



Os representantes da troika que fiscalizam o cumprimento do programa de assistência financeira na Grécia sugeriram ao Governo helénico que aumente a semana de trabalho de cinco para seis dias.
Esta é uma das medidas propostas com vista a uma flexibilização das reformas laborais. Outras propostas incluem que os patrões possam pagar metade das indemnizações por despedimento aos trabalhadores, além da redução do descanso mínimo entre turnos de trabalho para 11 horas.
Sei que muitos dizem que Portugal não é a Grécia mas posso apostar que não passará um ano sem que estas mesmas propostas estejam a ser discutidas em Portugal se nada fizermos para o travar.
Podem dizer que por cá somos bons alunos e que temos cumprido o memorando, mas os resultados já começam a falhar e a troika já começa a dizer que o memorando não é da troika, mas sim do governo português".
Mais cedo ou mais tarde vão impor "ajustamentos" e medidas como estas são do gosto do actual poder capitalista que governa a Europa. Ou os travamos agora ou então poderá ser já tarde demais.

O ALERTAR AS CONSCIÊNCIAS....

As Fundações de M. Soares e de M. Barroso

Obrigado Bom e Estúpido Povo Português!
 
Este simpático e feliz casal, que já deu a volta ao Mundo três vezes, subsidiado pelo generoso povo português, tem duas Fundações.
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Para
quê?
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Ora naturalmente para juntarem mais umas migalhas à reforma e à vaidade.

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Dom Mário recebeu do generoso povo português para a sua Fundação através de vários subsídios concedidos pelo ainda mais benemérito governo 1,3 milhões de euros e benefícios fiscais de 269 mil euros e ainda  dispõe de dois prédios da Câmara Municipal de Lisboa.

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Claro que também é dono do caro Colégio Moderno mas é uma herança de família.
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(dizem que o colegio estava falido em Abril de 1974. Será verdade?)
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Dona Barroso ou a sua Fundação também tem direito a umas migalhas do bolo.
Uns parcos 495 mil euros.

Tem nome  em latim: "Pro Dignitate".

Podia ser "Pró Clã Soares", que também não ficaria mal.
Estas duas gôtas de água, somadas às de outras fundações,retiraram aos bolsos do bom povo português 1034 milhões de euros em três anos.
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Queria saber para onde foi o seu subsídio de férias e Natal e alguns dos seus impostos?
Agora já sabe!
 

GENTE PRÁ PRAÇA E TOUROS PRÁ RUA


Clique a seguir,,,,
Shyznogud

Isto é absolutamente vergonhoso.

ANTÓNIO BORGES - TRAIDOR DA PÁTRIA!




