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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

"MANGAS DE ALPACA" DAS EMBAIXADAS E CONSULADOS MAL TRATADOS


  
Número de Documento: 15018570

  Lisboa, Portugal 20/09/2012 19:57 (LUSA)
  Temas: Trabalho, Conflitos laborais, Sindicatos, Salários e pensões








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MNE: Trabalhadores de serviços externos querem compensação de perdas cambiais


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Lisboa, 20 set (Lusa) – Os trabalhadores externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) sofrem perdas cambiais nos seus salários que têm de ser compensadas, defendeu hoje o Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE).
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Em comunicado, o STCDE afirma que o problema abrange cerca de 300 trabalhadores, cujos salários são também atingidos pela inflação nos países onde prestam serviço além de cortes salariais e agravamento dos impostos.
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“O Governo tem-se mantido indiferente às perdas cambiais que trabalhadores dos serviços externos do MNE têm sofrido e que, desde 2009, em muitos países vêm atingindo níveis inadmissíveis”, lê-se no documento.
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O sindicato lembra que, há um ano, os trabalhadores da Suíça estiveram em greve durante cinco semanas por essa razão, sem que a situação se alterasse e daí que tenham sido interpostas duas ações reclamando a compensação cambial para os dois últimos anos, devendo no início de 2013 ser apresentada nova queixa em tribunal.
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De acordo com o STCDE, o efeito acumulado das perdas cambiais desde há três anos atinge nomeadamente os trabalhadores de Macau e Polónia (inferior a cinco por cento), dos Estados Unidos, Israel, México, Reino Unido, República Checa e Rússia (superior a cinco por cento), da África do Sul, Brasil, China, Noruega e Tailândia (superior a 10 por cento).
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Ainda segundo o comunicado, os trabalhadores do Canadá, Chile, Peru, Suécia e Uruguai registam perdas superiores a 15 por cento; os da Colômbia e Suíça superiores a 20 por cento e os da Austrália acima dos 30 por cento, levando os funcionários a abandonar o serviço, sem que seja possível “recrutar” novos empregados.
NV.
       Lusa/Fim

O buraco que as 'manifs' e o regime não querem ver





A austeridade não é uma invenção ou escolha, é a realidade, é a vidinha que temos pela frente. O debate está apenas na fórmula dessa austeridade. Porque os números que se seguem são isso mesmo: números, factos, e não estados de alma.
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(a). Portugal tem cerca de 10,5 milhões de pessoas, mas só tem 4,8 milhões de trabalhadores no activo. E o rácio vai continuar a diminuir, ou seja, os cortes nas reformas são e serão mais ou menos inevitáveis. Só havia um caminho para evitar esses cortes: emissão de dívida para armazenar dinheiro no sistema antigo, libertando os mais novos para um sistema diferente. Os polacos fizeram isto. Mas, agora, Portugal não tem a folga necessária para fazer essa mudança. Eis, talvez, a maior das lições desta crise: a dívida deve ser usada em mudanças de fundo, e não na gestão corrente do Estado.
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(b). Em 2004, a dívida pública portuguesa era de 90 mil milhões; em 2011, já estava nos 174 mil milhões. Em seis anos, um primeiro-ministro quase duplicou a dívida soberana do país. 93% de aumento em apenas seis anos. Isto gerou crescimento? Não. Gerou emprego? Não. Gerou a terceira bancarrota do Estado desde 1977. Mas não faz mal: os ministros e restante canalha deste primeiro-ministro continuam na palminha da mão dos média. A culpa é da Merkel, do protestantismo, dos "neoliberais", do Bush e quiçá do degelo.
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(c). E as PPP? Devido à gentileza socialista , as famosas PPP representam um encargo de 26 mil milhões entre 2012 e 2050 (mas cheira-me que este sub-buraco será maior). Isto faz disparar a dívida do Estado para 200 mil milhões.
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(d) E, agora, temos a parte divertida: relacionar este buraco financeiro com o buraco demográfico. Em 2004, o Estado devia 8,500 euros por cada português; em 2011, devia 19.032 euros. Isto seria sempre mau, mas torna-se pornográfico quando sabemos que esta política económica, perdoem-me o eufemismo, não gerou crescimento.
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(e). Se acha que o cenário é péssimo, o meu caro leitor deve esperar mais um pouco. As contas têm de ser feitas não com o número de cidadãos, mas com o número de trabalhadores no activo. Portanto, a nossa vidinha é assim: por cada trabalhador, o Estado devia em 2004 cerca de 18 mil euros; em 2011, devia 41 mil euros.
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(f). Em 2012, o país ainda não quer olhar para a dimensão deste buraco, ainda quer pensar que a realidade é só a representação da nossa vontade.  

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Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:07 Quarta feira, 19 de setembro de 2012

KAOS: Um amor impossivel

Depois da zanga desta semana o PSD e o CDS resolveram inventar um Conselho Coordenador da Coligação para adiar aquilo que parece inevitável; o fim previsível deste governo. É que o mal não está na existência desta coligação mas sim na indignação que as suas politicas já causaram. Por mais que façam ou digam agora, um milhão de pessoas na rua é o fim de qualquer governo, sobretudo sabendo que quem realmente manda é um ditadorzinho chamado Gaspar que não liga nem à Constituição nem se preocupa minimamente se os portugueses sobrevivem ou não às suas ideias. O saco já encheu e agora só falta saber quando vai rebentar e se este governo e este Presidente ainda o não compreenderam talvez o venham a sentir na pele de uma forma bem mais violenta no futuro.

CASAMENTO IMPERFEITO - PASSOS E PAULINHO


Afinal, a "revolta” do CDS contra o Governo a que pertence era uma revolta de salão, gratuita e inconsequente. Mas o acordo de paz ontem selado é igualmente fútil. Instituiu um conselho de acompanhamento da coligação, que é afinal o indício de que tudo vai mal. Se houvesse confiança, não precisariam dessa espécie de aconselhamento matrimonial para fins políticos. É como um casal em crise que tivesse chegado a acordo para contratar os mesmos detectives para vigiar infidelidades mútuas. Vai ser precisa muita psicoterapia para manter inteiro o Governo de Portugal. Não é verdade, senhor Presidente?
Editorial do jornal Público
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P.S. A grafia é da responsabilidade deste blogue

ACOMPANHAR O "POVÃO" A PROTESTAR FORA DO PALÁCIO DE BELÉM


A GRANDE CHACHADA!



KAOS:Derrubar a canalha, construir o futuro



Se hoje é dia de contestar este sistema e estas politicas amanhã é tempo de construir alternativas. Muitos criticam os movimentos com o argumentos de protestarem mas não oferecerem alternativas.
A verdade é que há muitos que diversos grupos de cidadãos se reúnem um pouco por todo o lado procurando respostas e provando que a história da inevitabilidade não passa de isso mesmo.
Alterar esta democracia tornando-a mais participativa e criando a possibilidade a politicas mais humanas e justas. Em todo este tempo muito trabalho tem sido feito e existem muitas ideias mas falta que mais cidadãos se juntem para também eles participarem nos debates, sugerirem novas ideias.
O que se procura não é fazer um programa para apresentar mas sim criar o debate entre todos para que o resultado final não seja as ideias de alguns mas as soluções escolhidas por todos.
PS: Sendo a minha juventude já uma coisa do passado tenho de agradecer a muitos jovens que participando nestes encontros me ensinaram muito neste ano e meio. Ensinaram-me uma nova forma de trabalhar, novas perspectivas e sobretudo a saber participar colocando os egos de lado.
Todos os que ali estamos sabemos que olhamos uns para os outros não como adversários mas como companheiros que procuram encontrar as melhores respostas venham elas de onde vierem. O que conta é a busca do consenso e a esperança no amanhã. Demora tempo e dá trabalho, mas não existe uma democracia verdadeira sem a participação dos cidadãos e isso evidentemente requer o tempo e o trabalho de todos.

A DEMOCRACIA FAZ DESTAS MERDAS...!!!




Sem medo!!! DIVULGUE... Mas que Reforma!!!!!!! Divulgue...
DIVULGUE .
Mas que Reforma  ??? !!! 

REPASSEM AOS V/ AMIGOS .  A net tem muita força e já que este é o n/ meio, vamos repassar   milhentas vezes .

Alguém percebe ? !