Onde há fumo....
Wikileaks: Parpública na mira do Goldman Sachs e ?CIA privada?
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O fundo financeiro criado pela Stratfor e o Goldman 
Sachs viu no memorando da troika a hora certa para comprar obrigações da Parpública. A holding detém participações do Estado nas empresas a privatizar sob orientação de António Borges, que já fora o escolhido pela Goldman Sachs para prestar serviços de consultoria à Parpública em 2004, no âmbito da privatização da GALP e EDP.
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ARTIGO | 30 AGOSTO, 2012 - 02:21
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Em Fevereiro, a Wikileaksrevelou ao mundo o convite que o Goldman Sachs dirigiu à empresa de espionagem Stratfor: a parceria num Hedge Fund chamado Stratcap. De acordo com um email de Agosto de 2011, escrito por George Friedman, o CEO desta ?CIA privada?, a oferta partiu do director do Goldman Sachs, Shea Morenz ? ?ele propôs uma nova aventura, Stratcap, que nos permitirá utilizar o conhecimento que produzimos sobre o mundo num espaço novo mas com conexões ? um fundo de investimento. 
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Onde previamente aconselhamos outros Hedge Funds, teremos agora o nosso próprio, inteiramente fundado pelo Shea (?) nos já estamos a trabalhar em simulações de investimento e transacções?. Outros emails mostram que, durante 2011, foi montada uma complexa estrutura financeira com recurso a offshores de forma a lançar a Stratcap sob uma capa de aparente legalidade.
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O esquerda.net teve acesso a estes emails revelados pela Wikileaks que indicam que a Parpública ? empresa que gere as participações do Estado português em grupos como a GALP, REN, Águas de Portugal, TAP e ANA ? estava na mira deste fundo de investimento. 
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Num email de Setembro de 2011 um alto responsável da Stratfor, Alfredo Viegas, chama a atenção para o plano de privatizações anunciado pelo Governo português e pela troika ? ?(?) isto abre algumas oportunidades de negócio muito interessantes no que toca a empresas paraestatais portuguesas e possivelmente em outros PIIGS (?) Para mim o activo mais interessante são os 5,25% de obrigações da Parpública. O que torna estes títulos muito interessantes é que são convertíveis para a GALP ? aquela empresa de combustíveis (?).?   
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A Stratfor não perdeu tempo. Num documento enviado ao CEO, George Friedman, intitulado ?STRATCAP  Portfolio  - summary? é possível verificar a inclusão de um quadro que faz referência aos títulos da Parpública. E já em 10 de Novembro, Alfredo Viegas exulta com as declarações de Pedro Passos Coelho, que nesse dia anunciou o plano de cortar a despesa pública em 43% até 2014 ? ?(?) é muito agressivo. Se eles fizerem isso, Portugal é uma grande compra? encurtando o nosso caminho para os títulos da Parpública.?
António Borges e a privatização da Parpública
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A Parpública foi criada em 2000 pelo Governo de António Guterres com o objectivo de ser o instrumento do Estado para assegurar a gestão de empresas em processo de privatização. Esta posição concedeu uma importância central a esta holding pública que viu os seus lucros subirem a pique na última década, fruto das privatizações levadas a cabo por todos os Governos. Com a vinda da troika e o plano do PSD e CDS para privatizar as últimas jóias da coroa ? TAP, ANA, CP Carga, CTT e Caixa Seguros, Água de Portugal e RTP ? a própria Parpública tem os seus dias contados, pois o Estado deixará de ter participações nessas empresas. 
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Na segunda versão do memorando de entendimento foi avançada a possibilidade de dissolução da Parpública ou a sua integração na administração pública, ?uma vez que as suas fontes de receitas serão afectadas pela privatização?. 
A verdade é que até à decisão final é pela Parpública que passará o processo de privatizações, e é no âmbito da Parpública que opera António Borges, assessor indicado por Passos Coelho para liderar o processo. Mas esta não foi a primeira vez que António Borges lidou com a Parpública. 
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Entre Fevereiro de 2004 e Abril de 2005 o Goldman Sachs prestou consultadoria financeira à Parpública no âmbito dos processos de privatização da GALP e EDP, recebendo por esse tempo 2,3 milhões de dólares do Estado português. Nesse tempo, o representante do Goldman Sachs perante o Estado foi António Borges, que agora fala em nome do Estado a defender as privatizações, incluindo o modelo ruinoso de concessão da RTP apresentado na entrevista à TVI na semana passada.
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A ligação de Borges ao Goldman Sachs tem levado ao questionamento da sua imparcialidade na condução do processo de privatizações. Marc Roche, autor do livro «O Banco: Como Goldman Sachs dirige o Mundo», quando questionado sobre a escolha de Borges pelo Governo de Passos Coelho, alertou ? ?
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O problema é que o senhor Borges não disse o que fez no Goldman Sachs.Pode haver um conflito de interesses. É preciso total transparência (?) O senhor Borges tem de decidir se o Goldman Sachs tem ou não um papel nas privatizações». Assessor de Relvas acha "normal" informar Stratfor enquanto está no Governo

O fabuloso destino dos jovens assessores do Governo Passos


04.09.2012 - 11:32 Por Nuno Sá Lourenço
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Em algumas nomeações confirma-se o mérito, em outras pesaram critérios diversos  
Em algumas nomeações confirma-se o mérito, em outras pesaram critérios diversos (Foto: Daniel Rocha)
Só no gabinete do primeiro-ministro contam-se 66 nomeações. No universo de centenas de colocações nos gabinetes ministeriais, um mais reduzido grupo chama a atenção devido a uma característica comum. Foram chamados para coadjuvar ministros e secretários de Estado tendo menos de 30 anos. O PÚBLICO encontrou 41. Uns ainda permanecem, outros já saíram. Uns chegaram ali por contactos partidários, outros pessoais. E, contudo, também existem os que foram chamados devido a um já invejável e apropriado currículo.