* Se
ela continua a trabalhar, está a receber reforma por quê ?! Ela é loira, mas de burra não tem nada ... *

*Sempre a pedirem-nos sacrifícios e 
" Eles "  e  " Elas " a receberem reformas, salários, subvenções vitalícias . Como é que isto algum dia irá para a frente, se todos ELES quando fazem as leis é para zelarem pelos seus próprios interesses ? *

*Se o cidadão normal tem de trabalhar 40 anos (ou  mais) e só tem direito a uma pequena reforma, porque é que eles ao fim de oito anos de serviço já têm direito a reformas gordas ? *

*É aqui que o governo tem de começar a cortar as gorduras...mas corta é nos nossos subsídios e eles continuam a fazer as suas vidinhas de nababos . *

*Divulguem !!! Basta de nos tratarem como atrasados mentais ; passem ao maior número de pessoas que possam . *

*Foi assim que conseguimos que três ministros abdicassem dos seus subsídios de deslocação, quando (vergonha das vergonhas) têm casa em Lisboa .
*

*Assunção Esteves (PSD), a actual Presidente da Assembleia da República, reformou-se aos 42 anos, com a pensão mensal (14 vezes ano) de ¤ 2.315,51 .
 .
Fica o Diário da República de 30/07/1998 para vossa informação . 
 .
Para que saibam ainda, a Senhora Assunção Esteves recebe ainda de vencimento mensal
(14 vezes ano) ¤ 5.799,05 e de ajudas de custas mensal (14 vezes ano) ¤ 2.370,07. Aufere, portanto, a quantia anual de ¤ 146.784,82. Ou seja, recebe do erário público, a remuneração média mensal de ¤ 12.232,07 (Doze mil, duzentos e trinta e dois euros, sete cêntimos) . *
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*Relembramos que também tem direito a uma viatura oficial BMW a tempo inteiro ! *
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*E vem este 
IDIOTA do Passos Coelho sacar subsídios e pedir sacrifícios aos funcionários públicos e pensionistas !!!  É mesmo preciso ter lata !!! *
 PARTILHEM ESTE E-MAIL  !
 S E M   M E D O

FERREIRA FERNANDES ESCREVEU

Um ponto é tudo

Continuam juntos, só falta o resto

por FERREIRA FERNANDES 
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Hoje1 comentário
 
Pedro Passos Coelho e Paulo Portas somam décadas de vida política, isto é, de acordos desfeitos e refeitos e de eu sei que tu sabes que eu sei aos montes. 
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E agora quiseram os comentadores que o banalíssimo rearranjo de relação de forças entre parceiros pusesse em risco a convivência dos dois. 

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Nada mais pode voltar a ser igual!, decretaram, solenes. Experimentados, Pedro e Paulo agradeceram que os holofotes se virassem para si próprios, apreciaram dar o corpo ao manifesto, pois enquanto o pau vai e vem, folgam as costas da sua política. 

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Passamos assim uma semana em que o assunto foi os protagonistas e não o trabalho para que os indigitámos protagonistas. Ontem, à falta de resolver Portugal, a coligação resolveu-se. 

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De manhã, Passos Coelho e Portas reuniram- -se em São Bento e, ao princípio da noite, dez altos dirigentes, cinco de cada partido, reuniram-se no Hotel Tivoli. 

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Suspiremos de alívio, correu tudo bem: vão continuar juntos. Para quem dizia que o Governo era ineficaz, o desmentido: há dias detetou-se uma crise e logo ontem foi resolvida. 

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Vão continuar juntos, agora só falta o resto. Eu estou otimista, nem tanto pelo anúncio do Conselho de Coordenação da Coligação (ideia gira: os dois partidos criam um organismo para lembrar que estão coligados), mas pela pujança da sociedade civil que vi à porta do Hotel Tivoli. 

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Enquanto saíam os dez na reunião, vi passar o triplo de homens de negócio angolanos.

As capas dos jornais e as principais notícias de Sexta-feira, 21 de Setembro de 2012.



Capa do Correio da Manhã Correio da Manhã

Coimbra: Furtam 6500 € em ouro
Massamá: Idosa morta em casa
Lagos: Antiga escola para GNR
Olhão: Incêndio desaloja família
Crédito: Bancos cobram mais
Paredes: Homem esfaqueado
Pinto Monteiro: "Não sofri pressões"

Capa do Público Público

Tenha acesso a mais informação. Torne-se assinante Público.
The Economist: Portugal passou de “aluno modelo” a “exemplo de perigos”
Do rabo dos chimpanzés ao silenciador de tagarelas
Dez mil prometem ir a Belém em dia de Conselho de Estado
Eslovénia não ratifica adesão da Croácia sem acordo sobre poupanças bancárias
FMI vai baixar em “algumas décimas” previsões de crescimento mundial
Idosa de 80 anos encontrada morta em casa onde morava com filho deficiente em Massamá

Capa do Diário de Notícias Diário de Notícias

'Nadine' causa inundações e queda de árvores na Terceira
Continuam juntos, só falta o resto
Classe merece ser olhada com maior dignidade
Melhores docentes não são os sábios mas os exigentes
Sociedade deve reconhecer e dignificar os professores
Dois suspeitos de assaltos detidos na A2 após perseguição
Idosa encontrada morta morava com filho deficiente

Capa do Jornal de Notícias Jornal de Notícias

Diamantes transportados em meteorito descobertos na Sibéria
Tribunal alemão arquiva caso do nazi mais procurado do mundo
692 mil perdem isenção nas SCUT
Divergência entre pais divorciados deixa menino sem cirurgia
Parcómetros já não vão ser entregues a privados
Alerta para agravamento do estado do tempo nos Açores
Trinta e sete milhões de brasileiros ascenderam à classe média em dez anos

Capa do i i

FMI. Fundo vai baixar em "algumas décimas" previsões de crescimento mundial
Mau tempo. Protecção Civil alerta para agravamento nas próximas horas nos Açores
PPP. Passagem do ministério de Cravinho para Coelho "mudou completamente as coisas", diz Neves da Silva
Comissário europeu quer aumentos salariais na Alemanha
"Se a Europa se desintegrar, teremos um período de caos do sistema internacional", diz Luís Amado
Prima de Ronaldo também está triste
CIP vai defender redução da TSU para empresas sem diminuição do rendimento das famílias

Capa do Diário Económico Diário Económico

Brasil volta a estar na rota de Portugal mas ainda se faz difícil
“É preciso fazer um caminho de redescoberta no Brasil”
“Esta é uma oportunidade para a internacionalização”
“Competitividade é mais relevante que a nacionalidade”
“É preciso consciência da competitividade da vida no Brasil”
Entrada no mercado brasileiro já é difícil, mas não é impossível
CDS propôs cortar até um subsídio no público e no privado

Capa do Jornal Negócios Jornal Negócios

A esquina do Rio
7 de Setembro, nunca
A primeira página do Negócios da edição de hoje
A síndrome de Relvas
A dignidade reencontrada
O voto em branco e os exibicionistas da finança
Privatização da EGF já capta interesse nacional e estrangeiro

Capa do Oje Oje

Mexidas na TSU vão agravar recessão
Rosneft negoceia posição da BP na TNK-BP
Bank of America despede 16 mil ainda este ano
Goa - Um rubi com brilho lusitano
Forte aposta na pecuária para redução da dependência externa no Congo Brazzaville
330 hectares loteados para nova cidade em Jamba, em Angola
Projetos de micro-crédito para empreendedores na Tunísia

Capa do Destak Destak

EUA encerraram missões diplomáticas na Indonésia
Vacina gratuita para todas as pessoas com mais de 65 anos a partir de 1 de outubro
Fábricas de Évora da Embraer inauguradas hoje na presença do Presidente da República
Três mortos em ataque atribuído a grupo Abu Sayyaf
Ministro das Finanças critica fanáticos do Partido Republicano norte-americano
Honda quer duplicar vendas automóveis em cinco anos
Seul eleva alerta após incursões de barcos norte-coreanos

Capa do A Bola A Bola

Ronaldo vai fazer dieta em programa de televisão
Volta a Itália de 2013 passa por França para homenagear Marco Pantani
«Quando quisermos Ronaldo falaremos com o Real», diz presidente do PSG
«Jogo com a Lazio permitiu-me ter tempo de jogo e alinhar no meu novo estádio» - Lloris
Emile Heskey confirmado no Newcastle Jets
«Três golos anulados é desapontante mas estamos no caminho certo» - Villas Boas
Guarda-redes atinge avançado com golpe de karaté (com vídeo)

Capa do Record Record

Ninguém aguentou tanto em 54 anos
Rojo levou Sá Pinto ao desespero
Duas faces da mesma dinâmica
Artilharia bloqueada
Cláudio: «Seria fantástico voltar a marcar»
Addy abre novo ciclo à esquerda
Abel Camará preparado para surpreender Helton

Capa do O Jogo O Jogo

México candidato a organizar Mundial 2026
"É craque no que diz e faz"
Villas-Boas "feliz" depois do empate
Portugal cai para sexto
Insultos racistas para Defoe
Três golos anulados ao Tottenham
"Uma enorme injustiça"