Quando chegou ao poder, Pedro Passos Coelho prometeu ser contido nas nomeações. E as que tivesse de fazer, seriam por mérito. Com um ano de Governo, a realidade mostra que nuns casos se confirma o mérito. Carlos Vaz de Almeida ainda está longe dos 30 anos, mas é visto como perito em administração pública e parcerias público-privadas, dossier que trata agora nas Finanças. E que já eram o seu trabalho no poderoso escritório de advogados Uria/Menendez. Sem ligações ao PSD ou ao CDS. No entanto, noutras nomeações parecem ter pesado critérios diversos, nomeadamente ligações ao PSD, JSD ou CDS. Entre as 41 detectadas, o PÚBLICO contabilizou 15 nessa situação.
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Jorge Garcez Nogueira tinha 29 anos quando foi chamado para o gabinete de Miguel Macedo no Ministério da Administração Interna. Antes já passara pela Câmara do Fundão como vereador. No Fundão liderou a JSD local. Um cargo igual ao de Monteiro Marques, líder da JSD de Braga, cidade de onde é natural o ministro Miguel Macedo. O cargo de assessor não é novidade para este dirigente da JSD, que chegou a trabalhar em Bruxelas.
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No gabinete do secretário de Estado adjunto do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares está o presidente do PSD de Peniche, Ademar Vala Marques. No mesmo gabinete, é adjunto Ricardo Bastos Sousa, que tinha 30 anos quando assumiu o cargo. Bastos Sousa passou pelo Conselho Nacional de Jurisdição da JSD. Também o secretário de Estado do Desporto e da Juventude foi buscar André Pardal à JSD. Pardal esteve na presidência da Associação Académica da Universidade de Lisboa, no Conselho Nacional da Juventude e no Conselho da Europa para a Juventude.
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Na equipa do secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, do ministério da centrista Assunção Cristas, está a especialista Joana Malheiro Novo, que com 25 anos chegou ao Governo e ao conselho nacional do CDS. A lista continua com João Annes, que, aos 28 anos, se juntou à equipa do secretário de Estado da Defesa Nacional. Além de ser presidente da Associação de Jovens Auditores da Defesa Nacional, é dirigente do PSD de Oeiras. Nas últimas legislativas foi coordenador da campanha da juventude de Passos Coelho.
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Depois temos os casos dos que deixam de ser ainda antes de conseguirem sequer aquecer o posto. Caso de Tiago Sá Carneiro, que esteve no gabinete do ministro da Educação, Nuno Crato. O seu currículo incluía a presidência da Associação Académica de Trás-os-Montes e o posto de secretário-geral adjunto da JSD. Acabou por sair quando se percebeu que a sua verdadeira qualificação não era a apresentada: a de engenheiro. Ainda assim, o partido resgatou o sobrinho-neto do fundador e presidente Sá Carneiro para assessor do actual secretário-geral, Matos Rosa.
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O PÚBLICO falou com o presidente da JSD. Duarte Marques alerta para a aparente injustiça que representaria avaliar a escolha de um assessor ou adjunto apenas pela idade. Lembra que há quem chegue aos 29 anos com mais de cinco de experiência de trabalho. "Eu com 27 anos já tinha trabalhado seis anos em Bruxelas", assevera. Assegura que a JSD ajuda a ganhar experiência e tarimba, que aliás depois se capitaliza "na apresentação de trabalhos, nas entrevistas de emprego, na aprendizagem da partilha de responsabilidades e capacidade de liderança".
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Marques defende, mesmo, que deveria fazer parte da formação política dos "jotas" passar por um "estágio de três ou seis meses" num gabinete executivo: "A política decide-se aí, seja no Governo ou numa autarquia", afirma. Depois usa um exemplo actual para demonstrar a vantagem da passagem dos "jotas" pelos gabinetes: "Ele é muito bom, mas se o António Borges tivesse passado uns anos na "Jota" há muito erro que não cometeria ...

KAOS: PRÉMIO GASPAR



A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) diz que o défice público (contas nacionais) do primeiro semestre ficou em cerca de 6,9%. E diz era preciso o Governo obter um défice de 2,7% nesta segunda metade do ano, e sem medidas extraordinárias, para chegar aos 4,5% definidos no memorando da troika para 2012 como um todo.
Se a isto somarmos um desemprego crescente de 15,7% , uma recessão que o fim de 6 meses já ia nos 3,3%  um número deprecie de falecias e a contracção económica este Ministro merece um prémio como o mais aldrabão e mais incompetente Ministro das Finanças da história de Portugal.

ELA A QUERER ATIRAR COM AREIA PARA NOSSOS OLHOS...!!!

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Portugal: DESTA VEZ A CANDIDINHA ALMEIDA TEM DE SE DEMITIR

 


Paulo Gaião – Expresso, opinião, em Blogues

O SILÊNCIO DOS LOBOS